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Um estudo da Universidade da Flórida, concluiu que casais que se conheceram on-line tiveram uma menor taxa de divórcio e relataram mais satisfação no casamento. É um bom motivo para tentar encontrar um amor na internet, né?

Outro estudo da Universidade de Stanford, diz que como as pessoas estão mais expostas na Internet, é possível encontrar alguém que você tenha maior identificação.

Atualmente, os aplicativos de namoro são a segunda forma mais comum de heterossexuais encontrarem um parceiro, enquanto isso, são a primeira escolha para os homossexuais escolherem alguém para trocar alianças.

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De acordo com estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, publicado no Journal of Social and Personal Relationships, o hábito de maratonar séries com seu(sua) parceiro(a) é benéfico para a relação do casal, deixando-os mais próximos e consequentemente mais felizes.Continue lendo...

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Terminar o relacionamento e continuar pegando ex não é um problema e não atrapalha a fila de andar, segundo estudo realizado pela Wayne State University, nos Estados Unidos.

Segundo a autora do estudo, Stephanie Spielmann, foram analisados casos diários de 113 pessoas que passaram por um término recente. No questionário, essas pessoas deveriam responder se tentaram transar com o(a) ex e como foi este "remember". Outras 372 pessoas deveriam relatar seus sentimentos depois que pararam de vez de transar com o(a) ex.

O estudo concluiu que transar com um ex não atrapalha a superação do relacionamento em até dois meses. Ao se relacionar com alguém com quem já teve um caso, a maioria das pessoas se sentiu mais positiva.

Também segundo o estudo, pessoas que procuram ex são aquelas que tem mais dificuldade em fazer a fila andar.

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Shelly Gable, psicólogo da Universidade da Califórnia, provou que o tédio corrói o amor. Numa pesquisa realizada com 125 casais, durante 10 semanas, mostrou que os mais felizes e satisfeitos eram os que faziam juntos coisas mais divertidas, saíam para dançar juntos, por exemplo. O motivo é que qualquer sensação de excitação é associada a quem está na aventura com você, mesmo se ele não for a causa da excitação.

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Dividir a louça e as tarefas domésticas com seu(sua) parceiro(a) ajuda a manter a saúde do relacionamento é o que mostram os resultados de uma pesquisa feita pela University of Utah, nos EUA.

A equipe liderada pelo pesquisador Daniel L. Carlson avaliou tarefas como cozinhar, lavar a louça, as roupas, limpar a casa, fazer as compras, manutenção da área interna e externa da casa e pagamento de contas e as relacionaram com questões que incluíam frequência sexual, satisfação sexual e satisfação no relacionamento.

A pia suja apareceu como maior ponto de discórdia entre as mulheres. Aquelas que assumem a tarefa sozinhas se revelaram mais insatisfeitas do que as que dividiam a responsabilidade com o parceiro.

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Decorar é renovador, divertido e estimulante. Mas para alguns casais é fonte de frustação.

Segundo pesquisa on-line realizada pela loja de móveis online Article e One Poll com 2 mil adultos, decidir qual a cor do hack, o tamanho do sofá, o tipo de bancada para cozinha gera em média 72 brigas por ano, ou 216 horas de bate-boca ao longo de suas vidas.

O que as pessoas mais discutiam? Talvez não seja surpresa que o dinheiro tenha sido o principal ingrediente das brigas. O orçamento era um grande problema para os participantes, com três em cada 10 casais discordando sobre quanto gastar um novo móvel.

Quanto a outros problemas, um em cada cinco entrevistados disse que eles brigam sobre quais aparelhos domésticos comprar. O mesmo número também se vê discutindo sobre estilos de mobília, e outros 20% tipicamente brigam pelo esquema geral de cores. Ao discutir as opções de decoração da casa, 58% dos entrevistados disseram que optam por abster comentários para evitar desentendimentos.

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Vivenciar momentos offline com seu amor é maravilhoso não é mesmo? Mas quando ambos entram em seus perfis nas redes sociais, esses momentos juntos - jantares, viagens, selfies - podem ir ou não para a timeline e se são postados com frequência indicam, segundo estudo, que tem um problema aí.

Um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que ficam exibindo seus momentos de casal nas redes sociais são, na verdade, aquelas que mais duvidam do amor que sentem.

Na pesquisa, 216 participantes (108 casais heterossexuais de uma pequena cidade do Canadá), mantiveram um diário ao longo de duas semanas registrando altos e baixos de suas relações - essas informações foram cruzadas com as atualizações que aconteciam nas redes sociais (Facebook e Instagram) no período.

O estudo comprovou que, quanto mais inseguros estavam, mais posts com o(a) parceiro(a) eram publicados.

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A probabilidade de um relacionamento a distância dar certo é de 73% segundo levantamento do Centro de Estudos das Relações de Longa Distância (Center for the Study of Long Distance Relationships), dos Estados Unidos. Para quem mora perto a probabilidade de dar certo é de 70%.

Foram analisadas 533 pessoas em relacionamentos de longa distância e que moram há pelo menos 100 quilômetros de distância um do outro. O estudo entende que "dar certo" é manter um relacionamento por mais de 6 meses.

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