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Você conhece pessoas que têm respostas para tudo, sempre opinando e tentando mostrar como são mais inteligentes que especialistas de um determinado assunto? Essas pessoas podem ser vítimas do efeito Dunning-Kruger, ou seja, que superestimam suas aptidões sociais e intelectuais.

O efeito Dunning-Kruger é o fenômeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos. É a sua incompetência que os restringe da habilidade de reconhecer os próprios erros. Estas pessoas sofrem de superioridade ilusória.

Por outro lado, a competência real pode enfraquecer a autoconfiança e algumas pessoas muito capacitadas podem sofrer de inferioridade ilusória, achando que não são tão capacitados assim e subestimando as próprias habilidades, chegando a acreditar que outros indivíduos menos capazes também são tão ou mais capazes do que eles. A esse outro fenômeno dá-se o nome de síndrome do impostor.

O mecanismo da ilusão de superioridade foi demonstrado numa série de experiências realizadas por Justin Kruger e David Dunning, pesquisadores da Universidade de Cornell. Os resultados foram publicados no Journal of Personality and Social Psychology. Kruger e Dunning constataram que vários estudos anteriores sugeriam que em habilidades tão distintas como compreensão de leitura, operação de veículos motorizados, e jogar xadrez ou ténis, "a ignorância gera confiança com mais frequência do que o conhecimento".

Quando os pesquisadores pediram que engenheiros de software qualificassem seu próprio trabalho, mais de 30% disseram fazer parte dos 5% melhores da empresa. Segundo outro estudo, 88% dos motoristas norte-americanos afirmam dirigir melhor que a média.

Os que mais tendem a ter melhor ideia sobre si mesmos são, exatamente, os menos capacitados: quanto menos sabemos sobre um tema, mais tendemos a achar que sabemos o suficiente. Já os especialistas tendem a subvalorizar ligeiramente suas aptidões. De fato, em alguns estudos, os mais ignorantes julgavam saber quase tanto quanto esses entendidos.

O problema de uma mente ignorante: uma mente ignorante não é vazia, e sim repleta de ideias preconcebidas, experiências, fatos, intuições, vieses e pressentimentos, além de conceitos que importamos de outras áreas do conhecimento. Com tudo isso, construímos histórias e teorias que nos dão a impressão de serem um conhecimento confiável.

A ideia de que a Terra é plana é um exemplo deste efeito. Algumas pessoas pensam ser possível que a terra seja como um disco de vinil flutuando no espaço, ignorando todas as evidências científicas, contestando com evidências infundadas a verdade absoluta.

Segundo os pesquisadores: "Ninguém está livre desse efeito, por mais esperto que seja. Ou melhor, por mais esperto que acredite ser".

#pracegover: Efeito Dunning-Kruger é o fenômeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que cheguem a resultados indevidos.

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Onde pessoas que acreditam que a Terra é plana buscam informações? Um estudo feito pela Universidade de Tecnologia do Texas, nos EUA, mostrou que a maioria dos terraplanistas se informa por meio do YouTube.

Pesquisadores foram até a última conferência anual do movimento terraplanista, que aconteceu em 2017, na Carolina do Norte, nos EUA, e conversaram com 30 participantes. Todos os entrevistados, com exceção de um, disseram que começaram a acreditar que a Terra é plana depois de assistir a vídeos sobre teorias da conspiração — como os que dizem que o atentado de 11 de setembro e a chegada da NASA à Lua são falsos.

Segundo uma das autoras da pesquisa, Asheley Landrum, a maioria dos participantes do estudo diz procurar os vídeos apenas para desmascará-los, mas logo acabam sendo convencidos por eles. “Os algoritmos facilitam a queda no buraco do coelho, apresentando informações às pessoas que serão mais suscetíveis a isso”, disse em entrevista ao jornal britânico The Guardian.

Landrum, diante desta situação, convidou cientistas para criar seus próprios vídeos e combater as teorias. "Há muita informação útil no YouTube, mas também muita desinformação. (...) Acreditar que a Terra é plana em si não é necessariamente prejudicial, mas é algo que vem embalado em uma desconfiança nas instituições e nas autoridades em geral. Queremos que as pessoas sejam consumidoras críticas das informações que recebem; porém, há um equilíbrio a ser obtido", completou.

Por problemas relacionados a fake news e teorias infundadas, o YouTube anunciou recentemente que vai mudar sua inteligência artificial, em uma tentativa de melhorar a qualidade do conteúdo recomendado aos usuários.

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Estudo da Michigan State University liderado pelo sociólogo Hui Liu mostrou que mulheres que estão sempre implicando com os comportamentos de seus parceiros com relação à saúde deles são as melhores parceiras para um relacionamento saudável.

Usando dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, Liu e colegas analisaram os resultados da pesquisa de 1.228 entrevistados casados em cinco anos. No início do estudo, os entrevistados tinham entre 57 e 85 anos de idade; 389 tinham diabetes no final do estudo - Diabetes é a sétima principal causa de morte nos Estados Unidos. Mais de 29 milhões de americanos tiveram diabetes em 2012, ou seja, 9,3% da população.

Liu, especialista em saúde de base populacional e ciência da família, investigou o papel da qualidade conjugal no gerenciamento e risco de diabetes e encontrou duas grandes diferenças de gênero: - o achado mais surpreendente foi que, para os homens, um aumento na qualidade conjugal negativa - mulheres implicantes - diminuiu o risco de desenvolver diabetes e aumentou as chances de controlar a doença após seu início. A diabetes requer monitoramento frequente que as esposas podem estar estimulando o marido a fazer, aumentando sua saúde, mas também aumentando a tensão conjugal ao longo do tempo. - para as mulheres, um bom casamento estava relacionado a um risco menor de ser diabético cinco anos depois. As mulheres podem ser mais sensíveis do que os homens à qualidade de um relacionamento e, portanto, mais propensas a experimentar um impulso de saúde a partir de um relacionamento de boa qualidade.

Como o diabetes é a doença crônica que mais cresce nos Estados Unidos, a implementação de políticas públicas e programas destinados a promover a qualidade conjugal também deve reduzir o risco de diabetes e promover saúde e longevidade, especialmente para mulheres em idades mais avançadas", diz o estudo.

#pracegover: Mulheres que implicam com seus parceiros são as melhores parceiras, sugere estudo.

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Pesquisadores da Universidade de Iowa descobriram que quem toma um a dois drinks alcoólicos por dia envelhece melhor do que pessoas que não bebem.

Usando dados do Gene Expression Omnibus disponível publicamente, o estudo comparou o DNA de pessoas que não bebiam álcool, bebiam com moderação e bebiam de maneira exagerada. A ideia era saber qual a idade biológica em comparação à idade cronológica destas pessoas. Aos que consomem 1 a 2 bebidas o envelhecimento foi melhor e estavam em boa forma, mas para aqueles que extrapolavam o corpo envelheceu mais rapidamente.

Ou seja, tomar uma ou duas cervejas no happy hour da empresa, ou beber uma taça de vinho em casa, todos os dias, faz bem para a saúde. O ideal é beber depois do trabalho para não estar alcoolizado durante a labuta. Mas atenção, sempre beba com moderação!

#pracegover: Tomar cerveja depois do trabalho faz bem para a saúde, sugere estudo.

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Se você busca a felicidade, estar próximo à natureza pode ser o melhor caminho. Segundo estudo realizado pela Universidade de Regina, no Canadá, 5 minutos em contato com a natureza trazem mais emoções positivas.

Cientistas fizeram dois testes com 123 pessoas. No primeiro, os participantes foram divididos em dois locais: uma parte foi a um parque em frente à universidade, a outra parte ficou dentro do prédio. Todos tiveram que desapegar de seus celulares e orientados a se concentrar apenas neles mesmos enquanto permaneciam sentados.

Cada participante preencheu uma escala de emoções que incluía sensações positivas ligadas a conforto, prazer, gratidão, reverência e a sensação de ser parte maior que você mesmo.

Aqueles que estavam sentados no parque sentiram um aumento de todas as sensações positivas antes e depois do teste. Aqueles que estavam no ambiente interno da Universidade não alteraram suas sensações.

O segundo teste foi feito pelos pesquisadores para ver se mais tempo na natureza se correlacionaria com um aumento ainda maior dessas emoções. 70 participantes passaram 15 minutos, também sem celulares e sentados no parque e dentro da universidade e preencheram outra escala com emoções negativas (como estresse, depressão e ansiedade).

O fato de ficar mais tempo na natureza não se refletiu no aumento da quantidade de emoções positivas, mas o estudo revelou, também, que as emoções negativas foram reduzidas em ambos os ambientes, quando acrescidos cinco minutos de descanso.

"O contato com a natureza é benéfico para nossa saúde emocional, por isso preservar nossos espaços naturais nas cidades é um importante objetivo para a saúde pública", disse Katherine D. Arbuthnott, uma das autoras do estudo.

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Marque nos comentários aquela pessoa que dorme muito!

Segundo estudo da Universidade de Berna, na Suíça, seres humanos são capazes de aprender inconscientemente novos conceitos durante o sono.

A pesquisa feita por cientistas do Instituto de Psicologia e Centro de Cognição da Universidade de Berna contou com 41 participantes que utilizaram fones de ouvido para ouvir dois pares de palavras dormindo. Uma das palavras era inventada e a outra, conhecida. Após acordar, os participantes conseguiam recordar os vocábulos e seus significados.

Parte dos voluntários escutou pares de palavras como "guga e pássaro" e outros "guga e elefante". No dia seguinte, os cientistas interrogaram os voluntários se a palavra "guga" cabia numa caixa de sapatos. De acordo com o estudo, os vocábulos reproduzidos na fase de sono profundo designada "up state", 60% dos voluntários classificavam corretamente as palavras inventadas.

Na fase do sono profundo, "up state", que só dura cerca de meio segundo, o eletroencefalograma registra que todas as células cerebrais estão ativas conjuntamente. Ela se alterna com a "down state", em que não há atividade entre as diversas áreas do cérebro.

De acordo com o pesquisador Marc Züst, coautor do estudo, o experimento demonstra ser possível aprender com o inconsciente 100% ativo, porém, não é saudável ouvir várias palavras durante a noite, esperando que sejam armazenadas na memória. O barulho constante é uma fonte de perturbação para o sono adequado.

#pracegover: É possível aprender dormindo, diz estudo.

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O estresse está batendo lá no alto? Entre numa sala de chat com você mesmo e bata um autopapo em terceira pessoa e diga: "Calma, cara!". Segundo estudo das Universidades de Michigan e do Estado de Michigan (EUA), falar sozinho é uma solução rápida para contornar situações de estresse.

Funciona assim, como no exemplo: Suponha que Joana tenha acabado de bater o carro numa colisão corriqueira de trânsito e reflita sobre seus sentimentos em voz audível na terceira pessoa, "Joana, ninguém se feriu", Joana irá reagir com mais calma que se fizesse na primeira pessoa: "Eu não feri ninguém". Segundo o estudo, esse autopapo em terceira pessoa faz com que as pessoas se distanciem emocionalmente de suas emoções, regulando-as.

Os resultados foram obtidos por meio de dois estudos. No primeiro, os participantes viam imagens neutras e perturbadoras e reagiam a elas em primeira e terceira pessoa enquanto tinhas suas atividades cerebrais monitoradas. Quando reagiam às imagens ruins (como um homem apontando uma arma para suas cabeças), as atividades cerebrais foram reguladas mais rapidamente entre os que falam com eles mesmos em terceira pessoa.

Também foi analisado o esforço para falar consigo mesmo na terceira pessoa e foi constatado que não é mais difícil do que fazer isso em primeira pessoa ou usar técnicas de mindfullness ou pensar pelo lado positivo.

No segundo experimento, os participantes refletiram sobre suas experiências dolorosas do passado usando a terceira e a primeira pessoa, enquanto os cérebros eram monitorados. Da mesma forma que o estudo anterior, A fala em terceira pessoa regula melhor as emoções e não exige esforço maior.

"Essencialmente, pensamos que se referir a si mesmo em Terceira pessoa leva as pessoas a pensarem nelas mesmas de uma forma semelhante à que pensam sobre outras pessoas e pode-se ver isso no cérebro", disse o professor de psicologia e pesquisador Jason Moser.

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Segundo estudo realizado pela Universidade de Genebra e Lausanne (Suíça), ser ninado, ou seja, ser balançado levemente, faz com que a pessoa caia no sono mais rapidamente e durma mais profundamente.

O estudo foi realizado com 18 jovens saudáveis que tiveram suas taxas cardíacas, respiratórias e atividade cerebral monitorados durante duas noites no Centro de Medicina do Sono. Na primeira, numa cama em movimento e na segunda, na mesma cama, mas em uma posição imóvel.

"Uma boa noite de sono significa adormecer rapidamente e permanecer dormindo a noite toda", diz Laurence Bayer, pesquisadora do Departamento de Neurociências Básicas da Faculdade de Medicina UNIGE e do Centro de Medicina do Sono HUG. “No entanto, observamos que nossos participantes, embora tenham dormido bem em ambos os casos, adormeceram mais rapidamente quando foram ninados. Além disso, eles tinham períodos mais longos de sono profundo e menos micro-despertares, um fator freqüentemente associado à má qualidade do sono. ”.

Depois dessa fase, os cientistas observaram se o movimento suave da cama também afetava a consolidação da memória. Os jovens voluntários tiveram que aprender pares de palavras à noite e lembrá-los de manhã quando acordassem. Como resultado, a cama em movimento trouxe melhores resultados aos indivíduos.

De acordo com os pesquisadores, isso é uma consequência de como o sono profundo modula a atividade das ondas cerebrais, e de como o balanço suave ajuda a sincronizar a atividade cerebral por meio das chamadas redes corticotiledôneas-corticais. Essas redes cerebrais desempenham um papel vital no sono profundo e na construção da memória.

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Segundo pesquisa do TODAY Moms com 7.000 mães, a maternidade é muito estressante, chegando ao nível de estresse de 8,5 em 10. Mas não são só os filhos que estressam uma mãe, mas também seu marido: para 46% das mães, os maridos são uma fonte maior de estresse do que as crianças.

Muitos participantes da pesquisa disseram que seus maridos não estavam fazendo uma parte igual das tarefas domésticas e dos cuidados infantis - até comparando a vida com um cônjuge a um filho extra. Deno Fleno, uma mãe de Connecticut, afirmou em entrevista para o TODAY Moms para que seu marido, Phil, é como um terceiro filho: “Uma criança de 7 anos vai ser uma criança de 7 anos de idade. Mas uma pessoa de 35 anos agindo como uma criança de 7 anos é mais estressante.”.

Agir como outra criança que precisa de atenção é um dos fatores que dá pontos extras aos homens da casa. As participantes do estudo alegaram que, após um dia corrido no trabalho, atenção e preocupação com as crianças e cuidados com a casa, muitas vezes não sobra disposição para se dedicar ao marido, o que acaba gerando cobrança e falta de compreensão – de ambos os lados. Seja qual for a fonte de estresse, o consenso entre as mães é que o próprio casamento é estressante por causa da quantidade de trabalho que requer.

Um estudo francês chamado 'conjugal condition' descobriu que um casamento estressante é tão ruim para o coração quanto um hábito regular de fumar, e uma pesquisa da Brandeis University e University College, em Londres, também descobriu que cônjuges em casamentos tensos tendem a ser mais estressados durante a jornada de trabalho, o que poderia aumentar a probabilidade de acidente vascular cerebral e doença cardíaca para ambos os parceiros.

As crianças provavelmente também contribuem para o estresse conjugal, um estudo descobriu que nove em cada 10 casais dizem que a qualidade de seu relacionamento diminuiu após o nascimento do primeiro filho.

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Você está sempre solteiro(a)? Uma mutação no gene do receptor de serotonina 5-HT1A pode influenciar as perspectivas românticas de uma pessoa, segundo estudo feito com 579 universitários chineses.

Muitos fatores podem influenciar quando uma pessoa está para se apaixonar: sociológicos e psicológicos, demografia, aparência externa, personalidade, mas segundo o professor Zhou Xiaolin, da Universidade de Pequim, fatores genéticos também.

“Comportamentos relacionados ao amor, como pareamento e afiliação afetiva, estão associados aos níveis de serotonina no cérebro. Em animais não humanos, a diminuição dos níveis de serotonina diminui a receptividade sexual feminina e induz a agressão em relação aos machos ”, disse o professor Zhou.

O professor Zhou e seu grupo mostraram que o genótipo C-1019C (CC) do receptor de serotonina 5-HT1A está associado a relacionamentos mais seguros. Observando que os níveis de serotonina foram documentados para influenciar as relações humanas, o grupo de pesquisa levantou a hipótese de que seria mais fácil para os portadores de CC desenvolver e manter relacionamentos próximos com os outros, tornando-os mais propensos a estar em um relacionamento.

Para testar sua hipótese, eles compararam o status da relação de estudantes chineses expressando diferentes versões do gene 5-HT1A. Descobriram então que, enquanto 50,4% dos indivíduos portadores do genótipo CC estavam em relacionamentos, apenas 39% daqueles com os polimorfismos CG ou GG estavam namorando no momento do estudo.

“49,6% dos portadores de CC e 61% dos portadores de CG ou GG são solteiros. Ou seja, os portadores de alelo G têm 23% mais chances de serem solteiros do que outros indivíduos”, disse o Prof. Zhou.

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