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Estudo da Universidade de Sheffield observou que 62% dos entrevistados precisam de música para dormir.

Entre os 545 músicos nomeados pelos participantes, Ed Sheeran foi o segundo mais popular, logo após de Bach. Mozart, Brian Eno, Coldplay e Chopin completaram a lista das músicas mais tocadas antes de cair na cama.

A música clássica foi o gênero que mais pessoas usam para dormir (32%). Outros gêneros ouvidos incluíram rock (10,82%), pop (7,47%) e acústico (6,7%). Metal (3,35%), eletrônico (2,58%) e house music (0,77%) também receberam menções.

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A probabilidade de um relacionamento a distância dar certo é de 73% segundo levantamento do Centro de Estudos das Relações de Longa Distância (Center for the Study of Long Distance Relationships), dos Estados Unidos. Para quem mora perto a probabilidade de dar certo é de 70%.

Foram analisadas 533 pessoas em relacionamentos de longa distância e que moram há pelo menos 100 quilômetros de distância um do outro. O estudo entende que "dar certo" é manter um relacionamento por mais de 6 meses.

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Dividir a louça e as tarefas domésticas com seu(sua) parceiro(a) ajuda a manter a saúde do relacionamento é o que mostram os resultados de uma pesquisa feita pela University of Utah, nos EUA.

A equipe liderada pelo pesquisador Daniel L. Carlson avaliou tarefas como cozinhar, lavar a louça, as roupas, limpar a casa, fazer as compras, manutenção da área interna e externa da casa e pagamento de contas e as relacionaram com questões que incluíam frequência sexual, satisfação sexual e satisfação no relacionamento.

A pia suja apareceu como maior ponto de discórdia entre as mulheres. Aquelas que assumem a tarefa sozinhas se revelaram mais insatisfeitas do que as que dividiam a responsabilidade com o parceiro.

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Segundo estudo feito pelo cientista Li-Qiang Qin, da Universidade de Soochow, na China, comer queijo todos os dias pode ajudar a prevenir ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

A pesquisa, publicada na revista “European Journal of Nutrition”, concluiu que o queijo sempre foi apontado como um “perigo” para a saúde do coração devido ao seu teor de gorduras saturadas. Mas vários estudos nos últimos anos comprovaram o contrário.

O artigo se baseou na revisão de 15 pesquisas publicadas, que analisaram um total de 200 mil pessoas, todas saudáveis e cuja saúde foi monitorada, em média, por dez anos.

De acordo com os dados, as pessoas que rotineiramente comem queijo têm um risco 18% menor de desenvolver doenças cardiovasculares, 14% menor de ter ataque cardíaco e 10% menor de sofrer acidente vascular cerebral, do que aqueles que não consomem queijo.

Coma queijo com moderação! A quantidade considerada mais eficaz para ser consumida diariamente é de cerca de 40 gramas.

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Cientistas da Universidade de Berna, na Suíça, descobriram que o auge da autoestima é aos 60 anos.

Os cientistas suíços interessados em investigar a trajetória da autoestima ao longo da vida, mapearam os ciclos e foi revelado que aos 4 anos de idade a autoestima se eleva até estagnar na adolescência. Diferente do que acha, a autoestima não cai na puberdade. “Essa impressão acontece devido a mudanças na puberdade e maior ênfase na comparação social na escola”, comprova Ulrich Orth, autor do estudo.

Depois de uma certa idade na adolescência a autoestima se eleva ainda mais até a casa dos 30 anos. A análise baseada em 191 artigos científicos e dados de cerca de 165 mil pessoas conclui que, quanto chegamos aos 60 anos, a autoestima está no auge e dura por volta de 10 anos, então declina devido a fatores que vão desde uma possível viuvez, perda de papéis sociais e a percepção de envelhecimento.

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O Dia Mundial da Gentileza é uma celebração internacional que acontece no dia 13 de novembro. Foi introduzido em 1998 pelo Movimento Mundial da Bondade (World Kindness Movement - WKM), o corpo máximo da bondade global, um movimento sem afiliação religiosa, política ou comercial.

O Dia Mundial da Gentileza existe para destacar os bons feitos na comunidade com foco no poder positivo e no fio comum de bondade que nos une. A bondade é uma parte fundamental da condição humana que preenche as divisões de religião racial, política, gênero e códigos postais.

Portanto, use sempre seu "bom dia", seu "obrigado", seu "sorriso", seu "tom de voz agradável", seu "abraço", porque como diz a máxima popular: "gentileza gera gentileza".

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Segundo um levantamento da Deloitte Greenhouse Experience, excesso de trabalho não é a maior causa de estresse no ambiente profissional, a situação mais estressante é descobrir que cometeu um erro.

A divisão de pesquisa da Deloitte, detectou fatores que podem levar à perturbação emocional, como constatação de erros, conversas difíceis e exercício de função que não se encaixa no perfil da pessoa.

O estudo global consultou mais de 23 mil profissionais de 1.300 organizações, em 120 países. A maioria dos respondentes (57%) disse sentir estressado de vez em quando e 25% afirmou sentir-se assim com frequência.

A situação considerada mais estressante pelos participantes foi descobrir que cometeu erro (82%). Carga de trabalho excessiva foi apontada por 52% dos entrevistados — mesma quantidade de pessoas citou momentos de conflito, como ser repreendido ou por ter que comunicar uma mensagem difícil para outras pessoas.

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Você solta muitos palavrões quando mete o pé na quina de um móvel? Segundo pesquisa da Universidade de Keele, no Reino Unido, soltar um sonoro palavrão realmente alivia a dor.

De acordo com a pesquisa, pequenas doses de palavrões ajudam as pessoas a controlar suas emoções e a administrar a dor. O estudo foi composto por uma série de experimentos.

Em um dos experimentos, o psicólogo Richard Stephens fez com que os participantes convidados mergulhassem uma das mãos na água gelada e ficassem com ela lá o quanto pudessem suportar. Metade dos convidados poderia falar palavrões, outra metade não.

Como resulto, os xingadores foram capazes de manter a mão na água gelada por mais tempo (44 segundos a mais para os homens e 37 segundos a mais para as mulheres) e relataram sentir menos dor do que aqueles que não xingaram.

Não evite os palavrões, mas não saia falando gratuitamente. :)

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Você esquece aniversários de amigos? Aniversários de relacionamento? Compromissos? Sempre perde o celular? Chaves de casa, carro... óculos? Seu Santo preferido é o São Longuinho? Relaxa! De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Toronto, no Canadá, pessoas esquecidas são mais inteligentes.

O estudo canadense mostrou que o esquecimento pode ser uma peça fundamental para a manutenção da boa memória. O estudo concluiu que o esquecimento destas coisas do dia a dia permite que o cérebro se concentre realmente em fatos relevantes para a vida.

O que acontece no cérebro é uma faxina, apagando informações menos relevantes, abrindo espaço para novos aprendizados e coisas significativas.

De acordo com os pesquisadores, se o indivíduo recebe muitas informações "inúteis", a tarefa de "limpeza" fica mais difícil. O estudo publicado no jornal científico Neuron Journal afirma que "O objetivo da memória é otimizar a tomada de decisões".

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Terminar o relacionamento e continuar pegando ex não é um problema e não atrapalha a fila de andar, segundo estudo realizado pela Wayne State University, nos Estados Unidos.

Segundo a autora do estudo, Stephanie Spielmann, foram analisados casos diários de 113 pessoas que passaram por um término recente. No questionário, essas pessoas deveriam responder se tentaram transar com o(a) ex e como foi este "remember". Outras 372 pessoas deveriam relatar seus sentimentos depois que pararam de vez de transar com o(a) ex.

O estudo concluiu que transar com um ex não atrapalha a superação do relacionamento em até dois meses. Ao se relacionar com alguém com quem já teve um caso, a maioria das pessoas se sentiu mais positiva.

Também segundo o estudo, pessoas que procuram ex são aquelas que tem mais dificuldade em fazer a fila andar.

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