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Imagine a situação, aquela pessoa que você não gostaria de encontrar acaba aparecendo praticamente na sua frente, como evitar? Em uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project 13% dos entrevistados assumiram já ter usado o celular para evitar uma conversa em que não gostariam de estar.

Na pesquisa feita com 2,2 mil americanos, 42% deles dizem que, frequentemente, usam o aparelho para se livrarem do tédio, e 4 entre 10 pessoas disseram que o celular já os salvaram em alguma situação de emergência. 27% dos entrevistados declararam não ter finalizado uma tarefa porque seu celular não estava por perto.

O tamanho da fonte de texto dos aparelhos também é um problema para 16% das pessoas entre 50 a 64 anos. Na outra ponta, 29% dos jovens entre 18 e 29 anos disseram que chegaram a desligar seus aparelhos nos últimos 30 dias para se sentirem "desconectados".

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Os laços afetivos entre humanos e pets é capaz de fazer pessoas dividirem seus quartos e até mesmo a cama com seus cachorros.

Segundo estudo da Canisius College, em Buffalo (EUA), esse "carinho" é benéfico para os cães e também para as mulheres que dormem com eles, ou seja, mulheres adultas que dividem a cama com cachorros têm sono melhor que aquelas que dormem com homens.Continue lendo...

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Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.

Durante os testes, o que mudava na notícia era a identidade de vítima. Ao todo, foram quatro tipos: uma pessoa adulta, um bebê, um cachorro adulto e um filhotinho.

Para medir o grau de empatia dos participantes, os cientistas elaboraram uma série de perguntas e criaram uma escala de acordo com os resultados obtidos após as respostas. A hipótese deles era a de que a vulnerabilidade – medida pela idade – seria o principal fator de decisão, e não necessariamente a espécie.

No final, quem obteve o maior índice de empatia foram os recém-nascidos, seguido bem de perto por filhotes e cães adultos (nessa ordem). Já a pessoa mais velha ficou em último lugar.

Analisando os dados, eles observaram que a idade era um fator levado em conta quando o assunto era espécie humana, mas o mesmo não acontecia com os pets. Mais especificamente, se excluirmos os bebês da equação, os pesquisadores viram que, durante os testes, havia maior angústia dos participantes ao saber do abuso de animais do que com a agressão a um adulto.

A pesquisa indica que os resultados podem ajudar a reforçar a importância de diminuir a violência contra animais.

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De acordo com a ciência, a experiência de estar em um show musical aumenta tanto a nossa sensação de bem estar, que nos faz viver mais.

Para chegar a esta conclusão, o professor Patrick Fagan, especialista em Ciência Comportamental e professor associado da Goldsmith's University, fez testes psicométricos e cardíacos em uma série de atividades de bem-estar - incluindo shows, yoga e caminhadas com cães.

Só para você ter uma idéia, ficar 20 minutos ou mais em um show musical aumenta sua sensação de bem estar em 21%. Mais que o dobro do proporcionado pelo mesmo tempo praticando Yoga, 10%, e três vezes mais que o bem estar proporcionado por um rolê com seu dog, 7%.

A experiência de ir a um show também pode elevar nossa auto-estima em até 25% e o estímulo mental em 75%.

Mas com qual frequência devo ir a shows? De acordo com o autor do estudo, para viver 9 anos a mais, você precisaria ir a dois shows por mês.

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Vamos?

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De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

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Pessoas com idade terminada em 9 são mais propensas a pular a cerca, sugere estudo.

Um site especializado em encontros extraconjugais da Grã Bretanha analisou os dados de seus usuários e descobriu que se está mais vulnerável a trair em um relacionamento no último ano de cada década.

A idade com maior número de traidores foi a de 39 anos, seguida pelos 49 anos e pelos 29 anos, em segundo e terceiro lugar entre os mais vulneráveis à infidelidade.

A explicação, de acordo com o estudo é que este último ano de cada década é visto como um divisor de águas na vida das pessoas - quando elas são mais propensas a se excitar com o novo e a avaliar melhor suas opções.

O estudo listou também os 5 principais motivos do nascimento de chifres na cabeça das pessoas:

1- Falta de sexo no relacionamento

2- Oportunidade irrecusável3- Tédio com o parceiro atual

4- Encontro com alguém do passado através das redes sociais

5- Mudanças de comportamento

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Segundo estudo da Universidade de Edimburgo e da Universidade Ludwig Maximilians, em Munique, indivíduos com uma variação de um gene conhecido como ABCC9 precisavam de mais tempo de sono do que a média de oito horas

Os pesquisadores analisaram como o gene funciona nas moscas da fruta, que também o possuem e descobriram que aquelas sem o gene ABCC9 dormiam por três horas a menos do que o normal. O gene ABCC9 está envolvido na detecção dos níveis de energia das células do corpo.

Em outro estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry, feito com 10.000 pessoas de toda a Europa, foi concluído que, aqueles com o gene ABCC9 precisam de cerca de 30 minutos a mais de sono por noite do que aqueles sem o gene.

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