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Pessoas com idade terminada em 9 são mais propensas a pular a cerca, sugere estudo.

Um site especializado em encontros extraconjugais da Grã Bretanha analisou os dados de seus usuários e descobriu que se está mais vulnerável a trair em um relacionamento no último ano de cada década.

A idade com maior número de traidores foi a de 39 anos, seguida pelos 49 anos e pelos 29 anos, em segundo e terceiro lugar entre os mais vulneráveis à infidelidade.

A explicação, de acordo com o estudo é que este último ano de cada década é visto como um divisor de águas na vida das pessoas - quando elas são mais propensas a se excitar com o novo e a avaliar melhor suas opções.

O estudo listou também os 5 principais motivos do nascimento de chifres na cabeça das pessoas:

1- Falta de sexo no relacionamento

2- Oportunidade irrecusável3- Tédio com o parceiro atual

4- Encontro com alguém do passado através das redes sociais

5- Mudanças de comportamento

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De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

Fonte.

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Existe uma coisa muito simples que você pode fazer por você mesmo que, de acordo com a ciência, pode ajudar a melhorar distúrbios de humor, te deixar mais saudável, aumentar a sua memória, te fazer dormir melhor e te deixar mais feliz. Chama-se escrita expressiva, que é quando você escreve a sua própria história para você mesmo ler.

Um estudo realizado pelo dr Timothy D. Wilson, professor de psicologia da Universidade de Virgínia, nos EUA mostrou que escrever sobre si mesmo pode promover mudanças comportamentais e te deixar mais feliz.

O estudo partiu do princípio de que o que molda a visão que temos do mundo e de nós mesmos é a Nossa história de vida. Tudo o que a gente passou para estar aqui até hoje.

O problema é que muitas vezes, não temos consciência da nossa história e com isso, nossa vida segue sendo guiada apenas intuitivamente. Inconscientemente. Por isso é tão normal as vezes a gente se sentir meio perdido na vida.

O que os pesquisadores dizem é que quando você escreve sua história pessoal, passado, presente e futuro, dando detalhes sobre a sua personalidade e sobre quem você é, você passa a se conhecer melhor e entender, conscientemente os motivos de você ser essa pessoa maravilhosa - ou nem tanto - que você é, além de entender de forma concreta, quem você gostaria de ser.

Tá, e daí. O que adianta conhecer a minha história? Como isso pode me deixar mais feliz? Então, o segredo está em reescrever a história. Depois de escrever, você deve ler o que escreveu e propor uma edição sincera, acrescentando coisas que poderia fazer ou deixar de fazer para superar suas características ruins e fortalecer as boas.

De acordo com os resultados do estudo, quando a gente faz esse exercício constantemente, ficamos mais conscientes de quem somos, nossos defeitos, qualidades e limitações. E com essa consciência fica muito mais fácil transformar mau hábitos em atitudes que podem ajudar a construir a história que você quer pra você. Muito interessante, né?

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Fontes: 1, 2, 3

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Os dados são do Índice de Satisfação com a Vida, da CNI - Confederação Nacional da Indústria.

O levantamento apontou a população que vive nos municípios do interior, como a mais satisfeita com a vida no Brasil, atingindo 66,9 em uma escala de 0 a 100.

O mesmo índice mostrou que as pessoas que vivem em periferias são as menos satisfeitas com a vida, com 62 pontos.

A pontuação atribuída por moradores de capitais foi intermediária, 64,7 pontos na escala de 0 a 100.

FONTE.

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A conclusão é do professor de psicologia da Universidade de Duke, nos EUA, Dr. Dan Ariely.

Ele dividiu os trabalhadores de uma fábrica em 4 grupos e fez anúncios diferentes para cada um deles.

Para o primeiro, disse que se trabalhassem mais e melhor durante a semana, seriam reconhecidos publicamente através de elogios.

Para o segundo grupo, ofereceu um bônus de US$ 30 cada.

Para o terceiro, disse que sairiam para comer pizza.

O quarto foi o grupo de controle, nada foi oferecido e eles foram apenas observados.

Cada grupo não sabia das recompensas do outro grupo.

O grupo que mais ganhou produtividade foi o que seria recompensado por pizza.O segundo mais produtivo foi o que trabalhou por elogios e em terceiro, o que trabalhou por bonificações em dinheiro.


O estudo foi publicado no livro Payoff: The Hidden Logic That Shapes Our Motivations, “Recompensa: A lógica oculta que molda nossas motivações”, em tradução não oficial, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Fonte 1
Fonte 2