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Gabriel Foster

Gabriel Foster

Cães: foram os primeiros animais a serem domesticados. E começou por simples simbiose: o homem usava o cão para caçar e cão tinha comida fácil nos restos do homem. Mas só isso não seria o suficiente. Características como a sociabilidade canina e a adaptação a todas as estações do ano perpetuaram a parceria e garantiram ao animal a alcunha de melhor amigo do homem.

Gatos: quando os egípcios se fixaram às margens do Nilo, o problema foram os ratos. Eles devoravam todos os alimentos. Então apareceram aqueles animais misteriosos, lânguidos, silenciosos e exímios caçadores de ratos. Também interessados em abrigo e comida, os gatos acabaram se fixando.

Ao contrário do cão, que alterou muito sua anatomia, interação e até instintos desde as origens, o gato não mudou quase nada.

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Perder um animal de estimação é tão ou mais doloroso do que perder um parente

Perder um animal de estimação é uma dor bastante intensa, mas há quem diga que é “apenas um cão”. Uma pesquisa confirmou que para a maioria das pessoas, a perda de um cão é, em quase todos os sentidos, comparável à perda de um humano amado.

Infelizmente, nossa cultura - rituais de luto, obituário no jornal local, serviço religioso - pouco nos ajuda a superar a perda de um animal de estimação e isso pode nos deixar envergonhados em expor a tristeza.

Se as pessoas percebessem quão forte é nosso vínculo com cães, essa dor seria mais aceita. Por que somos tão próximos deles? Para começar, os cães se adaptaram a viver com humanos nos últimos 10 mil anos - são os únicos animais que evoluíram especificamente para serem nossos amigos.

O antropólogo Brian Hare desenvolveu a “Hipótese de Domesticação” para explicar como os cães se transformaram de seus ancestrais – lobos – nos animais socialmente qualificados de hoje. Nosso relacionamento com eles é bom porque eles nos dão feedback.

Exames de ressonância magnética mostram que os cérebros de cães respondem aos elogios de seus donos tão fortemente quanto à comida – e para alguns cães, o elogio é um incentivo ainda mais eficaz do que o alimento.

Os cães reconhecem as pessoas e podem aprender a interpretar estados emocionais humanos. Estudos científicos também indicam que os cães podem entender as intenções humanas, tentar ajudar seus proprietários e até mesmo evitar pessoas que não cooperam com seus donos.

Por sua vez, os humanos respondem positivamente a tanta afeição, assistência e lealdade. Basta olhar para os cães para sorrirmos. Proprietários de cães são mais felizes em comparação aos donos de gatos ou a quem não possui animais de estimação.

A psicóloga Julie Axelrod apontou que a perda de um cão é dolorosa pois não é somente a perda de um animal de estimação. É a perda de uma fonte de amor incondicional, um companheiro que proporciona segurança e conforto, um ser que talvez tenha sido cuidado como uma criança.

A perda de um cão também pode atrapalhar seriamente a rotina diária do dono mais profundamente do que a perda da maioria dos amigos e parentes. Muitos donos programam suas rotinas em função do animal e mudanças na rotina é uma fonte de estresse.

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Pq o aparelho reprodutório dos cães (como é de se esperar) é muito diferente dos humanos.

O pênis dos cachorros tem um bulbo na base. Quando ele penetra a cadela, esse bulbo incha lá dentro e prende o órgão dele no dela. Isso acontece pq, ao contrário de nós, a ejaculação do cachorro se dá por gotejamento, podendo levar até meia hora pra finalizar e fazer a cópula eficaz. Durante este tempo, os cães se rotacionam de modo a ficar com as caudas juntas, mas isso é natural e não os machuca.

O que os machuca é quando alguém que não sabe disso fica tentando separá-los. ;-/

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Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.Continue lendo...