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A Ciência comprova: beber cerveja faz bem para a saúde

Procurando justificar para a sua mulher porque você bebe? Você pode estar com sorte; Um estudo publicado no American Journal of the Modern Sciences chegou à conclusão de que a cerveja realmente tem mais benefícios para a saúde do que poderíamos pensar.

O South Morning China Post resumiu as descobertas: o néctar líquido é cheio de antioxidantes e contém mais proteínas e vitaminas do complexo B do que o vinho, que muitas vezes é considerado a bebida alcoólica mais "benéfica".

A cerveja pode até reduzir o risco de doenças cardiovasculares - desde que você não exagere, é claro. O estudo foca no "consumo moderado", o que significa que uma ou duas cervejas podem ser boas, mas uma dúzia é mais complicado de justificar.

Ainda assim, os pesquisadores aconselham que os médicos relaxem sua visão sobre o consumo de bebida alcoólica: os médicos devem estar cientes das crescentes evidências que apoiam os benefícios nutricionais e de saúde do consumo moderado de álcool como estilo de vida saudável.

Esta não é a primeira pesquisa mostrando que a cerveja melhora a saúde: estudos anteriores argumentaram que o consumo moderado de cerveja pode aumentar sua criatividade, reduzir o risco de diabetes e até mesmo hidratar você mais eficientemente do que a água.

Nem todos os resultados foram surpreendentes - pesquisadores espanhóis descobriram que o consumo de cerveja fazia os participantes se sentirem mais engraçados, mais atraentes e mais inteligentes. Como não amar essas pesquisas?

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Futebol traz mais tristeza que alegria, aponta estudo

Todo torcedor de futebol já sofreu pelo seu time. Uma derrota de virada, um gol sofrido no último minuto, um título perdido, um rebaixamento. Gritos, choro e até ficar sem dormir são reações comuns a um torcedor fanático. É racional torcer por um time de futebol? De acordo com a ciência, a resposta tende a ser NÃO. No longo prazo, o futebol faz as pessoas menos felizes. Para chegar a essa conclusão, Peter Dolton e George MacKerron, da Universidade de Sussex, usaram estudos sobre a felicidade de britânicos em diferentes momentos da semana.

Eles cruzaram essas informações com dados de todas as partidas de futebol na Inglaterra e Escócia, nas temporadas de 2011 a 2013. A constatação foi que uma vitória do time local tinha efeito positivo, mas escala muito inferior ao efeito negativo de uma derrota. Mais: o efeito positivo da vitória durava bem menos do que o efeito negativo de um revés. Isso porque eles são mais intensos que as emoções de uma vitória. Ou seja, dá para afirmar com certeza que o futebol traz mais tristeza do que alegria.

No caso de quem frequenta estádios constantemente, tanto vitórias quanto derrotas têm impacto significativamente maior sobre a felicidade. Mas o resultado final permanece: essas pessoas sentem mais infelicidade depois de uma derrota do que prazer depois de uma vitória. Com tantas evidências mostrando que o futebol cria mais frustração do que alegria, uma pergunta surge imperiosa: a não ser que seu time seja uma máquina e vença a maioria dos jogos, ir ao estádio ou investir emocionalmente em sua equipe não seria um erro?

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A conclusão é do professor de psicologia da Universidade de Duke, nos EUA, Dr. Dan Ariely.

Ele dividiu os trabalhadores de uma fábrica em 4 grupos e fez anúncios diferentes para cada um deles.

Para o primeiro, disse que se trabalhassem mais e melhor durante a semana, seriam reconhecidos publicamente através de elogios.

Para o segundo grupo, ofereceu um bônus de US$ 30 cada.

Para o terceiro, disse que sairiam para comer pizza.

O quarto foi o grupo de controle, nada foi oferecido e eles foram apenas observados.

Cada grupo não sabia das recompensas do outro grupo.

O grupo que mais ganhou produtividade foi o que seria recompensado por pizza.O segundo mais produtivo foi o que trabalhou por elogios e em terceiro, o que trabalhou por bonificações em dinheiro.


O estudo foi publicado no livro Payoff: The Hidden Logic That Shapes Our Motivations, “Recompensa: A lógica oculta que molda nossas motivações”, em tradução não oficial, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

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Minority Report: cientistas criam computador que prevê o futuro

Cada vez mais a ciência tenta prever o comportamento humano. Cientistas da Universidade de Bonn, na Alemanha, desenvolveram um software que prevê o que as pessoas farão nos próximos segundos. "Queremos prever o momento e a duração de atividades minutos ou até mesmo horas antes de acontecerem", disse o pesquisador Jürgen Gall, no anúncio do estudo. Lembra muito o enredo do filme Minority Report (2002), em que as autoridades conseguem prever crimes antes que eles aconteçam.

No entanto, a ideia é ser uma espécie de autocorretor da vida real, dando indicações de quais seriam as próximas ações das pessoas. Em testes, os cientistas treinaram o software para prever o que um chef faria. Para isso, eles mostraram vários vídeos de pessoas preparando café-da-manhã e saladas. Em seguida, exibiam uma gravação de alguém fazendo outra refeição e pediam que o software desse seus palpites de quais passos a seguiria para terminar o prepara da refeição.

Foram usadas duas abordagens: na primeira, a rede neural do software antecipava quais seriam as próximas etapas do preparo; já a segunda testava várias combinações até chegar nas etapas mais prováveis. "A curto prazo, a precisão do software foi de 40%, mas foi caindo conforme o algoritmo era instigado a prever a longo prazo", disse Gall. A equipe apresentará a novidade na IEEE Conference on Computer Vision and Pattern Recognition em Salt Lake City, nos Estados Unidos.

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Reanimação cardíaca é mais eficiente quando feita no ritmo de "Macarena"

Um estudo espanhol mostra que fazer reanimação cardiopulmonar (RCP) no ritmo da canção Macarena, da banda Los del Río, é mais eficiente para salvar vidas. Realizado por Eva González, da Universidade de Barcelona, o estudo avaliou o uso de um aplicativo de ritmo e uma canção no caso, a Macarena) para melhorar a qualidade das compressões torácicas. O estudo será publicado na BMJ, revista que publica pesquisas de rigor científico, mas que também chegam à conclusões divertidas.

O orientador do estudo, professor Enrique Carrero, diz ter sugerido aos alunos da Faculdade de Medicina que estudassem maneiras de melhorar a qualidade da RCP como tema de conclusão de curso. Carrero diz que há outros estudos mostrando que o uso de músicas para ritmar a reanimação cardíaca é eficiente. "Mas a Macarena é uma música hispânica e muito conhecida - e isso é interessante para nós", diz ele, com bom humor.

No estudo, 164 alunos realizaram RCP num boneco durante dois minutos. Os alunos foram divididos em três grupos: o grupo de controle não tinha nenhuma ajuda para manter o ritmo da reanimação, outro usou um aplicativo e o terceiro usou o ritmo da Macarena. O ideal é que sejam feitas 100 a 120 compressões por minuto. O grupo de controle obteve sucesso em 24% das vezes, quem usou o aplicativo fazia 103 compressões por minuto. Já quem cantarolava a Macarena, obteve sucesso em 75% das vezes.

O professor explica a vantagem de cantarolar a canção durante a reanimação. Nem todo mundo vai ter um aplicativo ou outra ferramenta para controlar o ritmo das compressões durante o procedimento. Isso é fundamental e pode ser a diferença entre salvar a vida do paciente ou deixá-lo morrer. "Recordar uma música é grátis, simples e imediato", por isso decidimos fazer esse estudo, resume o professor Carrero.

Fonte: publico,es

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Anônimo

Anônimo

Sim. Apesar de levantar tanta polêmica quanto mamilos, a comunidade científica o defende como líquido por causa da sua composição. Sólidos apresentam suas moléculas estáveis, com uma estrutura periodicamente organizada. As moléculas do vidro não se comportam assim. Mesmo que muuuuuuito lentamente, elas têm uma movimentação.

Isso porque o vidro é o material resultado da areia submetida a altíssimas temperaturas até se tornar líquida, daí é imediatamente resfriada a temperaturas baixíssimas. Embora com uma altíssima viscosidade, ele continua líquido. O maior argumento são os vitrais das antigas igrejas: eles são mais finos no alto e mais largos na base se comparados a quando foram produzidos. Isso pq o vidro, em séculos, escorreu. As paredes das igrejas, contato, continuam iguais.

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Falta de sono deixa mães mais permissivas

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois (EUA), mulheres com maior privação de sono tendem a ser mais permissivas com os filhos. É um dado importante sobre uma época na qual os jovens precisam de limites bem definidos e disciplina. Com sensores, o estudo monitorou o sono de 234 mulheres durante uma semana.

Para saber os níveis de permissividade e de autoridade das mães, os cientistas aplicaram questionários nos filhos dessas mulheres. Os resultados revelaram que, quanto menos dormiam, mais as mães diziam "sim" às vontades dos adolescentes. Mães afro-americanas de menor renda dormem pior, talvez por conta do excesso de trabalho e falta de ajuda dos parceiros.

Fonte: UOL

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Fim do mistério: Hitler se suicidou em Berlim com cianeto e um tiro em 1945

A morte de Adolf Hitler sempre foi cercada de teorias da conspiração. Houve quem jurasse de pé junto que o ditador nazista fugiu para a América do Sul, entre outras. Agora, 73 anos depois da morte de Hitler, uma equipe de legistas franceses pôs fim ao mito e confirmou a versão dos livros de História: o alemão se suicidou com um tiro na cabeça e uma cápsula de cianeto, junto com sua companheira, Eva Braun. Os restos mortais de Hitler estão em Moscou desde 1946.

Pela primeira vez, o Serviço Secreto russo permitiu a análise dos ossos de Hitler pela equipe francesa. Publicado no European Journal of Internal Medicine, o estudo conclui que Hitler se suicidou em 30 de abril de 1945. O crânio analisado é “totalmente compatível” com as radiografias que Hitler realizou em 1944, um ano antes da sua morte.

“Não havia certeza se Hitler tinha utilizado uma ampola de cianeto para se suicidar ou se o fez com um disparo na cabeça. Agora sabemos que existe toda a probabilidade de que tenha feito as duas coisas”, esclareceu Philippe Charlier, chefe do estudo. Manchas azuladas encontradas nas próteses devem ser resultado de uma reação química entre o cianeto e o metal das próteses.

Fonte: Observador