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O costume do aplauso tem origem nebulosa, mas há registros dele que datam de 3 mil anos atrás. A probabilidade maior e mais plausível é que tenha surgido durante rituais pagãos, onde se acreditava que o som servia para atrair a atenção dos deuses. Daí o teatro grego puxou o costume, estimulando a platéia a bater palmas para atrair os deuses das artes. Não tardou para que os políticos começassem a querer o mesmo efeito durante suas apresentações. Aliás, o famoso imperador Nero contratava um séquito de mais de 5 mil pessoas para garantir aplausos em suas aparições públicas. Então popularizou-se como uma forma de aprovação e manifestação de respeito a quem se apresenta.

Outras hipóteses menos prováveis, porém muito interessantes: 

1) O aplauso nasceu ainda na idade da pedra, quando nossos ancestrais, para comemorar uma boa caçada, batiam as cabeças. Com o tempo (e alguns hematomas) o costume foi substituído pelo bater de mãos.

2) Ainda derivado da idade da pedra, o aplauso seria uma adaptação do som de pedras batendo: uma forma encontrada pelos nossos ancestrais de fazer barulho para festejar.

3) Na Grécia antiga, no caso de empate em combates, os guerreiros eram obrigados a darem cabeçadas um no outro para ver quem resistia. A platéia estimulava simulando o choque das cabeças dos concorrentes com as próprias mãos.

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