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O Dia Mundial da Gentileza é uma celebração internacional que acontece no dia 13 de novembro. Foi introduzido em 1998 pelo Movimento Mundial da Bondade (World Kindness Movement - WKM), o corpo máximo da bondade global, um movimento sem afiliação religiosa, política ou comercial.

O Dia Mundial da Gentileza existe para destacar os bons feitos na comunidade com foco no poder positivo e no fio comum de bondade que nos une. A bondade é uma parte fundamental da condição humana que preenche as divisões de religião racial, política, gênero e códigos postais.

Portanto, use sempre seu "bom dia", seu "obrigado", seu "sorriso", seu "tom de voz agradável", seu "abraço", porque como diz a máxima popular: "gentileza gera gentileza".

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Segundo um levantamento da Deloitte Greenhouse Experience, excesso de trabalho não é a maior causa de estresse no ambiente profissional, a situação mais estressante é descobrir que cometeu um erro.

A divisão de pesquisa da Deloitte, detectou fatores que podem levar à perturbação emocional, como constatação de erros, conversas difíceis e exercício de função que não se encaixa no perfil da pessoa.

O estudo global consultou mais de 23 mil profissionais de 1.300 organizações, em 120 países. A maioria dos respondentes (57%) disse sentir estressado de vez em quando e 25% afirmou sentir-se assim com frequência.

A situação considerada mais estressante pelos participantes foi descobrir que cometeu erro (82%). Carga de trabalho excessiva foi apontada por 52% dos entrevistados — mesma quantidade de pessoas citou momentos de conflito, como ser repreendido ou por ter que comunicar uma mensagem difícil para outras pessoas.

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Você solta muitos palavrões quando mete o pé na quina de um móvel? Segundo pesquisa da Universidade de Keele, no Reino Unido, soltar um sonoro palavrão realmente alivia a dor.

De acordo com a pesquisa, pequenas doses de palavrões ajudam as pessoas a controlar suas emoções e a administrar a dor. O estudo foi composto por uma série de experimentos.

Em um dos experimentos, o psicólogo Richard Stephens fez com que os participantes convidados mergulhassem uma das mãos na água gelada e ficassem com ela lá o quanto pudessem suportar. Metade dos convidados poderia falar palavrões, outra metade não.

Como resulto, os xingadores foram capazes de manter a mão na água gelada por mais tempo (44 segundos a mais para os homens e 37 segundos a mais para as mulheres) e relataram sentir menos dor do que aqueles que não xingaram.

Não evite os palavrões, mas não saia falando gratuitamente. :)

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Você esquece aniversários de amigos? Aniversários de relacionamento? Compromissos? Sempre perde o celular? Chaves de casa, carro... óculos? Seu Santo preferido é o São Longuinho? Relaxa! De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Toronto, no Canadá, pessoas esquecidas são mais inteligentes.

O estudo canadense mostrou que o esquecimento pode ser uma peça fundamental para a manutenção da boa memória. O estudo concluiu que o esquecimento destas coisas do dia a dia permite que o cérebro se concentre realmente em fatos relevantes para a vida.

O que acontece no cérebro é uma faxina, apagando informações menos relevantes, abrindo espaço para novos aprendizados e coisas significativas.

De acordo com os pesquisadores, se o indivíduo recebe muitas informações "inúteis", a tarefa de "limpeza" fica mais difícil. O estudo publicado no jornal científico Neuron Journal afirma que "O objetivo da memória é otimizar a tomada de decisões".

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Terminar o relacionamento e continuar pegando ex não é um problema e não atrapalha a fila de andar, segundo estudo realizado pela Wayne State University, nos Estados Unidos.

Segundo a autora do estudo, Stephanie Spielmann, foram analisados casos diários de 113 pessoas que passaram por um término recente. No questionário, essas pessoas deveriam responder se tentaram transar com o(a) ex e como foi este "remember". Outras 372 pessoas deveriam relatar seus sentimentos depois que pararam de vez de transar com o(a) ex.

O estudo concluiu que transar com um ex não atrapalha a superação do relacionamento em até dois meses. Ao se relacionar com alguém com quem já teve um caso, a maioria das pessoas se sentiu mais positiva.

Também segundo o estudo, pessoas que procuram ex são aquelas que tem mais dificuldade em fazer a fila andar.

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A combinação entre placa bacteriana, dieta inadequada e higiene bucal falha resulta na cárie. O estudo feito pela Osaka University descobriu um ingrediente ativo na casca do grão de cacau que mata as bactérias da boca e impede a formação de cáries. O problema é que a casca é geralmente jogada fora pelos fabricantes de chocolate.

A pesquisa, feita primeiro em ratos, analisou dois grupos distintos; os que tomaram água com o extrato do cacau e os que a tomaram pura. Depois de três meses de uma dieta rica em açúcar, os animais que tomaram a água com extrato tinham 40% menos cárie do que o grupo da água pura. Ainda segundo o estudo, o grão do cacau possui agentes anticáries, os quais ajudam também no combate aos tártaros. Os testes com humanos são o próximo passo dos cientistas deste estudo.

A British Dental Association avisa: "Se for verdade, esta é uma boa notícia. Mas você deve lembrar que o chocolate contém açúcar. Se as pessoas quiserem comer doces e bebidas açucaradas, devem limitá-las às refeições e visitar o dentista regularmente".

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Imagine a situação, aquela pessoa que você não gostaria de encontrar acaba aparecendo praticamente na sua frente, como evitar? Em uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project 13% dos entrevistados assumiram já ter usado o celular para evitar uma conversa em que não gostariam de estar.

Na pesquisa feita com 2,2 mil americanos, 42% deles dizem que, frequentemente, usam o aparelho para se livrarem do tédio, e 4 entre 10 pessoas disseram que o celular já os salvaram em alguma situação de emergência. 27% dos entrevistados declararam não ter finalizado uma tarefa porque seu celular não estava por perto.

O tamanho da fonte de texto dos aparelhos também é um problema para 16% das pessoas entre 50 a 64 anos. Na outra ponta, 29% dos jovens entre 18 e 29 anos disseram que chegaram a desligar seus aparelhos nos últimos 30 dias para se sentirem "desconectados".

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Já dizia o ditado popular: "Fazer o bem sem olhar a quem!" e agora comprovado que fazer o bem para outras pessoas faz bem para a saúde, ainda mais se for uma pessoa próxima, segundo estudo da Universidade de Pittsburgh.

Fornecer apoio social a pessoas em necessidade ativa regiões do cérebro ligadas ao cuidado parental (o que está associado a efeitos positivos para a saúde).

Se estiver preocupado com sua saúde, o estudo publicado no jornal científico 'Psychosomatic Medicine: Journal of Biobehavioral Medicine', mostrou que é mais benéfico ajudar algum conhecido do que uma instituição de caridade.

Para chegar à conclusão, o estudo foi dividido em duas etapas. Na primeira, 45 voluntários precisavam escolher entre auxiliar uma pessoa próxima que necessitava de dinheiro, fazer doações para a caridade ou realizar ações em benefício próprio. Os participantes se sentiram mais conectados socialmente e consideraram que o apoio era mais eficaz quando destinado a um conhecido.

Em seguida, os participantes passaram por uma avaliação emocional (com uso de ressonância magnética funcional) para avaliar a ativação de áreas específicas do cérebro ao fornecer apoio social. Independentemente de quem ajudaram, as atitudes positivas foram relacionadas ao aumento da ativação do estriado ventral e da área septal, regiões anteriormente ligadas a comportamentos de cuidado parental em animais.

No entanto, a área septal ficou mais ativa quando as pessoas forneciam o apoio direcionado a alguém, resultando em uma redução na atividade da amígdala, que tem relação com o sentimento de medo e estresse.

Na segunda parte do experimento, 382 participantes forneceram informações sobre o seu comportamento em relação às atitudes de apoio, sendo submetidos a uma tarefa diferente de avaliação emocional com varredura funcional por ressonância magnética.

Mais uma vez, aqueles que relataram dar apoio mais direcionado aos outros também apresentaram uma redução na atividade na amígdala. Em ambos os casos, dar suporte não direcionado (como doação para caridade) não se relacionou à redução das atividades da amígdala. "Os seres humanos aproveitam as conexões sociais e se beneficiam quando agem a serviço do bem-estar dos outros", segundo os autores Tristen Inagak e Lauren Ross, da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

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O despertador toca, um familiar chama, o despertador toca novamente e você não sai da cama! Enrola, enrola e enrola. Caso você já tenha sido chamado de preguiçoso por postergar sua saída da cama várias vezes pela manhã, é hora de se orgulhar, segundo estudo feito pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Kaja Perina, do departamento de psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, esse hábito é, na verdade, sinal de inteligência e criatividade.

O estudo explica que microrganismos até mamíferos, incluindo os seres humanos, funcionam de acordo com um ciclo diário chamado ritmo circadiano. Este, por sua vez, determina o intervalo de 24 horas com base na luz solar, na temperatura, pelas marés e até pelo vento. Porém, os seres humanos, ao contrário de outras espécies de mamíferos, têm a capacidade única, conscientemente e cognitivamente, de substituir o relógio biológico interno. Em outras palavras, os seres humanos conseguem escolher o horário que vão dormir ou acordar.

O estudo, feito com mais de 20 mil jovens americanos, descobriu que, aqueles que dormiam tarde durante a semana e aos finais de semana, acordando atrasados durante a semana, mas não no fim de semana, apresentam um QI maior do que os jovens que dormiam e acordavam mais cedo sempre. Assim, aqueles com um QI inferior a 75 iam dormir por volta das 23h41 na idade adulta, enquanto aqueles com um QI de mais de 125 iam para a cama às 00h29 aproximadamente.

Os pesquisadores, analisando os horários e os QIs dos participantes, concluíram que pessoas que dormem mais tarde demonstram inteligência, por reforçarem que não precisam estar em sincronia com a luz solar, como nossos ancestrais faziam.

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