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De acordo com estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, publicado no Journal of Social and Personal Relationships, o hábito de maratonar séries com seu(sua) parceiro(a) é benéfico para a relação do casal, deixando-os mais próximos e consequentemente mais felizes.

Na pesquisa intitulada: "Let’s stay home and watch TV: The benefits of shared media use for close relationships", em tradução livre "Vamos ficar em casa e assistir TV: os benefícios do uso compartilhado da mídia para relacionamentos íntimos", os pesquisadores descobriram que casais que assistem as mesmas séries, filmes, leem os mesmo livros e fazem outras atividades em conjunto, são mais íntimos. O hobbie de assisitr séries, quando compartilhado, faz com que a proximidade do casal se torne a mesma quando estão em um grupo de amigos. Acontece um processo chamado "auto-expansão" - onde as pessoas incorporam aspectos de seus parceiros em sua própria personalidade, através de interesses e amizades comuns - isso "promove proximidade e sentimentos de amor", mostra a pesquisa liderada por Sarah Gomillion.

"Assistir à séries ou um filme com um parceiro que você tanto gosta é uma maneira mais fácil de melhorar a qualidade do relacionamento e qualquer um pode fazê-lo a qualquer momento.", diz Sarah Gomillion.

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Um estudo da Universidade da Flórida, concluiu que casais que se conheceram on-line tiveram uma menor taxa de divórcio e relataram mais satisfação no casamento. É um bom motivo para tentar encontrar um amor na internet, né?

Outro estudo da Universidade de Stanford, diz que como as pessoas estão mais expostas na Internet, é possível encontrar alguém que você tenha maior identificação.

Atualmente, os aplicativos de namoro são a segunda forma mais comum de heterossexuais encontrarem um parceiro, enquanto isso, são a primeira escolha para os homossexuais escolherem alguém para trocar alianças.

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Estudo da Michigan State University liderado pelo sociólogo Hui Liu mostrou que mulheres que estão sempre implicando com os comportamentos de seus parceiros com relação à saúde deles são as melhores parceiras para um relacionamento saudável.

Usando dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, Liu e colegas analisaram os resultados da pesquisa de 1.228 entrevistados casados em cinco anos. No início do estudo, os entrevistados tinham entre 57 e 85 anos de idade; 389 tinham diabetes no final do estudo - Diabetes é a sétima principal causa de morte nos Estados Unidos. Mais de 29 milhões de americanos tiveram diabetes em 2012, ou seja, 9,3% da população.

Liu, especialista em saúde de base populacional e ciência da família, investigou o papel da qualidade conjugal no gerenciamento e risco de diabetes e encontrou duas grandes diferenças de gênero: - o achado mais surpreendente foi que, para os homens, um aumento na qualidade conjugal negativa - mulheres implicantes - diminuiu o risco de desenvolver diabetes e aumentou as chances de controlar a doença após seu início. A diabetes requer monitoramento frequente que as esposas podem estar estimulando o marido a fazer, aumentando sua saúde, mas também aumentando a tensão conjugal ao longo do tempo. - para as mulheres, um bom casamento estava relacionado a um risco menor de ser diabético cinco anos depois. As mulheres podem ser mais sensíveis do que os homens à qualidade de um relacionamento e, portanto, mais propensas a experimentar um impulso de saúde a partir de um relacionamento de boa qualidade.

Como o diabetes é a doença crônica que mais cresce nos Estados Unidos, a implementação de políticas públicas e programas destinados a promover a qualidade conjugal também deve reduzir o risco de diabetes e promover saúde e longevidade, especialmente para mulheres em idades mais avançadas", diz o estudo.

#pracegover: Mulheres que implicam com seus parceiros são as melhores parceiras, sugere estudo.

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Uma pesquisa feita pela Universidade Southern Methodist, nos Estados Unidos, analisando o nível de felicidade e o peso de 169 casais recém-casados durante quatro anos (uma vez por semestre) mostrou que, casais que diziam estar felizes na relação ficavam mais pesados a cada pesagem. O Índice de Massa Corporal desses participantes tinha, em média, um aumento de 0,12 por semestre.

De acordo com a pesquisa, esse resultado seria justificado pelos almoços e jantares feitos juntinhos, que fazem com que os casais comam mais do que se estivessem se alimentando sozinhos.

A teoria também é reforçada pelo fato de que pessoas infelizes na relação e que pensam em se separar estão mais preocupadas com o corpo e o peso, pensando em uma possível vida de solteiro.

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Terminar o relacionamento e continuar pegando ex não é um problema e não atrapalha a fila de andar, segundo estudo realizado pela Wayne State University, nos Estados Unidos.

Segundo a autora do estudo, Stephanie Spielmann, foram analisados casos diários de 113 pessoas que passaram por um término recente. No questionário, essas pessoas deveriam responder se tentaram transar com o(a) ex e como foi este "remember". Outras 372 pessoas deveriam relatar seus sentimentos depois que pararam de vez de transar com o(a) ex.

O estudo concluiu que transar com um ex não atrapalha a superação do relacionamento em até dois meses. Ao se relacionar com alguém com quem já teve um caso, a maioria das pessoas se sentiu mais positiva.

Também segundo o estudo, pessoas que procuram ex são aquelas que tem mais dificuldade em fazer a fila andar.

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Shelly Gable, psicólogo da Universidade da Califórnia, provou que o tédio corrói o amor. Numa pesquisa realizada com 125 casais, durante 10 semanas, mostrou que os mais felizes e satisfeitos eram os que faziam juntos coisas mais divertidas, saíam para dançar juntos, por exemplo. O motivo é que qualquer sensação de excitação é associada a quem está na aventura com você, mesmo se ele não for a causa da excitação.

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Decorar é renovador, divertido e estimulante. Mas para alguns casais é fonte de frustação.

Segundo pesquisa on-line realizada pela loja de móveis online Article e One Poll com 2 mil adultos, decidir qual a cor do hack, o tamanho do sofá, o tipo de bancada para cozinha gera em média 72 brigas por ano, ou 216 horas de bate-boca ao longo de suas vidas.

O que as pessoas mais discutiam? Talvez não seja surpresa que o dinheiro tenha sido o principal ingrediente das brigas. O orçamento era um grande problema para os participantes, com três em cada 10 casais discordando sobre quanto gastar um novo móvel.

Quanto a outros problemas, um em cada cinco entrevistados disse que eles brigam sobre quais aparelhos domésticos comprar. O mesmo número também se vê discutindo sobre estilos de mobília, e outros 20% tipicamente brigam pelo esquema geral de cores. Ao discutir as opções de decoração da casa, 58% dos entrevistados disseram que optam por abster comentários para evitar desentendimentos.

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Vivenciar momentos offline com seu amor é maravilhoso não é mesmo? Mas quando ambos entram em seus perfis nas redes sociais, esses momentos juntos - jantares, viagens, selfies - podem ir ou não para a timeline e se são postados com frequência indicam, segundo estudo, que tem um problema aí.

Um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que ficam exibindo seus momentos de casal nas redes sociais são, na verdade, aquelas que mais duvidam do amor que sentem.

Na pesquisa, 216 participantes (108 casais heterossexuais de uma pequena cidade do Canadá), mantiveram um diário ao longo de duas semanas registrando altos e baixos de suas relações - essas informações foram cruzadas com as atualizações que aconteciam nas redes sociais (Facebook e Instagram) no período.

O estudo comprovou que, quanto mais inseguros estavam, mais posts com o(a) parceiro(a) eram publicados.

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