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Anônimo

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O costume do aplauso tem origem nebulosa, mas há registros dele que datam de 3 mil anos atrás. A probabilidade maior e mais plausível é que tenha surgido durante rituais pagãos, onde se acreditava que o som servia para atrair a atenção dos deuses. Daí o teatro grego puxou o costume, estimulando a platéia a bater palmas para atrair os deuses das artes. Não tardou para que os políticos começassem a querer o mesmo efeito durante suas apresentações. Aliás, o famoso imperador Nero contratava um séquito de mais de 5 mil pessoas para garantir aplausos em suas aparições públicas. Então popularizou-se como uma forma de aprovação e manifestação de respeito a quem se apresenta.

Outras hipóteses menos prováveis, porém muito interessantes: 

1) O aplauso nasceu ainda na idade da pedra, quando nossos ancestrais, para comemorar uma boa caçada, batiam as cabeças. Com o tempo (e alguns hematomas) o costume foi substituído pelo bater de mãos.

2) Ainda derivado da idade da pedra, o aplauso seria uma adaptação do som de pedras batendo: uma forma encontrada pelos nossos ancestrais de fazer barulho para festejar.

3) Na Grécia antiga, no caso de empate em combates, os guerreiros eram obrigados a darem cabeçadas um no outro para ver quem resistia. A platéia estimulava simulando o choque das cabeças dos concorrentes com as próprias mãos.

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Francielha Costa

Francielha Costa

Esse costume vem não só de uma, mas de diversas culturas. Isso pq cada uma, por seu motivo, acreditava que as árvores são elos entre o plano terreno e o astral. 

Os egípcios e os índios norte-americanos tinham essa crença devido aos raios sempre atingirem as árvores (e por isso acreditavam ter alguma ligação com as divindades).

Já os druidas, acreditavam que as árvores absorviam os maus espíritos e os devolviam à terra. 

Para os gregos e romanos, elas serviam de moradas para algumas divindades. 

Qualquer que fosse a razão, eles batiam na madeira quando acontece algo ruim para chamar a atenção "do outro lado" e obter alguma ajuda, costume que mantemos até hoje. Pode ser pura superstição, mas já que resistiu a tanto tempo... Vai que, né?