Instagram

Imagine a situação, aquela pessoa que você não gostaria de encontrar acaba aparecendo praticamente na sua frente, como evitar? Em uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project 13% dos entrevistados assumiram já ter usado o celular para evitar uma conversa em que não gostariam de estar.

Na pesquisa feita com 2,2 mil americanos, 42% deles dizem que, frequentemente, usam o aparelho para se livrarem do tédio, e 4 entre 10 pessoas disseram que o celular já os salvaram em alguma situação de emergência. 27% dos entrevistados declararam não ter finalizado uma tarefa porque seu celular não estava por perto.

O tamanho da fonte de texto dos aparelhos também é um problema para 16% das pessoas entre 50 a 64 anos. Na outra ponta, 29% dos jovens entre 18 e 29 anos disseram que chegaram a desligar seus aparelhos nos últimos 30 dias para se sentirem "desconectados".

Fonte

Instagram

Estudo publicado no Journal of American Heart Association, e citado pelo The Guardian, revela que as que pessoas que dormem cerca de 10 horas por dia têm mais 30% de probabilidade de morrer mais cedo do que aquelas que dormem oito horas.

Como se a probabilidade maior de morte não bastasse, quem permanecer na cama mais de 10 horas também está exposto a mais riscos: 56% de probabilidade de morrerem de acidente vascular cerebral e 49% o risco de morte por doença cardiovascular.

Em contraposição, "dormir pouco" ou "dormir mal" está, segundo o estudo, associado a um aumento de 44% de probabilidade de uma doença coronária. Ou seja, prejudica a performance dos vasos sanguíneos, que estão encarregues de transportar o sangue.

Os especialistas, das universidades de Keele, Leeds, Manchester e East Anglia, analisaram dados de 74 estudos, que envolvem mais de três milhões de pessoas. Tendo em conta os resultados, os investigadores alertam os médicos para terem mais atenção aos hábitos de sono dos pacientes.

O sono anormal é um marcador de risco cardiovascular elevado, por isso devem analisar-se com cuidado a duração e a qualidade do sono dos pacientes.", disse o líder da investigação, Chun Shing Kwok.

No estudo são ainda descrito os fatores que influenciam os hábitos de sono. Há influências culturais, sociais, psicológicas, comportamentais, fisiopatológicas e ambientais no nosso sono, como a necessidade de cuidar de crianças ou membros da família, padrões irregulares dos turnos de trabalho, doenças físicas ou mentais.

Fonte

Instagram

Os laços afetivos entre humanos e pets é capaz de fazer pessoas dividirem seus quartos e até mesmo a cama com seus cachorros.

Segundo estudo da Canisius College, em Buffalo (EUA), esse "carinho" é benéfico para os cães e também para as mulheres que dormem com eles, ou seja, mulheres adultas que dividem a cama com cachorros têm sono melhor que aquelas que dormem com homens.Continue lendo...

Instagram

Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.

Durante os testes, o que mudava na notícia era a identidade de vítima. Ao todo, foram quatro tipos: uma pessoa adulta, um bebê, um cachorro adulto e um filhotinho.

Para medir o grau de empatia dos participantes, os cientistas elaboraram uma série de perguntas e criaram uma escala de acordo com os resultados obtidos após as respostas. A hipótese deles era a de que a vulnerabilidade – medida pela idade – seria o principal fator de decisão, e não necessariamente a espécie.

No final, quem obteve o maior índice de empatia foram os recém-nascidos, seguido bem de perto por filhotes e cães adultos (nessa ordem). Já a pessoa mais velha ficou em último lugar.

Analisando os dados, eles observaram que a idade era um fator levado em conta quando o assunto era espécie humana, mas o mesmo não acontecia com os pets. Mais especificamente, se excluirmos os bebês da equação, os pesquisadores viram que, durante os testes, havia maior angústia dos participantes ao saber do abuso de animais do que com a agressão a um adulto.

A pesquisa indica que os resultados podem ajudar a reforçar a importância de diminuir a violência contra animais.

Fonte

Instagram

A organização britânica Mindlab - focada em pesquisas referentes ao impacto da comunicação no nosso cérebro - concluiu por meio de um estudo que alguns tipos de música estimulam a memorização e a assimilação do conteúdo que estudamos.

Outro estudo, realizado pela Universidade de Caen, na França, comprovou que os estudantes que estudaram matemática escutando música clássica tiveram uma retenção e um aumento de concentração em torno de 12% em comparação aos que não ouviram música durante os estudos.

Mas é só música clássica? Não pode 'pop', 'rock'? A resposta é sim! Para quem estuda ciências, humanidades e línguas, canções pop como Miley Cyrus e Justin Timberlake são adequadas. "O lado esquerdo do cérebro processa informações factuais e resolve problemas, que são as habilidades necessárias para quem estuda essas áreas", afirma a psicóloga Emma Gray ao jornal britânico Metro.

Ouvir música com 50-80 batidas por minuto, como 'We Can't Stop', de Miley Cyrus, e 'Mirrors', de Justin Timberlake tem um efeito calmante que conduz o cérebro ao pensamento lógico, o que permite à mente aprender e lembrar fatos novos.

Para estudantes de arte e teatro, Emma Gray sugere que escutem rock e música pop. "Canções como 'Firework', de Katy Perry, e 'I Can't Get No (Satisfaction)', dos Rolling Stones, produzem um estado de excitação da mente que estimula a performance criativa.

#pracegover: Escutar música durante estudo melhora aprendizado, aponta pesquisa.

Fonte

Instagram

De acordo com a ciência, a experiência de estar em um show musical aumenta tanto a nossa sensação de bem estar, que nos faz viver mais.

Para chegar a esta conclusão, o professor Patrick Fagan, especialista em Ciência Comportamental e professor associado da Goldsmith's University, fez testes psicométricos e cardíacos em uma série de atividades de bem-estar - incluindo shows, yoga e caminhadas com cães.

Só para você ter uma idéia, ficar 20 minutos ou mais em um show musical aumenta sua sensação de bem estar em 21%. Mais que o dobro do proporcionado pelo mesmo tempo praticando Yoga, 10%, e três vezes mais que o bem estar proporcionado por um rolê com seu dog, 7%.

A experiência de ir a um show também pode elevar nossa auto-estima em até 25% e o estímulo mental em 75%.

Mas com qual frequência devo ir a shows? De acordo com o autor do estudo, para viver 9 anos a mais, você precisaria ir a dois shows por mês.

Fonte
Fonte

Vamos?

Instagram

De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

Fonte.

Geral
Pessoas com idade terminada em 9 são mais propensas a pular a cerca, sugere estudo.

Um site especializado em encontros extraconjugais da Grã Bretanha analisou os dados de seus usuários e descobriu que se está mais vulnerável a trair em um relacionamento no último ano de cada década.

A idade com maior número de traidores foi a de 39 anos, seguida pelos 49 anos e pelos 29 anos, em segundo e terceiro lugar entre os mais vulneráveis à infidelidade.

A explicação, de acordo com o estudo é que este último ano de cada década é visto como um divisor de águas na vida das pessoas - quando elas são mais propensas a se excitar com o novo e a avaliar melhor suas opções.

O estudo listou também os 5 principais motivos do nascimento de chifres na cabeça das pessoas:

1- Falta de sexo no relacionamento

2- Oportunidade irrecusável3- Tédio com o parceiro atual

4- Encontro com alguém do passado através das redes sociais

5- Mudanças de comportamento

Instagram

Segundo estudo da Universidade de Edimburgo e da Universidade Ludwig Maximilians, em Munique, indivíduos com uma variação de um gene conhecido como ABCC9 precisavam de mais tempo de sono do que a média de oito horas

Os pesquisadores analisaram como o gene funciona nas moscas da fruta, que também o possuem e descobriram que aquelas sem o gene ABCC9 dormiam por três horas a menos do que o normal. O gene ABCC9 está envolvido na detecção dos níveis de energia das células do corpo.

Em outro estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry, feito com 10.000 pessoas de toda a Europa, foi concluído que, aqueles com o gene ABCC9 precisam de cerca de 30 minutos a mais de sono por noite do que aqueles sem o gene.

Fonte