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Valcy Alves

Valcy Alves

O mercúrio é o único metal líquido porque seu ponto de fusão é muito baixo: apenas 38 graus Celsius negativos. Ou seja, é muito difícil estar em um lugar onde o mercúrio possa ser encontrado em estado sólido - talvez apenas nos pólos ou em outros locais MUITO frios. Sua forma mais comum é o sulfeto de mercúrio (HgS), um minério avermelhado ou preto, mais conhecido como cinábrio. Continue lendo...

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Charlon Sousa

Charlon Sousa

Existia um nada composto por absolutamente tudo o que não existe.

Antes do Big Bang tudo o que conhecemos estava exatamente onde sempre esteve, só que ocupando um lugar menor do que o de hoje. O que sabemos é que o Universo como conhecemos só existe dentro daquela pequena explosão de origem, tudo impresso como uma impressão digital, nossa marca de registro.

Mas curiosos como os humanos são, a busca pelo limbo fora daquele pequeno espaço parece óbvio e altamente imaginativo, e foi isso que alguns estudiosos fizeram, formulando uma verdadeira revolução sobre a existência. Continue lendo...

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Anônimo

Anônimo

De frio ou de calor, iríamos todos morrer.


Uma das maneiras aceitáveis para que um planeta saia de sua órbita é sofrendo uma forte – e forte mesmo – colisão de algum outro objeto.

Como a Terra tem uma massa enorme, para que o objeto fosse capaz de tirá-la do caminho ele precisaria ter, no mínimo, o tamanho de Vênus.

E, neste caso, a Terra seria totalmente esmagada e destruída na hora, provavelmente acabando com a vida e tudo que há no nosso planetinha azul em alguns segundos.

Mas se, por alguma força do acaso, a Terra fosse capaz de resistir ao impacto, iria sofrer muito com a distância do Sol. A vida na Terra depende do calor, da luz e da energia do sol para sobreviver. Distante desta estrela tão importante, o planeta poderia congelar e perder todos os seus recursos naturais. Ou seja, se o fim não viesse no exato momento da colisão, viria mais tarde de qualquer forma em um inverno sem fim.

Outra forma da Terra se libertar de sua órbita e sair passeando pelo universo seria se o Sol de repente perdesse sua massa de forma muito abrupta, transformando-se em uma nova solar, diferente de uma supernova. Isso é muito improvável, mas digamos que isso aconteça. A Terra não iria conseguir aguentar por muito tempo também porque os raios solares iriam superaquecer os oceanos, queimar tudo que estivesse pela frente e acabar com tudo em alguns segundos.

Em um cenário ainda mais impossível, imagine que o Sol perdeu massa tão rápido que não teve tempo de liberar seus raios superquentes e a Terra conseguiu escapar da órbita antes de ser torrada. A vida até poderia aguentar por um tempo, mas iria ter o mesmo triste fim gelado que falamos antes.

Tudo é muito assustador, mas a probabilidade de isso acontecer é praticamente nula. Eu disse: "praticamente".

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Anônimo

Anônimo

Um olhinho pra lá, outro pra cá. As pessoas que nascem ou desenvolvem o estrabismo possuem uma visão distorcida e duplicada.

Além de um problema estético e até social, o estrabismo traz muitas dificuldades de enxergar. A visão dupla acontece porque, para termos uma visão perfeita, com proporções e profundidades naturais, nossos olhos precisam estar alinhados entre si. O cérebro reconhece as imagens captadas pelas lentes oculares e une o que cada um dos olhos está vendo em uma coisa só.

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Anônimo

Anônimo

Atualmente no Brasil existem 13 cidades que oferecem o serviço de transporte coletivo de forma gratuita. Cada uma delas funciona de uma forma diferente. Algumas possuem somente algumas linhas liberadas, enquanto em outras é tudo “free” mesmo. É isso mesmo. A gente aí sofrendo para pagar o busão nosso de cada dia enquanto uns podem andar de graça?

Qual é o segredo? Continue lendo...

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Anônimo

Anônimo

Pode ser esperma de bactéria, ozônio ou as duas coisas juntas.

Aquilo que nós apelidamos carinhosamente de “cheiro de chuva” vem de uma substância química chamada de geosmina, que quer dizer “perfume da terra” em grego. Ela é encontrada num tipo específico de bactéria do solo, a Streptomyces coelicolor.

As bactérias geram células reprodutoras quando estão secas e, quando chove, essas células (chamadas também de esporos) se espalham pelo ar. Pois é, é como se os espermas dessa bactéria saíssem voando por aí.

Os ventos fortes das chuvas carregam o cheiro desses esporos, fazendo com que eles cheguem em alguns lugares primeiro do que a tempestade. Por isso conseguimos sentir aquele cheirinho de chuva antes mesmo de começar a chover onde estamos.

Esse odor característico da chuva têm um nome: petricor – uma combinação das palavras gregas “pedra” e “fluido eterno”. Ele não é tão forte assim nas cidades grandes, porque há menos geosmina presente. O cheirinho da chuva é bem mais perceptível e gostoso na fazenda ou em outros lugares com bastante natureza em volta.

Tá sentindo o cheirinho daí?

Antes da chuva começar, outro cheiro que podemos notar também é do ozônio. O ozônio se forma a partir de cargas elétricas de relâmpagos, por exemplo. Ele libera um odor metálico, que é carregado pela corrente de ar, anunciando a tempestade.

Conseguimos perceber isso tudo também porque a mudança na pressão da atmosfera e na umidade do ar afeta o nosso olfato. Quando a pressão é maior e está mais úmido, o olfato tende a ficar mais aguçado. Podemos identificar que o clima está mais úmido (e até prever que vai chover), porque o cheiro de tudo fica mais intenso.

É possível sentir os dois aromas ao mesmo tempo: do petricor e do ozônio antes de começar a chover. Só que ainda não inventaram um nome para a mistura dos dois. Que nome você daria?

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Mayra Santos

Mayra Santos

Devido ao modo em que o creme dental é inserido no tubo.

Após utilizarem misturas com sal de cozinha, pimenta, folhas de menta e até fórmulas baseadas em urina, a indústria dos cremes dentais evoluiu ao ponto de agora podermos comprar pastas de dente estilosas, coloridas, com listras e até com sabores diferentes.

No caso das pastas brancas com listras coloridas, o segredo está na forma em que ela é inserida no tubo. Os cremes de cada cor se encontram em divisórias separadas e de tamanhos diferentes dentro do aplicador, sendo a do creme branco maior que as dos coloridos. O tubo então é preenchido com todas as cores sendo injetadas ao mesmo tempo, começando pela base do tubo e terminando na região da tampa.

Outro fator importante para que tudo não vire uma mistureba lá dentro é a composição química diferente de cada creme. O creme branco é levemente diferente dos coloridos, e isso aliado ao estado e viscosidade da pasta e a falta de espaços vazios para homogeneização, garantem que uma cor não invada a outra.

Dessa forma, o tubo mesmo quando é dobrado e amassado (dentro de uma certa tolerância e bom senso) permite que as cores não se misturem lá dentro, graças à engenharia envolvida na sua fabricação.