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Gabriel Foster

Gabriel Foster

Cães: foram os primeiros animais a serem domesticados. E começou por simples simbiose: o homem usava o cão para caçar e cão tinha comida fácil nos restos do homem. Mas só isso não seria o suficiente. Características como a sociabilidade canina e a adaptação a todas as estações do ano perpetuaram a parceria e garantiram ao animal a alcunha de melhor amigo do homem.

Gatos: quando os egípcios se fixaram às margens do Nilo, o problema foram os ratos. Eles devoravam todos os alimentos. Então apareceram aqueles animais misteriosos, lânguidos, silenciosos e exímios caçadores de ratos. Também interessados em abrigo e comida, os gatos acabaram se fixando.

Ao contrário do cão, que alterou muito sua anatomia, interação e até instintos desde as origens, o gato não mudou quase nada.

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Segundo Censo Canino 2018, promovido por uma empresa que oferece serviços de hospedagem ou passeio aos cães, feito com base em mais de 670 mil cadastros, os nomes de cachorros preferidos pelos brasileiros são Thor e Mel.

No top 5 nomes de fêmeas estão, por ordem de quantidade: Mel, Nina, Luna, Mag e Lola.

Nos machos o top 5 segue com Thor, Luke, Bob, Fred e Teo.

O top 10 raças são: vira-lata, shih tzu, yorkshire, poodle, lhasa apso, buldogue francês, golden retriever, maltês, labrador e pug.

Para encontrar seu próximo grande companheiro ou companheira, o Thor, a Mel, Amora, Bella, Papaya, Rex acesse http://amigosdesaofrancisco.com.br/

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Pq o aparelho reprodutório dos cães (como é de se esperar) é muito diferente dos humanos.

O pênis dos cachorros tem um bulbo na base. Quando ele penetra a cadela, esse bulbo incha lá dentro e prende o órgão dele no dela. Isso acontece pq, ao contrário de nós, a ejaculação do cachorro se dá por gotejamento, podendo levar até meia hora pra finalizar e fazer a cópula eficaz. Durante este tempo, os cães se rotacionam de modo a ficar com as caudas juntas, mas isso é natural e não os machuca.

O que os machuca é quando alguém que não sabe disso fica tentando separá-los. ;-/

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Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.

Durante os testes, o que mudava na notícia era a identidade de vítima. Ao todo, foram quatro tipos: uma pessoa adulta, um bebê, um cachorro adulto e um filhotinho.

Para medir o grau de empatia dos participantes, os cientistas elaboraram uma série de perguntas e criaram uma escala de acordo com os resultados obtidos após as respostas. A hipótese deles era a de que a vulnerabilidade – medida pela idade – seria o principal fator de decisão, e não necessariamente a espécie.

No final, quem obteve o maior índice de empatia foram os recém-nascidos, seguido bem de perto por filhotes e cães adultos (nessa ordem). Já a pessoa mais velha ficou em último lugar.

Analisando os dados, eles observaram que a idade era um fator levado em conta quando o assunto era espécie humana, mas o mesmo não acontecia com os pets. Mais especificamente, se excluirmos os bebês da equação, os pesquisadores viram que, durante os testes, havia maior angústia dos participantes ao saber do abuso de animais do que com a agressão a um adulto.

A pesquisa indica que os resultados podem ajudar a reforçar a importância de diminuir a violência contra animais.

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Os laços afetivos entre humanos e pets é capaz de fazer pessoas dividirem seus quartos e até mesmo a cama com seus cachorros.

Segundo estudo da Canisius College, em Buffalo (EUA), esse "carinho" é benéfico para os cães e também para as mulheres que dormem com eles, ou seja, mulheres adultas que dividem a cama com cachorros têm sono melhor que aquelas que dormem com homens.Continue lendo...