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O Brasil tem maiores chances estatísticas de ganhar a Copa do Mundo, diz levantamento da The Economist

Em previsão divulgada neste sábado (16), a revista inglesa Economist prevê que o Brasil ganhará a Copa do Mundo de 2018. Segundo a publicação, o Brasil tem até 32% de chances de trazer a Copa do Mundo para casa. O Brasil estreia neste domingo pelo grupo E do Mundial contra a Suíça em Rostov. Costa Rica e Sérvia são as duas outras seleções da chave. Mas por quê é tão difícil prever resultados em futebol?

Para responder isso, a revista criou um modelo para a razão de um país ser bem-sucedido no futebol. “Analisamos dados históricos e dezenas de fatores que ajudam no sucesso de uma seleção”, explicou a revista. Um dos pontos analisados foi quantos jogadores potenciais um país tem, pela chance de revelar mais talentos. Neste quesito, a liderança é da Alemanha, com 16 milhões de jogadores potenciais, enquanto a Islândia ficou na lanterna, com apenas 32mil jogadores.

A popularidade do esporte foi outro fator que entrou no modelo da The Economist que usou as buscas do Google como parâmetro para mostrar a paixão do país pelo "jogo bonito". Os países africanos ficaram no topo da análise neste quesito, enquanto Índia e Paquistão, nos últimos lugares. Recursos financeiros foram também um ponto analisado - Alemanha, Inglaterra e Suíça saem na dianteira da Copa do Mundo deste ano nesse aspecto.

No entanto, existem alguns pontos "fora da curva": Croácia, Costa do Marfim e Uruguai. “O que os torna bons no futebol?”, questionou a revista. Para a Economist, os três países incentivam seus jogadores a serem criativos. Em segundo lugar, extensas redes de olheiros capturam jogadores talentosos. Por fim, eles exploram a rede global de know-how do futebol, tanto exportando jogadores para a Europa como trazendo os principais técnicos.

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