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Você já percebeu que quando fica sem comer alimentos processados como batata frita, pizza, bolos fica com uma vontade louca de comê-los? Se sim, isso quer dizer que tenha sentido um efeito semelhante ao da abstinência que pessoas viciadas em substâncias químicas têm.

Segundo dados dos Centros de Dependência Americana, os sintomas mais comuns de abstinência são dor de cabeça, irritabilidade, ansiedade e, algumas vezes, depressão. Esses processos tornam o indivíduo mais propenso a ter recaídas.

Com base nisso, pesquisadores analisaram o comportamento de 231 indivíduos, com idades entre 19 e 68 anos, que tentaram reduzir ou cortar o consumo de alimentos processados.

Os resultados, baseados em autorrelatos, mostraram que a pior fase foi entre primeiro e o quinto dia de abstinência, com os indivíduos demonstrando mais tristeza, irritabilidade, cansaço e desejo.

“As implicações do estudo sugerem que os sintomas de abstinência podem tornar as mudanças na dieta desafiadoras, contribuindo para que as pessoas voltem aos maus hábitos alimentares”, disse Ashley Gearhardt, Ph.D. Yale University e coautora da pesquisa publicada na revista Appetite.

Apesar da descoberta interessante, o estudo - que é o primeiro a analisar os sintomas de abstinência alimentar causada por alimentos processados em pessoas - apresenta limitações, como não ter observado como cada participante eliminou os alimentos processados da dieta.

Outra pesquisa feita pela equipe do cientista John Hoebel, da Universidade de Princeton, em Nova Jersey, revelou que comidas gordurosas podem viciar tanto quanto heroína.

Fontes: 1, 2

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Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.Continue lendo...

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Cientistas da Universidade de Atenas, na Grécia, revelaram na conferência da Sociedade Europeia de Cardiologia, realizada na Alemanha, que uma dieta com azeite é mais eficaz que viagra, aumentando a testosterona e reduzindo riscos de impotência.

Estes pesquisadores desenvolveram um estudo no qual mais de 600 homens entre 58 e 76 anos da ilha grega de Icaria mantinham uma dieta mediterrânea substituindo a manteiga pelo azeite.

Como resultado, além de aumentar os níveis de testosterona, a dieta parece ter promovido a dilatação das artérias nos vasos sanguíneos do pênis.

Benefícios da dieta com azeite: Os cientistas garantem que com nove colheres de sopa por semana deste condimento, o risco de sofrer de disfunção erétil é reduzido em até 40%.

"Esta solução livre de drogas permite que os homens mantenham sua função sexual, mas também é uma resposta de longo prazo", disse Christina Chrysohoou, líder da pesquisa que também ressaltou que o Viagra "só pode dar um efeito de curto prazo".

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Pesquisas realizadas pela Edelman Berland realizada em 11 países, com mais de 9.000 pessoas, sobre o poder que os sabores possuem na vida das pessoas, mostram que as pessoas acreditam que a comida feita pela mãe é um dos melhores sabores do mundo. No caso do Brasil, 77% afirmam que ao provar a comida de suas mães, lembranças boas da infância surgem espontaneamente. Além disso, 87% dizem que o sabor de alguns alimentos tem a capacidade de trazer recordações de quando eram crianças, e 83% concordam que, de alguma forma, a comida sempre fez parte dos momentos mais significativos de suas vidas.

Ainda entre os brasileiros, a comida apresenta um papel importante de conectar familiares e amigos. 80% da população pesquisada concorda que os alimentos fizeram, de alguma forma, parte dos momentos mais importantes da sua vida e que envolviam pessoas amadas. Quando estão distantes de casa, 82% conseguem encontrar o mesmo conforto de seu lar em alguma refeição especial.

A tradição de cozinhar e comer em grupo pode influenciar na formação das pessoas. Segundo 73% dos brasileiros, esses momentos são oportunidades para compartilhar as tradições familiares. Durante a infância, quase a metade (47%) ajudou a cozinhar durante ocasiões especiais de família.

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Pesquisadores da Escola de Economia de Estocolmo, da Universidade de Estocolmo e da Universidade de Nova York ouviu ganhadores de loteria e botou em cheque o ditado que diz que dinheiro não traz felicidade. Aqueles que ganharam prêmios entre 100 mil dólares e um milhão de dólares se declaram muito mais satisfeitos com suas vidas que aqueles que ganharam até 100 mil dólares. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores ouviram mais de 3 mil pessoas entre 5 e 22 anos depois que elas ganharam na loteria.

Quanto maior o ganho, maior o nível de bem-estar. O estudo também mostrou que a riqueza tem efeitos no longo prazo, mostrando que os vencedores de loteria suecos se mantiveram felizes por mais de 10 anos e não houve evidências que o nível de saúde mental diminuiu com o tempo.

A pesquisa seguiu o padrão de testes de novos medicamentos: comparou pessoas do mesmo gênero e idade que ganharam muito dinheiro, que receberam menos dinheiro ou que jogaram e não ganharam nada. Os autores do estudo acompanharam essas pessoas por mais de dez anos.

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O estudo 'Phone Life Balance' (Motorola), feita em parceria com a psicóloga e especialista em comportamento mente-cérebro Nancy Etcoff, realizado todo ano para investigar o impacto dos dispositivos móveis na vida de seus usuários, revelou que, 41,52% dos participantes assumem serem dependentes de smartphone.

Ainda segundo o estudo, 65% deles confessam entrar em pânico ao pensar em ficar sem o aparelho, 27,7% dos participantes disseram que deixam o celular ao alcance o dia todo e 36,8% deixam o aparelho com a tela virada para cima na mesa quando estão jantando.

Além disso, 30,2% disseram levar o smartphone para o banheiro e 76% contaram que conferem o celular antes de levantar da cama.

A pesquisa fez 10 perguntas que resultaram em 5 diferentes perfis de usuários: telesapien, teleconsciente, teledependente, teléfilo e telefanático.

Teledependente: As perguntas foram respondidas por 20 mil brasileiros, mostrando que 41,52% deles são classificados como teledependentes, ou seja, nunca estão sem utilizar o aparelho. Entre estes participantes, 65% confessam entrar em pânico só de pensar em perder o smartphone; 29% dizem que, quando estão sem celular, ficam pensando na próxima vez em que estarão com ele.

Teleconsciente e telesapien: Já 32% dos participantes do estudo entraram na categoria teleconsciente, aqueles que conseguem equilibrar o uso dos dispositivos, e somente 5,56% estão classificados no perfil telesapien, que utilizam um celular apenas para atividades básicas, como fazer ligações e conferir o horário.

Teléfilo e telefanático: No perfil teléfilo entraram 18,98% dos participantes, aqueles que não conseguem ficar sem o aparelho e ainda sentem ansiedade quando o aparelho está com menos de 10% de bateria. Já no perfil telefanáticos 1,5% dos respondentes que nunca estão sem smartphone e se sentem estressados e vulneráveis sem ele.

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A criação do Dia Nacional da Cachaça foi uma iniciativa do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), instituída em junho de 2009.

O dia 13 de setembro foi escolhido em homenagem a data em que a cachaça passou a ser oficialmente liberada para a fabricação e venda no Brasil, em 13 de setembro de 1661.

Esta legalização, no entanto, só foi possível após uma revolta popular contra as imposições da Coroa portuguesa, conhecida como "Revolta da Cachaça", ocorrida no Rio de Janeiro.

Até então, a Coroa portuguesa impedia a produção da cachaça no país, pois o seu objetivo era substituir esta bebida pela bagaceira, uma aguardente típica de Portugal.

A cachaça é uma bebida alcoólica muito apreciada no Brasil, tendo como base principal a cana-de-açúcar. Atualmente, no entanto, existem diferentes variantes da cachaça e com diferentes sabores.

O Brasil produz aproximadamente 1,2 bilhões de litros de cachaça por ano e o maior produtor de cachaça no Brasil industrial é o estado de São Paulo, seguido de Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraíba. Por sua vez, Minas e Rio lideram a produção de cachaça artesanal.

A cachaça brasileira é exportada para mais de 60 países, sendo a Alemanha responsável por aproximadamente 30% da sua importação.

A cachaça tem em média 40% de teor alcoólico e, atualmente, é definida como um produto cultural brasileiro.

A bebida tem vários sinônimos e alguns deles bastante curiosos como mata-bicho, branquinha, parati, bicha, "água que passarinho não bebe", marvada, veneno, boa, etc.

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Pesquisa realizada pela Unicamp e o Instituto Axxus com 2.000 funcionários de diversos níveis hierárquicos de cem empresas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Distrito Federal, revelou que 85% dos colaboradores ouvidos não conseguem pagar as contas em dia. Desses, 50,65% parcelam as compras de maior valor. Os outros 35% fazem parcelamentos em todas as ocasiões e ainda recorrerem a linhas de crédito. Apenas 14% dos entrevistados conseguem arcar com as despesas e pagam compras à vista.

Também de acordo com a pesquisa, apenas 16% dos colaboradores ouvidos são capacitados financeiramente, ou seja, conseguem pagar suas contas com o remuneramento mensal e planejam seus gastos com antecedência. Por outro lado, 84% dos entrevistados enfrentam dificuldades para lidar com o dinheiro, sofrem prejuízos ou não entendem de finanças. O resultado, é claro, são dívidas, e proporcionalmente quanto maiores elas forem, menor será o rendimento dos colaboradores.

Fazer parcelamentos em si não é um problema, desde que se tenha a consciência de que poderá honrar o compromisso com essas parcelas. O dado que mais preocupa é que a grande maioria dos trabalhadores não têm controle das finanças e a somatória desses pontos leva a visão de que muito desses colaboradores se tornarão inadimplentes com o tempo. A educação financeira vem para sanar esse problema e se faz cada dia mais urgente dentro das empresas”, ressalta o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos.

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