Bizarro
Comer grilo faz bem para a saúde, diz estudo.

Você sabia que 2 bilhões de pessoas em todo mundo consumem insetos regularmente e que comer grilo faz bem? Comer grilo aumenta o número de bactérias boas no intestino.

É nojento comer insetos, sim! Mas é saudável... grilo e outros insetos contêm fibras, como a quitina, que são diferentes das encontradas em frutas e vegetais. estas fibras servem como fonte de alimento microbiano e promovem o crescimento de bactérias benéficas, conhecidas como probióticos.

O estudo da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos, reuniu 20 homens e mulheres saudáveis com idades entre 18 e 48 anos. Durante duas semanas eles tomaram um café da manhã normal e outro contendo 25 gramas de farinha de grilo em pó, usada em bolos e shakes. Após duas semanas, aqueles que começaram com a dieta de inseto consumiram um café da manhã de controle e aqueles que começaram a dieta de controle consumiram um café da manhã contendo grilo.

Com os resultados das amostras de sangue e fezes e informações vinda de questionários respondidos pelos participantes, os pesquisadores observaram um aumento de uma enzima metabólica associada à saúde intestinal e uma diminuição de uma proteína inflamatória no sangue chamada TNF-alfa, que tem sido associada a outras medidas de bem-estar, como depressão e câncer. Além do aumento das bactérias benéficas.

"Este pequeno estudo mostra que isso é algo que vale a pena olhar no futuro ao promover os insetos como uma fonte de alimento sustentável", diz Valerie Stull, principal autora da pesquisa.Mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo consomem regularmente insetos, que também são uma boa fonte de proteínas, vitaminas, minerais e gorduras saudáveis.

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Anônimo

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Simples: porque as cores exercem influência no nosso subconsciente. As duas em questão:

O vermelho nos desperta o desejo, a urgência, o consumo - nada mais adequado para uma rede de fast food, certo? Já o amarelo é a cor mais chamativa, alegre e jovial, além de combinar muito bem com o vermelho.

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Brasil produz 1 milhão de pizzas por dia: metade é consumida em São Paulo

Criação italiana, paixão brasileira: o Brasil produz um milhão de pizzas por dia, segundo dados da Associação de Pizzarias de São Paulo. Deste número, mais da metade é consumida no estado: 572 mil. De acordo com a pesquisa, em todo o país são gastos mais de R$ 22 bilhões com o alimento. Nesta terça-feira (10) é comemorado o Dia Nacional da Pizza e uma feira em São Paulo reuniu novidades e curiosidades sobre o prato no Anhembi, na Zona Norte.

A capital paulista é a segunda maior consumidora de pizza no mundo - a líder é Nova York, nos EUA. Mussarela, calabresa, portuguesa, frango com catupiry e marguerita são os sabores preferidos dos paulistanos. Uma padaria do Centro da capital se tornou famosa por atender na madrugada é responsável por vender mais de 300 pizzas aos finais de semana. Diga nos comentários qual o seu sabor preferido.

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Luiz Henrique Ponchielli

Luiz Henrique Ponchielli

Não. Muita gente diz que o papel seria feito de arroz e impresso com corantes comestíveis, mas isso não passa de boato. De acordo com o fabricante, o chiclete é envolto em um papel parafinado com o único intuito de proteger a goma e impedir que elas fiquem grudadas umas as outras. Portanto, chega de preguiça e trate de tirar o papelzinho do chiclete antes de mascar! 

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Anônimo

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Hambúrgueres que não são de carne bovina. Das mais de 270 lojas da rede situadas neste país onde a vaca é sagrada, algumas são até completamente vegetarianas!

A culinária indiana, apesar de não usar carne bovina, é muito rica em temperos, molhos e outras carnes. A famosa rede de fast food se valeu desta característica para fazer o cardápio nacional. Vejam alguns exemplos dos lanches de lá:

McAloo Tiki: hambúrguer feito de uma massa de batatas, ervilhas e pimentas, acompanhado de especiarias indianas.


Massala Grill Veg:
hambúrguer vegetariano empanado acompanhado de folhas de louro, pimenta e garam massala (mix típico de especiarias moídas) servido entre pães caramelizados.


McEgg: isso mesmo, um hambúrguer de ovo servido com maionese, cebola e massala.


Chicken Maharaja Mc: é o Big Mac indiano, com dois hambúrgueres (de frango), alface, queijo e molho especial (defumado), cebola, sem picles, num pão com gergelim.


McSpicy Paneer: pão caramelizado, hambúrger de frango, maionese com o famoso tempero tandoori (comumente utilizado em receitas com frango) e queijo paneer.


Filet-O-Fish: hambúrguer de peixe empanado servido com queijo e molho tártaro. Sim, igual ao nosso McFish.

Outros sabores exóticos da mesma rede pelo mundo são o McRice (pães feitos de arroz, em Taiwan), McLobster (hambúrguer de lagosta, nos EUA) e o McShawarma, que é uma variação do lanche judeu kosher, que obedece aos severos preceitos como utilizar mamíferos e aves preparados de uma maneira especial, que não tenham sofrido durante o abate, sem derivados de leite (substituído por produtos de origem vegetal) e tampouco bacon.

Fotos: divulgação

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É uma história que dependeu de muita gente criativa e até rende um filme. O protagonista? Um cachorrinho da raça dachshund (também conhecida como "bassê"). Vamos aos coadjuvantes:

1) O Cozinheiro Alemão: na cidade de Frankfurt, na Alemanha, um cozinheiro famoso por suas salsichas tinha um cão da raça dachshund  e, pela semelhança física, suas salsichas foram apelidadas de dachshund e o nome pegou.

2) O Alemão Prejudicado: em 1904, em St. Louis, EUA, o alemão Anton Feuchtwanger estava com problemas para vender suas salsichas dachshund - ninguém conseguia segurá-las por estarem quentes e distribuir luvas dava prejuízo. Com o cunhado padeiro, desenvolveu um pão que segurasse a salsicha. Aí sim as vendas emplacaram e eles inventaram o "sanduíche de salsicha".

3) O Comerciante no Estádio: em 1906, durante um jogo em Nova Iorque, o comerciante Harry Stevens não conseguia vender seus sorvetes e refrigerantes por estar muito frio. Comprou correndo salsichas e pão, improvisou um compartimento com água quente que mantinha as salsichas aquecidas, e saiu vendendo os sanduíches de salsicha. Ele gritava: "Comprem suas salsichas dachshund enquanto estão quentes!"

4) O Cartunista Apressado: neste mesmo jogo estava Tad Dorgan, um famoso cartunista que precisava enviar sua charge com urgência para o jornal. Ao ouvir os gritos do vendedor, desenhou rapidamente um cachorrinho da raça dachshund abraçado pelo pão. Como não sabia escrever "dachshund", só colocou "Get your hot dog!” (Pegue seu cachorro quente).

A charge fez sucesso, o nome pegou e final feliz!


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Quantas pessoas você já conheceu comendo? Você confia nelas? Segundo pesquisa da Universidade de Chicago, consumir os mesmos alimentos faz com que as pessoas tenham mais chance de se aproximar e confiar na outra.

Pesquisadores do estudo publicado no Journal of Consumer Psychology realizaram um experimento no qual os voluntários tinham que participar de um jogo de investimento desenvolvido para media a confiança que um tinha no outro.

Cada participante recebeu uma quantia de dinheiro que poderia dar para a pessoa com quem estava jogando e que, por sua vez, poderia investir o valor, de forma a receber duas vezes aquilo que tinha recebido. Quando isso acontecesse, o investidor poderia decidir o quanto — ou se — daria para o outro participante.

O "truque" da pesquisa está no ritual pré-jogo: os pesquisadores deram doces para as duplas de jogadores. Algumas comeram o mesmo quitute, outras comeram diferentes. Os cientistas concluiram que aqueles participantes que comeram o mesmo doce antes do exercício deram mais dinheiro para a pessoa com quem estavam jogando.

Em um segundo experimento, as duplas tinham que negociar um tópico fictício decidido pelos pesquisadores. Assim como no primeiro exercício, alguns pares comeram a mesma comida, outros não. Aqueles que se alimentaram da mesma coisa chegaram a um acordo duas vezes mais rápido do que aqueles que comeram petiscos diferentes.

"As pessoas tendem a pensar que usam a lógica para tomar decisões, e elas no geral não têm ideia de que a preferência alimentar pode influenciar na forma como pensam', afirma Ayelet Fishbach, professor da Escola de Negócios da Universidade de Chicago. "Em um nível básico, a comida pode ser usada estrategicamente para ajudar pessoas a trabalharem juntas e desenvolverem confiança umas nas outras.".

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Primeiro, é necessário entender algumas coisas: o que é uma caloria? É uma unidade de medida. É a energia (calor) liberada pelo material quando processado (e não está sequer só em comida). Estipulou-se que 1 caloria é a a quantidade de calor necessária para elevar a temperatura de 1 grama e água em 1 grau Celsius. Ou seja, as 500 cal que seu sanduba libera dentro de vc seriam o suficiente pra fazer 500 g de água subir 1 grau centígrado.

Ótimo. Agora saiba que elas estão presentes em 4 componentes básicos: carboidratos, proteínas, gorduras e álcool. Tudo que tiver estes componentes, terá valor calórico. E nesta proporção: 1g de carboidrato = 4 cal / 1g de proteína = 4 cal / 1g de álcool = 7cal / 1g de gordura = 9 cal. Pronto! Agora até mesmo vc já está apto para sair calculando as calorias! o/

Nos laboratórios, eles colocam uma porção do alimento num equipamento chamado bomba calorimétrica, que queima o material e mede a energia liberada. Pronto, o cálculo vai direto para a embalagem e, depois, pro seu organismo, que precisa dela para funções vitais. Quando tem energia sobrando e ninguém gastando (olá, sedentários), acaba virando gordura. 

Desafio: quantas calorias existem em 3 coxinhas (cada uma com 20g de carboidrato, 10g de proteína e 10g de óleo) e um copo de 300ml de cerveja (3% de álcool)?



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Brasil desperdiça 41 mil toneladas de comida por dia. Adivinha quem é o vilão?

Pesquisa feita pela ONU sobre desperdício de alimentos no Brasil mostra que 61% dos brasileiros descartam, toda semana, um ou dois alimentos em perfeito estado. Quase metade (49%) dos entrevistados faz isso todos os dias. O vilão do desperdício, segundo o estudo feito com mil brasileiros de 18 a 64 anos, é a geladeira.

Isso ocorre por causa da chamada “cegueira da geladeira”: hábito de não ver ou ignorar alimentos após colocá-lo no refrigerador. Muitos olham para a geladeira, mas não sabem o que cozinhar (78%). Outros vilões são comprar comida além do necessário (54%), adquirir opções para satisfazer o gosto de diferentes membros da família (37%) e compra de alimentos por teste, que acabam não agradando (31%).

Os alimentos mais desperdiçados são os perecíveis, como saladas (74%), vegetais (73%) e frutas (73%). Cheiro e aparência (85%) e prazo de validade expirado (83%) são os critérios mais usados para jogar comida fora. Segundo a ONU, no Brasil, são descartadas 41 mil toneladas todos os dias, o que daria para alimentar 25 milhões de pessoas por dia.

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