Geral
Nils Da Cruz Silva

Nils Da Cruz Silva

Veio da Escandinávia e, apesar de ser uma lenda antiga, se popularizou em meados do século XIX através da obra de Hans Christian Andersen. Mas esta não é a única lenda ao redor das cegonhas, não! O fascínio por essas aves vem de muito tempo atrás.

A cegonha não tem o menor medo do homem. Por isso, sempre conviveu nas cidades e foi um dos animais com que o homem se familiarizou mais rápido. Cegonhas têm o porte altivo, grande, são monogâmicas, carinhosas com a cria, fazem um ninho que dura muitos anos e são predadoras de espécies nocivas. Observando essas características tão particulares, logo crenças começaram a surgir.

No antigo Egito, o hieróglifo em forma de cegonha significa "alma". Na cultura hebraica, a palavra "cegonha" (חסידה/chasidah) significa também "misericordioso". Na mitologia eslava, elas eram as responsáveis por levar as almas do paraíso para a Terra. Na Grécia existe uma lei chamada Perlagonia (do grego antigo pelargos, que significa cegonha) que obriga os filhos a cuidarem dos pais quando velhos. Elas eram tão respeitadas que até o séc XVI, que se uma cegonha aparecesse durante uma execução, o condenado era perdoado, pois acreditava-se que a ave sabia de sua inocência.

No folclore alemão há registros da crença de que as cegonhas encontravam bebês em pântanos ou cavernas e, caridosas, os traziam de volta para a cidade. Se um casal quisesse um desses bebes, precisava anunciar colocando doces na janela. 

Daí essa história acabou chegando nos ouvidos de Andersen e ele a imortalizou (e a espalhou mundo afora) no conto As Cegonhas, que você pode ler na íntegra aqui.

http://bit.ly/14H8fA1

Geral
5 fatos curiosos sobre bebês

O início da vida humana é repleto de fatos curiosos. Por estarem em desenvolvimento, bebês absorvem o mundo ao redor de forma extraordinária. Todos estímulos recebidos contribuem para a formação deles e isso torna os pequenos fascinantes. Veja 5 curiosidades sobre bebês.

1 - Conversar com um bebê faz dele um jovem mais inteligente
Mesmo aparentando não entender o que você diz, bebês absorvem tudo o que ouvem, segundo este
estudo. Bebês que escutam diálogos de adultos têm melhores resultados em testes de inteligência quando adolescentes.

2. O bebê tem sua capacidade de aprendizado potencializada pela música
Escutar música potencializa o aprendizado do bebê, dizem pesquisadores da Universidade de Washington. "Bebês vivenciam um mundo complexo em que sons, luzes e sensações variam constantemente”.

3. Palavras com sons repetitivos são úteis para o bebê
Muitas pessoas mudam o tom de voz para falar com os bebês, usando diminutivos e palavras com repetição de sílabas, como "gugudadá". Conforme estudo publicado no periódico Cognitive Science, a estratégia ajuda o bebê a falar mais cedo.

4. Eles gostam de ouvir as vozes de outros bebês
Segundo pesquisa publicada no Eurekalert, bebês gostam mais de vozes de outros pequenos do que de adultos. Além disso, eles se engajam com maior intensidade ao ouvirem sons de outras crianças e isso ajuda no desenvolvimento comunicativo.

5. Chute do bebê no útero pode ser mais forte do que você imagina
Segundo um estudo realizado pela Imperial College na Inglaterra, bebês podem exercer uma força de quatro quilos ao chutar dentro do útero. A força desse movimento aumenta entre a 20ª e a 30ª semana de gestação.

Portanto, é normal que algumas mães sofram com as dores do chute. Entretanto, o movimento é essencial para que o bebê desenvolva força muscular e óssea. A ação ainda auxilia na formação correta das articulações, prevenindo doenças que possam surgir ao longo de sua vida.

Fonte