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Anônimo

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Era osso, viu. Todas as soluções eram intravaginais e os primeiros registros desta preocupação datam por volta de 400 a.C.. Cada cultura dava seu jeito: as romanas faziam bolinhas de lã; as africanas, bolinhas de grama; as gregas enrolavam retalhos numa ripa de madeira; as japonesas faziam canudinhos de papel; as egípcias se viraram com canudinhos de papiro e por aí vai. Na Idade Média que elas começaram a usar toalhinhas externas para absorver o fluxo. Mas todos sabemos que essa época não é um referencial de higiene, então era normal esse artifício despertar coceiras e assaduras. Ainda assim era melhor do que ficar como as mulheres indígenas: isoladas e sentadas numa espécie de ninho.

E pouca coisa mudou de lá até 1933, quando o absorvente foi patenteado. Mas só chegou no Brasil 40 anos depois! Ou seja, há pouco mais de 30 anos que temos absorventes plásticos e descartáveis por aqui. Sua avó, e talvez até a sua mãe, tiveram que se valer das toalhinhas.