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A combinação entre placa bacteriana, dieta inadequada e higiene bucal falha resulta na cárie. O estudo feito pela Osaka University descobriu um ingrediente ativo na casca do grão de cacau que mata as bactérias da boca e impede a formação de cáries. O problema é que a casca é geralmente jogada fora pelos fabricantes de chocolate.

A pesquisa, feita primeiro em ratos, analisou dois grupos distintos; os que tomaram água com o extrato do cacau e os que a tomaram pura. Depois de três meses de uma dieta rica em açúcar, os animais que tomaram a água com extrato tinham 40% menos cárie do que o grupo da água pura. Ainda segundo o estudo, o grão do cacau possui agentes anticáries, os quais ajudam também no combate aos tártaros. Os testes com humanos são o próximo passo dos cientistas deste estudo.

A British Dental Association avisa: "Se for verdade, esta é uma boa notícia. Mas você deve lembrar que o chocolate contém açúcar. Se as pessoas quiserem comer doces e bebidas açucaradas, devem limitá-las às refeições e visitar o dentista regularmente".

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Imagine a situação, aquela pessoa que você não gostaria de encontrar acaba aparecendo praticamente na sua frente, como evitar? Em uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project 13% dos entrevistados assumiram já ter usado o celular para evitar uma conversa em que não gostariam de estar.

Na pesquisa feita com 2,2 mil americanos, 42% deles dizem que, frequentemente, usam o aparelho para se livrarem do tédio, e 4 entre 10 pessoas disseram que o celular já os salvaram em alguma situação de emergência. 27% dos entrevistados declararam não ter finalizado uma tarefa porque seu celular não estava por perto.

O tamanho da fonte de texto dos aparelhos também é um problema para 16% das pessoas entre 50 a 64 anos. Na outra ponta, 29% dos jovens entre 18 e 29 anos disseram que chegaram a desligar seus aparelhos nos últimos 30 dias para se sentirem "desconectados".

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Já dizia o ditado popular: "Fazer o bem sem olhar a quem!" e agora comprovado que fazer o bem para outras pessoas faz bem para a saúde, ainda mais se for uma pessoa próxima, segundo estudo da Universidade de Pittsburgh.

Fornecer apoio social a pessoas em necessidade ativa regiões do cérebro ligadas ao cuidado parental (o que está associado a efeitos positivos para a saúde).

Se estiver preocupado com sua saúde, o estudo publicado no jornal científico 'Psychosomatic Medicine: Journal of Biobehavioral Medicine', mostrou que é mais benéfico ajudar algum conhecido do que uma instituição de caridade.

Para chegar à conclusão, o estudo foi dividido em duas etapas. Na primeira, 45 voluntários precisavam escolher entre auxiliar uma pessoa próxima que necessitava de dinheiro, fazer doações para a caridade ou realizar ações em benefício próprio. Os participantes se sentiram mais conectados socialmente e consideraram que o apoio era mais eficaz quando destinado a um conhecido.

Em seguida, os participantes passaram por uma avaliação emocional (com uso de ressonância magnética funcional) para avaliar a ativação de áreas específicas do cérebro ao fornecer apoio social. Independentemente de quem ajudaram, as atitudes positivas foram relacionadas ao aumento da ativação do estriado ventral e da área septal, regiões anteriormente ligadas a comportamentos de cuidado parental em animais.

No entanto, a área septal ficou mais ativa quando as pessoas forneciam o apoio direcionado a alguém, resultando em uma redução na atividade da amígdala, que tem relação com o sentimento de medo e estresse.

Na segunda parte do experimento, 382 participantes forneceram informações sobre o seu comportamento em relação às atitudes de apoio, sendo submetidos a uma tarefa diferente de avaliação emocional com varredura funcional por ressonância magnética.

Mais uma vez, aqueles que relataram dar apoio mais direcionado aos outros também apresentaram uma redução na atividade na amígdala. Em ambos os casos, dar suporte não direcionado (como doação para caridade) não se relacionou à redução das atividades da amígdala. "Os seres humanos aproveitam as conexões sociais e se beneficiam quando agem a serviço do bem-estar dos outros", segundo os autores Tristen Inagak e Lauren Ross, da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

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O despertador toca, um familiar chama, o despertador toca novamente e você não sai da cama! Enrola, enrola e enrola. Caso você já tenha sido chamado de preguiçoso por postergar sua saída da cama várias vezes pela manhã, é hora de se orgulhar, segundo estudo feito pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Kaja Perina, do departamento de psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, esse hábito é, na verdade, sinal de inteligência e criatividade.

O estudo explica que microrganismos até mamíferos, incluindo os seres humanos, funcionam de acordo com um ciclo diário chamado ritmo circadiano. Este, por sua vez, determina o intervalo de 24 horas com base na luz solar, na temperatura, pelas marés e até pelo vento. Porém, os seres humanos, ao contrário de outras espécies de mamíferos, têm a capacidade única, conscientemente e cognitivamente, de substituir o relógio biológico interno. Em outras palavras, os seres humanos conseguem escolher o horário que vão dormir ou acordar.

O estudo, feito com mais de 20 mil jovens americanos, descobriu que, aqueles que dormiam tarde durante a semana e aos finais de semana, acordando atrasados durante a semana, mas não no fim de semana, apresentam um QI maior do que os jovens que dormiam e acordavam mais cedo sempre. Assim, aqueles com um QI inferior a 75 iam dormir por volta das 23h41 na idade adulta, enquanto aqueles com um QI de mais de 125 iam para a cama às 00h29 aproximadamente.

Os pesquisadores, analisando os horários e os QIs dos participantes, concluíram que pessoas que dormem mais tarde demonstram inteligência, por reforçarem que não precisam estar em sincronia com a luz solar, como nossos ancestrais faziam.

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Prato da janta na mão, TV ligada, ou celular passando séries ou videos no YouTube. Se você aprecia jantar enquanto assiste televisão ou fica ou fica no celular você pode engordar, é o que sugere a equipe de pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. Essa prática pode tornar as pessoas propensas a sentir necessidade de comer mais lanches e petiscos após a refeição. Quem nunca fez uma pipoca ou abriu um salgadinho depois da janta?

O estudo feito com 39 indivíduos concluiu que pessoas que estão distraídas durante o jantar assistindo à TV ou mexendo no smartphone vão comer muito mais pela noite do que aquelas que prestaram atenção nos alimentos ingeridos. Ferrou! Isso ocorre porque a memória desempenha um papel fundamental no apetite e, quando estamos distraídos, o corpo não recebe a comida da mesma maneira.

Na pesquisa, os participantes com pesos considerados normais foram colocados em três diferentes condições para avaliar o quanto a distração pode prejudicar a saúde e fazer a pessoa engordar. A diferença significativa entre os grupos após algumas semanas fez os cientistas concluírem que comer enquanto executa outras atividades influencia a pessoa a “beliscar” alimentos e ajuda a ganhar peso.

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De acordo com a pesquisa 'O papel do homem na desconstrução do machismo' do Instituto Avon, em parceria com o Instituto Locomotiva, 48% dos homens ainda consideram “desagradável” ou “humilhante” cuidar da casa enquanto a companheira trabalha fora. O dado foi obtido após consulta de 1.800 pessoas com mais de 16 anos, em 70 municípios do país.

Destes 48%, 12% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, não deveria acontecer de jeito nenhum, 15% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, só deve acontecer se não tiver jeito, 21% concordam que tudo bem a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa, mas não é uma situação agradável.

52% concordam que não há problema nenhum em a mulher trabalhar fora e o marido cuidar da casa.

Sobre a pesquisa: a pesquisa incluiu uma etapa inicial em que foram conduzidas seis entrevistas em profundidade com especialistas que atuam no enfrentamento à violência contra mulheres em organizações da sociedade civil, imprensa e órgãos públicos. Posteriormente foram realizados dois grupos de discussão, um com homens e outro com mulheres, de 16 a 30 anos. Ao final foi realizada uma pesquisa quantitativa presencial, de âmbito nacional, por meio de 1.800 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais, em 70 municípios de todas as regiões do país.

Confira a pesquisa completa, com dados muito interessantes, aqui.

Fontes 1 e 2

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Segundo estudo da Universidade do Texas, trabalhar mais de 45 horas por semana, ao longo de uma década, aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Para quem atua em período integral, essa propensão aumenta a cada hora adicional trabalhada.

Pesquisadores analisaram dados de mais de 1.900 participantes de um estudo de longo prazo sobre saúde e trabalho. Todos estavam empregados há pelo menos dez anos.

A equipe concluiu que, entre os que atuam em período integral, o risco é significativamente maior para quem trabalha além da faixa de 40 a 45 horas por semana.

Foram considerados eventos físicos como angina, doença coronariana, insuficiência cardíaca, infarto, derrame e pressão alta. O risco dessas ocorrências, na população estudada, foi de 43% e não variou muito entre quem trabalhava entre 40 e 45 horas.

Além desse período, mais de 45 horas, o risco aumentou cerca de 1% a cada hora a mais. Ou seja, indivíduos que trabalharam 55 ou mais horas ao longo de uma década apresentaram um risco 16% mais alto de doença cardiovascular.

Entre aqueles que seguiram uma jornada de 60 horas ou mais, pelo mesmo período, o risco foi 35% maior. Os resultados foram publicados no Journal of Occupational and Environmental Medicine.

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Estudos da Universidade de Berkeley, na Califórnia, mostraram que uma soneca de 15 a 30 minutos, durante um dia de aprendizagem, pode aumentar o foco, aprendizado e a memorização, além de ajudar na recuperação física e mental do corpo.

Segundo o estudo, jovens que "tiravam uma pestana" à tarde tiveram um desempenho 10% melhor nas tarefas relacionadas à capacidade de aprendizagem e memória. Já aqueles que perderam uma noite de sono diminuíram a capacidade de armazenar novas informações em até 40%.

A Universidade de Berkeley parece estar familiarizada com "sonecas", pois há uma publicação na internet que mostra os Top 9 lugares para cochilar dentro do campus: https://www.theodysseyonline.com/9-perfect-places-to-nap-at-cal.

Mais ajuda aos estudantes: na Biblioteca McKeldin da Universidade de Maryland há dois 'pods' instalados para que os estudantes tirem sonecas de 20 minutos. Nesta Universidade estudantes também listaram os melhores locais para dormir entre uma aula e outra: https://theblacksheeponline.com/maryland/the-best-8-places-to-nap-at-umd

Sonecas podem ser uma faca de dois gumes, segundo o professor de neurociência e psicologia Matthew Walker de Berkeley, "os cochilos, especialmente no final da tarde, podem dificultar o sono durante a noite".

Fontes 1 e 2

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Estudo realizado pela Universidade de Kyoto, no Japão, mostrou que cachorros podem sentir se uma pessoa é má ou não. Este estudo mostrou que cachorros têm uma grande capacidade de percepção e julgamento, é possível então confiar quando ele mostrar um comportamento atipicamente negativo perto de alguém que ele julga não ser confiável.

Durante o estudo, 34 cães foram submetidos a três rodadas de experimentos baseados no ato de apontar. Quando indicamos o cachorro a ir para determinado local, apontando, os cachorros tendem correm para explorá-lo. Isso mostra que compreendem o significado desse gesto. Por meio do estudo, os pesquisadores queriam avaliar até onde vai o nível de compreensão desses animais, e se sabiam diferenciar quando estavam sendo enganados pelo apontar de alguma pessoa.

Na primeira rodada do experimento, os pesquisadores apontaram para um recipiente cheio de comida que estava escondido. Na segunda rodada, apontaram para um recipiente vazio, também escondido. Já na terceira rodada, eles apontaram novamente para um recipiente com comida, no entanto os cachorros não reagiram ao ato, apenas permaneceram onde estavam.

Akiko Takaoka, líder do estudo, concluiu que os cães se basearam nessas três experiências com os pesquisadores para definir se eram confiáveis ou não. Na percepção dos animais, esse grupo de pesquisadores não era confiável, pois apontou para um lugar onde não havia nada.

Após essa primeira experiência, uma outra pessoa apontou para o mesmo lugar da terceira rodada e, desta vez, os animais reagiram. Takaoka mostrou-se surpreso ao perceber como os cães podem julgar a confiabilidade de uma pessoa rapidamente, e como também passam da confiança à desconfiança rapidamente.

Segundo Akiko, “Eles têm uma inteligência social mais sofisticada do que pensamos, que evoluiu seletivamente em sua longa história ao lado dos seres humanos”.

Este estudo também mostrou que as coisas mais previsíveis costumam atrair mais os cachorros. Dessa maneira, quando as coisas se tornam incertas, eles podem ficar estressados, agressivos ou temerosos. Apesar de serem mais sensíveis ao comportamento humano, os cães não incorporam muitos de nossos hábitos. Por exemplo, eles não possuem tantos preconceitos, não ficam presos em momentos passados ou futuros e agem de forma mais reativa do que reflexiva.

Evidências também mostram que quando se trata de sua família, os cachorros não perdem a confiança facilmente, mas usam seus outros sentidos para encontrar o que seus donos o apontaram: “Por exemplo, muitos cachorros de família podem ignorar os gestos que seus donos fazem quando eles apontam incorretamente e usam a memória para cheirar e encontrar o que estava escondido”, disse Brian Hare, também pesquisador do estudo publicado na revista Animal Cognition.

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O Muito Interessante tem parceria com a Ong Amigos de São Francisco, organização dedicada ao respeito aos animais de qualquer raça e espécie e que acredita que uma sociedade só estará em equilíbrio quando souber tratar com dignidade seus animais. Para ajudar você pode adotar, apadrinhar, ceder um local temporário, ser voluntário ou até mesmo ajudar financeiramente. Clique aqui e saiba como ajudar. Abaixo uma lista de lindos e lindas esperando para ser adotado, caso queira ver outros animais (cães e gatos) de outras raças e portes acesse amigosdesaofrancisco.com.br/adotar.

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A pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com apoio da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que a base da alimentação do brasileiro, arroz, carne bovina e feijão representam o 58% do montante de alimentos jogado fora no país.

A pesquisa ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado.

No Brasil, a média de alimentos desperdiçados por domicílio é de 353 gramas por dia. Individualmente a média é de 114 gramas por dia.

“A grande surpresa foram as carnes aparecerem com um índice tão alto de desperdício, um produto de alto valor agregado, de alto valor nutricional e que é desperdiçado. E destaco ainda o leite, que é o quinto grande grupo mais jogado fora”, disse o professor de marketing da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV, Carlos Eduardo Lourenço.

“Essa busca pelo sabor e pelo frescor do alimento acaba tendo outro impacto que é o descarte de um excesso ou quando acontece algum evento que muda o planejamento da família”, disse Lourenço, explicando, entretanto que a culinária diversa e saborosa do brasileiro deve ser valorizada.

Como exemplo desses eventos, o professor da FGV cita o caso pesquisado de uma pessoa que, após um churrasco, acabou descartando quatro quilos de carne ou ainda o caso de quem salgou demais o feijão durante o cozimento e acabou jogando a panela toda fora, em vez de tentar recuperar o alimento.

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