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Neste 2 de abril é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data, estabelecida em 2007, tem por objetivo difundir informações para a população sobre o autismo e assim reduzir a discriminação e o preconceito que cercam as pessoas afetadas por esta síndrome neuropsiquiátrica.Continue lendo...

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Pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra, descobriram que o ato de contar mentiras, mesmo aquelas que parecem ser inofensivas e pequenas, acostuma o cérebro às emoções negativas associadas e, com o tempo, pode encorajar as pessoas a contar mentiras mais cabeludas.

Tali Sharot, coautora do estudo, e seus colegas se questionaram se o cérebro se acostuma com as mentiras, da mesma forma que acontece com o horror gerado por uma imagem violenta se ela for vista várias vezes. Normalmente, as pessoas se sentem culpadas por mentir, mas o sentimento desaparece com a prática.

O estudo foi feito com 80 voluntários que participaram de um experimento que os encorajava a mentir, enquanto a atividade cerebral era monitorada. Cada pessoa recebia um jarro com diferentes quantidades de moedas, e deveria enviar uma estimativa do valor no pote a um parceiro em outra sala, que via apenas uma imagem borrada do jarro e precisava acertar a quantia com base nas estimativas que recebia.

No primeiro cenário, foi dito aos participantes que quanto mais correta fosse a estimativa, melhor seria para o voluntário e o parceiro na outra sala. Dessa forma, seria benéfico para ambos enviar uma estimativa verdadeira. Mas em outros cenários, respostas erradas beneficiavam os voluntários em detrimento dos parceiros, e quanto maior fosse o erro, maior seria a recompensa.

Os pesquisadores perceberam que as pessoas começaram a fornecer estimativas com um pequeno erro, e o ato de contar essas mentiras provocavam uma forte atividade na amígdala cerebelosa, região do cérebro associada com a emoção. Mas com o tempo, a margem de erro na estimativa aumentava, enquanto a resposta da amígdala diminuía.

A correspondência entre a mentira e os efeitos na amígdala era tão forte que os pesquisadores puderam usar os resultados do monitoramento cerebral para prever qual seria o tamanho da próxima mentira. Para Neil Garret, coautor do estudo, ficou claro que “atos repetidos de desonestidade refletem numa redução da resposta emocional para esses atos”.

— Isso está de acordo com a nossa sugestão de que a amígdala sinaliza aversão a atos que consideramos errados ou imorais — disse Garret. — Nós testamos apenas a desonestidade nesse experimento, mas o mesmo princípio talvez seja aplicável ao escalonamento de outras ações, como comportamento de risco e violência.

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Esta é a tirinha de número #01 da primeira temporada de #DevaneiosInteressantes, série de 24 tirinhas do ilustrador Yorhán Araújo, que vai dar sua visão sobre alguns dos estudos que publicamos.

Toda quinta serão veiculadas 2 tirinhas diferentes: uma aqui no Muito Interessante e outra, no instagram.com/instadevaneios. Sempre por volta das 20:30h, simultaneamente.

Vai lá no @instadevaneios ver a tirinha de número 2.

Geral

Philbert Noyce é um dos únicos trabalhadores humanos em uma linha de produção completamente automatizada, existe uma certa harmonia na sua vida que foi destruída quando ele cometeu um erro grave em seu tempo: se importar com os outros.

Tudo começou quando um corpo foi encontrado pendurado em um poste de luz, a população estava ignorando este fato, de uma forma bem distante e fria. É uma hipérbole do comportamento presente em metrópoles do nosso mundo. São Paulo não é chamada de “Selva de Pedra” a toa.

Até aí é só mais um, não era conhecido, nem da família. Era “os outros” e ninguém se importa com eles, mas vida de Noyce muda quando ele percebe em um discurso de uma política incentivando a violência, em uma fração de segundos ela diz na TV "matar todos os outros".

Qualquer político que tenha um discurso de ódio e violência, mesmo que indireto, deveria receber o escrutínio social pelo seu caráter. Mas não foi o que aconteceu, à medida que Philbert se preocupava com a mensagem direcionada aos “outros”, ela aparecia com mais frequência

Sem saber quem são esses outros, ele se viu em dificuldades. Aparentemente teve um surto psicótico em um episódio nos trilhos do trem e precisou de uma avaliação psicológica. Sua mulher e seus amigos não se importavam com o que estava acontecendo.

A crítica contra a inércia da sociedade e sua falta de empatia com pessoas diferentes é muito evidente. A tensão aumentava quanto mais aquele homem se importava com quem não conhecia, afinal, em nenhum momento a história nos revelou quem eram os outros

Não vou dar spoilers para quem não assistiu, esse é um dos episódios da série Electric Dreams, a série de Ficção Científica inspirada na obra de Philip K. Dick's, conhecido também com PKD

O autor é muito conhecido por obras que trazem temas relacionados a política, autoritarismo, realidades misturadas e até misticismo para construir universos futuristas. Esse episódio em questão se chama “Kill all others” e foi inspirado no conto “The Hanging Stranger”

Ele reflete muito o olhar humanista e sensível que a produção de #scifi tem para as relações humanas. Sem um contexto profundo e uma boa discussão, essas histórias não passariam de cascas cheias de robôs, wifi e raios lasers cortando o espaço.

Não tive como deixar de correlacionar o episódio com os momentos que vivemos em nosso cenário mundial, com o aumento de uma intransigência, uma caçada quixotesca a inimigos que nunca existiram mas que são identificados simplesmente como “os outros”

A ironia é que, por mais que os mitos criados por autores de ficção ou por líderes religiosos e políticos não consigam identificar exatamente que são esses outros, é possível identificar o grupo que sente-se elevado, sublime e superior.

Se proclamam cidadãos de bem, defensores da lei e da ordem e querem manter a harmonia das coisas. Dentro esses sistemas, se preocupar com quem é diferente pode realmente ser um perigo e instigar o ódio de entidades poderosas. Ter empatia é começar uma verdadeira revolução

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A equipe da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, descobriu que escolher uma sobremesa calórica antes da refeição principal pode ser uma estratégia para garantir uma alimentação saudável. Seria um sonho? A explicação: escolher um alimento calórico logo no início da refeição influencia na escolha de um prato principal com opções mais saudáveis. Ou seja, as pessoas estão mais propensas a controlarem melhor as calorias do prato principal quando sabem que o número de calorias da sobremesa é alta o suficiente para prejudicar a dieta e, consequentemente, a saúde.Continue lendo...

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Pesquisadores de um estudo publicado na revista científica Plos One concluíram, depois de observar 8 mil homens que viveram entre 1900 e 1916 na ilha de Oahu, no Havaí, que o gene FOXO3 que favorece a longevidade foi encontrado com mais frequência em baixinhos (abaixo de 1,6 metro de altura). O gene FOXO3 também produz menos insulina, fazendo com que a incidência de câncer seja menor.

Pesquisadores da Albert Einstein College of Medicine estudaram cerca de 145 mil mulheres e "confirmam a associação de altura com risco de todos os tipos de câncer”. Ou seja, pessoas mais altas são mais propensas a desenvolverem qualquer tipo de câncer.

Fontes: 1 e 2

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Você sabia que a depressão já é a doença mais incapacitante do mundo e afeta no Brasil mais de 11 milhões de pessoas? De acordo com as últimas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas vivem com depressão.Continue lendo...

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Estudo da Universidade do Estado da Flórida (FSU) concluiu que lavar a louça pode ajudar a aliviar o estresse do dia a dia. A tarefa não pode ser concluída com pressa, nem deve ter auxílio da máquina de lavar louças.

A pesquisa da FSU foi feita com 51 estudantes, divididos em dois grupos: no primeiro, o participantes leram um trecho sobre atenção plena indicando a prestarem atenção em cada ato de suas vidas (proposta do mindfulness), em seguida, submetidos à tarefa. Enquanto o outro, foi encarregado de apenas lavar a louça.

Os resultados mostraram que aqueles que tiveram um ritual precedente, reduziram os níveis de estresse em 27%, e as boas inspirações cresceram 25%. Já os que não foram convidados a ler a passagem, não sofreram nenhuma alteração mental ou comportamental.

Segundo os cientistas, os beneficiados estavam pensando apenas em lavar a louça, o que significa estar totalmente focado no momento. Dessa forma, não houve descarrego de estresse durante a limpeza.

A intenção da pesquisa é observar como as atividades do dia a dia podem ser feitas a partir dos princípios de mindfulness e assim obter vantagens. Apesar de ser uma pequena descoberta, novos ângulos sobre como encarar as responsabilidades domésticas com foco, intensão e cuidado podem reduzir a tensão e os problemas psicológicos.

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Pesquisa publicada na revista científica Animal Cognition mostrou que a inteligência dos galináceos (galinhas e galos) têm uma capacidade mental maior que de crianças

As galinhas são muito boas na arte da enganação, dizem os pesquisadores: os galos chamam as galinhas para comer mesmo quando não há comida, apenas para atrair as fêmeas. Quando estão na época de acasalamento, os galos também costumam cantar bem baixinho quando há outros galos por perto, para não avisar os rivais que há galinhas por perto.

Essa tática de manipulação social, também chamada de Inteligência Maquiavélica, só é comum em algumas poucas espécies de mamíferos, incluindo primatas.

As galinhas também entendem de números. Os pintinhos de até 5 dias de idade entendem quantidades, assim como soma e subtração. Muitos animais entendem tempo, mas as galinhas conseguem fazer viagem no tempo mental, lembrando de coisas do passado e pensando no futuro.

Galinhas usam pelo menos 24 formas de se comunicar com a voz, e várias outras formas de comunicação visual.

No que os cientistas chamam de comunicação referencial, eles explicam que outros animais como macacos e outras aves se comunicam de jeitos diferentes dependendo da situação, e se referem a diferentes. As galinhas fazem isso também. Elas tem uma voz de alarme para predadores voadoras e outra para predadores terrestres.

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