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Carreira promissora, pilotagem de drone chega a pagar R$ 25 mil/mês nos EUA

Os drones surgiram para uso militar, mas agora os veículos aéreos não tripulados são utilizados para outras atividades: para entregas de compras, para fertilização e irrigação na agricultura e para filmagem de eventos, por exemplo. Um aparelho custa por volta de R$ 8 mil.

Controlados remotamente como um aeromodelo, os drones surgiram no século XIX, mas sua utilização ficou popular no fim do século passado, na área militar: um caso famoso foi o ataque da Força Aérea israelense ao Exército sírio em 1982, durante a guerra entre os dois países.

Por conta da popularização, os drones abrem um campo de trabalho promissor: pilotos treinados para controlar esses aparelhos chegam a ganhar até US$ 100 mil/ano nos EUA, (R$ 25 mil por mês). No Brasil, um profissional do ramo pode ganhar em torno de R$ 8 mil mensais.

Tanto nos EUA quanto no Brasil ainda não existe regulamentação para o uso dos VANT. O uso comercial foi proibido na terra do tio Sam. Já aqui em terras brasileiras, a opção foi por seguir a legislação que rege o uso de aeromodelos.

Ainda não há um curso com regulamentação oficial para quem quer ser piloto. Mas o aquecimento do mercado de drones faz com que algumas empresas forneçam treinamento para quem quer pilotar as aeronaves não tripuladas. O que acha da ideia?

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Segundo um levantamento da Deloitte Greenhouse Experience, excesso de trabalho não é a maior causa de estresse no ambiente profissional, a situação mais estressante é descobrir que cometeu um erro.

A divisão de pesquisa da Deloitte, detectou fatores que podem levar à perturbação emocional, como constatação de erros, conversas difíceis e exercício de função que não se encaixa no perfil da pessoa.

O estudo global consultou mais de 23 mil profissionais de 1.300 organizações, em 120 países. A maioria dos respondentes (57%) disse sentir estressado de vez em quando e 25% afirmou sentir-se assim com frequência.

A situação considerada mais estressante pelos participantes foi descobrir que cometeu erro (82%). Carga de trabalho excessiva foi apontada por 52% dos entrevistados — mesma quantidade de pessoas citou momentos de conflito, como ser repreendido ou por ter que comunicar uma mensagem difícil para outras pessoas.

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Seria o emprego dos sonhos? Já imaginou ganhar €16.500, aproximadamente R$73.000 para ficar deitado na cama por dois meses?

A Nasa irá fazer um novo estudo e quer pessoas para avaliar quais são os efeitos da ausência da gravidade no corpo humano e como astronautas, que passam um longo tempo em missões espaciais, podem ser afetados.

Mamão com açúcar, né? Nada disso! A tarefa pode ser fácil, mas os 24 selecionados pelo Centro Espacial Alemão (12 homens e 12 mulheres) precisarão realizar todas as tarefas deitados, das mais simples, como comer, assistir TV e ler, até tomar banho e ir ao banheiro. As camas serão inclinadas para baixo, com uma inclinação em direção a cabeça de 6 graus.

O site do experimento explica que a ausência da gravidade gera consequências ao corpo as quais pessoas que permanecem muito tempo na cama também sofrem. Um exemplo são os fluidos corporais que começam a se deslocar para a cabeça.

Se interessou pela vaga? Confira os detalhes da seleção: serão 89 dias de treinamento em Colônia, na Alemanha, incluindo o período de adaptação pré-experimento e reabilitação pós-experimento. E não pára por aí, metade dos voluntários serão selecionados para entrar em uma centrífuga, que vai girar a 30 rotações por minuto. Para participar, é preciso ser saudável, ter entre 24 e 55 anos e não fumar.

Interessou? Envie um e-mail em alemão para [email protected]

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Segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), assim como aconteceu nos anos anteriores, 86% dos consumidores pretendem usar o 13º salário para o pagamento de dívidas.

A maioria planeja utilizar o 13º para quitar dívidas no cartão de crédito (49%) e cheque especial (45%).

Segundo o levantamento, 5% vão utilizar parte do benefício para a compra de presentes e apenas 3% pretendem poupar e aplicar parte do 13º para despesas de começo do ano (IPVA, IPTU, material e matriculas escolares).

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