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Anônimo

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Na verdade, ele ronca toda hora. O chamado "ronco" do estômago se dá devido ao movimento que nosso sistema digestório faz para empurrar a comida na direção certa - os chamados movimentos peristálticos. Não, não é a gravidade a grande responsável pela comida descer.

Quando estamos com fome, o cérebro recebe esta informação e começa a se preparar para receber comida: manda o corpo produzir mais saliva e pepsina - a enzima digestiva. A pepsina estimula os movimentos peristálticos mas, sem comida no organismo, não há nada para abafar o som da movimentação. Depois que vc come o barulho continua, mas é como um despertador tocar envolvido num cobertor - o barulho é abafado.

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Perder um animal de estimação é tão ou mais doloroso do que perder um parente

Perder um animal de estimação é uma dor bastante intensa, mas há quem diga que é “apenas um cão”. Uma pesquisa confirmou que para a maioria das pessoas, a perda de um cão é, em quase todos os sentidos, comparável à perda de um humano amado.

Infelizmente, nossa cultura - rituais de luto, obituário no jornal local, serviço religioso - pouco nos ajuda a superar a perda de um animal de estimação e isso pode nos deixar envergonhados em expor a tristeza.

Se as pessoas percebessem quão forte é nosso vínculo com cães, essa dor seria mais aceita. Por que somos tão próximos deles? Para começar, os cães se adaptaram a viver com humanos nos últimos 10 mil anos - são os únicos animais que evoluíram especificamente para serem nossos amigos.

O antropólogo Brian Hare desenvolveu a “Hipótese de Domesticação” para explicar como os cães se transformaram de seus ancestrais – lobos – nos animais socialmente qualificados de hoje. Nosso relacionamento com eles é bom porque eles nos dão feedback.

Exames de ressonância magnética mostram que os cérebros de cães respondem aos elogios de seus donos tão fortemente quanto à comida – e para alguns cães, o elogio é um incentivo ainda mais eficaz do que o alimento.

Os cães reconhecem as pessoas e podem aprender a interpretar estados emocionais humanos. Estudos científicos também indicam que os cães podem entender as intenções humanas, tentar ajudar seus proprietários e até mesmo evitar pessoas que não cooperam com seus donos.

Por sua vez, os humanos respondem positivamente a tanta afeição, assistência e lealdade. Basta olhar para os cães para sorrirmos. Proprietários de cães são mais felizes em comparação aos donos de gatos ou a quem não possui animais de estimação.

A psicóloga Julie Axelrod apontou que a perda de um cão é dolorosa pois não é somente a perda de um animal de estimação. É a perda de uma fonte de amor incondicional, um companheiro que proporciona segurança e conforto, um ser que talvez tenha sido cuidado como uma criança.

A perda de um cão também pode atrapalhar seriamente a rotina diária do dono mais profundamente do que a perda da maioria dos amigos e parentes. Muitos donos programam suas rotinas em função do animal e mudanças na rotina é uma fonte de estresse.

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A banana corre risco de extinção - e o que podemos fazer para evitar isso

A banana, uma das frutas mais populares do mundo, corre risco de extinção. Um tipo selvagem da fruta, encontrado somente na ilha africana de Madagascar, foi colocado na lista de espécies em extinção. Só existem cinco pés adultos dessa planta na natureza. Cientistas dizem que a espécie precisa ser preservada, pois pode conter o segredo para manter as bananas em segurança no futuro. A maioria das bananas consumidas pelo mundo são do tipo Cavendish, parente da banana nanica, muito popular no Brasil.

Essas bananas são especialmente vulneráveis a uma praga conhecida como mal do Panamá. Também estão sujeitas à doença as bananas prata e maçã, bastante populares no Brasil. Pesquisadores tentam desenvolver variedades que sejam ao mesmo tempo saborosas e resistentes à praga. A banana selvagem de Madagascar se desenvolveu isolada, já que o país é uma ilha no Índico. A ideia dos pesquisadores é analisar os traços genéticos que a protegem do mal do Panamá.

Eles esperam que a inclusão da espécie na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza trará visibilidade ao tema. A banana de Madagascar produz sementes dentro da fruta, ou seja, não é comestível. Porém, se a fruta for protegida, haverá como analisar as sementes e gerar um novo tipo de banana que seja comestível e resistente. Bananas são frágeis à pragas por se reproduzirem por clonagem e terem pouca variação genética entre seus tipos.

Por enquanto, a doença que ataca a Cavendish está confinada à Ásia. Se chegar às Américas, pode liquidar as plantações no mundo todo. Isso já ocorreu nos anos 1950 com um tipo de banana chamado Gros Michel. A música "Yes! We Have No Bananas" (Sim! Não temos bananas), do trompetista americano Louis Prima, foi inspirada na falta de bananas Gros Michel, afetadas pelo mesmo fungo causador do mal do Panamá. Essas bananas foram substituídas pelas Cavendish, batizadas em homenagem a William Cavendish, o sexto Duque de Devonshire, na Inglaterra.

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Cobra com patas? Lagarto raro vive na região norte do Brasil

Em tese não é difícil diferenciar uma cobra de um lagarto, certo? Não se o animal em questão for a Bachia scaea, por exemplo. A espécie tem aparência de cobra, devido ao corpo alongado, mas também tem patas, conhecidas como membros rudimentares. Cobra ou lagarto? Apesar de parecer muito com uma cobra, a Bachia scaea é um lagarto. A rara espécie é nativa da Amazônia brasileira e foi descoberta por pesquisadores em 2013 no estado de Rondônia, mais especificamente às margens do rio Madeira.

Pequenino, esse lagarto pode passar imperceptível aos olhos de qualquer observador por conta dos seus diminutos sete centímetros de comprimento. A Bachia scaea costuma ser encontrada em folhiços próximo a troncos caídos, ou a pedras no chão. Alimenta-se de artrópodes, como insetos e aranha. Uma curiosidade sobre esse lagartinho é que ele possui pálpebras inferiores com discos semitransparentes - com isso, ele é capaz de enxergar mesmo de olhos fechados.

A principal ameaça à sobrevivência da espécie é a perda do habitat natural. Mineração, pecuária e a construção de hidrelétricas no Rio Madeira afetam a sobrevivência desse animal tão incomum. A Bachia scaea pertence à família Gymnophthalmidae, que abrange em torno de 250 espécies de lagartos com escamas e corpos prolongados com membros reduzidos. As espécies se distribuem pelas florestas tropicais da América Central e na América do Sul.

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Elder Guerra

Elder Guerra

Vc deve estar se referindo àqueles tracinhos horizontais brancos no meio da unha, né? 

São as leuconíqueas que surgem devido a algum machucadinho na unha que gera pequenas bolsas de ar e que marcam a unha por baixo. As leuconíqueas em si não apresentam problema algum e saem junto com a unha. Mas se elas aparecerem com frequência, é sinal que as unhas estão fracas e que, portanto, alguma coisa vai mal no organismo e vc precisa consultar um dermatologista.

Se você estiver se referindo a essa meia lua clarinha que todos temos na base da unha, ela também tem um nome estranho: lúnula.


Ela é a raiz da unha, é onde as células estão se transformando em queratina. Está mais visível no dedão e praticamente escondida no mindinho e indica o formato da sua unha - de bem curvada até mais reta.