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Estudos da Universidade de Berkeley, na Califórnia, mostraram que uma soneca de 15 a 30 minutos, durante um dia de aprendizagem, pode aumentar o foco, aprendizado e a memorização, além de ajudar na recuperação física e mental do corpo.

Segundo o estudo, jovens que "tiravam uma pestana" à tarde tiveram um desempenho 10% melhor nas tarefas relacionadas à capacidade de aprendizagem e memória. Já aqueles que perderam uma noite de sono diminuíram a capacidade de armazenar novas informações em até 40%.

A Universidade de Berkeley parece estar familiarizada com "sonecas", pois há uma publicação na internet que mostra os Top 9 lugares para cochilar dentro do campus: https://www.theodysseyonline.com/9-perfect-places-to-nap-at-cal.

Mais ajuda aos estudantes: na Biblioteca McKeldin da Universidade de Maryland há dois 'pods' instalados para que os estudantes tirem sonecas de 20 minutos. Nesta Universidade estudantes também listaram os melhores locais para dormir entre uma aula e outra: https://theblacksheeponline.com/maryland/the-best-8-places-to-nap-at-umd

Sonecas podem ser uma faca de dois gumes, segundo o professor de neurociência e psicologia Matthew Walker de Berkeley, "os cochilos, especialmente no final da tarde, podem dificultar o sono durante a noite".

Fontes 1 e 2

Geral

Existe uma coisa muito simples que você pode fazer por você mesmo que, de acordo com a ciência, pode ajudar a melhorar distúrbios de humor, te deixar mais saudável, aumentar a sua memória, te fazer dormir melhor e te deixar mais feliz. Chama-se escrita expressiva, que é quando você escreve a sua própria história para você mesmo ler.

Um estudo realizado pelo dr Timothy D. Wilson, professor de psicologia da Universidade de Virgínia, nos EUA mostrou que escrever sobre si mesmo pode promover mudanças comportamentais e te deixar mais feliz.

O estudo partiu do princípio de que o que molda a visão que temos do mundo e de nós mesmos é a Nossa história de vida. Tudo o que a gente passou para estar aqui até hoje.

O problema é que muitas vezes, não temos consciência da nossa história e com isso, nossa vida segue sendo guiada apenas intuitivamente. Inconscientemente. Por isso é tão normal as vezes a gente se sentir meio perdido na vida.

O que os pesquisadores dizem é que quando você escreve sua história pessoal, passado, presente e futuro, dando detalhes sobre a sua personalidade e sobre quem você é, você passa a se conhecer melhor e entender, conscientemente os motivos de você ser essa pessoa maravilhosa - ou nem tanto - que você é, além de entender de forma concreta, quem você gostaria de ser.

Tá, e daí. O que adianta conhecer a minha história? Como isso pode me deixar mais feliz? Então, o segredo está em reescrever a história. Depois de escrever, você deve ler o que escreveu e propor uma edição sincera, acrescentando coisas que poderia fazer ou deixar de fazer para superar suas características ruins e fortalecer as boas.

De acordo com os resultados do estudo, quando a gente faz esse exercício constantemente, ficamos mais conscientes de quem somos, nossos defeitos, qualidades e limitações. E com essa consciência fica muito mais fácil transformar mau hábitos em atitudes que podem ajudar a construir a história que você quer pra você. Muito interessante, né?

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Fontes: 1, 2, 3

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Os dados são do Índice de Satisfação com a Vida, da CNI - Confederação Nacional da Indústria.

O levantamento apontou a população que vive nos municípios do interior, como a mais satisfeita com a vida no Brasil, atingindo 66,9 em uma escala de 0 a 100.

O mesmo índice mostrou que as pessoas que vivem em periferias são as menos satisfeitas com a vida, com 62 pontos.

A pontuação atribuída por moradores de capitais foi intermediária, 64,7 pontos na escala de 0 a 100.

FONTE.

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A conclusão é do professor de psicologia da Universidade de Duke, nos EUA, Dr. Dan Ariely.

Ele dividiu os trabalhadores de uma fábrica em 4 grupos e fez anúncios diferentes para cada um deles.

Para o primeiro, disse que se trabalhassem mais e melhor durante a semana, seriam reconhecidos publicamente através de elogios.

Para o segundo grupo, ofereceu um bônus de US$ 30 cada.

Para o terceiro, disse que sairiam para comer pizza.

O quarto foi o grupo de controle, nada foi oferecido e eles foram apenas observados.

Cada grupo não sabia das recompensas do outro grupo.

O grupo que mais ganhou produtividade foi o que seria recompensado por pizza.O segundo mais produtivo foi o que trabalhou por elogios e em terceiro, o que trabalhou por bonificações em dinheiro.


O estudo foi publicado no livro Payoff: The Hidden Logic That Shapes Our Motivations, “Recompensa: A lógica oculta que molda nossas motivações”, em tradução não oficial, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Fonte 1
Fonte 2

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Já dizia o ditado popular: "Fazer o bem sem olhar a quem!" e agora comprovado que fazer o bem para outras pessoas faz bem para a saúde, ainda mais se for uma pessoa próxima, segundo estudo da Universidade de Pittsburgh.

Fornecer apoio social a pessoas em necessidade ativa regiões do cérebro ligadas ao cuidado parental (o que está associado a efeitos positivos para a saúde).

Se estiver preocupado com sua saúde, o estudo publicado no jornal científico 'Psychosomatic Medicine: Journal of Biobehavioral Medicine', mostrou que é mais benéfico ajudar algum conhecido do que uma instituição de caridade.

Para chegar à conclusão, o estudo foi dividido em duas etapas. Na primeira, 45 voluntários precisavam escolher entre auxiliar uma pessoa próxima que necessitava de dinheiro, fazer doações para a caridade ou realizar ações em benefício próprio. Os participantes se sentiram mais conectados socialmente e consideraram que o apoio era mais eficaz quando destinado a um conhecido.

Em seguida, os participantes passaram por uma avaliação emocional (com uso de ressonância magnética funcional) para avaliar a ativação de áreas específicas do cérebro ao fornecer apoio social. Independentemente de quem ajudaram, as atitudes positivas foram relacionadas ao aumento da ativação do estriado ventral e da área septal, regiões anteriormente ligadas a comportamentos de cuidado parental em animais.

No entanto, a área septal ficou mais ativa quando as pessoas forneciam o apoio direcionado a alguém, resultando em uma redução na atividade da amígdala, que tem relação com o sentimento de medo e estresse.

Na segunda parte do experimento, 382 participantes forneceram informações sobre o seu comportamento em relação às atitudes de apoio, sendo submetidos a uma tarefa diferente de avaliação emocional com varredura funcional por ressonância magnética.

Mais uma vez, aqueles que relataram dar apoio mais direcionado aos outros também apresentaram uma redução na atividade na amígdala. Em ambos os casos, dar suporte não direcionado (como doação para caridade) não se relacionou à redução das atividades da amígdala. "Os seres humanos aproveitam as conexões sociais e se beneficiam quando agem a serviço do bem-estar dos outros", segundo os autores Tristen Inagak e Lauren Ross, da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

Fonte

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Para chegar à conclusão, foram analisados dados e informações de 2.200 estudantes de 26 países diferentes. 90% eram alunos de doutorado e os outros 10% de mestrado.

Na média geral da população, 6% das pessoas apresentam sinais graves ou moderados de ansiedade e depressão. Entre esses estudantes, 41% se mostram grave ou moderadamente ansiosos e 39%, grave ou moderadamente depressivos.

O estudo foi feito por pesquisadores da Universidade do Texas e publicado revista científica Nature Biotechnology.

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Imagine a situação, aquela pessoa que você não gostaria de encontrar acaba aparecendo praticamente na sua frente, como evitar? Em uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project 13% dos entrevistados assumiram já ter usado o celular para evitar uma conversa em que não gostariam de estar.

Na pesquisa feita com 2,2 mil americanos, 42% deles dizem que, frequentemente, usam o aparelho para se livrarem do tédio, e 4 entre 10 pessoas disseram que o celular já os salvaram em alguma situação de emergência. 27% dos entrevistados declararam não ter finalizado uma tarefa porque seu celular não estava por perto.

O tamanho da fonte de texto dos aparelhos também é um problema para 16% das pessoas entre 50 a 64 anos. Na outra ponta, 29% dos jovens entre 18 e 29 anos disseram que chegaram a desligar seus aparelhos nos últimos 30 dias para se sentirem "desconectados".

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