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O fim de ano no ambiente corporativo traz, além do balanço e relatórios anuais, a "festa da firma" e é nela que tudo pode acontecer. A "tradição" é muitas vezes regada a muita bebida alcoólica e os ânimos e coragens dos funcionários podem alterar no meio da festa.

Segundo pesquisa da empresa One Poll em parceria com o site de planejamento social Evite, um a cada três funcionários faz algo lamentável na #festadafirma.

Bebida, intimidade, brincadeiras - como amigo secreto -, podem fazer o funcionário ser sincero demais em suas palavras e atitudes. Na pesquisa, dois em cada cinco entrevistados relataram ter passado por uma cena vergonhosa na festa do escritório ou ouviram revelações bombásticas sobre colegas.

O levantamento feito em 20 mil escritórios americanos também mostrou que um funcionário ouve, em média, cerca de sete fofocas sobre colegas enquanto está curtindo a festa da firma - algumas delas verdadeiras. Entre os entrevistados, 37% disseram que testemunharam casais de colegas sendo muito afetuosos entre si, coisa que nunca havia acontecido no escritório.

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Você quer comprar algum bem novo? Casa, carro? Quer perder peso, frequentar a academia? Começar uma dieta? Ir a mais shows? Finalizar trabalhos atuais? Não importa quais sejam seus objetivos, para você ter mais chances de realizá-los basta você os escrever regularmente. Fazendo isso, segundo estudo da Dominican University, a chance é 42% maior!

A explicação da pesquisa, que foi feita com 267 pessoas, é que quando você escreve uma meta, em vez de apenas pensar nela, isso ativa uma área mais ampla do cérebro, aumentando assim a chance de você atingi-la.

A responsável pelo estudo Dr. Gail Matthews sugere escrever, em um caderno ou até mesmo no celular, toda manhã seus objetivos relativos a 4 áreas importantes da vida.

-Saúde

-Relacionamentos

-Carreira

-Tempo

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Pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que cantar pode aliviar doenças pulmonares. Soltar a voz numa canção, bem ou mal, pode amenizar a falta de ar e a redução do volume de reserva expiratória.

Pesquisadores da USP analisou um grupo de 43 pessoas com doenças respiratórias durante aulas semanais de canto. Após 24 encontros, os participantes apresentaram melhora nos sintomas de falta de ar.

E não foi só com alunos da USP que isso aconteceu! 20 integrantes do coral de Canto que Cura, no Rio de Janeiro, que sofriam com problemas pulmonares, após aulas de canto semanais por 5 meses melhoraram significamente sua condição respiratória. Alguns alunos apresentaram ganho de 200 ml na capacidade pulmonar, com um salto de 46% para 52%.

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Segundo estudo da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, o abraço é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estress e diminuir as chances de contrair infecções.

Os pesquisadores da universidade, liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos interpessoais e abraços diários.

Após a fase de questionários, os entrevistados foram expostos intencionalmente ao virus da gripe, colocados em quarentena e passando a ser monitorados para ver se desenvolveriam sinais da doença.

As pessoas que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança não desenvolveu sintomas da gripe. Outros infectados que mantinham uma maior frequência de abraços tiveram sintomas de gripe menores.

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Podemos afirmar que terror é um gênero que perturba as pessoas? Estudo da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, sugere que assistir filme de terror melhora o humor e traz relaxamento aos espectadores.

A coautora do estudo, Margee Kerr, que estuda o medo a mais de uma década, explica: "Acreditamos que é algo muito semelhante, ao menos em um nível fisiológico e neurológico, à experiência de um atleta numa corrida profissional. Durante o momento de horror, você força seu sistema nervoso autônomo a ficar ligado". A conclusão da pesquisadora é que quando a situação de assustadora acaba, o alívio faz com que uma grande quantidade de endorfina seja liberada no cérebro, o que causa o bem-estar.

A pesquisa foi feita em uma casa "mal-assombrada" chamada "Scarehouse" com 262 participantes que já costumavam se submeter a atividades aterrorizantes por motivos sociais ou recreativos.

Todos os participantes da pesquisa tiveram monitoramento de suas atividades cerebrais com sensores na cabeça antes e depois da experiência aterrorizante. Quando a visita a casa terminou, metade relatou ter melhorado de humor e 33% afirmaram não ter sofrido nenhuma mudança significativa. Outros 17% disseram que o ânimo foi piorado. A maioria das pessoas disse que se sentiu feliz depois de passar pela casa "mal-assombrada" e poucas relataram sentir cansaço e ansiedade.

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Segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), assim como aconteceu nos anos anteriores, 86% dos consumidores pretendem usar o 13º salário para o pagamento de dívidas.

A maioria planeja utilizar o 13º para quitar dívidas no cartão de crédito (49%) e cheque especial (45%).

Segundo o levantamento, 5% vão utilizar parte do benefício para a compra de presentes e apenas 3% pretendem poupar e aplicar parte do 13º para despesas de começo do ano (IPVA, IPTU, material e matriculas escolares).

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Você tem amizades que são bastante ríspidas e rudes com você? Amigos que te magoam com as duras palavras? Estudo da University of Plymouth confirmou que esse seu amigo "mais rude" é, na verdade, aquele que quer o melhor para você.

De acordo com a pesquisa publicada na Psychological Science, as pessoas que tendem a fazer os outros sentirem emoções negativas acreditam que o impacto destas emoções possa beneficiar a outra pessoa no longo prazo.

O estudo analisou o comportamento de 140 pessoas em diversas situações e, com isso, foi possível concluir que existem casos onde as pessoas são rudes, mas não por que não gostam da outra pessoa ou porque querem magoá-las, e sim porque se importam. Ser "rude" é a forma que elas demonstram empatia e altruísmo.

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Marque nos comentários aquela pessoa que sempre cai na rua.A duração do sono pode estar associada a um aumento do risco de fraturas, sugere estudo do órgão americano Women’s Health Initiative.

Os cientistas acompanharam mais de 157 mil mulheres ligadas ao órgão e descobriram que aquelas que dormem menos de cinco horas por noite e as que dormem mais de dez têm 25% mais chances de passar por experiências de queda frequentes (mais de duas por ano).

Pouco tempo de sono foi associado ao aumento do risco de fraturas nos membros superiores, inferiores e no centro do corpo, mas não no quadril.

Entre as mulheres que dormem pouco, menos de cinco horas por noite, o risco de cair aumentou 10,6% se comparadas às que dormem de sete a oito horas, tempo recomendado por médicos. Entre aquelas que dormem demais, o risco foi 7% maior.

“Apesar das quedas serem causadas por diversos fatores, nosso trabalho foca em um novo fator de risco: o sono. Os resultados sugerem que medidas para melhorar o sono podem reduzir o risco das quedas”, conclui Jane Cauley, pesquisadora da Universidade de Pittsburgh e autora do estudo.

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Se você está uns quilos fora do seu peso ideal lembre-se, você não está sozinho.

Pesquisa da Norwegian University of Science and Technology analisou populações de 186 países entre 1975 e 2014 e concluiu que um adulto médio em 2014 era 14% mais pesado e cerca de 1,3% mais alto do que em 1975. A energia diária necessário para um adulto médio aumentou em 6,1% no período.

O mundo atual come bem mais! O consumo humano de alimentos aumentou 129% durante o período de 40 anos. É fato que o aumento populacional é o maior responsável por esse consumo, mas o aumento de peso e altura também é responsável por 15% do aumento da necessidade de comida.

As médias de peso e necessidades de energia variam entre os países. Enquanto um adulto médio de Tonga pesa 93 quilos, um vietnamita médio pesa 52 quilos. A diferença faz com que o povo de Tonga precise de 800 quilocalorias a mais por dia - cerca de quatro tigelas de aveia. Algumas nações passaram por rápidas mudanças. Em Santa Lúcia, no Caribe, o peso médio da população passou de 62 quilos em 1975 para 82 quilos 40 anos depois.

Segundo o autor, a pesquisa destaca justamente o fato de a necessidade de alimentos de um adulto médio não permanecerem constantes ao longo do tempo e serem bastante diferentes entre os países. Para os autores, os países precisam olhar não só o número de pessoas em uma área, mas também aspectos sociais e fisiológicos, para pensar em estratégias de combate à carência de alimentos e nutrientes nos grupos populacionais.

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Estudo da Universidade de Sheffield observou que 62% dos entrevistados precisam de música para dormir.

Entre os 545 músicos nomeados pelos participantes, Ed Sheeran foi o segundo mais popular, logo após de Bach. Mozart, Brian Eno, Coldplay e Chopin completaram a lista das músicas mais tocadas antes de cair na cama.

A música clássica foi o gênero que mais pessoas usam para dormir (32%). Outros gêneros ouvidos incluíram rock (10,82%), pop (7,47%) e acústico (6,7%). Metal (3,35%), eletrônico (2,58%) e house music (0,77%) também receberam menções.

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