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De acordo com a ciência, a experiência de estar em um show musical aumenta tanto a nossa sensação de bem estar, que nos faz viver mais.

Para chegar a esta conclusão, o professor Patrick Fagan, especialista em Ciência Comportamental e professor associado da Goldsmith's University, fez testes psicométricos e cardíacos em uma série de atividades de bem-estar - incluindo shows, yoga e caminhadas com cães.

Só para você ter uma idéia, ficar 20 minutos ou mais em um show musical aumenta sua sensação de bem estar em 21%. Mais que o dobro do proporcionado pelo mesmo tempo praticando Yoga, 10%, e três vezes mais que o bem estar proporcionado por um rolê com seu dog, 7%.

A experiência de ir a um show também pode elevar nossa auto-estima em até 25% e o estímulo mental em 75%.

Mas com qual frequência devo ir a shows? De acordo com o autor do estudo, para viver 9 anos a mais, você precisaria ir a dois shows por mês.

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Vamos?

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Anônimo

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Sim. Apesar de levantar tanta polêmica quanto mamilos, a comunidade científica o defende como líquido por causa da sua composição. Sólidos apresentam suas moléculas estáveis, com uma estrutura periodicamente organizada. As moléculas do vidro não se comportam assim. Mesmo que muuuuuuito lentamente, elas têm uma movimentação.

Isso porque o vidro é o material resultado da areia submetida a altíssimas temperaturas até se tornar líquida, daí é imediatamente resfriada a temperaturas baixíssimas. Embora com uma altíssima viscosidade, ele continua líquido. O maior argumento são os vitrais das antigas igrejas: eles são mais finos no alto e mais largos na base se comparados a quando foram produzidos. Isso pq o vidro, em séculos, escorreu. As paredes das igrejas, contato, continuam iguais.

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Luana Rossa

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Sim. Depois de décadas de rumores, o governo americano admitiu sua existência em 1994. É uma área de cerca de 1550 quilômetros quadrados que fica no deserto de Nevada, próxima ao Groom Lake. A área foi criada em 1955, durante a Guerra Fria, e mantida em extremo sigilo devido ao desenvolvimento de projetos militares. Alguns dos aviões desenvolvidos lá foram tão surpreendentes que podem ter levado aos moradores da região a acharem que estavam vendo OVNIs. Mas nada de ETs, champs. A maioria dos rumores sobre estudo de tecnologia alienígena não teve nenhuma corroboração com os documentos revelados. A maioria não, mas alguns sim.

Por exemplo, as declarações do físico Robert Lazar que trabalhou lá por 8 meses no final da década de 80. Na época, ele disse que existia uma área chamada S-4 onde as naves alienígenas eram guardadas, tendo ele mesmo entrado em uma e constatado que, de fato, aquilo não era tecnologia humana (lembrando ele era um físico muito respeitado). Não haviam soldas ou rebites, as proporções não eram adequadas para homens, haviam campos antigravitacionais produzidos por elementos que não existem na Terra. Além da alegação de fotos de dissecação de extraterrestres. E tudo era só boato até os documentos da Área 51 serem relevados: nada das fotos ou naves, mas foi comprovada a existência da área S-4.

A National Geographic fez um documentário muito legal sobre a área 51, olha:
 
E aí?

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Anônimo

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Instinto. O prazer no sexo é o grande estímulo que nosso organismo encontrou para que sempre estejamos tentando perpetuar nossa espécie. Cientistas provaram que não só o homem, mas também todos os mamíferos têm respostas intensas de prazer durante o ato sexual. No ato, nosso cérebro libera grandes doses de hormônios, entre eles a ocitocina e a endorfina, que nos dá a sensação de satisfação e felicidade.






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Anna Verena

Anna Verena

Ao contrário do que muitos pensam, não foi a de prostituta, foi a de cozinheiro. Chegamos a esta conclusão depois de ler este estudo publicado na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences, a PNAS. De acordo com esta publicação, há 2 milhões de anos, na época do Homo erectus, já existia a especialização no preparo de alimentos e isso é comprovado pelos utensílios encontrados perto de fósseis da época. Chris Organ, biólogo de Harvard e um dos coautores do estudo, defende que “além de ser a primeira profissão, é também aquela que nos definiu como espécie”. 

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A conclusão é do professor de psicologia da Universidade de Duke, nos EUA, Dr. Dan Ariely.

Ele dividiu os trabalhadores de uma fábrica em 4 grupos e fez anúncios diferentes para cada um deles.

Para o primeiro, disse que se trabalhassem mais e melhor durante a semana, seriam reconhecidos publicamente através de elogios.

Para o segundo grupo, ofereceu um bônus de US$ 30 cada.

Para o terceiro, disse que sairiam para comer pizza.

O quarto foi o grupo de controle, nada foi oferecido e eles foram apenas observados.

Cada grupo não sabia das recompensas do outro grupo.

O grupo que mais ganhou produtividade foi o que seria recompensado por pizza.O segundo mais produtivo foi o que trabalhou por elogios e em terceiro, o que trabalhou por bonificações em dinheiro.


O estudo foi publicado no livro Payoff: The Hidden Logic That Shapes Our Motivations, “Recompensa: A lógica oculta que molda nossas motivações”, em tradução não oficial, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Fonte 1
Fonte 2