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Um estudo conduzido por uma das maiores montadoras automobilísticas do mundo mostrou que cantar no carro traz mais felicidade, melhora a respiração e diminui o estresse. Você já cantou enquanto dirigia? Sentiu esses benefícios?

Ao analisarem o nível de bem-estar de pessoas que tinham o costume de cantar no carro, foi observada uma liberação de energia maior. "Cantando em voz alta e sem quaisquer inibições, significa que a liberação mental será maior à medida em que colocamos mais energia nisso", conta o professor especialista em benefícios do canto, Stephen Clift, da Universidade Canterbury Christ Church.

Aquela música que você ouve 1.000 vezes e canta bem alto é ainda mais benéfica. "Quando cantamos em voz alta, especialmente canções que conhecemos bem, sentimos um 'fator de bem-estar' decorrente da respiração mais profunda, mais lenta e do aumento da atividade muscular. Nos sentimos menos estressados e mais relaxados", explicou Clift.

#pracegover: Cantar no carro faz bem para saúde, diz estudo.

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Uma pesquisa chamada 'Birth Order and Delinquency' realizada por pesquisadores do MIT, Aarhus University, Northwestern University e University of Florida feita com 2 milhões de crianças americanas e dinamarquesas comprovou que a ordem de nascimento pode afetar problemas disciplinares na escola. Os segundo filhos costumam ser mais arteiros do que os primeiros!

Os pesquisadores chegaram a algumas conclusões:

- É mais provável que o segundo filho do sexo masculino exiba mais delinquência do que o irmão mais velho, enquanto a tendência rebelde no sexo feminino não é tão marcante;

- Não há evidências de que o segundo filho é menos saudável do que o mais velho;

- Não há evidências de que os pais invistam menos na educação do segundo filho.

Em famílias com dois ou mais filhos, em comparação aos primogênitos, os segundo filhos do sexo masculino são 20 a 40% mais propensos a serem chamados a atenção na escola e entram para o sistema de justiça criminal.

Os pesquisadores concluíram que o tempo que os pais passam com o primeiro e segundo filho muitas vezes difere – e pode ser por isso que os comportamentos rebeldes surgem, levando até a delinquência juvenil e mais tarde ao crime. “Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”, disseram os autores do estudo.

Outro estudo realizado por pesquisadores de três instituições - Universidade Federal da Pensilvânia, Universidade do Havaí e Universidade Purdue - garantem que a ordem de nascimento tem grande influência no desenvolvimento da personalidade dos filhos e que os segundo filhos tendem a ser mais rebeldes.

A pesquisa foi feita com 364 crianças e adolescentes entre 7 e 19 anos, e seus pais. Os pesquisadores também analisaram amostras de saliva para medir níveis de testosterona e pediram às crianças que escrevessem um diário relatando suas atividades extra-escolares.

"Segundos filhos se tornam mais aventureiros e independentes ao entrarem na adolescência, enquanto nos primogênitos esses traços são mais estáveis", disse um dos pesquisadores. Os cientistas também concluíram que crianças com aumento mais rápido nos níveis de testosterona durante a puberdade não sofrem tantas influências sociais no desenvolvimento de suas personalidade.

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Sexo é benéfico para a saúde, pesquisas apontam que a pratica pode se relacionar ao bom humor e a uma melhor qualidade de vida. Agora, um estudo feito pela mostrou que a receita para uma vida mais longa é fazer sexo, ou seja, quanto mais transarmos, mais tempo teremos de vida.

Na primeira fase do estudo, 918 homens residentes da aldeia galesa, Caerphilly, com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados por pesquisadores ingleses sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que transavam.

Os pesquisadores concluíram que, homens que faziam sexo ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.

A segunda fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto elas estavam satisfeitas.

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que faziam mais sexo e tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de "capa" que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento em nossa expectativa de vida.

Por que o sexo prolongaria a vida? Existem múltiplas explicações possíveis segundo os cientistas: sexo frequente significa um relacionamento íntimo. Muitos estudos mostram que laços pessoais próximos aumentam a saúde e prolongam a longevidade.

Fontes 1, 2 e 3

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De acordo com estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, publicado no Journal of Social and Personal Relationships, o hábito de maratonar séries com seu(sua) parceiro(a) é benéfico para a relação do casal, deixando-os mais próximos e consequentemente mais felizes.Continue lendo...

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Os benefícios de dormir de conchinha vão além do momento gostoso que se passa ao lado do parceiro. De acordo com um estudo Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir ao lado do parceiro diminui o nível de cortisol no sangue, o hormônio do estresse.

A explicação está na forma com o que as pessoas sentem ao dormirem abraçadas: protegidas e seguras. Desta forma, o corpo fica mais relaxado e não sente necessidade de estar "alerta", tornando desnecessária a produção de cortisol. Além disso, os pesquisadores acreditam que casais que dormem abraçados tendem a ser pessoas mais calmas, descontraídas e honestas.

Os pesquisadores também indicaram que dormir de conchinha estimula a produção de ocitocina. Conhecido como o "hormônio do amor", ocitocina age como um neurotransmissor, assim a substância é liberada quando existe o contato de pele entre as pessoas, e também quando existe a formação de uma relação de confiança entre elas. Desta forma, ela é conhecida pela sua função de união entre as pessoas e desenvolvimento de ligações de carinho.

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Qual a chance de ganhar na Mega da Virada?

0,6% é a possibilidade de a Mega-Sena da Virada ter um único apostador premiado, levando em consideração que o volume de apostas é de 350 milhões de bilhetes, similar ao ocorrido em 2015 e 2016. De acordo com um estudo da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV EMAp), a probabilidade maior é que o prêmio de R$ 200 milhões seja dividido entre seis ou sete vencedores.

"A probabilidade de repartição do prêmio entre seis ganhadores é de 14,9%, o mesmo porcentual de chances de o concurso premiar sete ganhadores. Portanto, o valor mais provável que cada vencedor ganhará é de R$ 35 milhões ou R$ 30 milhões (seis ou sete apostas vencedoras, respectivamente). Em seguida, aparecem as probabilidades de oito e cinco vencedores, com 13% e 12,8%, respectivamente. A chance de acontecer nove ganhadores é de 10,1%", afirma o professor da FGV EMAp Moacyr Alvim Silva.

O levantamento revela também que os R$ 200 milhões – valor do prêmio da Mega-Sena da Virada – enfileirados em notas de R$ 50, uma após a outra, dariam uma fila de 630 km, que é aproximadamente a extensão do litoral do Estado do Rio. Ou, com cada cédula arrumada lado a lado, o valor total da premiação cobre o equivalente a 11 campos de futebol.

"Não é aconselhável ficar andando com esse dinheiro por aí, pois o peso é de aproximadamente 4 toneladas. A coluna de notas arrumadas em uma única pilha teria altura de mais que 350 metros. Mas organizadas para ocupar uma área equivalente a uma cama de casal, a altura é de um metro e meio, não teria como colocar tanto dinheiro embaixo do colchão", diz o professor.

Silva destaca que, caso a Mega-Sena da Virada tenha um vencedor único, o sortudo sem investir nada e colocando o dinheiro debaixo do colchão pode retirar R$ 50 mil todo mês e, mesmo assim, levaria 350 anos para gastar tudo. "Investindo em um fundo bem conservador atual, com juros reais de 2% ao ano, ele pode retirar R$ 345 mil por mês, livre de risco e sem ter problemas com a inflação. O dinheiro nunca iria acabar", diz o professor.

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Lavar a louça com concentração pode ajudar a limpar a mente de pensamentos negativos.

Pesquisadores da Florida State University reuniram 51 voluntários que leram instruções antes de lavarem 18 pratos cada um.

Metade leu instruções inspiradas na meditação mindfulness, com orientações para que os voluntários se concentrassem no ato de lavar os pratos e estivessem plenamente conscientes de todos os movimentos, a respiração e os aspectos sensoriais da prática.

A outra metade leu um texto curto e descritivo sobre como lavar louça corretamente.

Os pesquisadores descobriram que aqueles que lavaram os pratos usando a técnica mindfulness (se concentrando na temperatura da água, no aroma do sabão e nos movimentos que estavam fazendo) relataram sentimentos de inspiração 25% maiores e níveis de nervosismo 27% mais baixos que antes de lavar a louça.

Por outro lado, os que não praticaram a atenção concentrada não se beneficiaram da tarefa. Os níveis de estresse foram aferidos por um questionário objetivo realizado com os participantes antes e depois da lavagem da louça.

Os pesquisadores concluíram que a pesquisa sugere que atividades cotidianas podem ser ótimas oportunidades para praticar a técnica mindfulness com bons resultados.

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De acordo com estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, publicado no periódico científico Journal of Gerontology: Psychological Sciences, pessoas que têm o hábito de compartilhar uma garrafa de vinho ou cerveja com o parceiro vivem em um relacionamento mais feliz.

Pesquisadores realizaram o estudo com 2.767 casais que estavam juntos, em média, há 33 anos. Durante seis anos de acompanhamento, os voluntários participaram de entrevistas anuais, nas quais respondiam questões sobre os hábitos de consumo de bebida alcoólica (quantidade e frequência), sobre a qualidade do casamento e o que pensavam sobre o parceiro (se tinham perfil muito crítico e exigente).

Os resultados mostraram que casais que tinham os mesmos hábitos de consumo de bebida alcoólica tendiam a ser mais felizes do que aqueles em que apenas um dos parceiros costumava beber. No grupo em que havia a diferença, o casal estava mais propenso a enfrentar problemas de relacionamento.

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