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Em alguns lugares (como a China) é por que a lei exige, mas em todos os outros, é por que os métodos alternativos são mais caros.

No Brasil, o uso de animais para este fim é permitido pela lei 11.794, sancionada pelo presidente Lula em 2008. Já na União Europeia, a legislação proíbe este tipo de testes. O impacto dessa proibição da UE é global, já que por lá, até a importação destes produtos é proibida. Logo, se alguma empresa quiser vender cosméticos para o mercado Europeu, precisará desenvolvê-los sem testes em animais.

Entre os cães, a raça mais utilizada nesses estudos é a Beagle, já que são extremamente dóceis e raramente vão atacar quem os estiver manuseando durante e após os procedimentos.


Na imagem, o beagle Kitto, nosso mascote que nunca passou por nenhum procedimento de testes em laboratórios.
O outro cãozinho escondido na foto é dachshund Beto. Se vc o encontrou, mande um beijo para ele nos comentários do post.

O desenvolvimento de produtos estéticos é completamente viável através de técnicas alternativas. A brasileira Natura, por exemplo, aboliu qualquer tipo de testes com animais e desde 2006 passou a ser cruelty-free (livre de crueldade).

Uma das maiores empresas do ramo estético, a Avon, foi a primeira gigante a abolir os animais do desenvolvimento de seus produtos e assim seguiu por mais de 20 anos. No entanto, para vender no mercado chinês e em outros países, recentemente a empresa voltou a contratar este tipo de testes em parte dos seus produtos.

Aos que gostariam de consumir somente os produtos cruelty-free, a PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla em inglês), disponibiliza uma lista das marcas que usam animais no desenvolvimento dos seus produtos e das que são consideradas livres de crueldade