Instagram

Uma pesquisa chamada 'Birth Order and Delinquency' realizada por pesquisadores do MIT, Aarhus University, Northwestern University e University of Florida feita com 2 milhões de crianças americanas e dinamarquesas comprovou que a ordem de nascimento pode afetar problemas disciplinares na escola. Os segundo filhos costumam ser mais arteiros do que os primeiros!Continue lendo...

Instagram

Sexo é benéfico para a saúde, pesquisas apontam que a pratica pode se relacionar ao bom humor e a uma melhor qualidade de vida. Agora, um estudo feito pela mostrou que a receita para uma vida mais longa é fazer sexo, ou seja, quanto mais transarmos, mais tempo teremos de vida.

Na primeira fase do estudo, 918 homens residentes da aldeia galesa, Caerphilly, com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados por pesquisadores ingleses sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que transavam.

Os pesquisadores concluíram que, homens que faziam sexo ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.

A segunda fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto elas estavam satisfeitas.

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que faziam mais sexo e tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de "capa" que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento em nossa expectativa de vida.

Por que o sexo prolongaria a vida? Existem múltiplas explicações possíveis segundo os cientistas: sexo frequente significa um relacionamento íntimo. Muitos estudos mostram que laços pessoais próximos aumentam a saúde e prolongam a longevidade.

Fontes 1, 2 e 3

Instagram
Qual a chance de ganhar na Mega da Virada?

0,6% é a possibilidade de a Mega-Sena da Virada ter um único apostador premiado, levando em consideração que o volume de apostas é de 350 milhões de bilhetes, similar ao ocorrido em 2015 e 2016. De acordo com um estudo da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV EMAp), a probabilidade maior é que o prêmio de R$ 200 milhões seja dividido entre seis ou sete vencedores.

"A probabilidade de repartição do prêmio entre seis ganhadores é de 14,9%, o mesmo porcentual de chances de o concurso premiar sete ganhadores. Portanto, o valor mais provável que cada vencedor ganhará é de R$ 35 milhões ou R$ 30 milhões (seis ou sete apostas vencedoras, respectivamente). Em seguida, aparecem as probabilidades de oito e cinco vencedores, com 13% e 12,8%, respectivamente. A chance de acontecer nove ganhadores é de 10,1%", afirma o professor da FGV EMAp Moacyr Alvim Silva.

O levantamento revela também que os R$ 200 milhões – valor do prêmio da Mega-Sena da Virada – enfileirados em notas de R$ 50, uma após a outra, dariam uma fila de 630 km, que é aproximadamente a extensão do litoral do Estado do Rio. Ou, com cada cédula arrumada lado a lado, o valor total da premiação cobre o equivalente a 11 campos de futebol.

"Não é aconselhável ficar andando com esse dinheiro por aí, pois o peso é de aproximadamente 4 toneladas. A coluna de notas arrumadas em uma única pilha teria altura de mais que 350 metros. Mas organizadas para ocupar uma área equivalente a uma cama de casal, a altura é de um metro e meio, não teria como colocar tanto dinheiro embaixo do colchão", diz o professor.

Silva destaca que, caso a Mega-Sena da Virada tenha um vencedor único, o sortudo sem investir nada e colocando o dinheiro debaixo do colchão pode retirar R$ 50 mil todo mês e, mesmo assim, levaria 350 anos para gastar tudo. "Investindo em um fundo bem conservador atual, com juros reais de 2% ao ano, ele pode retirar R$ 345 mil por mês, livre de risco e sem ter problemas com a inflação. O dinheiro nunca iria acabar", diz o professor.

Fonte

Instagram

Lavar a louça com concentração pode ajudar a limpar a mente de pensamentos negativos.

Pesquisadores da Florida State University reuniram 51 voluntários que leram instruções antes de lavarem 18 pratos cada um.

Metade leu instruções inspiradas na meditação mindfulness, com orientações para que os voluntários se concentrassem no ato de lavar os pratos e estivessem plenamente conscientes de todos os movimentos, a respiração e os aspectos sensoriais da prática.

A outra metade leu um texto curto e descritivo sobre como lavar louça corretamente.

Os pesquisadores descobriram que aqueles que lavaram os pratos usando a técnica mindfulness (se concentrando na temperatura da água, no aroma do sabão e nos movimentos que estavam fazendo) relataram sentimentos de inspiração 25% maiores e níveis de nervosismo 27% mais baixos que antes de lavar a louça.

Por outro lado, os que não praticaram a atenção concentrada não se beneficiaram da tarefa. Os níveis de estresse foram aferidos por um questionário objetivo realizado com os participantes antes e depois da lavagem da louça.

Os pesquisadores concluíram que a pesquisa sugere que atividades cotidianas podem ser ótimas oportunidades para praticar a técnica mindfulness com bons resultados.

Fonte