Geral
Gabriel Farias

Gabriel Farias

Já era pra ter caído. Ela começou a ser construída em 1173 e levou 177 anos para ser concluída. Mesmo assim, ficou torta. Isso porque teve uma base mal construída num solo mal compactado. Estes dois fatores resultaram num dos pontos turísticos mais inusitados: uma torre inclinada para o sudoeste. Em 1964, o governo italiano pediu ajuda para evitar a queda total. Instalaram então 800 quilos de contrapeso, preservando ainda a inclinação diante do seu papel importante no turismo. Mas em 1990 ela quase tombou de vez. O limite estipulado para sua inclinação era de 5,44 graus e ela já estava a 5,5! 

Para nossa sorte, o único ícone arquitetônico que caiu naquela época foi o Muro de Berlim (em 1989). Fecharam a Torre para visitação pública, esvaziaram algumas residências nas proximidades por segurança e, após a sustentação por cabos, a remoção de 38 metros cúbicos de terra e a retirada dos sinos, ela voltou à angulação de 3,99 graus, a mesma que estava em 1838. Em 2001 ela foi reaberta e em 2008 os engenheiros removeram mais 80 toneladas de terra (essa terra não acaba nunca?) e declararam que ela estava estável pela primeira vez na história, pronta para aguentar pelo menos mais 200 anos.

Assim os turistas poderão continuar exercitando sua criatividade desenvolvendo formas originais e inusitadas de registrar seus momentos perto da Torre de Pisa!



Instagram

Segundo estudo realizado pela Universidade de Bonn, homens brancos com uma altura relativamente menor têm uma possibilidade mais elevada de perder os cabelos. A principal autora do estudo, Stefanie Heilmann-Heimbach disse que os dados do estudo indicam que alguns dos genes envolvidos na calvície estão associados, na média, com uma menor estatura.

Publicado na revista Nature Communications, o estudo identificou 63 variações genéticas "que aumentam o risco de perda de cabelo prematura", disse Heilmann-Heimbach.

Em homens de origem europeia, a calvície geralmente começa por volta dos 30 anos. Até 80% dos homens europeus são afetados em alguma medida.

A perda de cabelo em asiáticos chega cerca de uma década mais tarde, e com uma frequência geral muito menor, afetando de 50% a 60% dos homens.

Há relativamente poucos dados sobre a calvície na África, mas a perda de cabelo masculino lá parece ser ainda menos frequente.