Geral
Na Copa do Mundo socioeconômica, a Islândia seria campeã e o Brasil o último em seu grupo da Copa

Se a Copa do Mundo fosse disputada no campo socioeconômico, a grande campeã seria um pequenino país de 350 mil habitantes no norte da Europa: a Islândia. A ilha viking, que hoje empatou com a Argentina de Messi, tem a melhor qualidade de vida do mundo, segundo pesquisa do banco dinamarquês Saxo Bank. Na final, eles derrotariam os vizinhos dinamarqueses. Alemanha e Japão fariam a disputa de 3o e 4o lugares.

A classificação das seleções é baseada em três fatores: o mercado de ações e a economia seriam o ataque; a desigualdade seria o meio de campo; já o índice de pobreza seria a defesa de cada seleção. A Islândia ganharia a Copa do Mundo socioeconômica por seu baixo índice de desigualdade e pela pouca miséria, conforme mostram os dados do Saxo Bank.

Favoritos como Espanha, França, Argentina cairiam já na primeira fase. O Brasil faria ainda mais feio, ficando na lanterna do grupo E - que tem Suíça, Costa Rica e Sérvia. Steen Jakobsen, autor do estudo, reconhece a capacidade futebolística brasileira, mas aposta que a Seleção perderá para a Bélgica nas quartas de final.

Fonte

Geral
Brasileiro gasta 14% do salário com cerveja

Estudo mostra que o brasileiro gasta até 14% do salário-mínimo com cerveja. Claro que esse valor pode variar de acordo com o local e o tipo de cerveja consumido e o estudo levou em conta que cada brasileiro consome, em média, 6 litros de cerveja por mês. O gasto corresponde a 14% do salário-mínimo no caso dos paulistas ou 11% no caso dos cariocas, segundo estudo do Deutsche Bank publicado em junho de 2018. A pesquisa mapeou preços de 500 ml de cerveja em dólares em 48 cidades do mundo. Em SP, paga-se quase R$ 14 e, no Rio, R$ 12.

Segundo os dados da plataforma de descontos Cuponation, um tcheco consome 12 litros mensais e compromete aproximadamente 7% do seu salário caso ganhe o mínimo; caso ele consuma apenas 6 litros, como o brasileiro, o gasto cai para 4%. O alemão, cujo consumo mensal é de 9 litros, consome 5% do salário-mínimo local. Por fim, os belgas, tem a cerveja mais barata do mundo. Com 6 litros mensais, gasta apenas 4% do salário com cerveja - aproximadamente 3 vezes menos que o carioca ou o paulista.

Fonte