Instagram

Segundo estudo da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, o abraço é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estress e diminuir as chances de contrair infecções.

Os pesquisadores da universidade, liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos interpessoais e abraços diários.

Após a fase de questionários, os entrevistados foram expostos intencionalmente ao virus da gripe, colocados em quarentena e passando a ser monitorados para ver se desenvolveriam sinais da doença.

As pessoas que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança não desenvolveu sintomas da gripe. Outros infectados que mantinham uma maior frequência de abraços tiveram sintomas de gripe menores.

Fonte

Instagram

Podemos afirmar que terror é um gênero que perturba as pessoas? Estudo da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, sugere que assistir filme de terror melhora o humor e traz relaxamento aos espectadores.

A coautora do estudo, Margee Kerr, que estuda o medo a mais de uma década, explica: "Acreditamos que é algo muito semelhante, ao menos em um nível fisiológico e neurológico, à experiência de um atleta numa corrida profissional. Durante o momento de horror, você força seu sistema nervoso autônomo a ficar ligado". A conclusão da pesquisadora é que quando a situação de assustadora acaba, o alívio faz com que uma grande quantidade de endorfina seja liberada no cérebro, o que causa o bem-estar.

A pesquisa foi feita em uma casa "mal-assombrada" chamada "Scarehouse" com 262 participantes que já costumavam se submeter a atividades aterrorizantes por motivos sociais ou recreativos.

Todos os participantes da pesquisa tiveram monitoramento de suas atividades cerebrais com sensores na cabeça antes e depois da experiência aterrorizante. Quando a visita a casa terminou, metade relatou ter melhorado de humor e 33% afirmaram não ter sofrido nenhuma mudança significativa. Outros 17% disseram que o ânimo foi piorado. A maioria das pessoas disse que se sentiu feliz depois de passar pela casa "mal-assombrada" e poucas relataram sentir cansaço e ansiedade.

Fonte

Instagram

Segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), assim como aconteceu nos anos anteriores, 86% dos consumidores pretendem usar o 13º salário para o pagamento de dívidas.

A maioria planeja utilizar o 13º para quitar dívidas no cartão de crédito (49%) e cheque especial (45%).

Segundo o levantamento, 5% vão utilizar parte do benefício para a compra de presentes e apenas 3% pretendem poupar e aplicar parte do 13º para despesas de começo do ano (IPVA, IPTU, material e matriculas escolares).

Fonte

Instagram

Você tem amizades que são bastante ríspidas e rudes com você? Amigos que te magoam com as duras palavras? Estudo da University of Plymouth confirmou que esse seu amigo "mais rude" é, na verdade, aquele que quer o melhor para você.

De acordo com a pesquisa publicada na Psychological Science, as pessoas que tendem a fazer os outros sentirem emoções negativas acreditam que o impacto destas emoções possa beneficiar a outra pessoa no longo prazo.

O estudo analisou o comportamento de 140 pessoas em diversas situações e, com isso, foi possível concluir que existem casos onde as pessoas são rudes, mas não por que não gostam da outra pessoa ou porque querem magoá-las, e sim porque se importam. Ser "rude" é a forma que elas demonstram empatia e altruísmo.

Fonte

Instagram

Marque nos comentários aquela pessoa que sempre cai na rua.A duração do sono pode estar associada a um aumento do risco de fraturas, sugere estudo do órgão americano Women’s Health Initiative.

Os cientistas acompanharam mais de 157 mil mulheres ligadas ao órgão e descobriram que aquelas que dormem menos de cinco horas por noite e as que dormem mais de dez têm 25% mais chances de passar por experiências de queda frequentes (mais de duas por ano).

Pouco tempo de sono foi associado ao aumento do risco de fraturas nos membros superiores, inferiores e no centro do corpo, mas não no quadril.

Entre as mulheres que dormem pouco, menos de cinco horas por noite, o risco de cair aumentou 10,6% se comparadas às que dormem de sete a oito horas, tempo recomendado por médicos. Entre aquelas que dormem demais, o risco foi 7% maior.

“Apesar das quedas serem causadas por diversos fatores, nosso trabalho foca em um novo fator de risco: o sono. Os resultados sugerem que medidas para melhorar o sono podem reduzir o risco das quedas”, conclui Jane Cauley, pesquisadora da Universidade de Pittsburgh e autora do estudo.

Fonte

Instagram

Se você está uns quilos fora do seu peso ideal lembre-se, você não está sozinho.

Pesquisa da Norwegian University of Science and Technology analisou populações de 186 países entre 1975 e 2014 e concluiu que um adulto médio em 2014 era 14% mais pesado e cerca de 1,3% mais alto do que em 1975. A energia diária necessário para um adulto médio aumentou em 6,1% no período.

O mundo atual come bem mais! O consumo humano de alimentos aumentou 129% durante o período de 40 anos. É fato que o aumento populacional é o maior responsável por esse consumo, mas o aumento de peso e altura também é responsável por 15% do aumento da necessidade de comida.

As médias de peso e necessidades de energia variam entre os países. Enquanto um adulto médio de Tonga pesa 93 quilos, um vietnamita médio pesa 52 quilos. A diferença faz com que o povo de Tonga precise de 800 quilocalorias a mais por dia - cerca de quatro tigelas de aveia. Algumas nações passaram por rápidas mudanças. Em Santa Lúcia, no Caribe, o peso médio da população passou de 62 quilos em 1975 para 82 quilos 40 anos depois.

Segundo o autor, a pesquisa destaca justamente o fato de a necessidade de alimentos de um adulto médio não permanecerem constantes ao longo do tempo e serem bastante diferentes entre os países. Para os autores, os países precisam olhar não só o número de pessoas em uma área, mas também aspectos sociais e fisiológicos, para pensar em estratégias de combate à carência de alimentos e nutrientes nos grupos populacionais.

Fonte

Instagram

Estudo da Universidade de Sheffield observou que 62% dos entrevistados precisam de música para dormir.

Entre os 545 músicos nomeados pelos participantes, Ed Sheeran foi o segundo mais popular, logo após de Bach. Mozart, Brian Eno, Coldplay e Chopin completaram a lista das músicas mais tocadas antes de cair na cama.

A música clássica foi o gênero que mais pessoas usam para dormir (32%). Outros gêneros ouvidos incluíram rock (10,82%), pop (7,47%) e acústico (6,7%). Metal (3,35%), eletrônico (2,58%) e house music (0,77%) também receberam menções.

Fonte

Instagram

A probabilidade de um relacionamento a distância dar certo é de 73% segundo levantamento do Centro de Estudos das Relações de Longa Distância (Center for the Study of Long Distance Relationships), dos Estados Unidos. Para quem mora perto a probabilidade de dar certo é de 70%.

Foram analisadas 533 pessoas em relacionamentos de longa distância e que moram há pelo menos 100 quilômetros de distância um do outro. O estudo entende que "dar certo" é manter um relacionamento por mais de 6 meses.

Fonte

Instagram

Dividir a louça e as tarefas domésticas com seu(sua) parceiro(a) ajuda a manter a saúde do relacionamento é o que mostram os resultados de uma pesquisa feita pela University of Utah, nos EUA.

A equipe liderada pelo pesquisador Daniel L. Carlson avaliou tarefas como cozinhar, lavar a louça, as roupas, limpar a casa, fazer as compras, manutenção da área interna e externa da casa e pagamento de contas e as relacionaram com questões que incluíam frequência sexual, satisfação sexual e satisfação no relacionamento.

A pia suja apareceu como maior ponto de discórdia entre as mulheres. Aquelas que assumem a tarefa sozinhas se revelaram mais insatisfeitas do que as que dividiam a responsabilidade com o parceiro.

Fonte

Instagram

Segundo estudo feito pelo cientista Li-Qiang Qin, da Universidade de Soochow, na China, comer queijo todos os dias pode ajudar a prevenir ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

A pesquisa, publicada na revista “European Journal of Nutrition”, concluiu que o queijo sempre foi apontado como um “perigo” para a saúde do coração devido ao seu teor de gorduras saturadas. Mas vários estudos nos últimos anos comprovaram o contrário.

O artigo se baseou na revisão de 15 pesquisas publicadas, que analisaram um total de 200 mil pessoas, todas saudáveis e cuja saúde foi monitorada, em média, por dez anos.

De acordo com os dados, as pessoas que rotineiramente comem queijo têm um risco 18% menor de desenvolver doenças cardiovasculares, 14% menor de ter ataque cardíaco e 10% menor de sofrer acidente vascular cerebral, do que aqueles que não consomem queijo.

Coma queijo com moderação! A quantidade considerada mais eficaz para ser consumida diariamente é de cerca de 40 gramas.

Fonte