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Uma pesquisa feita pela Universidade Southern Methodist, nos Estados Unidos, analisando o nível de felicidade e o peso de 169 casais recém-casados durante quatro anos (uma vez por semestre) mostrou que, casais que diziam estar felizes na relação ficavam mais pesados a cada pesagem. O Índice de Massa Corporal desses participantes tinha, em média, um aumento de 0,12 por semestre.

De acordo com a pesquisa, esse resultado seria justificado pelos almoços e jantares feitos juntinhos, que fazem com que os casais comam mais do que se estivessem se alimentando sozinhos.

A teoria também é reforçada pelo fato de que pessoas infelizes na relação e que pensam em se separar estão mais preocupadas com o corpo e o peso, pensando em uma possível vida de solteiro.

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Shelly Gable, psicólogo da Universidade da Califórnia, provou que o tédio corrói o amor. Numa pesquisa realizada com 125 casais, durante 10 semanas, mostrou que os mais felizes e satisfeitos eram os que faziam juntos coisas mais divertidas, saíam para dançar juntos, por exemplo. O motivo é que qualquer sensação de excitação é associada a quem está na aventura com você, mesmo se ele não for a causa da excitação.

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Decorar é renovador, divertido e estimulante. Mas para alguns casais é fonte de frustação.

Segundo pesquisa on-line realizada pela loja de móveis online Article e One Poll com 2 mil adultos, decidir qual a cor do hack, o tamanho do sofá, o tipo de bancada para cozinha gera em média 72 brigas por ano, ou 216 horas de bate-boca ao longo de suas vidas.

O que as pessoas mais discutiam? Talvez não seja surpresa que o dinheiro tenha sido o principal ingrediente das brigas. O orçamento era um grande problema para os participantes, com três em cada 10 casais discordando sobre quanto gastar um novo móvel.

Quanto a outros problemas, um em cada cinco entrevistados disse que eles brigam sobre quais aparelhos domésticos comprar. O mesmo número também se vê discutindo sobre estilos de mobília, e outros 20% tipicamente brigam pelo esquema geral de cores. Ao discutir as opções de decoração da casa, 58% dos entrevistados disseram que optam por abster comentários para evitar desentendimentos.

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Vivenciar momentos offline com seu amor é maravilhoso não é mesmo? Mas quando ambos entram em seus perfis nas redes sociais, esses momentos juntos - jantares, viagens, selfies - podem ir ou não para a timeline e se são postados com frequência indicam, segundo estudo, que tem um problema aí.

Um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que ficam exibindo seus momentos de casal nas redes sociais são, na verdade, aquelas que mais duvidam do amor que sentem.

Na pesquisa, 216 participantes (108 casais heterossexuais de uma pequena cidade do Canadá), mantiveram um diário ao longo de duas semanas registrando altos e baixos de suas relações - essas informações foram cruzadas com as atualizações que aconteciam nas redes sociais (Facebook e Instagram) no período.

O estudo comprovou que, quanto mais inseguros estavam, mais posts com o(a) parceiro(a) eram publicados.

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