Bizarro
Comer grilo faz bem para a saúde, diz estudo.

Você sabia que 2 bilhões de pessoas em todo mundo consumem insetos regularmente e que comer grilo faz bem? Comer grilo aumenta o número de bactérias boas no intestino.

É nojento comer insetos, sim! Mas é saudável... grilo e outros insetos contêm fibras, como a quitina, que são diferentes das encontradas em frutas e vegetais. estas fibras servem como fonte de alimento microbiano e promovem o crescimento de bactérias benéficas, conhecidas como probióticos.

O estudo da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos, reuniu 20 homens e mulheres saudáveis com idades entre 18 e 48 anos. Durante duas semanas eles tomaram um café da manhã normal e outro contendo 25 gramas de farinha de grilo em pó, usada em bolos e shakes. Após duas semanas, aqueles que começaram com a dieta de inseto consumiram um café da manhã de controle e aqueles que começaram a dieta de controle consumiram um café da manhã contendo grilo.

Com os resultados das amostras de sangue e fezes e informações vinda de questionários respondidos pelos participantes, os pesquisadores observaram um aumento de uma enzima metabólica associada à saúde intestinal e uma diminuição de uma proteína inflamatória no sangue chamada TNF-alfa, que tem sido associada a outras medidas de bem-estar, como depressão e câncer. Além do aumento das bactérias benéficas.

"Este pequeno estudo mostra que isso é algo que vale a pena olhar no futuro ao promover os insetos como uma fonte de alimento sustentável", diz Valerie Stull, principal autora da pesquisa.Mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo consomem regularmente insetos, que também são uma boa fonte de proteínas, vitaminas, minerais e gorduras saudáveis.

Fonte

Instagram

A equipe de médicos da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) realizaram uma pesquisa com 400 pacientes para avaliar seus comportamentos na época de Natal.

O resultado foi que apenas 8% dos pesquisados disseram conseguir manter a dieta durante as comemorações natalinas.

37% assumiram que saem completamente da dieta e 55% revelaram que se permitem sair da rotina, mas sempre buscando o equilíbrio entre os alimentos consumidos.

Outro dado interessante da pesquisa é que para 51% dos entrevistados, a ceia é um momento de paz, calmaria e reflexão, já para 49% é tiro porrada e bomba, com muito falatório.

Fonte

Instagram

Mudanças modestas nos horários de café da manhã e jantar podem reduzir a gordura corporal, segundo estudo da Universidade Survey do Reino Unido, publicado nos relatórios do Journal of Nutritional Sciences.

O estudo com duração de 10 semanas investigou os impactos de mudar o horário das refeições no peso e saúde geral de 13 participantes.

Os voluntários foram divididos em 2 grupos: 1) aqueles que se alimentaram normalmente 2) aqueles que tomaram o café da manhã 90 minutos mais tarde que o normal e jantaram 90 minutos mais cedo que o normal.

Os participantes não precisaram seguir uma dieta rígida, e puderam comer o que sempre comem contanto que fosse nos horários específicos. Isso permitiu que os pesquisadores analisassem se esta dieta poderia ser feita com facilidade por todo mundo.

Ambos indivíduos fizeram exames de sangue e preencheram diários de dieta durante a intervenção, e também responderam a um questionário imediatamente depois das 10 semanas.

O resultado do experimento foi que quem alterou o horário das duas refeições perdeu mais que o dobro da gordura corporal do que o grupo controle. Este estudo deve ser repetido com um grupo maior para verificar se os resultados se mantêm.

O motivo pela perda de peso foi que aqueles que alteraram o horário tenderam a comer menos do que o grupo controle. Com base no questionário, 57% dos participantes notaram uma redução no consumo de comida porque sentiam menos fome, porque tinham menos oportunidade de comer ou por uma redução nos lanchinhos (especialmente à noite).

No total, os participantes passaram 3 horas a mais por dia em jejum do que normalmente fariam. Ainda não se sabe se este tempo mais longo de jejum ajudou na perda de peso.

Fonte

Instagram

Prato da janta na mão, TV ligada, ou celular passando séries ou videos no YouTube. Se você aprecia jantar enquanto assiste televisão ou fica ou fica no celular você pode engordar, é o que sugere a equipe de pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. Essa prática pode tornar as pessoas propensas a sentir necessidade de comer mais lanches e petiscos após a refeição. Quem nunca fez uma pipoca ou abriu um salgadinho depois da janta?

O estudo feito com 39 indivíduos concluiu que pessoas que estão distraídas durante o jantar assistindo à TV ou mexendo no smartphone vão comer muito mais pela noite do que aquelas que prestaram atenção nos alimentos ingeridos. Ferrou! Isso ocorre porque a memória desempenha um papel fundamental no apetite e, quando estamos distraídos, o corpo não recebe a comida da mesma maneira.

Na pesquisa, os participantes com pesos considerados normais foram colocados em três diferentes condições para avaliar o quanto a distração pode prejudicar a saúde e fazer a pessoa engordar. A diferença significativa entre os grupos após algumas semanas fez os cientistas concluírem que comer enquanto executa outras atividades influencia a pessoa a “beliscar” alimentos e ajuda a ganhar peso.

Fonte

Instagram

Cientistas da Universidade de Atenas, na Grécia, revelaram na conferência da Sociedade Europeia de Cardiologia, realizada na Alemanha, que uma dieta com azeite é mais eficaz que viagra, aumentando a testosterona e reduzindo riscos de impotência.

Estes pesquisadores desenvolveram um estudo no qual mais de 600 homens entre 58 e 76 anos da ilha grega de Icaria mantinham uma dieta mediterrânea substituindo a manteiga pelo azeite.

Como resultado, além de aumentar os níveis de testosterona, a dieta parece ter promovido a dilatação das artérias nos vasos sanguíneos do pênis.

Benefícios da dieta com azeite: Os cientistas garantem que com nove colheres de sopa por semana deste condimento, o risco de sofrer de disfunção erétil é reduzido em até 40%.

"Esta solução livre de drogas permite que os homens mantenham sua função sexual, mas também é uma resposta de longo prazo", disse Christina Chrysohoou, líder da pesquisa que também ressaltou que o Viagra "só pode dar um efeito de curto prazo".

Fonte

Instagram

A equipe da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, descobriu que escolher uma sobremesa calórica antes da refeição principal pode ser uma estratégia para garantir uma alimentação saudável. Seria um sonho? A explicação: escolher um alimento calórico logo no início da refeição influencia na escolha de um prato principal com opções mais saudáveis. Ou seja, as pessoas estão mais propensas a controlarem melhor as calorias do prato principal quando sabem que o número de calorias da sobremesa é alta o suficiente para prejudicar a dieta e, consequentemente, a saúde.

“Se escolhermos algo saudável primeiro, então isso nos dá uma licença para optar por algo maior depois. Se você inverter e escolher algo mais pesado no começo, essa licença fica vencida”, comentou Martin Reimann, co-autor do estudo, em entrevista à revista Time.

Mas não é para comer sobremesa antes da refeição toda vez! Os pesquisadores advertem que esse hábito só deve ser adotado de vez em quando já que a presença diária de uma tentação calórica pode interferir na disposição das pessoas em manter-se firme na dieta.

Para chegar a esta conclusão, pesquisadores realizaram dois experimentos distintos: no primeiro, envolvendo 134 pessoas, foi oferecido no refeitório da universidade duas opções de sobremesa na guarnição: uma escolha saudável (frutas frescas), colocadas antes da montagem do prato principal e ao final da linha de alimentos; e uma opção calórica (cheesecake de limão), distribuída da mesma forma: no começo e no final da guarnição. Durante quatro dias diferentes os participantes, que incluíam professores, funcionários e alunos, foram observados.

Ao final do acompanhamento, os pesquisadores notaram que quase 70% dos indivíduos que escolheram o cheesecake primeiro optaram por um prato principal mais saudável. No entanto, entre aqueles que escolheram a fruta primeiro, uma versão mais saudável foi escolhida por apenas cerca de 33% dos participantes.

O segundo experimento foi realizado com 160 pessoas fora do campus da universidade: os participantes precisavam montar online um pedido hipotético de jantar. Entre os que escolheram uma sobremesa calórica (bolo de chocolate) antes da refeição, 56% montaram um prato principal mais leve. Já entre os participantes que optaram por uma sobremesa saudável (salada de frutas) apenas 44% fizeram a mesma escolha consciente.

Diante desses resultados, os pesquisadores acreditam que a presença da sobremesa torna as pessoas mais conscientes da quantidade de calorias que vão ingerir considerando a refeição como um todo (sobremesa e prato principal).

Fonte