Instagram

O Dia do Silêncio existe e é comemorado hoje, 7 de maio!

Esta data visa conscientizar as pessoas dos males que a poluição sonora provoca, em diversos aspectos, para a queda da qualidade de vida das pessoas. Além de consequências físicas, o excesso de ruídos também prejudica a concentração e eleva os níveis de stress.Continue lendo...

Instagram

Pesquisa da Universidade Pepperdine, nos Estados Unidos, mostra que pessoas que são capazes de admitir que seus conhecimentos e opiniões podem estar errados são, na verdade, mais bem informados do que quem acha que já sabe de tudo.

A pesquisa feita com 1.200 participantes analisou o conceito de humildade intelectual e seu oposto, o excesso de confiança intelectual (ter certeza de que você está certo sempre). Ter confiança é importante, mas o exagero pode ser um problema.

"Aqueles que acreditam que o conhecimento é certo são suscetíveis de tirar conclusões definitivas incorretamente de evidências ambíguas" diz o estudo, liderado psicóloga Elizabeth J. Krumrei-Mancuso e publicado no The Journal of Positive Psychology. "Ou seja, os indivíduos tendem a distorcer as informações para se ajustarem às suas crenças epistemológicas, o que pode afetar sua interpretação e aquisição de conhecimento."

Fonte

Instagram

A conta é simples, se dormimos 8 horas por dia isso equivale a 1/3 do dia que tem 24 horas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro é hoje de 71,3 anos anos. Considerando as ideais oito horas de sono diárias podemos dizer que um brasileiro médio passa 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida dormindo.Continue lendo...

Instagram

Neste 2 de abril é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data, estabelecida em 2007, tem por objetivo difundir informações para a população sobre o autismo e assim reduzir a discriminação e o preconceito que cercam as pessoas afetadas por esta síndrome neuropsiquiátrica.Continue lendo...

Instagram

Pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra, descobriram que o ato de contar mentiras, mesmo aquelas que parecem ser inofensivas e pequenas, acostuma o cérebro às emoções negativas associadas e, com o tempo, pode encorajar as pessoas a contar mentiras mais cabeludas.

Tali Sharot, coautora do estudo, e seus colegas se questionaram se o cérebro se acostuma com as mentiras, da mesma forma que acontece com o horror gerado por uma imagem violenta se ela for vista várias vezes. Normalmente, as pessoas se sentem culpadas por mentir, mas o sentimento desaparece com a prática.

O estudo foi feito com 80 voluntários que participaram de um experimento que os encorajava a mentir, enquanto a atividade cerebral era monitorada. Cada pessoa recebia um jarro com diferentes quantidades de moedas, e deveria enviar uma estimativa do valor no pote a um parceiro em outra sala, que via apenas uma imagem borrada do jarro e precisava acertar a quantia com base nas estimativas que recebia.

No primeiro cenário, foi dito aos participantes que quanto mais correta fosse a estimativa, melhor seria para o voluntário e o parceiro na outra sala. Dessa forma, seria benéfico para ambos enviar uma estimativa verdadeira. Mas em outros cenários, respostas erradas beneficiavam os voluntários em detrimento dos parceiros, e quanto maior fosse o erro, maior seria a recompensa.

Os pesquisadores perceberam que as pessoas começaram a fornecer estimativas com um pequeno erro, e o ato de contar essas mentiras provocavam uma forte atividade na amígdala cerebelosa, região do cérebro associada com a emoção. Mas com o tempo, a margem de erro na estimativa aumentava, enquanto a resposta da amígdala diminuía.

A correspondência entre a mentira e os efeitos na amígdala era tão forte que os pesquisadores puderam usar os resultados do monitoramento cerebral para prever qual seria o tamanho da próxima mentira. Para Neil Garret, coautor do estudo, ficou claro que “atos repetidos de desonestidade refletem numa redução da resposta emocional para esses atos”.

— Isso está de acordo com a nossa sugestão de que a amígdala sinaliza aversão a atos que consideramos errados ou imorais — disse Garret. — Nós testamos apenas a desonestidade nesse experimento, mas o mesmo princípio talvez seja aplicável ao escalonamento de outras ações, como comportamento de risco e violência.

Fonte