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A quarta-feira de cinzas é o dia do ano com maior ausência de funcionários, superando a véspera de Ano Novo.

Uma pesquisa feita com 30 mil colaboradores de uma empresa de tecnologia e RH (Pontomais) mostrou que 50% das pessoas que deveriam voltar à labuta não vão trabalhar! Para se ter uma ideia, a véspera de Ano Novo tem falta de 37% dos funcionários, ambas as situações de funcionário que não tem folgas marcadas.

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Você acha que a vida de todo mundo é a maravilha do que é publicado nas redes sociais? Que os influenciadores digitais não passam por perrengues diários? Que seus amigos estão realmente sempre sorrindo como se não houvesse um boleto para ser pago? Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que uma em cada dez pessoas distorce a realidade nas redes sociais para se sentir melhor.

O estudo revela que, para obter curtidas, uma em cada dez pessoas finge estar em algum lugar ou fazendo algo que talvez não seja exatamente verdade. Isso significa que uma parcela significativa dos usuários mente nas redes sociais para ganhar mais curtidas em suas publicações. Aquela postagem em que sua amiga diz estar em alguma festa da alta sociedade pode, na verdade, ser uma imagem buscada na internet ou mesmo a foto de uma festa qualquer que ela não estava.

Não receber likes suficientes por uma publicação também afeta homens e mulheres. Entre os homens, 24% temem que, se poucas pessoas curtirem suas postagens, os amigos acharão que eles não são populares, enquanto 17% das mulheres pensam o mesmo.

Homens são mais "saidinhos" nas redes sociais: cerca 9% dos entrevistados publicaria fotos sem roupas, enquanto somente 5% das mulheres entrevistadas considerariam essa possibilidade.

Homens são mais fofoqueiros! Dos homens, 14% disseram que revelariam um segredo sobre um colega de trabalho (contra 7% das mulheres), e 13% estariam dispostos a revelar informações confidenciais de seu chefe nas redes. Para piorar, 12% dos homens mostrariam algo vergonhoso sobre um amigo, contra apenas 6% das mulheres que tomariam a mesma atitude. Gente!

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Você conhece pessoas que têm respostas para tudo, sempre opinando e tentando mostrar como são mais inteligentes que especialistas de um determinado assunto? Essas pessoas podem ser vítimas do efeito Dunning-Kruger, ou seja, que superestimam suas aptidões sociais e intelectuais.Continue lendo...

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Estudo da Michigan State University liderado pelo sociólogo Hui Liu mostrou que mulheres que estão sempre implicando com os comportamentos de seus parceiros com relação à saúde deles são as melhores parceiras para um relacionamento saudável.

Usando dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, Liu e colegas analisaram os resultados da pesquisa de 1.228 entrevistados casados em cinco anos. No início do estudo, os entrevistados tinham entre 57 e 85 anos de idade; 389 tinham diabetes no final do estudo - Diabetes é a sétima principal causa de morte nos Estados Unidos. Mais de 29 milhões de americanos tiveram diabetes em 2012, ou seja, 9,3% da população.

Liu, especialista em saúde de base populacional e ciência da família, investigou o papel da qualidade conjugal no gerenciamento e risco de diabetes e encontrou duas grandes diferenças de gênero: - o achado mais surpreendente foi que, para os homens, um aumento na qualidade conjugal negativa - mulheres implicantes - diminuiu o risco de desenvolver diabetes e aumentou as chances de controlar a doença após seu início. A diabetes requer monitoramento frequente que as esposas podem estar estimulando o marido a fazer, aumentando sua saúde, mas também aumentando a tensão conjugal ao longo do tempo. - para as mulheres, um bom casamento estava relacionado a um risco menor de ser diabético cinco anos depois. As mulheres podem ser mais sensíveis do que os homens à qualidade de um relacionamento e, portanto, mais propensas a experimentar um impulso de saúde a partir de um relacionamento de boa qualidade.

Como o diabetes é a doença crônica que mais cresce nos Estados Unidos, a implementação de políticas públicas e programas destinados a promover a qualidade conjugal também deve reduzir o risco de diabetes e promover saúde e longevidade, especialmente para mulheres em idades mais avançadas", diz o estudo.

#pracegover: Mulheres que implicam com seus parceiros são as melhores parceiras, sugere estudo.

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As armas de fogo podem ajudar mulheres a se protegerem da violência doméstica?

Não há quem não tenha se chocado com o caso da paisagista Elaine Caparróz, de 55 anos, que quase foi assassinada pelo estagiário de direito Vinícius Batista Serra.


Eles se conheceram pela internet e o relacionamento virtual já durava 8 meses. Os dois se seguiam nas redes sociais e até tinham amigos em comum. Por isso, a vítima se sentiu segura para convidá-lo para um jantar em no seu apartamento, na Barra da Tijuca, RJ.

A vítima relatou que o agressor pediu para dormir com ela, que acordou no meio da noite aos murros, mordidas e xingamentos.

Depois de ser torturada por cerca de 4 horas, Elaine foi internada na UTI em estado grave, e terá que passar por várias cirurgias por causa das fraturas, além de trauma no pulmão e nos rins.

Há fortes indícios de que o crime foi premeditado, já que ao entrar no prédio de Eliane, Vinícius se cadastrou na recepção com um nome falso, Felipe.

Sempre que casos de violência contra a mulher vêm à tona, é comum que os defensores da flexibilização das armas de fogo usem como argumento que, a solução seria armar a vítima.

Um exemplo é o comentário abaixo, que ignora o fato de que a vítima estava dormindo quando foi atacada. Mesmo que houvesse uma arma ali, Elaine não teria a oportunidade de usar.

Eu não sou o único que discorda deste tweet do Carlos Bolsonaro. Além de uma série de especialistas em segurança pública e defensores de direitos humanos, há uma discordante que não costuma estar errada: a matemática.

Pesquisadores do VPC, Centro de Políticas de Violência, na sigla em inglês, analisaram dados do FBI e descobriram que as mulheres têm 100 vezes mais chances de serem mortas por um homem armado do que usar uma arma de fogo em legítima defesa.

O levantamento descobriu que houveram 328 homicídios justificáveis cometidos por cidadãos privados naquele ano, mas apenas 16 envolviam uma mulher matando um homem com arma de fogo. Por outro lado, houveram 1.686 casos em que uma mulher foi assassinada por um homem armado.

E antes que a bancada da bala traga seus questionamentos, é importante ressaltar que os dados são referentes a apenas incidentes de vítima única e de ofensor único - ou seja - excluem tiroteios em massa.

Além disso, 93% das vítimas femininas foram assassinadas por homens que elas conheciam, sendo que 64% delas, eram esposas ou “conhecidas íntimas” dos assassinos.

Ah, isso não inclui ex-namoradas, pois o FBI não divulga essas informações. Significa que os números poderiam ser ainda mais graves.

Os defensores das armas de fogo podem argumentar que esse estudo só contabilizou homicídios justificáveis, mas ignorou casos onde a mulher usou a arma para se defender sem matar o cara, ou quando ela só usou a arma para ameaçar e nem chegou a atirar no agressor.

Verdade. Mas por outro lado, o estudo também não conta as mulheres que não chegam a ser assassinadas, mas são feridas ou intimidadas por homens com armas na mão.

Outros estudos citados no levantamento do VPC, reforçam que EUA está longe de ser referência no combate ao feminicídio praticado com arma de fogo.

Em 1997, o Archives of Internal Medicine analisou fatores de risco para morte violenta de mulheres em sua própria casa, e descobriu que a presença de uma arma no imóvel, triplica as chances de morte seguida de violência.

Já um levantamento feito por Harvard em 2002, mostrou que a população feminina dos EUA representava apenas 32% das mulheres em 25 países de alta renda, mas era responsável por 84% dos homicídios de mulheres por arma de fogo.

Um dos autores desse outro estudo de Harvard, o Dr. David Hemenway, concluiu que “a diferença nas taxas de vitimização de homicídio feminino entre os EUA e esses outros países industrializados é muito grande e está intimamente ligada aos níveis de posse de armas.”

Em outras palavras, não pode ser explicada por diferenças na urbanização ou desigualdade social e de renda.

É muito interessante observar que os dados vêm dos EUA, país corriqueiramente citado pelos defensores de armas como bom exemplo de política armamentista.

Com base nessas informações, podemos afirmar que a resposta para a pergunta feita no título deste post é não.

Você pode ler a íntegra do levantamento do VPC aqui (em inglês).

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Clique aqui para ler esta TREAD na íntegra.

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A doença que fazia os negros fugirem da escravidão

A sociedade branca na ciência já criou teorias racistas para afastar negros das condições intelectuais e biológicas das etnias brancas. Não bastasse a perversão que seus estudos carregavam para desumanizar os africanos, um deles ainda categorizou a fuga como problema mental.

As teorias racistas que hoje são chamadas de pseudo-ciência, eram aceitas pela ciência tradicional em todo o mundo até a década de 1930. Elas se proliferaram em todos os continentes dominados por europeus ou que já foram colônia européia.

Foram utilizadas para segregar e manter negros e ameríndios em posições inferiores da sociedade. Elas foram alimentadas, também, por dogmas e teologias que vinham de religiosos pró-escravidão. Eles a justificavam com o argumento de que “nem são tão humanos assim”.

Então havia um consenso geral que a escravidão era benéfica para o próprio negro, pois ele poderia evoluir da sua condição e aprender com a “civilização européia”. Trabalhando em troca de comida e um lugar para dormir. Nesse pensamento, fugir do cativeiro era coisa de lunático.

Foi o que concluiu Dr. Samuel A. Cartwright em 1851, médico americano que atuava no Mississippi e Louisiana. Ele publicou um artigo intitulado Relatório Sobre as Doenças e Peculiaridades Físicas da raça Negra” no New Orleans Medical and Surgical Journal.

No artigo ele categorizou duas novas doenças que eram especificamente condições de negros e descendentes. A primeira era a disestesia aethiopica, que deixava os negros preguiçosos em seu trabalho (seguindo o que eugenistas tradicionais já consideravam).

Para ele “Há uma insensibilidade parcial da pele, e uma letargia tão grande das faculdades intelectuais, como ser como uma pessoa meio adormecida, que está com dificuldade despertada e mantida desperta”.

A outra doença era Drapetomania, uma doença que levava o negro escravizado a querer fugir da sua condição natural. Em suas palavras “A causa na maioria dos casos que induz o negro a fugir do serviço é tanto uma doença da mente”.

Uma das provas que as religiões influenciaram fortemente as pdeuso-ciências racistas é que Cartwright citou a Bíblia cristã para defender seu ponto de vista. “se ele [o negro] o mantém na posição que aprendemos das Escrituras, ele deveria ocupar, isto é, a posição de submissão...”.

O médico sugere que os escravocratas obtivessem obediência plena: “De acordo com a minha experiência, o "genu flexit" - a admiração e reverência, deve ser exigido deles, ou eles desprezarão seus mestres, tornar-se-ão rudes e ingovernáveis, e fugirão.

Em nenhum momento ele considerou que os negros odiavam a escravidão e vários grupos em várias colônias do mundo organizaram insurreições, algumas que concluíram com a liberdade como foi o Palenque de São Basílio na Colômbia.

Além desse diagnóstico tenebroso, Samuel A. Cartwright propôs um remédio infalível para a doença que faz os negros fugirem. Segundo suas próprias palavras que são auto-explicativas

“Como uma medida preventiva contra a fuga, ou outra má conduta.” Era resolvido “chicoteando o diabo para fora deles.”

Fontes 1, 2 e 3