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Estudo mostra que cantar diminui em 96% a sensação de estresse e de isolamento nos trabalhadores.

Acadêmicos da Universidade de Leicester, no Reino Unido, questionaram 1.000 indivíduos de diversas profissões e empresas sobre as exigências laborais a que estavam sujeitos, do seu humor e nível de socialização.

A professora Joanna Foster, líder do estudo, disse que "Cantar em grupo tem um efeito positivo na saúde e na produtividade no trabalho", e completou: "Cantar é uma atividade divertida e livre. As entidades laborais deviam mesmo incluir grupos de canto nas empresas e encorajar os indivíduos a participarem".

Um estudo anterior, também realizado pela Universidade de Leicester, concluiu que um em cada 20 trabalhadores se sente sobrecarregado no emprego e que um em três não consegue gerir a carga de tarefas que lhe é atribuido.

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Entre 1960 e 1985, o PIB dos países onde o pênis médio é pequeno cresceu mais que o PIB dos países "bem-dotados".

Cada centímetro a menos gera um aumento de 5% a 7% no crescimento econômico segundo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Helsinque (Helsink Center of Economic Research).

Os pesquisadores supõem que, como pênis grande e salário alto contribuem para a autoestima homem, quem não tem o primeiro se esforça mais para conseguir o segundo.

Vale lembrar que a o tamanho médio de um pênis, segundo levantamento britânico feito com 15.521 homens, tem o comprimento flácido de 9,16 centímetros e, esticado, 13,24 centímetros. Já o tamanho médio do órgão sexual masculino ereto é 13,12 centímetros. A circunferência média do pênis flácido é de 9,31 centímetros e ereto 11,66 centímetros.

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A quarta-feira de cinzas é o dia do ano com maior ausência de funcionários, superando a véspera de Ano Novo.

Uma pesquisa feita com 30 mil colaboradores de uma empresa de tecnologia e RH (Pontomais) mostrou que 50% das pessoas que deveriam voltar à labuta não vão trabalhar! Para se ter uma ideia, a véspera de Ano Novo tem falta de 37% dos funcionários, ambas as situações de funcionário que não tem folgas marcadas.

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Você acha que a vida de todo mundo é a maravilha do que é publicado nas redes sociais? Que os influenciadores digitais não passam por perrengues diários? Que seus amigos estão realmente sempre sorrindo como se não houvesse um boleto para ser pago? Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que uma em cada dez pessoas distorce a realidade nas redes sociais para se sentir melhor.Continue lendo...

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Você conhece pessoas que têm respostas para tudo, sempre opinando e tentando mostrar como são mais inteligentes que especialistas de um determinado assunto? Essas pessoas podem ser vítimas do efeito Dunning-Kruger, ou seja, que superestimam suas aptidões sociais e intelectuais.Continue lendo...

Cinema

A estatueta do Oscar, de cerca de 13,5 centímetros de altura e 8,5 quilos, é possivelmente o prêmio mais reconhecido do mundo. E por mais que seja muito cobiçada por celebridades do Cinema e banhada com ouro, não significa que seja realmente valiosa.

Vender uma estatueta do Oscar é praticamente impossível. Isso porque quem tem um Oscar, na verdade, não tem um Oscar. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas emprestam as estatuetas aos ganhadores. Isso acontece desde a década de 1950.

Um vencedor do Oscar não pode vender ou se desfazer de uma estatueta sem primeiro oferecer para venda à Academia por US$ 1 dólar. E as regras não se aplicam apenas ao vencedor, mas também a seus herdeiros e a qualquer um que de alguma forma adquiriu um Oscar.

Caso você coloque as mãos em uma estatueta do Oscar cunhada antes de 1950, a sorte sorriu para você. Embora a Academia tenha mudado as regras em 1950 para restringir a venda do Oscar, não havia regras antes disso. E mais de 150 desses primeiros prêmios foram para leilão.

Um dos maiores pagamentos foi a venda do Oscar de Melhor Filme de 1940 por 'E o vento levou'. O rei do pop, Michael Jackson, conseguiu a estatueta em um leilão em 1999 por meros US$ 1,54 milhão.

Não são apenas as grandes categorias que podem ganhar muito dinheiro. O Oscar de 1942 de Melhor Roteiro para o 'Cidadão Kane' foi vendido em um leilão na Califórnia em 2011 por surpreendentes US$ 861.542, segundo a Reuters. Até mesmo um Oscar de Melhor Gravação de Som - oferecido em 1942 pelo Yankee Doodle Dandy - foi vendido em leilão em 2011 por US$ 89.625.

Ganhar um Oscar aumenta os ganhos na carreira? Para os homens, ganhar uma estatueta pode fornecer um grande impulso para seu futuro potencial de ganhos, de acordo com um estudo realizado em 2010 pelos pesquisadores da Universidade Colgate. Segundo a pesquisa, os atores masculinos vêem um aumento de 81% no salário depois de ganhar um Oscar - cerca de US$ 3,9 milhões.

Mas a recompensa não foi tão clara para as mulheres. Na melhor das hipóteses, ganhar um Oscar de Melhor Atriz valeu até US$ 500.000, segundo o estudo.

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Geral
As armas de fogo podem ajudar mulheres a se protegerem da violência doméstica?

Não há quem não tenha se chocado com o caso da paisagista Elaine Caparróz, de 55 anos, que quase foi assassinada pelo estagiário de direito Vinícius Batista Serra.


Eles se conheceram pela internet e o relacionamento virtual já durava 8 meses. Os dois se seguiam nas redes sociais e até tinham amigos em comum. Por isso, a vítima se sentiu segura para convidá-lo para um jantar em no seu apartamento, na Barra da Tijuca, RJ.

A vítima relatou que o agressor pediu para dormir com ela, que acordou no meio da noite aos murros, mordidas e xingamentos.

Depois de ser torturada por cerca de 4 horas, Elaine foi internada na UTI em estado grave, e terá que passar por várias cirurgias por causa das fraturas, além de trauma no pulmão e nos rins.

Há fortes indícios de que o crime foi premeditado, já que ao entrar no prédio de Eliane, Vinícius se cadastrou na recepção com um nome falso, Felipe.

Sempre que casos de violência contra a mulher vêm à tona, é comum que os defensores da flexibilização das armas de fogo usem como argumento que, a solução seria armar a vítima.

Um exemplo é o comentário abaixo, que ignora o fato de que a vítima estava dormindo quando foi atacada. Mesmo que houvesse uma arma ali, Elaine não teria a oportunidade de usar.

Eu não sou o único que discorda deste tweet do Carlos Bolsonaro. Além de uma série de especialistas em segurança pública e defensores de direitos humanos, há uma discordante que não costuma estar errada: a matemática.

Pesquisadores do VPC, Centro de Políticas de Violência, na sigla em inglês, analisaram dados do FBI e descobriram que as mulheres têm 100 vezes mais chances de serem mortas por um homem armado do que usar uma arma de fogo em legítima defesa.

O levantamento descobriu que houveram 328 homicídios justificáveis cometidos por cidadãos privados naquele ano, mas apenas 16 envolviam uma mulher matando um homem com arma de fogo. Por outro lado, houveram 1.686 casos em que uma mulher foi assassinada por um homem armado.

E antes que a bancada da bala traga seus questionamentos, é importante ressaltar que os dados são referentes a apenas incidentes de vítima única e de ofensor único - ou seja - excluem tiroteios em massa.

Além disso, 93% das vítimas femininas foram assassinadas por homens que elas conheciam, sendo que 64% delas, eram esposas ou “conhecidas íntimas” dos assassinos.

Ah, isso não inclui ex-namoradas, pois o FBI não divulga essas informações. Significa que os números poderiam ser ainda mais graves.

Os defensores das armas de fogo podem argumentar que esse estudo só contabilizou homicídios justificáveis, mas ignorou casos onde a mulher usou a arma para se defender sem matar o cara, ou quando ela só usou a arma para ameaçar e nem chegou a atirar no agressor.

Verdade. Mas por outro lado, o estudo também não conta as mulheres que não chegam a ser assassinadas, mas são feridas ou intimidadas por homens com armas na mão.

Outros estudos citados no levantamento do VPC, reforçam que EUA está longe de ser referência no combate ao feminicídio praticado com arma de fogo.

Em 1997, o Archives of Internal Medicine analisou fatores de risco para morte violenta de mulheres em sua própria casa, e descobriu que a presença de uma arma no imóvel, triplica as chances de morte seguida de violência.

Já um levantamento feito por Harvard em 2002, mostrou que a população feminina dos EUA representava apenas 32% das mulheres em 25 países de alta renda, mas era responsável por 84% dos homicídios de mulheres por arma de fogo.

Um dos autores desse outro estudo de Harvard, o Dr. David Hemenway, concluiu que “a diferença nas taxas de vitimização de homicídio feminino entre os EUA e esses outros países industrializados é muito grande e está intimamente ligada aos níveis de posse de armas.”

Em outras palavras, não pode ser explicada por diferenças na urbanização ou desigualdade social e de renda.

É muito interessante observar que os dados vêm dos EUA, país corriqueiramente citado pelos defensores de armas como bom exemplo de política armamentista.

Com base nessas informações, podemos afirmar que a resposta para a pergunta feita no título deste post é não.

Você pode ler a íntegra do levantamento do VPC aqui (em inglês).

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