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Uma pesquisa feita pela Universidade Southern Methodist, nos Estados Unidos, analisando o nível de felicidade e o peso de 169 casais recém-casados durante quatro anos (uma vez por semestre) mostrou que, casais que diziam estar felizes na relação ficavam mais pesados a cada pesagem. O Índice de Massa Corporal desses participantes tinha, em média, um aumento de 0,12 por semestre.

De acordo com a pesquisa, esse resultado seria justificado pelos almoços e jantares feitos juntinhos, que fazem com que os casais comam mais do que se estivessem se alimentando sozinhos.

A teoria também é reforçada pelo fato de que pessoas infelizes na relação e que pensam em se separar estão mais preocupadas com o corpo e o peso, pensando em uma possível vida de solteiro.

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Uma fruta ou uma porção de pipoca na hora do lanche? A pipoca pode ser mais saborosa e também mais saudável!

A casquinha da pipoca contém polifenóis - substâncias químicas antioxidantes - e fibras e essa parte é considerada a "pepita de ouro da nutrição", segundo o pesquisador Joe Vinson da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, autor da pesquisa e pioneiro na análise de componentes saudáveis no chocolate, nozes e de outros alimentos comuns.

Os antioxidantes, bastante presentes em frutas e hortaliças, são responsáveis por diminuir a presença dos radicais livres no organismo, causadores do envelhecimento e de várias doenças como câncer e Alzheimer. Não por acaso, os alimentos que possuem essas substâncias são chamados de "funcionais".

A lógica é a mesma para frutas secas como a uva passa, por exemplo. Como a casca da uva também é fonte de polifenois, quanto menos água tiver, maior será a concentração da substância antioxidante.

Tanto entusiasmo, no entanto, não exclui ressalvas por parte do pesquisador. Segundo Joe Vinson, a pipoca só se torna um alimento saudável se for feita do jeito tradicional, em uma panela ou pipoqueira na qual os grãos explodem no ar, sem muito óleo e sal. As versões de microondas e as amanteigadas, como as vendidas nos cinemas, não são recomendadas: “A pipoca feita na pipoqueira tem o menor número de calorias, é claro". Enquanto a de microondas tem o dobro de calorias e, se você a cozinhar com o óleo de cozinha, este também tem o dobro de calorias das que são feitas na pipoqueira”.

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Segundo estudo realizado pelo Departamento de Psicologia da Faculdade Marist e pela Universidade de Minnesota, ambas nos Estados Unidos, dormir tarde, falar palavrão e fazer muita bagunça são atitudes de pessoas inteligentes.

Dentre os testes realizados, estava a contagem de xingamentos que os participantes falavam durante um minuto, que concluiu que quanto mais palavrões a pessoa falava durante o tempo, maior era sua pontuação no teste de inteligência. Outra característica em comum encontrada entre os participantes com Q.I. alto era a tendência a dormir tarde da noite.

Os pesquisadores da Universidade de Minnesota encontraram evidências de que bagunceiros também apresentam Q.I. mais elevado. A conclusão aponta que ambientes desarrumados são mais interessantes para desenvolver atividades criativas e que se preocupar menos com limpeza e organização libera sua mente para se desenvolver de formas mais interessantes.

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Quantos amigos você tem? Pensou? Você tem metade disso! Você pode acreditar que é uma pessoa popular, mas uma nova pesquisa psicológica sugeriu que apenas 50% das pessoas que você considera que são seus amigos pensariam a mesma coisa de você.

Estudo feito por cientistas da Universidade de Tel Aviv, de Israel, e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos concluiu que as pessoas têm uma má percepção dos laços de amizade e são incapazes de diferenciar os “amigos” dos “conhecidos”. A pesquisa revelou que apenas 50% das pessoas correspondem ao sentimento de amizade.

“Acontece que nós somos ruins em julgar quem são nossos companheiros”, disse o Dr. Erez Shmueli, que conduziu a parte israelense da pesquisa. “A nossa dificuldade em determinar a proporção de amizade limita significativamente a nossa capacidade de se envolver em acordos de cooperação. Nós aprendemos que não podemos confiar em nossos instintos ou intuição. Deve haver uma maneira objetiva de medir essas relações e quantificar seu impacto”, disse.

Os cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts separaram 600 estudantes da Europa, Estados Unidos e Israel, e pediram para eles avaliarem os níveis de amizade e a expectativa de reciprocidade.

“Descobrimos que 95% dos participantes pensavam que seus relacionamentos eram mútuos. Se você acha que alguém é seu amigo, espera que ele se sinta da mesma maneira. Mas, na verdade, não é o caso, pois apenas 50% se classificaram no nível de amizade bidirecional”, explicou o Dr. Shmueli.

“As relações que são retribuídas são importantes por causa da influência social. Então, neste experimento, analisamos que os diferentes incentivos para a afeição faz com que a pressão pela amizade supere pelo dinheiro em termos de motivação”, disse.

Os cientistas acreditam que um “algoritmo de amizade” desenvolvido como resultado do estudo mostra um nível extremamente alto de precisão para saber se uma amizade será unilateral ou não. “Nosso algoritmo não só diz se uma amizade é reciproca ou não como também determina a direção e o sentido dela”, concluiu Scmueli.

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Segundo avaliação da Universidade de Sussex (Inglaterra) sobre o sistema educacional e a situação das professoras e professores em 35 países, no item 'respeito ao magistério', o Brasil ficou em último lugar com apenas um ponto de 100 possíveis. O levantamento foi feito com mil adultos, além de 5.500 professoras e professores em cada um dos 35 países avaliados.

Ranking de respeito às professoras e aos professores:

Mais respeito:

  • China - 100 pontos
  • Malásia - 93 pontos
  • Taiwan - 70 pontos
  • Rússia - 65 pontos
  • Indonésia 62 - pontos

Menos respeito:

  • Argentina - 24 pontos
  • Gana - 19 pontos
  • Itália - 14 pontos
  • Israel - 7 pontos
  • Brasil - 1 ponto

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Pesquisa publicada no jornal científico PLOS One mostrou que pessoas que são "fiscais da gramática" possuem personalidades menos agradáveis que outras e são consideradas "malas".

Segundo a pesquisa, feita com 83 participantes, nossa personalidade dita como reagiremos a possíveis erros gramaticais alheios.

Durante o experimento, os participantes tiveram que ler e-mails escritos em resposta a um anúncio de procura por um colega de quarto, sendo que algumas mensagens foram escritas com erros de digitação e gramaticais.

As 83 pessoas avaliaram os e-mails e também preencheram um teste de personalidade, que os classificou em escalas de agradabilidade, abertura, extroversão, introversão e neuroticismo.

A pesquisa concluiu que, pessoas consideradas menos agradáveis ficaram decepcionadas pelos erros gramaticais, sendo que para as mais abertas, isso não fez diferença.

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Segundo Censo Canino 2018, promovido por uma empresa que oferece serviços de hospedagem ou passeio aos cães, feito com base em mais de 670 mil cadastros, os nomes de cachorros preferidos pelos brasileiros são Thor e Mel.

No top 5 nomes de fêmeas estão, por ordem de quantidade: Mel, Nina, Luna, Mag e Lola.

Nos machos o top 5 segue com Thor, Luke, Bob, Fred e Teo.

O top 10 raças são: vira-lata, shih tzu, yorkshire, poodle, lhasa apso, buldogue francês, golden retriever, maltês, labrador e pug.

Para encontrar seu próximo grande companheiro ou companheira, o Thor, a Mel, Amora, Bella, Papaya, Rex acesse http://amigosdesaofrancisco.com.br/

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A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. A Enciclopédia Britânica diz: "Uma festividade derivada do costume de adorar a mãe, na antiga Grécia. A adoração formal da mãe, com cerimônias para Cibele ou Rhea, a Grande Mãe dos Deuses, era realizada nos idos de março, em toda a Ásia Menor."

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada pela ativista Ann Maria Reeves Jarvis, que fundou em 1858 os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. Jarvis organizou em 1865 o Mother's Friendship Days (dias de amizade para as mães) para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother's Day Proclamation, pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.

Reconhecida como idealizadora do Dia das Mães na sua forma atual é a filha de Ann Maria Reeves Jarvis, a metodista Anna Jarvis, que em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou uma campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo reconhecido nos Estados Unidos em 8 de maio de 1914, quando a resolução Joint Resolution Designating the Second Sunday in May as Mother's Day foi aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, instalando o segundo domingo do mês de maio como Dia das Mães. No âmbito desta resolução o Presidente dos Estados Unidos Thomas Woodrow Wilson proclamou no dia seguinte que no Dia das Mães os edifícios públicos devem ser decorados com bandeiras. Assim, o Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez em 9 de maio de 1914.

Com a crescente difusão e comercialização do Dia das Mães Anna Jarvis afastou-se do movimento, lamentou a criação e lutou para a abolição do feriado.

No Brasil, coube à Associação Cristã de Moços do Rio Grande do Sul (ACM-RS) a iniciativa da comemoração. A data foi trazida ao Brasil pelo então Secretário-geral da instituição, Frank Long. A primeira celebração no país ocorreu em 12 de maio de 1918, em Porto Alegre. Aos poucos, a festividade foi se espalhando pelo país e, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio. A iniciativa fazia parte da estratégia das feministas de valorizar a importância das mulheres na sociedade, animadas com as perspectivas que se abriram a partir da conquista do direito de votar, em fevereiro do mesmo ano. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

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