Geral
O Walmart patenteou uma abelha-robô para polinizar campos agrícolas

O Walmart acaba de registrar uma patente para abelhas-robôs. Sim o Walmart. A patente da varejista cobre especificamente “drones de polinização”. A ideia é usar esses robõs para polinizar culturas de forma autônoma. As abelhas-robôs operariam usando sensores e câmeras para ajudá-las a navegar para as plantações. Segundo a empresa, eles seriam tão eficazes quanto uma abelha real.

Esta não é a única patente agrícola apresentada pelo Walmart. Segundo o site CB Insights, a empresa tem outras cinco patentes de drones agrícolas. Eles fazem de tudo, desde monitorar plantações até pulverizar pesticidas. O uso robôs na agricultura pode reduzir custos, aumentando a eficiência do setor Mas por que o Walmart?

Muitas lojas do Walmart transportam produtos, então, é possível que a empresa esteja procurando obter mais controle sobre os alimentos que está vendendo. Isso parece uma boa explicação, uma vez que o Walmart decidiu expandir seu serviço de entrega de supermercado, permitindo que os compradores aceitem ou rejeitem produtos. Assim, o Walmart precisará aumentar a qualidade de seus produtos.

Enquanto isso, as populações de abelhas estão morrendo e não podemos mais considerar a polinização natural garantida. Essas pequenas criaturas são fundamentais para a agricultura e da comida que comemos. Enquanto os cientistas trabalham para entender melhor as populações em declínio dos polinizadores, esse robôs do Walmart poderiam manter a agricultura e os produtos frescos vivos.

Fonte

Geral
A desigualdade social no mundo vista através de um drone

Em 2004, o fotógrafo Tuca Vieira capturou a imagem da favela de Paraisópolis encravada no abastado bairro do Morumbi, na capital paulista. A foto, que mostrava um prédio com uma piscina por andar ao lado de barracos de alvenaria, correu o mundo virou símbolo da desigualdade.

Morumbi x Paraisópolis

Anos depois, o fotógrafo sul-africano John Miller (veja mais no Instagram de Miller) usou um drone para registrar cenas de diferentes cidades do mundo onde também há contrastes de áreas pobres e ricas. O projeto foi batizado de "Unequal Scenes" (Cenas Desiguais) e começou na África do Sul.


Detroit - EUA

Miller documentou a disparidade nas condições de vida no entorno do aeroporto da Cidade do Cabo quando chegou à cidade para estudar. Depois da África do Sul, ele clicou imagens nas maiores cidades do mundo, de Mumbai (Índia) à Cidade do México, passando por Nairóbi (Quênia).


Mumbai - Índia

"As desigualdades em nosso tecido social estão muitas vezes escondidas e difíceis de ver a partir do nível do solo. Barreiras visuais, incluindo as próprias estruturas, nos impedem de ver os incríveis contrastes que existem lado a lado em nossas cidades", diz ele.

Cidade do Cabo - África do Sul

Bloubusrand - África do Sul

Cidade do Cabo - Africa do Sul

Durban - Africa do Sul

Fonte