Instagram

Uma pesquisa produzida pelo jornal britânico Sporting Intelligence, analisou a remuneração de 465 times de 29 ligas, em 16 países e 9 modalidades diferentes e evidenciou que a disparidade está presente em todos os esportes.

No basquete, uma jogadora ganha até 96 vezes menos do que um jogador de mesmo nível técnico.

No futebol, a média salarial de um único jogador é maior do que a média de um time inteiro com vinte atletas de futebol feminino.

No handebol, o ganho médio das jogadoras na Europa não passa de 34 mil dólares, enquanto os homens possuem médias salariais que superam a casa dos milhões.

Mesmo em esportes como o tênis, em que o assunto é amplamente discutido há décadas, alguns torneios ainda apresentam grandes diferenças. Há campeonatos em que o valor da premiação para as mulheres chega a ser metade do que é entregue aos atletas masculinos.

Esta bola de basquete da Penalty que está na minha mão, está à venda à partir de hoje na Netshoes e 100% da renda será revertida para ONGs de empoderamento feminino.

Também fazem parte da campanha, bolas de futebol de campo, handebol e vôlei.

As bolas são realmente lindas e você pode comprar a sua clicando aqui.

A Pênalty doou a produção e a Netshoes doou a logística.

A campanha é da ESPN e tem todo o apoio do MUITOinteressante!

Fonte

Geral
A desigualdade social no mundo vista através de um drone

Em 2004, o fotógrafo Tuca Vieira capturou a imagem da favela de Paraisópolis encravada no abastado bairro do Morumbi, na capital paulista. A foto, que mostrava um prédio com uma piscina por andar ao lado de barracos de alvenaria, correu o mundo virou símbolo da desigualdade.

Morumbi x Paraisópolis

Anos depois, o fotógrafo sul-africano John Miller (veja mais no Instagram de Miller) usou um drone para registrar cenas de diferentes cidades do mundo onde também há contrastes de áreas pobres e ricas. O projeto foi batizado de "Unequal Scenes" (Cenas Desiguais) e começou na África do Sul.


Detroit - EUA

Miller documentou a disparidade nas condições de vida no entorno do aeroporto da Cidade do Cabo quando chegou à cidade para estudar. Depois da África do Sul, ele clicou imagens nas maiores cidades do mundo, de Mumbai (Índia) à Cidade do México, passando por Nairóbi (Quênia).


Mumbai - Índia

"As desigualdades em nosso tecido social estão muitas vezes escondidas e difíceis de ver a partir do nível do solo. Barreiras visuais, incluindo as próprias estruturas, nos impedem de ver os incríveis contrastes que existem lado a lado em nossas cidades", diz ele.

Cidade do Cabo - África do Sul

Bloubusrand - África do Sul

Cidade do Cabo - Africa do Sul

Durban - Africa do Sul

Fonte