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Anônimo

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Na verdade, ele ronca toda hora. O chamado "ronco" do estômago se dá devido ao movimento que nosso sistema digestório faz para empurrar a comida na direção certa - os chamados movimentos peristálticos. Não, não é a gravidade a grande responsável pela comida descer.

Quando estamos com fome, o cérebro recebe esta informação e começa a se preparar para receber comida: manda o corpo produzir mais saliva e pepsina - a enzima digestiva. A pepsina estimula os movimentos peristálticos mas, sem comida no organismo, não há nada para abafar o som da movimentação. Depois que vc come o barulho continua, mas é como um despertador tocar envolvido num cobertor - o barulho é abafado.

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A banana corre risco de extinção - e o que podemos fazer para evitar isso

A banana, uma das frutas mais populares do mundo, corre risco de extinção. Um tipo selvagem da fruta, encontrado somente na ilha africana de Madagascar, foi colocado na lista de espécies em extinção. Só existem cinco pés adultos dessa planta na natureza. Cientistas dizem que a espécie precisa ser preservada, pois pode conter o segredo para manter as bananas em segurança no futuro. A maioria das bananas consumidas pelo mundo são do tipo Cavendish, parente da banana nanica, muito popular no Brasil.

Essas bananas são especialmente vulneráveis a uma praga conhecida como mal do Panamá. Também estão sujeitas à doença as bananas prata e maçã, bastante populares no Brasil. Pesquisadores tentam desenvolver variedades que sejam ao mesmo tempo saborosas e resistentes à praga. A banana selvagem de Madagascar se desenvolveu isolada, já que o país é uma ilha no Índico. A ideia dos pesquisadores é analisar os traços genéticos que a protegem do mal do Panamá.

Eles esperam que a inclusão da espécie na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza trará visibilidade ao tema. A banana de Madagascar produz sementes dentro da fruta, ou seja, não é comestível. Porém, se a fruta for protegida, haverá como analisar as sementes e gerar um novo tipo de banana que seja comestível e resistente. Bananas são frágeis à pragas por se reproduzirem por clonagem e terem pouca variação genética entre seus tipos.

Por enquanto, a doença que ataca a Cavendish está confinada à Ásia. Se chegar às Américas, pode liquidar as plantações no mundo todo. Isso já ocorreu nos anos 1950 com um tipo de banana chamado Gros Michel. A música "Yes! We Have No Bananas" (Sim! Não temos bananas), do trompetista americano Louis Prima, foi inspirada na falta de bananas Gros Michel, afetadas pelo mesmo fungo causador do mal do Panamá. Essas bananas foram substituídas pelas Cavendish, batizadas em homenagem a William Cavendish, o sexto Duque de Devonshire, na Inglaterra.

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Cobra com patas? Lagarto raro vive na região norte do Brasil

Em tese não é difícil diferenciar uma cobra de um lagarto, certo? Não se o animal em questão for a Bachia scaea, por exemplo. A espécie tem aparência de cobra, devido ao corpo alongado, mas também tem patas, conhecidas como membros rudimentares. Cobra ou lagarto? Apesar de parecer muito com uma cobra, a Bachia scaea é um lagarto. A rara espécie é nativa da Amazônia brasileira e foi descoberta por pesquisadores em 2013 no estado de Rondônia, mais especificamente às margens do rio Madeira.

Pequenino, esse lagarto pode passar imperceptível aos olhos de qualquer observador por conta dos seus diminutos sete centímetros de comprimento. A Bachia scaea costuma ser encontrada em folhiços próximo a troncos caídos, ou a pedras no chão. Alimenta-se de artrópodes, como insetos e aranha. Uma curiosidade sobre esse lagartinho é que ele possui pálpebras inferiores com discos semitransparentes - com isso, ele é capaz de enxergar mesmo de olhos fechados.

A principal ameaça à sobrevivência da espécie é a perda do habitat natural. Mineração, pecuária e a construção de hidrelétricas no Rio Madeira afetam a sobrevivência desse animal tão incomum. A Bachia scaea pertence à família Gymnophthalmidae, que abrange em torno de 250 espécies de lagartos com escamas e corpos prolongados com membros reduzidos. As espécies se distribuem pelas florestas tropicais da América Central e na América do Sul.

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Elder Guerra

Elder Guerra

Vc deve estar se referindo àqueles tracinhos horizontais brancos no meio da unha, né? 

São as leuconíqueas que surgem devido a algum machucadinho na unha que gera pequenas bolsas de ar e que marcam a unha por baixo. As leuconíqueas em si não apresentam problema algum e saem junto com a unha. Mas se elas aparecerem com frequência, é sinal que as unhas estão fracas e que, portanto, alguma coisa vai mal no organismo e vc precisa consultar um dermatologista.

Se você estiver se referindo a essa meia lua clarinha que todos temos na base da unha, ela também tem um nome estranho: lúnula.


Ela é a raiz da unha, é onde as células estão se transformando em queratina. Está mais visível no dedão e praticamente escondida no mindinho e indica o formato da sua unha - de bem curvada até mais reta.