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Imagine a situação, aquela pessoa que você não gostaria de encontrar acaba aparecendo praticamente na sua frente, como evitar? Em uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project 13% dos entrevistados assumiram já ter usado o celular para evitar uma conversa em que não gostariam de estar. {moContinue lendo...

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Estudo publicado no Journal of American Heart Association, e citado pelo The Guardian, revela que as que pessoas que dormem cerca de 10 horas por dia têm mais 30% de probabilidade de morrer mais cedo do que aquelas que dormem oito horas.

Como se a probabilidade maior de morte não bastasse, quem permanecer na cama mais de 10 horas também está exposto a mais riscos: 56% de probabilidade de morrerem de acidente vascular cerebral e 49% o risco de morte por doença cardiovascular.

Em contraposição, "dormir pouco" ou "dormir mal" está, segundo o estudo, associado a um aumento de 44% de probabilidade de uma doença coronária. Ou seja, prejudica a performance dos vasos sanguíneos, que estão encarregues de transportar o sangue.

Os especialistas, das universidades de Keele, Leeds, Manchester e East Anglia, analisaram dados de 74 estudos, que envolvem mais de três milhões de pessoas. Tendo em conta os resultados, os investigadores alertam os médicos para terem mais atenção aos hábitos de sono dos pacientes.

O sono anormal é um marcador de risco cardiovascular elevado, por isso devem analisar-se com cuidado a duração e a qualidade do sono dos pacientes.", disse o líder da investigação, Chun Shing Kwok.

No estudo são ainda descrito os fatores que influenciam os hábitos de sono. Há influências culturais, sociais, psicológicas, comportamentais, fisiopatológicas e ambientais no nosso sono, como a necessidade de cuidar de crianças ou membros da família, padrões irregulares dos turnos de trabalho, doenças físicas ou mentais.

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Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.

Durante os testes, o que mudava na notícia era a identidade de vítima. Ao todo, foram quatro tipos: uma pessoa adulta, um bebê, um cachorro adulto e um filhotinho.

Para medir o grau de empatia dos participantes, os cientistas elaboraram uma série de perguntas e criaram uma escala de acordo com os resultados obtidos após as respostas. A hipótese deles era a de que a vulnerabilidade – medida pela idade – seria o principal fator de decisão, e não necessariamente a espécie.

No final, quem obteve o maior índice de empatia foram os recém-nascidos, seguido bem de perto por filhotes e cães adultos (nessa ordem). Já a pessoa mais velha ficou em último lugar.

Analisando os dados, eles observaram que a idade era um fator levado em conta quando o assunto era espécie humana, mas o mesmo não acontecia com os pets. Mais especificamente, se excluirmos os bebês da equação, os pesquisadores viram que, durante os testes, havia maior angústia dos participantes ao saber do abuso de animais do que com a agressão a um adulto.

A pesquisa indica que os resultados podem ajudar a reforçar a importância de diminuir a violência contra animais.

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Gravidez pode ser contagiosa, diz estudo

A pesquisa analisou 1720 grávidas e concluiu que quando uma mulher engravida, todas as suas amigas próximas possuem mais chances de engravidar também.

Os pesquisadores acreditam em dois motivos, na maioria das vezes inconscientes, para o "contágio":

1- Ter uma amiga grávida faz a mulher se sentir mais confortável para engravidar;

2- Quando duas amigas têm filhos em datas próximas, se ajudam no cuidado dos bebês e compartilham experiências.

O estudo foi publicado no periódico American Sociological Review.

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As armas de fogo podem ajudar mulheres a se protegerem da violência doméstica?

Não há quem não tenha se chocado com o caso da paisagista Elaine Caparróz, de 55 anos, que quase foi assassinada pelo estagiário de direito Vinícius Batista Serra.


Eles se conheceram pela internet e o relacionamento virtual já durava 8 meses. Os dois se seguiam nas redes sociais e até tinham amigos em comum. Por isso, a vítima se sentiu segura para convidá-lo para um jantar em no seu apartamento, na Barra da Tijuca, RJ.

A vítima relatou que o agressor pediu para dormir com ela, que acordou no meio da noite aos murros, mordidas e xingamentos.

Depois de ser torturada por cerca de 4 horas, Elaine foi internada na UTI em estado grave, e terá que passar por várias cirurgias por causa das fraturas, além de trauma no pulmão e nos rins.

Há fortes indícios de que o crime foi premeditado, já que ao entrar no prédio de Eliane, Vinícius se cadastrou na recepção com um nome falso, Felipe.

Sempre que casos de violência contra a mulher vêm à tona, é comum que os defensores da flexibilização das armas de fogo usem como argumento que, a solução seria armar a vítima.

Um exemplo é o comentário abaixo, que ignora o fato de que a vítima estava dormindo quando foi atacada. Mesmo que houvesse uma arma ali, Elaine não teria a oportunidade de usar.

Eu não sou o único que discorda deste tweet do Carlos Bolsonaro. Além de uma série de especialistas em segurança pública e defensores de direitos humanos, há uma discordante que não costuma estar errada: a matemática.

Pesquisadores do VPC, Centro de Políticas de Violência, na sigla em inglês, analisaram dados do FBI e descobriram que as mulheres têm 100 vezes mais chances de serem mortas por um homem armado do que usar uma arma de fogo em legítima defesa.

O levantamento descobriu que houveram 328 homicídios justificáveis cometidos por cidadãos privados naquele ano, mas apenas 16 envolviam uma mulher matando um homem com arma de fogo. Por outro lado, houveram 1.686 casos em que uma mulher foi assassinada por um homem armado.

E antes que a bancada da bala traga seus questionamentos, é importante ressaltar que os dados são referentes a apenas incidentes de vítima única e de ofensor único - ou seja - excluem tiroteios em massa.

Além disso, 93% das vítimas femininas foram assassinadas por homens que elas conheciam, sendo que 64% delas, eram esposas ou “conhecidas íntimas” dos assassinos.

Ah, isso não inclui ex-namoradas, pois o FBI não divulga essas informações. Significa que os números poderiam ser ainda mais graves.

Os defensores das armas de fogo podem argumentar que esse estudo só contabilizou homicídios justificáveis, mas ignorou casos onde a mulher usou a arma para se defender sem matar o cara, ou quando ela só usou a arma para ameaçar e nem chegou a atirar no agressor.

Verdade. Mas por outro lado, o estudo também não conta as mulheres que não chegam a ser assassinadas, mas são feridas ou intimidadas por homens com armas na mão.

Outros estudos citados no levantamento do VPC, reforçam que EUA está longe de ser referência no combate ao feminicídio praticado com arma de fogo.

Em 1997, o Archives of Internal Medicine analisou fatores de risco para morte violenta de mulheres em sua própria casa, e descobriu que a presença de uma arma no imóvel, triplica as chances de morte seguida de violência.

Já um levantamento feito por Harvard em 2002, mostrou que a população feminina dos EUA representava apenas 32% das mulheres em 25 países de alta renda, mas era responsável por 84% dos homicídios de mulheres por arma de fogo.

Um dos autores desse outro estudo de Harvard, o Dr. David Hemenway, concluiu que “a diferença nas taxas de vitimização de homicídio feminino entre os EUA e esses outros países industrializados é muito grande e está intimamente ligada aos níveis de posse de armas.”

Em outras palavras, não pode ser explicada por diferenças na urbanização ou desigualdade social e de renda.

É muito interessante observar que os dados vêm dos EUA, país corriqueiramente citado pelos defensores de armas como bom exemplo de política armamentista.

Com base nessas informações, podemos afirmar que a resposta para a pergunta feita no título deste post é não.

Você pode ler a íntegra do levantamento do VPC aqui (em inglês).

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A organização britânica Mindlab - focada em pesquisas referentes ao impacto da comunicação no nosso cérebro - concluiu por meio de um estudo que alguns tipos de música estimulam a memorização e a assimilação do conteúdo que estudamos.

Outro estudo, realizado pela Universidade de Caen, na França, comprovou que os estudantes que estudaram matemática escutando música clássica tiveram uma retenção e um aumento de concentração em torno de 12% em comparação aos que não ouviram música durante os estudos.

Mas é só música clássica? Não pode 'pop', 'rock'? A resposta é sim! Para quem estuda ciências, humanidades e línguas, canções pop como Miley Cyrus e Justin Timberlake são adequadas. "O lado esquerdo do cérebro processa informações factuais e resolve problemas, que são as habilidades necessárias para quem estuda essas áreas", afirma a psicóloga Emma Gray ao jornal britânico Metro.

Ouvir música com 50-80 batidas por minuto, como 'We Can't Stop', de Miley Cyrus, e 'Mirrors', de Justin Timberlake tem um efeito calmante que conduz o cérebro ao pensamento lógico, o que permite à mente aprender e lembrar fatos novos.

Para estudantes de arte e teatro, Emma Gray sugere que escutem rock e música pop. "Canções como 'Firework', de Katy Perry, e 'I Can't Get No (Satisfaction)', dos Rolling Stones, produzem um estado de excitação da mente que estimula a performance criativa.

#pracegover: Escutar música durante estudo melhora aprendizado, aponta pesquisa.

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De acordo com a ciência, a experiência de estar em um show musical aumenta tanto a nossa sensação de bem estar, que nos faz viver mais.

Para chegar a esta conclusão, o professor Patrick Fagan, especialista em Ciência Comportamental e professor associado da Goldsmith's University, fez testes psicométricos e cardíacos em uma série de atividades de bem-estar - incluindo shows, yoga e caminhadas com cães.

Só para você ter uma idéia, ficar 20 minutos ou mais em um show musical aumenta sua sensação de bem estar em 21%. Mais que o dobro do proporcionado pelo mesmo tempo praticando Yoga, 10%, e três vezes mais que o bem estar proporcionado por um rolê com seu dog, 7%.

A experiência de ir a um show também pode elevar nossa auto-estima em até 25% e o estímulo mental em 75%.

Mas com qual frequência devo ir a shows? De acordo com o autor do estudo, para viver 9 anos a mais, você precisaria ir a dois shows por mês.

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Vamos?

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De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

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Pessoas com idade terminada em 9 são mais propensas a pular a cerca, sugere estudo.

Um site especializado em encontros extraconjugais da Grã Bretanha analisou os dados de seus usuários e descobriu que se está mais vulnerável a trair em um relacionamento no último ano de cada década.

A idade com maior número de traidores foi a de 39 anos, seguida pelos 49 anos e pelos 29 anos, em segundo e terceiro lugar entre os mais vulneráveis à infidelidade.

A explicação, de acordo com o estudo é que este último ano de cada década é visto como um divisor de águas na vida das pessoas - quando elas são mais propensas a se excitar com o novo e a avaliar melhor suas opções.

O estudo listou também os 5 principais motivos do nascimento de chifres na cabeça das pessoas:

1- Falta de sexo no relacionamento

2- Oportunidade irrecusável3- Tédio com o parceiro atual

4- Encontro com alguém do passado através das redes sociais

5- Mudanças de comportamento