Instagram

Estudo da Universidade do Sul de Queensland (Austrália), uma barba robusta oferece benefícios que podem tornar sua pele mais saudável e bonita.

Pesquisadores deixaram um grupo de manequins, alguns barbudos e alguns sem pelo facial, sob o sol severo do deserto australiano. Quando compararam a quantidade de radiação absorvida por cada sujeito, descobriram que as barbas bloqueavam 90 a 95% dos raios UV prejudiciais. Esse nível de proteção poderia retardar o processo de envelhecimento com sucesso e reduzir o risco de desenvolver câncer de pele.

“Os pelos faciais têm um fator de proteção ultravioleta (UPF) de 2 a 21”, disse um dos cientistas do estudo, Alfio Parisi, ao portal Men’s Journal. “A porcentagem de UV bloqueada depende da espessura e do ângulo do sol. Desde que a barba tenha espessura razoável, não acho que haja necessidade de protetor solar sobre a barba”. Embora a espessura adequada de uma barba possa ser difícil de quantificar, Parisi disse que ela precisa ser um pouco robusta, ou seja, não apenas uma “barba por fazer”.

As barbas também são boas para capturar poeira e pólen. Enquanto isso soa ruim para as pessoas com asma ou rinite, não é: elas funcionam como “fortalezas”, protegendo o nariz, olhos e boca de agentes irritantes. Além disso, uma camada espessa de pelos faciais retém a umidade e age como uma barreira contra o vento, mantendo a pele fresca e jovem.

Fonte

Instagram

De acordo com pesquisa da empresa a iPass, que entrevistou 1,7 mil pessoas dos Estados Unidos e da Europa fazendo esta pergunta, 40% acreditam que o WiFi é prioridade no dia a dia. Sobre sexo, o número cai para 37%. Em terceiro lugar fica o chocolate, com 14%, seguido por álcool (9%).

"WiFi não é apenas o método mais popular de conexão à internet: ele também suplantou muitos outros luxos e necessidades humanas”, diz Patricia Hume, do iPass.

Outro dado interessante da pesquisa: entre os viajantes, 72% escolhem hotéis baseando-se na disponibilidade do WiFi, não no valor da tarifa.

Fonte

Instagram

Um estudo feito pela Michigan State University e publicado pelo jornal Health & Place mostra que pessoas que vivem próximo do litoral são mais felizes. Os pesquisadores do estudo se focaram na cidade de Wellington, na Nova Zelândia, para entender como a água afeta os níveis de humor e estresse nas cidades.

Os pesquisadores combinaram informações topográficas da cidade, que informam lugares de onde é possível ver o mar, com um estudo que incluía perguntas sobre saúde e estilo de vida dos moradores.

No final das entrevistas, os pesquisadores descobriram que as pessoas que tem mais acesso para ver o mar apresentavam um índice mais baixo de estresse. O mesmo não se comprovou para aqueles que estavam mais perto de espaços verdes, como parques, por exemplo.

Fonte

Instagram

Estudo realizado pelo Imperial College London com 140 voluntários para analisar os efeitos causados pela poluição sonora durante o sono, com objetivo de descobrir como o barulho dos aviões afeta quem mora perto de um aeroporto, mostrou que até mesmo o ruído de um ronco pode ser bastante nocivo à saúde de quem dorme ao lado.

Diversos fatores foram estudados como, por exemplo, a pressão arterial. O especialista Lars Jarup, um dos autores do estudo, relata que o ruído noturno pode afetar instantaneamente a pressão sanguínea e aumentar o risco de hipertensão.

Os efeitos prejudiciais do barulho não estão na origem do som, mas no nível de decibéis, que é a intensidade. Os cientistas indicaram por meio do estudo, que os efeitos começaram a ser sentidos após 35 decibéis, um nível similar ao de um avião no ar, tráfego de carros ou um parceiro roncando na cama.

Um estudo realizado anteriormente indicou que as pessoas que viveram perto de aeroportos e conviviam com sons de mais de 10 decibéis por cerca de 5 anos, tiveram um risco 14% maior de pressão arterial.

Fonte

Instagram

Guardar dinheiro para casar ou viajar? Segundo estudo do site Booking feito com 17 mil pessoas, 51% concordaram que viajar traz mais felicidade que ter o casamento dos sonhos.

Muitas pessoas também disseram sentir felicidade até mesmo enquanto planejam a viagem. Botar o pé na estrada é mais gratificante até do que fazer compras, segundo 70% dos milhares de entrevistados.

Shawn Achor, estudioso do tema, explicou por que as pessoas consideram que viajar traz mais felicidade do que outras atividades conhecidas por serem fontes de prazer. “Em um mundo em que o tempo é sempre mais dinheiro, quem viaja quer um retorno de investimento mais precioso, que valha além do tempo ou do dinheiro”, disse o especialista.

As entrevistas foram feitas em 17 países. Outro fator comum para que a viagem planejada cause ainda mais alegria é quando as reservas são feitas rapidamente, sem empecilhos ou contratempos.

Fonte

Instagram

Mudanças modestas nos horários de café da manhã e jantar podem reduzir a gordura corporal, segundo estudo da Universidade Survey do Reino Unido, publicado nos relatórios do Journal of Nutritional Sciences.

O estudo com duração de 10 semanas investigou os impactos de mudar o horário das refeições no peso e saúde geral de 13 participantes.

Os voluntários foram divididos em 2 grupos: 1) aqueles que se alimentaram normalmente 2) aqueles que tomaram o café da manhã 90 minutos mais tarde que o normal e jantaram 90 minutos mais cedo que o normal.

Os participantes não precisaram seguir uma dieta rígida, e puderam comer o que sempre comem contanto que fosse nos horários específicos. Isso permitiu que os pesquisadores analisassem se esta dieta poderia ser feita com facilidade por todo mundo.

Ambos indivíduos fizeram exames de sangue e preencheram diários de dieta durante a intervenção, e também responderam a um questionário imediatamente depois das 10 semanas.

O resultado do experimento foi que quem alterou o horário das duas refeições perdeu mais que o dobro da gordura corporal do que o grupo controle. Este estudo deve ser repetido com um grupo maior para verificar se os resultados se mantêm.

O motivo pela perda de peso foi que aqueles que alteraram o horário tenderam a comer menos do que o grupo controle. Com base no questionário, 57% dos participantes notaram uma redução no consumo de comida porque sentiam menos fome, porque tinham menos oportunidade de comer ou por uma redução nos lanchinhos (especialmente à noite).

No total, os participantes passaram 3 horas a mais por dia em jejum do que normalmente fariam. Ainda não se sabe se este tempo mais longo de jejum ajudou na perda de peso.

Fonte

Instagram

É comum você sair do trabalho para curtir sua vida pessoal, mas chegando em casa você fica naquela expectativa de que vai receber uma mensagem por e-mail ou WhatsApp do seu chefe ou da sua equipe? Isso te deixa aflito? Te faz esquecer dos pequenos prazeres do descanso do lar e trazer para casa o ambiente de trabalho?

Isso é muito comum nesses "novos tempos". De acordo com um estudo do Instituto Tecnológico da Universidade de Virgínia (Virginia Tech), nos Estados Unidos, feito com 200 pessoas, a simples expectativa de checar mensagens do trabalho no horário de folga faz mal para a saúde e o bem-estar, ou seja, para sofrer os efeitos negativos, você nem precisa efetivamente entrar no e-mail ou no WhatsApp, basta apenas se preocupar com isso.

"A mera expectativa de estar disponível de forma constante significa que as capacidades cognitivas estão sempre no modo 'on'", afirma o estudo, conduzido por William Becker, professor da Virginia Tech. "Isso ameaça a realização de metas da vida pessoal e provoca respostas afetivas negativas, como sentimentos de preocupação, tensão e falta de controle".

A tecnologia trouxe para a vida das pessoas algo como um "trabalho sem fronteiras" o que prejudica a vida pessoal.

"A explosão da internet alimentou a proliferação de dispositivos eletrônicos, criando uma sociedade conectada o tempo todo. Isso intensificou em muitas organizações as expectativas quanto à disponibilidade dos funcionários após o expediente. Como resultado, as fronteiras entre o trabalho e a vida fora do trabalho ficaram pouco definidas", diz o estudo.

Quando um funcionário está em seu momento de descanso e se preocupa com checar as mensagens do trabalho, ele acaba dando menos atenção para as suas relações pessoais. Além disso, ele precisa ficar trocando de papéis o tempo todo - ora membro da família, ora funcionário -, o que pode gerar conflitos emocionais.

A pessoa que está preocupada com o trabalho fora do expediente pode ficar distante, mexendo no celular o tempo todo, sem se engajar nas atividades de sua vida pessoal.

Além disso, "o indivíduo pode acabar ficando preso nos seus esquemas de trabalho, que podem não ser adequados para desempenhar seus papéis em casa. Por exemplo, se uma pessoa tem um trabalho em que precisa ter uma posição dominante e distante psicologicamente, isso pode dificultar que desempenhe um papel de um parceiro cuidadoso e aberto", diz o estudo.

Por fim, ainda segundo a pesquisa, a sensação de ansiedade sentida pelo funcionário que precisa ficar "on" o tempo todo pode ser "erroneamente atribuída a quem faz parte do seu convívio, provocando um aumento de conflitos e colocando em perigo os relacionamentos", afirma a pesquisa.

Fonte

Instagram

Pesquisadores da Ripon College, Wisconsin, EUA, mostraram que cachorros não apenas entendem quando seus donos estão tristes e choram, mas correm para ajudá-los nestas situações.

Nos testes, os cães reagiram mais rápido para abrir uma porta e chegar até o dono quando a pessoa do outro lado fazia sons de choro do que quando ela cantarolava uma canção de ninar. Ao todo foram 34 cães envolvidos na pesquisa de diferentes raças, tamanhos e idades.

Os cães ficaram em um ambiente ao lado de outro menor onde estava seu dono. O animal conseguia enxergar a pessoa por um painel de vidro. A porta estava fechada apenas com ímãs para que pudesse ser aberta mais facilmente com a ajuda das patas ou do focinho.

Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, os humanos deviam cantarolar e pedir ajuda em um tom normal de voz a cada 15 segundos. No outro, deviam pedir ajuda de forma alarmada e fazer sons de choro.

No caso dos donos que choravam, os animais reagiram muito mais rápido. Eles levaram 23,43 segundos em média para abrir a porta, em comparação com 95,89 segundos no grupo que cantarolava.

Os cientistas destacam que não é possível saber se outros fatores levaram os cães a abrir as portas. Mas a maior velocidade com que os animais de donos que choravam fizeram isso indica que eles estavam reagindo ao fato do humano estar em uma situação de estresse e tentaram ajudar.

Apesar da pequena dimensão do estudo e do fato que alguns donos eram melhores em simular sons de choro e cantarolar do que outros, os cientistas dizem que ele ajuda a entender o que influencia o comportamento destes animais. "O experimento encontrou indícios de que cães agem para ajudar humanos, e a velocidade com que abriram a porta indica que são sensíveis ao estado emocional de seus donos", dizem os pesquisadores.

Fontes 1 e 2

O Muito Interessante tem parceria com a Ong Amigos de São Francisco, organização dedicada ao respeito aos animais de qualquer raça e espécie e que acredita que uma sociedade só estará em equilíbrio quando souber tratar com dignidade seus animais. Para ajudar você pode adotar, apadrinhar, ceder um local temporário, ser voluntário ou até mesmo ajudar financeiramente. Clique aqui e saiba como ajudar. Abaixo uma lista de lindos e lindas esperando para ser adotado, caso queira ver outros animais (cães e gatos) de outras raças e portes acesse amigosdesaofrancisco.com.br/adotar.

Instagram

Chegou a hora de negociar suas férias no trabalho? Avise para o RH que para seu bem estar as férias serão bem longas! Tudo em prol de uma vida mais prolongada.

Um estudo feito pela Universidade de Helsinque, na Finlândia, ao longo de 40 anos, apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia e aceito para publicação no "Journal of Nutrition, Health & Aging" constatou que férias longas prolongam a vida..

O estudo incluiu 1.222 homens executivos de meia-idade nascidos em 1919 a 1934 e recrutados no Helsinki Businessmen Study em 1974 e em 1975. Os participantes tinham pelo menos um fator de risco para doença cardiovascular (tabagismo, pressão alta, colesterol alto, triglicérides elevados, intolerância à glicose ou excesso de peso).

Os participantes foram separados em um grupo de controle (610 homens) e um grupo de intervenção (612 homens) por cinco anos. O grupo de intervenção recebeu conselhos orais e escritos a cada quatro meses para fazer atividade física aeróbica, comer uma dieta saudável, atingir um peso saudável e parar de fumar. Quando os conselhos de saúde isoladamente não foram eficazes, os homens do grupo de intervenção também receberam medicamentos recomendados na época para reduzir a pressão arterial (betabloqueadores e diuréticos) e os lipídios (clofibrato e probucol). Os homens do grupo de controle receberam cuidados de saúde habituais e não foram acompanhados pelos investigadores.

Férias mais curtas foram associadas ao excesso de mortes no grupo de intervenção. Neste grupo, os homens que tiraram três semanas ou menos de férias anuais tiveram um risco 37% maior de morrer do que aqueles que ficaram de férias por mais de três semanas, no período de 1974 a 2004. Já no grupo de controle, o tempo de férias não teve impacto no risco de morte.

"Não pense que ter um estilo de vida saudável pode compensar o fato de se trabalhar pesado e não tirar férias - As férias podem ser uma boa maneira de aliviar o estresse" disse o professor Timo Strandberg, da Universidade de Helsinque.

"Em nosso estudo, homens com férias mais curtas trabalhavam mais e dormiam menos do que aqueles que tiravam férias mais longas" destacou professor Strandberg. "Esse estilo de vida estressante pode ter anulado os benefícios da intervenção. Acreditamos que a intervenção em si também pode ter tido um efeito psicológico adverso sobre esses homens, acrescentando estresse às suas vidas."O risco de doença cardiovascular foi reduzido em 46% no grupo de intervenção, em comparação com o grupo controle até o final do estudo. No entanto, quando nos 15 primeiros anos de acompanhamento, em 1989, houve mais mortes no grupo de intervenção do que no de controle.

Fonte

Instagram

Chocolate é afrodisíaco? Astecas já diziam que sim, mas a ciência sempre torceu o nariz para isso. Agora, pesquisadores consideraram se alguns alimentos provocam sentimentos de romance entre os participantes de alguns estudos.

O estudo realizado pela Dra. Jennifer Nasser, professora associada de Ciências da Nutrição na Universidade Drexel, constatou que o consumo de chocolate faz com que seu cérebro libere o prazer da dopamina química, o que poderia colocá-lo no clima de romance.

Em outro experimento as pessoas foram alimentadas ora com mini biscoitos, ora com batatas fritas. Então, eles fizeram o mesmo com refrigerante e água com gás. De acordo com os pesquisadores, as pessoas solteiras que acabavam de receber a escolha açucarada eram mais propensas a começar a imaginar relacionamentos amorosos hipotéticos. Além disso, eles descreveram essas relações como comprometidas e satisfatórias.

Os pesquisadores também decidiram realizar um experimento em que os participantes bebiam refrigerante ou água e então eram convidados a visualizar vários perfis de namoro. Novamente, aqueles que haviam consumido a escolha açucarada demonstraram um maior interesse pelos perfis e até classificaram os pretendentes como sendo mais atraentes.

Mas enquanto os solteiros podem colher os benefícios românticos do consumo de açúcar, há más notícias para aqueles que estão em relacionamentos. Comer doces não parece ter um efeito sobre os romances existentes em termos de como um casal percebem um ao outro. Em geral, no entanto, o chocolate ainda pode ser responsável por aumentar a libido.

Fonte