Geral
Futebol traz mais tristeza que alegria, aponta estudo

Todo torcedor de futebol já sofreu pelo seu time. Uma derrota de virada, um gol sofrido no último minuto, um título perdido, um rebaixamento. Gritos, choro e até ficar sem dormir são reações comuns a um torcedor fanático. É racional torcer por um time de futebol? De acordo com a ciência, a resposta tende a ser NÃO. No longo prazo, o futebol faz as pessoas menos felizes. Para chegar a essa conclusão, Peter Dolton e George MacKerron, da Universidade de Sussex, usaram estudos sobre a felicidade de britânicos em diferentes momentos da semana. Continue lendo...

Instagram

A conclusão é do professor de psicologia da Universidade de Duke, nos EUA, Dr. Dan Ariely.

Ele dividiu os trabalhadores de uma fábrica em 4 grupos e fez anúncios diferentes para cada um deles.

Para o primeiro, disse que se trabalhassem mais e melhor durante a semana, seriam reconhecidos publicamente através de elogios.

Para o segundo grupo, ofereceu um bônus de US$ 30 cada.

Para o terceiro, disse que sairiam para comer pizza.

O quarto foi o grupo de controle, nada foi oferecido e eles foram apenas observados.

Cada grupo não sabia das recompensas do outro grupo.

O grupo que mais ganhou produtividade foi o que seria recompensado por pizza.O segundo mais produtivo foi o que trabalhou por elogios e em terceiro, o que trabalhou por bonificações em dinheiro.


O estudo foi publicado no livro Payoff: The Hidden Logic That Shapes Our Motivations, “Recompensa: A lógica oculta que molda nossas motivações”, em tradução não oficial, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Fonte 1
Fonte 2

Geral
Minority Report: cientistas criam computador que prevê o futuro

Cada vez mais a ciência tenta prever o comportamento humano. Cientistas da Universidade de Bonn, na Alemanha, desenvolveram um software que prevê o que as pessoas farão nos próximos segundos. "Queremos prever o momento e a duração de atividades minutos ou até mesmo horas antes de acontecerem", disse o pesquisador Jürgen Gall, no anúncio do estudo. Lembra muito o enredo do filme Minority Report (2002), em que as autoridades conseguem prever crimes antes que eles aconteçam.

No entanto, a ideia é ser uma espécie de autocorretor da vida real, dando indicações de quais seriam as próximas ações das pessoas. Em testes, os cientistas treinaram o software para prever o que um chef faria. Para isso, eles mostraram vários vídeos de pessoas preparando café-da-manhã e saladas. Em seguida, exibiam uma gravação de alguém fazendo outra refeição e pediam que o software desse seus palpites de quais passos a seguiria para terminar o prepara da refeição.

Foram usadas duas abordagens: na primeira, a rede neural do software antecipava quais seriam as próximas etapas do preparo; já a segunda testava várias combinações até chegar nas etapas mais prováveis. "A curto prazo, a precisão do software foi de 40%, mas foi caindo conforme o algoritmo era instigado a prever a longo prazo", disse Gall. A equipe apresentará a novidade na IEEE Conference on Computer Vision and Pattern Recognition em Salt Lake City, nos Estados Unidos.

Fonte

Geral
Reanimação cardíaca é mais eficiente quando feita no ritmo de "Macarena"

Um estudo espanhol mostra que fazer reanimação cardiopulmonar (RCP) no ritmo da canção Macarena, da banda Los del Río, é mais eficiente para salvar vidas. Realizado por Eva González, da Universidade de Barcelona, o estudo avaliou o uso de um aplicativo de ritmo e uma canção no caso, a Macarena) para melhorar a qualidade das compressões torácicas. O estudo será publicado na BMJ, revista que publica pesquisas de rigor científico, mas que também chegam à conclusões divertidas.

O orientador do estudo, professor Enrique Carrero, diz ter sugerido aos alunos da Faculdade de Medicina que estudassem maneiras de melhorar a qualidade da RCP como tema de conclusão de curso. Carrero diz que há outros estudos mostrando que o uso de músicas para ritmar a reanimação cardíaca é eficiente. "Mas a Macarena é uma música hispânica e muito conhecida - e isso é interessante para nós", diz ele, com bom humor.

No estudo, 164 alunos realizaram RCP num boneco durante dois minutos. Os alunos foram divididos em três grupos: o grupo de controle não tinha nenhuma ajuda para manter o ritmo da reanimação, outro usou um aplicativo e o terceiro usou o ritmo da Macarena. O ideal é que sejam feitas 100 a 120 compressões por minuto. O grupo de controle obteve sucesso em 24% das vezes, quem usou o aplicativo fazia 103 compressões por minuto. Já quem cantarolava a Macarena, obteve sucesso em 75% das vezes.

O professor explica a vantagem de cantarolar a canção durante a reanimação. Nem todo mundo vai ter um aplicativo ou outra ferramenta para controlar o ritmo das compressões durante o procedimento. Isso é fundamental e pode ser a diferença entre salvar a vida do paciente ou deixá-lo morrer. "Recordar uma música é grátis, simples e imediato", por isso decidimos fazer esse estudo, resume o professor Carrero.

Fonte: publico,es

Geral
Qual grupo é mais propenso a negar o aquecimento global? Homens brancos, mais velhos e racistas

Quem nega as mudanças climáticas tende a ser racista, branco e mais velho, de acordo com um estudo da Pew Research. Os pesquisadores descobriram que os eleitores americanos com ressentimentos raciais sérios eram muito mais propensos a questionar uma verdade irrefutável como a mudança climática. Os entrevistados foram avaliados se concordavam com declarações como: "Se os negros se esforçassem, poderiam estar tão bem quanto os brancos".

Usando informações dos Estudos Eleitorais Nacionais Americanos, o pesquisador Salil Benegal, da Universidade DePauw, descobriu que republicanos com altos índices de ressentimento racial eram 84% propensos a discutir as mudanças climáticas provocadas pelo homem. Além disso, uma pesquisa realizada pela Pew descobriu que os negadores da mudança climática também tendem a ser mais velhos e brancos.

Os dados mostraram que os republicanos brancos com mais ressentimento racial eram muito propensos a discordar de uma afirmação de que a mudança climática era real, em oposição aos republicanos brancos menos racistas. Falando da pesquisa, Benegal diz: Não estou tentando afirmar no estudo que a raça é o componente mais importante em relação ao clima.

A triste e dura realidade é que a mudança climática é real e causa enormes danos ao nosso planeta."Quer você acredite ou não, a mudança climática está acontecendo, e o derretimento das calotas polares são um aviso horrível sobre isso. O uso de combustíveis fósseis e outros fatores está causando dano imenso e, às vezes, irreversível ao nosso planeta.

Fonte

Geral
Anônimo

Anônimo

Sim. Apesar de levantar tanta polêmica quanto mamilos, a comunidade científica o defende como líquido por causa da sua composição. Sólidos apresentam suas moléculas estáveis, com uma estrutura periodicamente organizada. As moléculas do vidro não se comportam assim. Mesmo que muuuuuuito lentamente, elas têm uma movimentação.

Isso porque o vidro é o material resultado da areia submetida a altíssimas temperaturas até se tornar líquida, daí é imediatamente resfriada a temperaturas baixíssimas. Embora com uma altíssima viscosidade, ele continua líquido. O maior argumento são os vitrais das antigas igrejas: eles são mais finos no alto e mais largos na base se comparados a quando foram produzidos. Isso pq o vidro, em séculos, escorreu. As paredes das igrejas, contato, continuam iguais.

Geral
Falta de sono deixa mães mais permissivas

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois (EUA), mulheres com maior privação de sono tendem a ser mais permissivas com os filhos. É um dado importante sobre uma época na qual os jovens precisam de limites bem definidos e disciplina. Com sensores, o estudo monitorou o sono de 234 mulheres durante uma semana.

Para saber os níveis de permissividade e de autoridade das mães, os cientistas aplicaram questionários nos filhos dessas mulheres. Os resultados revelaram que, quanto menos dormiam, mais as mães diziam "sim" às vontades dos adolescentes. Mães afro-americanas de menor renda dormem pior, talvez por conta do excesso de trabalho e falta de ajuda dos parceiros.

Fonte: UOL