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Não importa que tipo de viagem faça, viajar é sempre muito bom, mas uma pesquisa mundial encomendada pela Booking.com que só de planejar uma viagem já traz felicidade instantânea.

O bem emocional que uma viagem proporciona permeia cada etapa da aventura, do planejamento até fazer as reservas e, de fato, sair de férias. E é a etapa do planejamento que traz a felicidade imediata, com quase três quartos das pessoas (72%) dizendo que sentem prazer em simplesmente pesquisar para onde ir nas férias. Mais da metade (56%) concorda que o pico da felicidade é no momento de reservar as férias, reforçando a importância da confirmação na hora ao escolher um lugar ideal para ficar.

A pesquisa, que ouviu 17.000 pessoas de 17 países, revelou que, para a maioria, as experiências de viagem proporcionam uma felicidade mais duradoura do que bens materiais (70%). O que explica o motivo pelo qual a maior parte das pessoas (56%) prioriza viagens de férias a bens como roupas, joias e eletrônicos, enquanto quase metade (48%) acha que viajar é mais importante do que reformas e melhorias na casa.

s dados desta nova pesquisa da Booking.com destacam que há uma relação significativa entre se divertir durante a experiência de fazer reservas e a felicidade da viagem em si – o que significa que um dos melhores indicadores de uma viagem feliz é se divertir ao fazer as reservas. Uma viagem bem planejada e com reservas confirmadas na hora e com facilidade podem aumentar consideravelmente sua felicidade, não importa o tipo de acomodação ou tipo de viagem que você busca.

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Um disco de massa fermentada de farinha de trigo, coberto com molho de tomate e o que você bem entender, assado no forno. Queijo, calabresa, cebola, frango, catupiry, pepperoni, chocolate e até abacaxi, a Pizza é comemorada no Brasil no dia 10 de Julho. A pizza chegou ao país por meio dos imigrantes italianos que transformaram a cidade de São Paulo na "Capital da Pizza".

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Segundo pesquisa, brasileiros têm pouca disposição para conversar com quem pensa diferente. No caso de visões políticas diferentes, 32% dos brasileiros acham que não vale a pena "trocar uma ideia".

A pesquisa também foi feita em outros 27 países e revelou que só Índia e África do Sul tem pessoas mais fechadas que os brasileiros. Na Argentina, Chile, México, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, as pessoas são mais dispostas a conversar com quem tem visões diferentes.

Quanto as redes sociais tornarem os debates mais divisivos do que antes, 54% dos brasileiros acreditam que sim e que a solução para não dialogar é bloquear a pessoa.

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Segundo pesquisa Ipsos realizada com 1.088 usuários norte-americanos do Netflix, 51% dizem que compartilhar a mesma senha aponta que o relacionamento está ficando muito sério. 17% só concordam em compartilhar a senha caso fiquem noivos, antes disso é cada um com a sua conta. E para que um relacionamento dê certo, 27% acreditam que gostar das mesmas séries e filmes conta muito!

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Segundo levantamento do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), os brasileiros bebem mais em comparação com outros países. São 7,8 L de álcool puro per capita por pessoa, contra 6,2 litros da média global.

Qual a bebida alcoólica mais consumida? As bebidas destiladas correspondem ao tipo de bebida mais consumido no mundo (44,8%), seguido da cerveja (34,3%) e do vinho (11,7%). Na Região das Américas a cerveja é o tipo de bebida mais consumido (53,8%), seguido dos destilados (31,7%) e do vinho (13,5%). No Brasil, a sequência é a mesma, mas as proporções são um pouco diferentes: 62% cerveja, 34% destilados e 3% vinho.

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Segundo pesquisa da Redemption feita com 2.000 britânicos, as ressacas aos 29 anos de idade são as piores porque não temos a mesma resistência de quando mais jovens, mas o nível de diversão ainda é alto.

Quanto dura uma ressaca? O estudo diz que uma ressaca média dura nove horas e 45 minutos e atinge seu pico às 9h45.

O estudo foi feito para o movimento de bares sem álcool em Londres afirma que dois terços dos britânicos entram no trabalho de ressaca no início da semana, enquanto metade admitem que ainda estão bêbados.

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Segundo estudo da Universidade de Edimburgo e da Universidade Ludwig Maximilians, em Munique, indivíduos com uma variação de um gene conhecido como ABCC9 precisavam de mais tempo de sono do que a média de oito horas

Os pesquisadores analisaram como o gene funciona nas moscas da fruta, que também o possuem e descobriram que aquelas sem o gene ABCC9 dormiam por três horas a menos do que o normal. O gene ABCC9 está envolvido na detecção dos níveis de energia das células do corpo.

Em outro estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry, feito com 10.000 pessoas de toda a Europa, foi concluído que, aqueles com o gene ABCC9 precisam de cerca de 30 minutos a mais de sono por noite do que aqueles sem o gene.

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Miguel é o nome preferido das famílias brasileiras para os bebês que estão nascendo no Brasil. O nome segue em primeiro lugar pelo oitavo ano seguido, segundo o tradicional ranking BabyCenter. Arthur permanece na segunda posição, mas Heitor vem logo atrás em forte alta, seguido de Bernardo e Davi.

O ranking 2018 do BabyCenter mostra outros nomes em alta, como Benjamin, que já ocupa o 10o lugar, Joaquim (14o), Samuel (15o) e Henrique (16o).

O supersucesso Enzo sucumbiu às brincadeiras e aos memes que circularam na Internet e caiu, tanto na versão isolada como em nomes compostos.

Benício e Isaac mostraram grande alta, aproximando-se dos 20 nomes masculinos mais usados.

Helena ultrapassou Alice em 2018 e é o novo nome de menina mais usado no Brasil, de acordo com o tradicional ranking de nomes de bebê do BabyCenter. Alice estava em primeiro lugar desde 2015.

Laura e Manuela superaram Sophia e Valentina e agora ocupam o terceiro e o quarto lugar no ranking de nomes femininos.

Cecília, em 14o lugar, e Eloá, em 15o, são nomes de menina que estão subindo, enquanto sucessos dos últimos anos como Maria Eduarda (18o lugar) e Beatriz (21o) demonstram tendência de queda.

O levantamento do BabyCenter baseia-se no cadastro de 501 mil bebês nascidos em 2018.

Critérios do levantamento:

Nomes com grafias diferentes, mas sons semelhantes, ficam juntos (como Arthur e Artur. A lista considera David e Davi como o mesmo nome).

A grafia que consta do ranking foi a mais frequente nos cadastros dos usuários (houve mais Théo que Téo), incluindo o uso ou não de acento.

Nomes compostos foram considerados à parte (João entra na lista como um nome; João Miguel como um nome diferente).

Nomes com grafias diferentes, mas sons iguais, ficam juntos (como Sophia e Sofia)

A grafia que consta da lista foi a mais frequente nos cadastros dos usuários (houve mais Eloá que Eloah), incluindo o uso ou não de acento.

Nomes compostos foram considerados separadamente (Maria sozinho é um nome; Maria Clara, outro; Maria Júlia, outro, e assim por diante).

Fonte e rankings completos: 1 e 2

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Segundo estudo realizado pela Universidade de Bonn, homens brancos com uma altura relativamente menor têm uma possibilidade mais elevada de perder os cabelos. A principal autora do estudo, Stefanie Heilmann-Heimbach disse que os dados do estudo indicam que alguns dos genes envolvidos na calvície estão associados, na média, com uma menor estatura.

Publicado na revista Nature Communications, o estudo identificou 63 variações genéticas "que aumentam o risco de perda de cabelo prematura", disse Heilmann-Heimbach.

Em homens de origem europeia, a calvície geralmente começa por volta dos 30 anos. Até 80% dos homens europeus são afetados em alguma medida.

A perda de cabelo em asiáticos chega cerca de uma década mais tarde, e com uma frequência geral muito menor, afetando de 50% a 60% dos homens.

Há relativamente poucos dados sobre a calvície na África, mas a perda de cabelo masculino lá parece ser ainda menos frequente.

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Segundo estudo publicado no Journal of Health Psychology, pessoas mais inteligentes possuem menos tendência a praticar atividades físicas, como malhar em uma academia.

Chamado de “O sacrifício físico de pensar: Investigando a relação entre o pensamento e a atividade física na vida cotidiana“, o estudo coletou dados de 60 estudantes. Entre eles, havia alta ou baixa atividade cognitiva. Ou seja, maior ou menor aquisição de conhecimento.

Durante uma semana, todos os alunos usaram rastreadores de atividade física. Ao final do tempo de estudo, os estudantes com maior atividade cognitiva tinham gastado menos tempo com atividades físicas. O estudo concluiu que pessoas com a mente mais ativa intelectualmente e sem “necessidade de cognição” tendem a ser menos ativos fisicamente.