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A organização britânica Mindlab - focada em pesquisas referentes ao impacto da comunicação no nosso cérebro - concluiu por meio de um estudo que alguns tipos de música estimulam a memorização e a assimilação do conteúdo que estudamos.

Outro estudo, realizado pela Universidade de Caen, na França, comprovou que os estudantes que estudaram matemática escutando música clássica tiveram uma retenção e um aumento de concentração em torno de 12% em comparação aos que não ouviram música durante os estudos.

Mas é só música clássica? Não pode 'pop', 'rock'? A resposta é sim! Para quem estuda ciências, humanidades e línguas, canções pop como Miley Cyrus e Justin Timberlake são adequadas. "O lado esquerdo do cérebro processa informações factuais e resolve problemas, que são as habilidades necessárias para quem estuda essas áreas", afirma a psicóloga Emma Gray ao jornal britânico Metro.

Ouvir música com 50-80 batidas por minuto, como 'We Can't Stop', de Miley Cyrus, e 'Mirrors', de Justin Timberlake tem um efeito calmante que conduz o cérebro ao pensamento lógico, o que permite à mente aprender e lembrar fatos novos.

Para estudantes de arte e teatro, Emma Gray sugere que escutem rock e música pop. "Canções como 'Firework', de Katy Perry, e 'I Can't Get No (Satisfaction)', dos Rolling Stones, produzem um estado de excitação da mente que estimula a performance criativa.

#pracegover: Escutar música durante estudo melhora aprendizado, aponta pesquisa.

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Segundo estudo da Universidade de Berna, na Suíça, seres humanos são capazes de aprender inconscientemente novos conceitos durante o sono.

A pesquisa feita por cientistas do Instituto de Psicologia e Centro de Cognição da Universidade de Berna contou com 41 participantes que utilizaram fones de ouvido para ouvir dois pares de palavras dormindo. Uma das palavras era inventada e a outra, conhecida. Após acordar, os participantes conseguiam recordar os vocábulos e seus significados.

Parte dos voluntários escutou pares de palavras como "guga e pássaro" e outros "guga e elefante". No dia seguinte, os cientistas interrogaram os voluntários se a palavra "guga" cabia numa caixa de sapatos. De acordo com o estudo, os vocábulos reproduzidos na fase de sono profundo designada "up state", 60% dos voluntários classificavam corretamente as palavras inventadas.

Na fase do sono profundo, "up state", que só dura cerca de meio segundo, o eletroencefalograma registra que todas as células cerebrais estão ativas conjuntamente. Ela se alterna com a "down state", em que não há atividade entre as diversas áreas do cérebro.

De acordo com o pesquisador Marc Züst, coautor do estudo, o experimento demonstra ser possível aprender com o inconsciente 100% ativo, porém, não é saudável ouvir várias palavras durante a noite, esperando que sejam armazenadas na memória. O barulho constante é uma fonte de perturbação para o sono adequado.

#pracegover: É possível aprender dormindo, diz estudo.

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