Terror
É revelada a identidade da criatura que devorou tubarão de quase 3 metros

Você, eu e todo mundo ficamos aterrorizados com a informação de que um misterioso animal devorou um tubarão branco com quase 3 metros comprimento.

De acordo com as informações do rastreador inserido na fêmea de tubarão-branco, o animal sofreu um aumento brusco de temperatura (de 7ºC para 25ºC) e foi arrastado, em poucos segundos, para mais de 580 metros de profundidade em relação à sua posição original.

Os pesquisadores australianos que divulgaram a informação disseram que já sabem o que aconteceu e tudo faz parte de uma série de documentários sobre a caça deste predador colossal.

Antes de revelar qual é a misteriosa criatura devoradora de tubarões, resolvi fazer uma lista com os melhores palpites dos leitores sobre a identidade da criatura (sim, a gente te stalkeia nos comentários). A maioria errou feio. Errou rude. Mas alguns acertaram em cheio! Continue lendo...

Terror
Tubarão-branco de quase 3 metros é devorado por criatura misteriosa

Atualizado em 11/06/2014: Mistério revelado!
Não sei vocês, mas nós estamos aterrorizados com o fato de que uma criatura misteriosa devorou um tubarão branco com quase 3 metros de comprimento. Isso mesmo, devorou.


Pesquisadores australianos fixaram um rastreador em uma fême de tubarão branco com quase três metros de comprimento, para estudar o movimento do animal pelo oceano. Quatro meses depois, o dispositivo foi encontrado numa praia e o resultado do monitoramento deixou os pesquisadores perplexos!

De acordo com as informações do aparelho, o animal teria sofrido um aumento brusco de temperatura (de 7ºC para 25ºC) – que de acordo com os estudiosos, só poderia ser atingida dentro da barriga de um animal.

O equipamento mostrou ainda que o o tubarão branco foi arrastado para mais de 580 metros de profundidade em relação à sua posição original. Tudo isso em poucos segundos.

De acordo com Dave Riggs, responsável por registrar a experiência, ficou claro que o bicho foi devorado, mas não há informações sobre que animal seria capaz de tal façanha.

Veja a entrevista completa (em inglês):

Será que os megalodontes, tubarões que, de acordo com análises fósseis, podiam chegar a até 20 metros de comprimento e que acredita-se estar extinto há cerca de 20 milhões de anos, estão na verdade vivos nas profundezas do oceano? Pouco provável.

Você tem algum palpite?
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E por falar em megalodonte, se liga que daqui uns dias vamos publicar uma lista com um monte de fatos e curiosidades sobre essas criaturas o/

Terror
João Biagi Junior

João Biagi Junior

O filé tem um gosto muito bom. Um sabor muito parecido com o da carne de porco, um pouco mais amarga e mais forte.

Calma, nós não fizemos uma sopa de gente para responder a esta pergunta. Esta descrição de sabor foi dada por Armin Meiwes, conhecido como "O Canibal de Rotenburg".

Em março de 2001, Meiwes matou e comeu Bernd Brandes, um alemão que tinha 42 anos e se ofereceu através da internet para o procedimento.

Antes da morte, o canibal decepou o pênis do voluntário e preparou para que ambos comessem juntos. De acordo com Meiwes, Brandes insistiu para que ele arrancasse seu pênis a dentadas, mas como não foi possível, ele teve que usar uma faca. Brandes acabou não conseguindo comer sua porção, pois estava muito dura.

Bernd Brandes à esquerda, ladeado pelo canibal Armin Meiwes

Com exceção do pênis, ele havia pedido para ser desmembrado apenas após perder a consciência, com o uso de remédios para dormir. Assim sendo, Meiwes retirou a cabeça de Brandes com uma faca, pendurou seu corpo em um gancho de açougueiro e começou a fatiá-lo. Tudo foi gravado em vídeo. E não, não vamos postar o link deste vídeo aqui.

Em entrevista, Meiwes disse que salgou o filé de Bernd com sal, pimenta, alho e noz-moscada. Comeu com croquetes princesa, couve de Bruxelas e molho de pimentão verde.

Couve de Bruxelas (Quem mais acha que isso se parece com uma porção de pequenos cérebros verdes? ARGH!

Armin Meiwes manteve o corpo de seu voluntário por meses no freezer e, segundo ele, comeu cerca de 20 quilos da carne durante o período.

Quando a iguaria macabra acabou, o canibal colocou um novo anúncio na internet, mas desta vez foi denunciado por um internauta e condenado à prisão perpétua..

Em 2003, Meiwes disse ao jornal Welt Am Sonntag que "lamentava por seus atos" e incentivou outras pessoas com interesses canibais a procurar tratamento. Ele se tornou vegetariano.

Até hoje a condenação de Meiwes gera polêmica, já que Brendes se ofereceu para o procedimento.

Voltando ao sabor da carne, além Armin Meiwes, outros canibais já deram parecer sobre o sabor da carne humana.

O japonês Issei Sagawa, que matou e comeu uma professora em Paris, comparou a carne humana a atum cru em restaurante de sushi.

O estadunidense Albert Fish, que assassinava e comia crianças, disse que o gosto parecia carne de vitela, tenra e macia.

Já uruguaio Carlos Páez, que foi obrigado a comer carne humana para sobreviver, disse que não sentia gosto algum. Ele foi um dos sobreviventes do acidente aéreo de 1972, que deixou dezenas de pessoas isoladas durante 72 dias nos Andes. Ele e os outros isolados comiam a carne das vítimas fatais em fatias finíssimas e congeladas, como carpaccio.

Foto do desastre aéreo de 1972, publicada na Revista Istoé

Este post possui vários links e vídeos escondidos. Se vc encontrar, não conte a ninguém, apenas diga quantos encontrou nos comentários.

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Joao Marques

Joao Marques

Foram muitas. Algumas, acreditamos, sequer foram registradas. O holocausto foi um momento negro na História. Nas mãos de médicos como Josef Mengele, Sigmund Rascher, Eduard Wirths e Werner Fischer, a criatividade humana mostrou seu lado obscuro realizando experiências em judeus, ciganos, homossexuais, deficientes físicos, mentais e outras pessoas definidas como "inferiores".

Para explicar melhor, dividimos estas experiências terríveis em 3 categorias - militar, eugenia e ciência geral:

MILITAR

Visavam sempre aplicações para aumentar a eficácia dos soldados nos campos de batalha.

Congelamento: as vítimas, algumas vezes com termômetros inseridos no ânus, eram submergidas em água semi congelada ou expostas nuas no gelo para calcular a resistência máxima do ser humano ao frio. Mesmo após a morte por hipotermia, os experimentos continuavam: eram testados métodos de reanimação.

Aquecimento: assim como os testes de congelamento, os de aquecimento previam determinar o limite do corpo humano diante do aumento de temperatura. Os prisioneiros foram submetidos a luzes incandescentes ou caldeirões com água fervente, muitas vezes logo após quase terem sido congelados (para tentativa de reanimação no quase-morte). Morriam queimados ou com o sangue fervido irrigando todo o corpo e matando as células. Não há registros de sobreviventes nestas experiências.

Pressão: a fim de saber a altitude segura para os soldados, os médicos nazistas submetiam os presos à testes de pressão onde, geralmente, eles perdiam a consciência ou morriam com horrorosas convulsões por excessiva pressão intracraniana. Das 200 vítimas, 80 morreram durante os experimentos e os demais foram executados depois.

Água do mar: um grupo de 90 ciganos foi deixado em uma câmara, recebendo apenas pouco alimento e água do mar. De tão desidratados, eles eram vistos lambendo os azulejos recém-lavados no desespero de absorver qualquer resquício de água potável.

Estilhaços: a Dra. Herta Oberheuser, famosa pelo seu sadismo e responsável por algumas das piores mortes nos campos de concentração, inseria nas vítimas pregos, cacos de vidro, serragem e lascas de madeira para simular as condições de luta entre os soldados.

Herta Oberheuser

Fome: milhares de prisioneiros, inclusive muitas crianças, foram deixados sem alimento em testes de subnutrição.


EUGENIA

Tinham como meta encontrar argumentos para uma suposta diferenciação racial assim como uma maneira rápida e eficaz de esterelização em massa para impedir os "impuros" de se reproduzir, mantendo a raça ariana predominante.

Injeção química: um preparado de iodo e nitrato de prata foi injetado nas cobaias humanas. Não só se mostrou muito eficaz como surtiu terríveis efeitos colaterais, como câncer. Quando não eram injetadas diretamente no útero da vítima, causando uma dor intensa seguida de inflamação dos ovários, espasmos no estômago e hemorragia interna.

Radiação: sem que os prisioneiros soubessem, eles foram submetidos a radiação e, em menos de 3 minutos, estavam completamente estéreis. Foi a melhor forma que os médicos nazistas encontraram, chegando a esterelizarem mais de 400 mil. Continuando o experimento, algumas vítimas foram expostas a radiação direta em seus órgãos genitais, o que gerava dor extrema e queimaduras. Os que não morriam de imediato eram levados para as câmaras de gás, pois os machucados os deixava inúteis para o trabalho.

Dissecação de vivos: para tentar identificar alterações físicas, pessoas mestiças foram dissecadas ainda com vida.

Diferença "racial": diversas pessoas de diferentes etnias foram infectadas com as mesmas doenças para que eles analisassem a evolução da enfermidade em cada "raça".


CIÊNCIA GERAL

Provavelmente a categoria mais atroz. Com o argumento de aprimorar a ciência, os médicos nazistas fizeram os mais inescrupulosos testes com seres humanos. Eram comuns cobaias com deficiência física ou mental (como anões ou portadores da Síndrome de Down), por acreditarem se tratar de aberrações derivadas de mistura de raças, mas os demais também não eram poupados.

Testes com gêmeos: Mengele foi o maior expoente nesse assunto. Tratava gêmeos de uma forma melhor que os demais. Depois os levava para experimentos absurdos. Tentou gerar gêmeos siameses interligando seus vasos sanguíneos assim como alterar a cor dos olhos injetando pigmentos diretamente nos globos oculares. Dos mais de 1.500 gêmeos, somente 183 sobreviveram.
Josef Mengele

Doenças: com a finalidade de se encontrar a cura da malária, tifo, tuberculose, febre amarela, febre tifoide e hepatite, milhares de presos foram deliberadamente infectados com as doenças. 90% faleceu, sendo que muitos ainda eram dissecados vivos para que os médicos pudessem ver a doença se espalhando pelo corpo.

Venenos: para registrar a reação do corpo humano a alguns compostos, assim como tentar achar o antídoto, prisioneiros foram envenenados. Os que não morreram após convulsões e outros efeitos foram mortos para análise. O mesmo foi feito com o gás mostarda, que causa queimaduras horríveis, e injeções de óleo em crianças, que posteriormente tinham os órgão levados para análise.

Regeneração: os médicos nazistas causavam propositalmente nos prisioneiros fraturas, infecções, executavam enxertos ósseos ou amputações (tudo sem anestesia) seguidas de tentativas de reimplantes para registrar como o corpo se regenerava.

Após o julgamento destes nazistas no Tribunal de Nuremberg, foi criado o Código de Nuremberg, que determina as diretrizes para o desenvolvimento de pesquisas científicas.

Os campos de concentração guardam segredos que jamais serão contados. Além das experiências médicas, os prisioneiros sofriam abusos, escravidão, destruição familiar, mortes injustificáveis e outros absurdos. Alguns médicos chegavam a ter abajures feitos de pele humana e chinelos feito de cabelo dos presos. Uma tragédia com mais de 6 milhões de vítimas que sujou a história da humanidade e que jamais será esquecida. Lembrar é importante para que não se repita.

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Hugo Condoriano Tric

Hugo Condoriano Tric

Foi uma nobre húngara chamada Erzsébet Báthory (aportuguesado para Elizabeth ou Isabel) que é suspeita de ter torturado e matado com requintes de crueldade mais de 650 pessoas. Nasceu em 7 de agosto de 1560, na Hungria, em uma das famílias mais abastadas da época. Elizabeth foi criada em um castelo da família, usufruindo de uma educação privilegiada. Foi alfabetizada em húngaro, latim e alemão numa época que era comum analfabetismo até mesmo entre os nobres. Era muito bonita e sofria de ataques epiléticos na infância, que logo cessaram. Prometida desde os 11 anos, casou-se aos 15 com o conde Ferenc Nádasdy, foi uma boa mãe para seus 3 filhos e posteriormente ganhou a alcunha de Condessa de Sangue. ~arrepios~

A família Báthory já contava com alguns registros de sadismo e outras disfunções mentais, resultado de inúmeras relações incestuosas, mas nenhum chegou aos pés do sadismo e loucura de Elizabeth.  Embora muitas evidências culpem a Condessa pelos assassinatos e torturas, algumas coisas podem ser boato. Mas, a essa altura do campeonato, quem se importa? Vamos contar mesmo assim! \o/

Seu marido era militar, o que conferia a ele muitas viagens. Sozinha num castelo que significava praticamente o governo de um terço da Hungria, a Condessa passou a exercitar cada vez mais sua loucura. Na época, era normal maltratar os servos, mas os atos de Elizabeth foram considerados atrozes até pelos seus contemporâneos. Punia os empregados com surras extremas, alfinetes sob as unhas e outras partes sensíveis, remoção de dedos e até chegava a colocar o empregado na área externa, nu, no gelo, e o banhava com água gelada até a morte. Qualquer um que infrigisse as normas da casa (que incluiam nunca deixar cair nada) sofria. Ás vezes ela mesma quebrava uma regra só para poder culpar e torturar. Dizem que, certa vez, com as próprias mãos, ela abriu a boca de uma serva até os cantos da boca rasgarem. Mas o marido acabou descobrindo. O que ele fez? Ajudou. Ele a ensinou a embeber um servo em mel e deixa-lo ser devorado vivo por insetos. Casal legal, só que ao contrário.

Ficou viúva em 1604, o que agravou seu quadro de insanidade. Suas torturas ficaram piores. Muito piores. Sem o marido, ela arrumou cúmplices, entre eles um demente mental chamado Ficzko, que escondia os cadáveres e auxiliava na manipulação das máquinas de tortura. Lembrando que suas vítimas permaneciam vivas durante os atos, vamos listar as preferidas da Condessa:

- remover os intestinos lentamente;

- arrancar a pele;

- fazer enxertos de pedaços de cadáveres no corpo da vítima;

- atravessar o corpo deles com lâminas;

- castrar;

- queimar genitálias com tochas;

- mergulhar rostos em óleo fervendo;

- esmagar cabeças;

- costurar bocas e narizes;

- matar de fome;

- usar uma máquina hidráulica para esmagar a pessoa e se banhar nos fluídos restantes.

Isso certamente não lhe creditaria o título de Miss Simpatia, mas ainda não chegamos ao fato que lhe rendeu o apelido. Corria o boato de que, ao espancar uma empregada até a morte, o sangue da jovem escorreu na mão de Elizabeth. Ao limpar, ela achou que sua mão estava mais jovem. Então teve a idéia: construiu, no calabouço do castelo, uma gaiola suspensa que, ao invés de barras, tinha lâminas. Ela prendia alguma jovem virgem na gaiola, se sentava abaixo e ordenava que, com uma lança, Ficzko furasse a menina. Ou pela lança ou pelas lâminas, a vítima se cortava e o sangue escorria sobre o corpo da condessa, que acreditava manter assim sua beleza e juventude eternas.

Acredita-se que o declínio de Elizabeth deu-se por conta de uma parceria com a viúva Erzsi Majorova, que convenceu-a a matar virgens nobres e beber seu sangue. De empregados ninguém sentia falta, mas de nobres sim. E a casa caiu. As investigações começaram em 1610 e ela foi presa no final do mesmo ano. Não foram encontradas provas concretas dos assassinatos ou das torturas (lembremos que a ciência era muito limitada), somente testemunhos e o diário de Elizabeth, que continha mais de 650 nomes de supostas vítimas na letra da proprietária. Os cúmplices foram condenados: Ficzko foi decapitado, Erzsi teve seus dedos amputados e foi jogada viva numa fogueira. A condessa Báthory foi condenada a cárcere perpétuo em seu próprio quarto, com portas e janelas vedadas. Seu corpo foi encontrado três anos depois, rodeado de pratos de comida intactos.  

O então rei húngaro Matias II proibiu que se mencionasse seu nome nos círculos sociais, sendo que sua história só foi reavivada cem anos mais tarde, quando os documentos do julgamento foram descobertos. A história da Condessa de Sangue fomentou também a crença nos vampiros.


Em 2008 a cineasta Juraj Jakubisko lançou o longa A Condessa, contando a história de Báthory. Veja o trailer:

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Caio Abreu

Caio Abreu

Essa lenda é tão remota quanto a própria existência humana. A essência do vampiro como um monstro sugador de energia vital foi uma das primeiras manifestações culturais diante do desconhecido: as doenças. Nos primórdios, ninguém tinha esse conceito de "doença". O corpo humano e sua complexidade eram absolutamente ignorados. Quando alguém começava a passar mal logo creditavam o fato a algo sobrenatural. Então surgiu a ideia de seres que se alimentavam da energia dos vivos, deixando-os naquele estado torpe até, talvez, levando à morte.

Essa crença popular tem registro em culturas antiquíssimas como a mesopotâmica, a grega, a suméria, a babilônica, a asteca, a africana, a hebraica e muitas outras. Sendo o sangue o símbolo da vida, muitas acreditavam que os seres se alimentavam dele. Apesar da terem aparência variável nos mais diversos folclores, foi nos vilarejos da Europa central que eles começaram a se parecer mais com os vampiros de hoje. E serem documentados também. Espalhou-se por ali que os corpos de suicidas, excomungados ou não-batizados, quando a noite caía, levantavam do túmulo e voltavam para sugar o sangue de seus parentes (que se tornavam vampiros também) e depois voltavam para o cemitério na forma de morcegos. Isso gerou uma onda de pânico que resultou no assassinato de muitas pessoas por crer-se serem vampiras. Acontece que algumas das doenças que atacaram a Europa no séc XVIII, hoje conhecidas e desmestificadas, têm sintomas próximos aos relatos de vampirismo:

Catalepsia: todos os sentidos vitais do corpo se tornam quase imperceptíveis e a pessoa, consciente, fica imóvel, sendo muito comum o diagnóstico de óbito. Porém, a pessoa desperta do estado após um tempo, podendo ser confundida com um morto-vivo; (leia mais sobre isso em nosso post sobre a existência de zumbis)

Porfíria: doença sanguínea hereditária que tem como sintomas palidez, sensibilidade a luz solar e esticamento da pele ao redor dos lábios e gengiva, deixando os dentes mais saltados.
(veja a foto de uma criança com porfíria. Se tiver estômago forte, veja a foto de um homem com a mesma doença em estado avançado.)

RAIVA: 7 vezes mais comum em homens (vampiros geralmente são homens), gera hipersensibilidade a estímulos como odor (alho), água (água corrente, benta ou não), luz (sol), insônia e tendência a vaguear (hábitos noturnos), libido aguçada (sensualidade) e ataques de agressividade (quando mordidas são comuns).

A raiva ainda tem como característica ser transmitida por animais contaminados, o que pode ter creditado aos vampiros a capacidade de metamorfose. E, ainda por falta de conhecimento, eles se "certificavam" que a pessoa era um vampiro quando encontravam o corpo do cadáver com sangue fresco saindo pela boca. Hoje é sabido que, mesmo após a morte, a putrefação acaba expelindo o sangue. Além do agravante da raiva deixar o sangue liquefeito por um bom tempo após o óbito. E terras úmidas e frias (como as da Europa central) preservam melhor os cadáveres, mantendo-os mais tempo que o comum.

Ainda há a crença judaico-cristã, que defende que o primeiro vampiro foi um personagem bíblico bem conhecido: Caim. Após matar o irmão e não se arrepender, ele teria sido amaldiçoado e se tornado o primeiro vampiro da história.

O termo "vampiro", aliás, apareceu só no século XVIII na França, como "vampire", num documento que registra casos vampirísticos. A origem da palavra é muito questionada. Pode vir do russo upir, do húngaro vampir ou ainda do turco uber.

Mas o ponto decisivo para a concepção do vampiro atual foi o famoso livro Drácula, de Bram Stoker, lançado em 1897. Inspirado no crudelíssimo príncipe Vlad Tepes Dracul, que governou a Valáquia (atual Romênia) na metade do século XV, o escritor misturou fatos históricos com várias crenças populares (tanto que, no livro, o vampiro vira lobo), aterrorizou gerações e perpetuou a imagem do vampiro nobre, sedutor e misterioso.

As diversas manifestações que se seguiram foram creditando outras características ao monstro até ele virar o que é hoje: o personagem mais popular em livros, filmes, seriados e jogos. Sedutor, infantil, selvagem, cruel e até mesmo brilhante à luz do sol.

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Anônimo

Anônimo

Como sabemos, a Santa Inquisição foi um período iniciado no começo do séc XII. Com expansão do poder do cristianismo, a Igreja Católica liderou uma cruzada contra quem se opunha aos seus dogmas. Massacres aconteceram.Em 1252, o Papa Inocêncio IV publicou um documento intitulado Ad Exstirpanda - ele dava uma chance aos hereges: assumir o erro através de tortura. Não foi legal. Os Papas seguintes renovaram o documento, o que manchou a história com séculos de mortes injustas.

Milhões de inocentes sofreram mortes terríveis e inimagináveis. Muito pior do que qualquer filme foi capaz de reproduzir. Mesmo sendo difícil mensurar quais são as piores, vamos listar algumas delas. Se vc não tem estômago forte, pare por aqui.



A Tortura d'Água

A vítima ficava imobilizada com a barriga para cima. Com um funil, o algoz derramava litros e litros d'água q, sem defesa, a vítima engolia. Se não morresse sufocada, o torturador e seus ajudantes pulavam sobre ela, fazendo com q a água saíssem abruptamente. O ritual era repetido até que os vasos sanguíneos estourassem com a saída da água.


O Burro Espanhol

A vítima era posta nua sobre um cavalete de madeira em forma de 'V'. A parte mais aguda ficava entre as pernas. Pesos eram presos em seus pés e ela ia, aos poucos, sendo cortada ao meio.


A Serra

Uma variação do Burro. Nesta, o acusado era suspenso pelas pernas e os carnífices o serrava verticalmente. Essa tática era ainda mais agonizante pois, com o sangue acumulado na parte superior do corpo, a vítima só morria quando a serra alcançava o peito, o que podia levar horas.


A Pêra

O instrumento era introduzindo no ânus da vítima e depois aberto, estourando a pessoa por dentro e causando hemorragia interna. Não matava instantaneamente, por iso era geralmente usado no início da tortura.


A Mesa de Esviceração

Prendendo a vítima numa mesa, abriam seu ventre e prendiam um gancho nas suas entranhas. Depois, uma manivela era rodada lentamente, puxando o gancho e as entranhas para fora do corpo.


O Arranca-Seios

Após esquentar o instrumento no óleo ou na brasa, ele era preso aos seios das acusadas e puxado lentamente. A mulher era largada sangrando para morrer de hemorragia ou enlouquecer com a dor.


A Roda do Despedaçamento

Era um dos mais temidos. Neste método, o réu era preso a uma roda que ficava sobre chamas. Então era rodado, tendo seu corpo lentamente cozido. O fogo podia ser trocado por lanças, que despedaçavam o condenado.


O Berço de Judas

Uma evolução (se é que podemos chamar de evolução) do empalamento. A vitima ficava nua, suspensa por cordas sobre uma espécie de cone pontiagudo. As cordas iam se afrouxando lentamente (muito lentamente) num processo agonizante onde o acusado era aberto ao meio. A tortura costumava levar dias. E, se é que pode piorar, o Berço nunca era lavado, o que gerava infecções terríveis.


A Dama de Ferro

A famosa Iron Maiden era um sarcófago de ferro com longos espinhos que se fechavam sobre a vítima. Todavia, os espinhos eram dispostos de tal forma que não acertassem órgão vitais, mantendo a vítima viva. Também conhecido como A Virgem de Nuremberga.


Pista 1: guarde esta palavra: CAFÉ. Em breve você precisará uni-la a outras palavras para chegar ao final desta jornada. Para ver o passo anterior, cole o seguinte link no seu navegador: http://goo.gl/uNI74 Aguarde a próxima pista. (Se falar sobre esta mensagem nos comentários do post você será banido e não poderá mais comentar. Para sinalizar que encontrou, apenas diga "Feliz Páscoa fora de época!".)


A Pata de Gato

Eram ganchos de ferro pontiagudos que eram passados brutalmente sobre o corpo do acusado, dilacerando-lhe a carne e os órgãos. O instrumento era tão forte que nem músculos ou ossos eram um obstáculo.

O Discovery Channel produziu um documentário sobre o assunto, mostrando de forma detalhada como funcionaram algumas dessas máquinas de tortura:

A dica do vídeo veio do @NaoCompila pelo Twitter ;-)

Muitas outras formas de torturas eram utilizadas: fogueiras, cozimento vivo, esmagar partes do corpo, submersão, enfim. Foi um período de trevas no qual até mesmo os nobres temiam o Tribunal do Santo Ofício, já que a Igreja estava intimamente ligada ao Estado. Estes fatos fazem lembrar a importância de se manter o Estado laico, tanto na teoria quanto na prática.