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“Então é Natal, e o que você fez?”, canta a cantora Simone em seu álbum totalmente dedicado ao Natal tocado na íntegra mais de 12 vezes ao longo da ceia...

As tradicionais músicas de Natal podem ter um efeito bastante negativo sobre as pessoas. O problema, é claro, não são as músicas em si. A repetição excessiva das mesmas músicas, porém, pode levar a fadiga cognitiva e stress.

Victoria Williamson, da Universidade de Londres, conduziu uma pesquisa que descobriu que o apreço pelas músicas natalinas cresce no início da época. À medida que as pessoas continuam ouvindo as mesmas músicas, o prazer em ouvir vai caindo, causando stress.

“Qualquer pessoa que já tenha trabalhado em uma loja durante o período do Natal vai saber do que estou falando”, diz Williamson.

Williamsom explica que o impacto das músicas natalinas depende do estado mental anterior à música. Ela explica que muitas pessoas encaram problemas nessa época, o que já diminui a predisposição a gostar dessas canções.

A falta de dinheiro para comprar um presente para um familiar querido ou a pressão de viajar ou fazer algo de proveitoso acabam por criar uma pressão. A combinação das músicas às preocupações acaba por aumentar a fadiga mental.

Uma pesquisa da Consumer Reports, publicação de varejo americana, descobriu que 23% dos americanos via nas músicas natalinas o pior lado da data. Outro estudo, realizada no Canadá por uma empresa de pesquisas, viu que 36% dos entrevistados admitiam deixar uma loja antes do que precisavam por conta da trilha natalina.

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Já reparou que dezembro é um mês cheio de coisas estressantes?

O trabalho a mil por hora e você querendo desacelerar nas folgas do período de festas, contas e mais contas para pagar, estradas abarrotadas de carros, shoppings dando na tampa de tanta gente, aeroportos congestionados... ufa!

Sim, o fim de ano é realmente estressante e segundo pesquisa da International Stress Management Association do Brasil (ISLA-BR) sobre o aumento de ansiedade, irritação e tensão nas pessoas no último mês do ano, foi comprovado que em dezembro o nível de estresse aumenta, em média, 75% em relação aos outros períodos.

A associação que pesquisa o estresse e suas formas de prevenção ouviu 700 pessoas economicamente ativas, com idade entre 25 e 55 anos. 60% dos entrevistados revelou que o excesso de tarefas no trabalho é a principal causa de estresse. 25% atribuíram aos gastos adicionais.

“As causas disso passam pela sobrecarga de trabalho, trânsito, solidão e gastos”, explica Ana Maria Rossi, presidente da instituição.

E mais, excesso de comida e bebida alcoólica, gastos além da conta, estresse, depressão e a obrigação de parecer feliz no fim de ano podem causar problemas de saúde, a combinação pode ser fatal. Quem já tem hipertensão, arritmia ou depressão, por exemplo, corre mais risco de sofrer um derrame ou ataque cardíaco como consequência do que os americanos chamam de "holiday heart syndrome" (síndrome de fim de ano), segundo Elias Knobel, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein.

Nos prontos-socorros, há aumento dos casos relacionados a ansiedade e depressão, segundo Daniel Magnoni, diretor de nutrição do Hospital do Coração. No CVV (Centro de Valorização da Vida), o número de ligações sobe 20% na época.

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A equipe de médicos da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) realizaram uma pesquisa com 400 pacientes para avaliar seus comportamentos na época de Natal.

O resultado foi que apenas 8% dos pesquisados disseram conseguir manter a dieta durante as comemorações natalinas.

37% assumiram que saem completamente da dieta e 55% revelaram que se permitem sair da rotina, mas sempre buscando o equilíbrio entre os alimentos consumidos.

Outro dado interessante da pesquisa é que para 51% dos entrevistados, a ceia é um momento de paz, calmaria e reflexão, já para 49% é tiro porrada e bomba, com muito falatório.

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Se você está trabalhando por um longo período sem férias, preste atenção: cientistas afirmam que não tirar férias pode te matar. Meses sem descanso afetam o corpo de forma física - aumentando a chance de problemas cardíacos - e mentalmente.

Um projeto de longo prazo chamado de estudo Framingham Heart Study acompanhou mulheres trabalhadoras por 20 anos analisando as relações entre frequência com que elas tiravam férias e a incidência de problemas cardíacos. Trabalhadoras que tiravam férias a cada seis anos tinham o dobro de chances de ter problemas cardíacos do que aquelas que descansavam pelo menos duas vezes por ano. Homens que renunciam a seus períodos de férias anuais têm um risco 32% maior de morrer de um ataque cardíaco.

A mente de quem não descansa sofre! uma pesquisa chamada Whitehall II estudou os efeitos psicológicos de longos turnos de trabalho. A conclusão é que trabalhar mais de 11 horas por dia dobra as chances de um episódio de depressão grave, em comparação a trabalhadores com turno de sete ou oito horas.

Para descanso total da mente, um estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, mostrou que uma melhora psicológica acontece depois de uma temporada de férias. Este estudo mostra, inclusive, uma queda na quantidade de remédios comprados por pessoas que acabaram de voltar de férias.

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Uma pesquisa intitulada 'Global Teacher Status Index 2018' realizada pela ONG Varkey Foundation, conduzida em 35 países para avaliar o status dos professores na sociedade, mostrou que o Brasil é o país que menos valoriza este profissional. Já a China lidera, reconhecendo a importância dos professores para a sociedade.

Os pesquisadores entrevistaram mil pessoas de cada um dos 35 países para identificar como o emprego de um professor dos ensino primário e secundário era comparado a outras profissões, em termos de valor para a sociedade. Na média de todos os países, a profissão de professor ficou na sétima posição entre 14 possíveis.

O Top 5 países que mais valorizam educadores são: China, Malásia, Taiwan, Rússia e Indonésia. Na China, Malásia e Rússia, a importância do professor é comparada a médicos.

No Top 5 que menos valorizam estão Argentina, Gana, Itália, Israel e por último o Brasil, que compara professores a bibliotecários.

É também do Brasil a maior parte de entrevistados (90%) que acreditam que não há respeito entre alunos e professores. Na China, 80% disseram que há respeito com seus mestres.

Esta é a segunda edição do 'Global Teacher Status Index'. A primeira, em 2013, foi feita com 21 países, entre eles o Brasil, que já havia ficado em último lugar então — e foi uma das sete nações onde a valorização dos professores caiu no período entre as duas pesquisas.

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Vivenciar momentos offline com seu amor é maravilhoso não é mesmo? Mas quando ambos entram em seus perfis nas redes sociais, esses momentos juntos - jantares, viagens, selfies - podem ir ou não para a timeline e se são postados com frequência indicam, segundo estudo, que tem um problema aí.

Um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que ficam exibindo seus momentos de casal nas redes sociais são, na verdade, aquelas que mais duvidam do amor que sentem.

Na pesquisa, 216 participantes (108 casais heterossexuais de uma pequena cidade do Canadá), mantiveram um diário ao longo de duas semanas registrando altos e baixos de suas relações - essas informações foram cruzadas com as atualizações que aconteciam nas redes sociais (Facebook e Instagram) no período.

O estudo comprovou que, quanto mais inseguros estavam, mais posts com o(a) parceiro(a) eram publicados.

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Decorar é renovador, divertido e estimulante. Mas para alguns casais é fonte de frustação.

Segundo pesquisa on-line realizada pela loja de móveis online Article e One Poll com 2 mil adultos, decidir qual a cor do hack, o tamanho do sofá, o tipo de bancada para cozinha gera em média 72 brigas por ano, ou 216 horas de bate-boca ao longo de suas vidas.

O que as pessoas mais discutiam? Talvez não seja surpresa que o dinheiro tenha sido o principal ingrediente das brigas. O orçamento era um grande problema para os participantes, com três em cada 10 casais discordando sobre quanto gastar um novo móvel.

Quanto a outros problemas, um em cada cinco entrevistados disse que eles brigam sobre quais aparelhos domésticos comprar. O mesmo número também se vê discutindo sobre estilos de mobília, e outros 20% tipicamente brigam pelo esquema geral de cores. Ao discutir as opções de decoração da casa, 58% dos entrevistados disseram que optam por abster comentários para evitar desentendimentos.

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Você quer comprar algum bem novo? Casa, carro? Quer perder peso, frequentar a academia? Começar uma dieta? Ir a mais shows? Finalizar trabalhos atuais? Não importa quais sejam seus objetivos, para você ter mais chances de realizá-los basta você os escrever regularmente. Fazendo isso, segundo estudo da Dominican University, a chance é 42% maior!Continue lendo...