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Giovanni Bisol

Giovanni Bisol

Não. Essa história de que a Grande Muralha da China é visível do espaço foi um equívoco da NASA, que confundiu o traçado do leito de um rio com a obra chinesa. Ninguém queria confirmar isso mais que a China, mas em 2003, quando Yang Liwei (primeiro astronauta chinês a ir ao espaço), chegou lá, ele não viu nada. :-/

E não foi por ele ter o olho muito puxadinho.

Após o confirmação do astronauta asiático, a NASA reconheceu oficialmente o erro.

E sabe aquela frase: "A Grande Muralha da China é a única obra humana que pode ser vista do espaço a olho nu." ? Ela também é uma afirmação incorreta. A ACC (Academia de Ciências da China) afirma que apesar da Grande Muralha não ser visível do espaço, outras obras feitas pelo homem são. As pirâmides do Egito, por exemplo, aparecem nesta foto feita do espaço pelo astronauta japonês Soichi Noguchi.

Lembrando que fatores como condições atmosféricas e a posição do observador precisam ser considerados.

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Reinaldo Traini Filho

Reinaldo Traini Filho

A técnica do macarrão pré-cozido (assim como o próprio macarrão) foi uma invenção chinesa. Era chamado de e-fu e foi inventado no séc XVI. Mas do jeito que conhecemos hoje ele só foi inventado em 1958 por Momofuku Ando e tem uma história muito bonita. Momofuku nasceu em Taiwan em 1910 e presenciou a ocupação japonesa em seu país. A imagem de uma fila enorme de pessoas esperando por comida o inspirou a criar um alimento barato e de fácil preparo. Assim fundou a empresa alimentícia Nissin que, no Brasil, se chamava Miojo e acabou dando nome ao seu produto mais famoso. Ele faleceu em 5 de janeiro de 2007, aos 97 anos, no Japão, deixando para o mundo não só sua invenção como a frase: "A paz está garantida quando não se está com fome".

Momofuko Ando

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Anônimo

Anônimo

Em alguns lugares (como a China) é por que a lei exige, mas em todos os outros, é por que os métodos alternativos são mais caros.

No Brasil, o uso de animais para este fim é permitido pela lei 11.794, sancionada pelo presidente Lula em 2008. Já na União Europeia, a legislação proíbe este tipo de testes. O impacto dessa proibição da UE é global, já que por lá, até a importação destes produtos é proibida. Logo, se alguma empresa quiser vender cosméticos para o mercado Europeu, precisará desenvolvê-los sem testes em animais.

Entre os cães, a raça mais utilizada nesses estudos é a Beagle, já que são extremamente dóceis e raramente vão atacar quem os estiver manuseando durante e após os procedimentos.


Na imagem, o beagle Kitto, nosso mascote que nunca passou por nenhum procedimento de testes em laboratórios.
O outro cãozinho escondido na foto é dachshund Beto. Se vc o encontrou, mande um beijo para ele nos comentários do post.

O desenvolvimento de produtos estéticos é completamente viável através de técnicas alternativas. A brasileira Natura, por exemplo, aboliu qualquer tipo de testes com animais e desde 2006 passou a ser cruelty-free (livre de crueldade).

Uma das maiores empresas do ramo estético, a Avon, foi a primeira gigante a abolir os animais do desenvolvimento de seus produtos e assim seguiu por mais de 20 anos. No entanto, para vender no mercado chinês e em outros países, recentemente a empresa voltou a contratar este tipo de testes em parte dos seus produtos.

Aos que gostariam de consumir somente os produtos cruelty-free, a PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla em inglês), disponibiliza uma lista das marcas que usam animais no desenvolvimento dos seus produtos e das que são consideradas livres de crueldade