Geral
Precisamos de R$ 25 mil por mês para sermos felizes, aponta estudo

Dinheiro traz felicidade? Um estudo pesquisou qual a quantidade de dinheiro que as pessoas precisam para serem felizes. Segundo os pesquisadores,o valor é muito menor do que se imagina. Há um limite para o benefício trazido pelo dinheiro e o local onde se vive influencia nisso. “Isso é surpreendente, já que o que vemos na TV e aquilo que os publicitários nos dizem é que precisamos de mais dinheiro para sermos felizes”, diz Andrew Jebb, autor do estudo e pesquisador do Departamento de Psicologia da Universidade Purdue, nos EUA.

Os dados da pesquisa mostram que há um limite a partir do qual o dinheiro não influi mais na felicidade das pessoas. Os autores do estudo usaram dados do Gallup World Poll, que ouviu mais de 1,7 milhão de pessoas de 164 países diferentes com idades a partir dos 15 anos. Os participantes responderam a perguntas sobre o nível de satisfação, bem-estar e sobre o poder de compra que gostariam de ter na vida. Os resultados mostraram que “o ponto ideal de satisfação com a vida se situa nos R$ 306 mil e nos R$ 193 mil a R$ 241 mil anuais para o bem-estar emocional”.

A satisfação é descrita por Jebb como “o ponto além do qual não se ganha mais felicidade com o incremento de renda”. A razão é que o dinheiro supre necessidades básicas, como pagar contas e comprar comida. Cumpridas essas metas, as pessoas são “movidas por comparações sociais que, em última instância, podem diminuir o bem-estar”, dizem os cientistas. O valor de mais satisfação associado à renda está na Austrália R$ 400 mil). Já na América Latina e Caribe o valor é de R$ 112 mil. Ou seja, quanto mais rico o país, mais o dinheiro importa, pois nos comparamos com os semelhantes.

Fonte

Geral
Ricardo Cândido

Ricardo Cândido

Esta pergunta tem duas versões diferentes e você pode escolher em qual acreditar:

Fé: Antigamente o casamento dos padres não era proibido, mas era comum que isso acontecesse por livre e espontânea vontade dos sacerdotes. Isso acontecia devido ao grande envolvimento espiritual dos padres que optavam pela castidade para se dedicar ao máximo à igreja. Porém na idade média, mais precisamente no ano de 1139, o celibato se tornou regra oficial. De acordo com a Igreja Católica, o motivo é uma passagem da primeira carta de Coríntios, que diz "É bom para o homem abster-se da mulher".

Dinheiro: De acordo com historiadores, na época em que os padres foram proibidos de se casar a Igreja Católica vivia seu auge de poder, com muitas posses, principalmente terras. Proibir o casamento foi uma forma eficaz de impedir que a igreja tivesse que dividir seus bens com herdeiros de sacerdotes. 

Na sua opinião, a motivação real foi a fé ou o dinheiro?

Geral
Ian Pablo

Ian Pablo

Segundo o site da Casa da Moeda do Brasil, quem inventou foi Táriq-ibn-Ziyád, um general árabe que, em 711, invadiu e dominou a região que hoje estão Espanha e Portugal.

Para alcançar a Europa, Táriq percorreu um caminho bem complicado: saiu da Arábia, atravessou o Egito, os desertos do Saara e da Líbia, a Tunísia, a Argélia e o Marrocos. Daí chegou onde? No Estreito de Gibraltar. O que ele fez? Atravessou o Estreito, chegou na Europa e dominou tudo. Pra comemorar a façanha, ele mandou gravar nas moedas o símbolo da sua expedição. O caminho tortuoso foi representado pela forma de um "S". Já o Estreito de Gibraltar, também conhecido como "Colunas de Hércules", foi representado pelas duas linhas verticais e paralelas que cortam o cifrão tradicional.


O easter egg deste post está tão bem escondido que é melhor vc nem perder tempo procurando.

Instagram

Pesquisadores da Escola de Economia de Estocolmo, da Universidade de Estocolmo e da Universidade de Nova York ouviu ganhadores de loteria e botou em cheque o ditado que diz que dinheiro não traz felicidade. Aqueles que ganharam prêmios entre 100 mil dólares e um milhão de dólares se declaram muito mais satisfeitos com suas vidas que aqueles que ganharam até 100 mil dólares. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores ouviram mais de 3 mil pessoas entre 5 e 22 anos depois que elas ganharam na loteria.

Quanto maior o ganho, maior o nível de bem-estar. O estudo também mostrou que a riqueza tem efeitos no longo prazo, mostrando que os vencedores de loteria suecos se mantiveram felizes por mais de 10 anos e não houve evidências que o nível de saúde mental diminuiu com o tempo.

A pesquisa seguiu o padrão de testes de novos medicamentos: comparou pessoas do mesmo gênero e idade que ganharam muito dinheiro, que receberam menos dinheiro ou que jogaram e não ganharam nada. Os autores do estudo acompanharam essas pessoas por mais de dez anos.

Fonte