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Você tem amizades que são bastante ríspidas e rudes com você? Amigos que te magoam com as duras palavras? Estudo da University of Plymouth confirmou que esse seu amigo "mais rude" é, na verdade, aquele que quer o melhor para você.

De acordo com a pesquisa publicada na Psychological Science, as pessoas que tendem a fazer os outros sentirem emoções negativas acreditam que o impacto destas emoções possa beneficiar a outra pessoa no longo prazo.

O estudo analisou o comportamento de 140 pessoas em diversas situações e, com isso, foi possível concluir que existem casos onde as pessoas são rudes, mas não por que não gostam da outra pessoa ou porque querem magoá-las, e sim porque se importam. Ser "rude" é a forma que elas demonstram empatia e altruísmo.

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Um estudo da Universidade Oxford, mostrou que a idade que começamos a escolher melhor nossos amigos e encolher o nosso grupo é com 25 anos. Os pesquisadores descrevem essa idade como o ponto de “pico” para as amizades.

Parece que essa coisa de encolher o círculo de amizades, perder amigos em geral, é muito ruim né, mas na verdade, é até melhor. Porque de acordo com a ciência, o que acontece é que nessa idade a gente começa a se afastar das falsianes e se aproximar das verdadeirianes.

Teve até um estudo publicado da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos que mostrou que ter um grupo mais íntimo, é mais benéfico para seu bem-estar que ter muitos amigos.

Um melhor amigo te ajuda a bloquear a ansiedade, a ser mais positivo, te dá mais força física e emocional e tudo isso porque essa pessoa é a que te dá mais apoio nas horas em que você mais precisa e você sabe que pode contar independente de qualquer coisa.

Além disso, vocês têm mais tempo para ficar juntos e é mais fácil de encaixar os programas como viagens, jantares e compras na agenda.Muito interessante, né?

E você, acha mais vantajoso ter muitos amigos, porém mais distantes, ou ter poucos, porém com amizades mais próximas e intensas?

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Uma pesquisa acompanhou 267 homens, na faixa dos 30 anos e mostrou que os homens que passavam mais tempo com seus amigos na infância têm menor índice de massa corporal e pressão mais baixa.

Estudos anteriores mostram que uma boa convivência em sociedade faz bem para a saúde, mas esse é o primeiro que mostrou os impactos da infância na saúde da vida adulta.

O estudo foi publicado no periódico Psychological Science.

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Quantos amigos você tem? Pensou? Você tem metade disso! Você pode acreditar que é uma pessoa popular, mas uma nova pesquisa psicológica sugeriu que apenas 50% das pessoas que você considera que são seus amigos pensariam a mesma coisa de você.

Estudo feito por cientistas da Universidade de Tel Aviv, de Israel, e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos concluiu que as pessoas têm uma má percepção dos laços de amizade e são incapazes de diferenciar os “amigos” dos “conhecidos”. A pesquisa revelou que apenas 50% das pessoas correspondem ao sentimento de amizade.

“Acontece que nós somos ruins em julgar quem são nossos companheiros”, disse o Dr. Erez Shmueli, que conduziu a parte israelense da pesquisa. “A nossa dificuldade em determinar a proporção de amizade limita significativamente a nossa capacidade de se envolver em acordos de cooperação. Nós aprendemos que não podemos confiar em nossos instintos ou intuição. Deve haver uma maneira objetiva de medir essas relações e quantificar seu impacto”, disse.

Os cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts separaram 600 estudantes da Europa, Estados Unidos e Israel, e pediram para eles avaliarem os níveis de amizade e a expectativa de reciprocidade.

“Descobrimos que 95% dos participantes pensavam que seus relacionamentos eram mútuos. Se você acha que alguém é seu amigo, espera que ele se sinta da mesma maneira. Mas, na verdade, não é o caso, pois apenas 50% se classificaram no nível de amizade bidirecional”, explicou o Dr. Shmueli.

“As relações que são retribuídas são importantes por causa da influência social. Então, neste experimento, analisamos que os diferentes incentivos para a afeição faz com que a pressão pela amizade supere pelo dinheiro em termos de motivação”, disse.

Os cientistas acreditam que um “algoritmo de amizade” desenvolvido como resultado do estudo mostra um nível extremamente alto de precisão para saber se uma amizade será unilateral ou não. “Nosso algoritmo não só diz se uma amizade é reciproca ou não como também determina a direção e o sentido dela”, concluiu Scmueli.

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