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Você sabia que a depressão já é a doença mais incapacitante do mundo e afeta no Brasil mais de 11 milhões de pessoas? De acordo com as últimas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas vivem com depressão.

Conhece alguém que no momento sente incapacidade de realizar atividades diárias simples como levantar da cama, comer, trabalhar ou estudar? Apresenta tristeza persistente e desinteresse em atividades que sempre foram prazerosas? A depressão pode ser uma doença silenciosa e afetar qualquer pessoa, em níveis mais graves, pode levar ao suicídio. É necessário estar atento aos sintomas: oscilação de humor, perda de energia, mudanças no apetite e sono, dificuldade de concentração, culpa ou desesperança, vontade de sumir, pensamentos suicida e/ou de autoextermínio, num período maior que 14 dias.

A pessoa deprimida dificilmente terá iniciativa para buscar ajuda, então faça isso por ela! De que maneira?

- Converse, diga que ela pode melhorar se tiver o tratamento adequado (tratamento = psicoterapia e em alguns casos, psicoterapia + medicamentos).

- Jamais menospreze as razões que nela gera sofrimento, seja empático.

- Agende uma consulta com um(a) psicólogo(a). Muitos planos de saúde cobrem psicoterapia, e também muitos terapeutas atendem a preço social, viabilizando o tratamento. Mas se a grana estiver curta, saiba que existe na grande maioria de universidades que ministram o curso de Psicologia o modelo de clínica escola, onde o atendimento é voluntário ou com ajuda de custo simbólica. Procure alguma perto de vocês.

- Incentive práticas de exercícios físicos regulares e que ela não deixe de fazer o que gosta, inicialmente pode ser difícil, mas ao longo do tratamento, são ações que colaboram para uma melhora efetiva do quadro.

- Você pode encontrar também apoio emocional por telefone 24h por dia, ligando no número 188 a equipe do CVV – Centro de Valorização a Vida oferece esse suporte. Talvez do seu lado, alguém esteja precisando de ajuda.

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Isa Barros (@IsaBarros.psi) é psicóloga, atua com abordagem psicanalítica e é consultora do @MUITOinteressante para assuntos ligados à saúde mental. CRP 04/52781.

Vale dizer também que o Instagram oferece ajuda para usuários com ansiedade e depressão.

Sempre que o usuário digitar na aba "Pesquisar" as hashtags #ansiedade ou #depressão verá a mensagem "Publicações com as palavras ou tags que você está procurando muitas vezes incentivam um comportamento que pode fazer mal a uma pessoa e até levá-la à morte" e escolher entre duas opções: 'obter apoio' ou 'ver publicações mesmo assim'.

Ao clicar na primeira opção, o aplicativo abre uma nova janela no navegador do celular, onde o usuário pode escolher entre três alternativas: falar com um amigo, falar com um voluntário da linha de apoio ou receber dicas e apoio. Na primeira, ele é orientado a conversar com pessoas próximas sobre o que está sentindo. Na segunda opção, o usuário é direcionado para o Centro de Valorização da Vida (CVV), serviço de prevenção ao suicídio que conta com voluntários 24 horas para atendimento por telefone, no número 141, bate-papo ou e-mail. Já na terceira, ele encontra dicas de saúde mental, como sair ao ar livre, ouvir uma música tranquila ou escrever como está se sentindo.

Fontes 1, 2 e 3

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Estudo da Universidade do Estado da Flórida (FSU) concluiu que lavar a louça pode ajudar a aliviar o estresse do dia a dia. A tarefa não pode ser concluída com pressa, nem deve ter auxílio da máquina de lavar louças.

A pesquisa da FSU foi feita com 51 estudantes, divididos em dois grupos: no primeiro, o participantes leram um trecho sobre atenção plena indicando a prestarem atenção em cada ato de suas vidas (proposta do mindfulness), em seguida, submetidos à tarefa. Enquanto o outro, foi encarregado de apenas lavar a louça.

Os resultados mostraram que aqueles que tiveram um ritual precedente, reduziram os níveis de estresse em 27%, e as boas inspirações cresceram 25%. Já os que não foram convidados a ler a passagem, não sofreram nenhuma alteração mental ou comportamental.

Segundo os cientistas, os beneficiados estavam pensando apenas em lavar a louça, o que significa estar totalmente focado no momento. Dessa forma, não houve descarrego de estresse durante a limpeza.

A intenção da pesquisa é observar como as atividades do dia a dia podem ser feitas a partir dos princípios de mindfulness e assim obter vantagens. Apesar de ser uma pequena descoberta, novos ângulos sobre como encarar as responsabilidades domésticas com foco, intensão e cuidado podem reduzir a tensão e os problemas psicológicos.

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Pesquisa publicada na revista científica Animal Cognition mostrou que a inteligência dos galináceos (galinhas e galos) têm uma capacidade mental maior que de crianças

As galinhas são muito boas na arte da enganação, dizem os pesquisadores: os galos chamam as galinhas para comer mesmo quando não há comida, apenas para atrair as fêmeas. Quando estão na época de acasalamento, os galos também costumam cantar bem baixinho quando há outros galos por perto, para não avisar os rivais que há galinhas por perto.

Essa tática de manipulação social, também chamada de Inteligência Maquiavélica, só é comum em algumas poucas espécies de mamíferos, incluindo primatas.

As galinhas também entendem de números. Os pintinhos de até 5 dias de idade entendem quantidades, assim como soma e subtração. Muitos animais entendem tempo, mas as galinhas conseguem fazer viagem no tempo mental, lembrando de coisas do passado e pensando no futuro.

Galinhas usam pelo menos 24 formas de se comunicar com a voz, e várias outras formas de comunicação visual.

No que os cientistas chamam de comunicação referencial, eles explicam que outros animais como macacos e outras aves se comunicam de jeitos diferentes dependendo da situação, e se referem a diferentes. As galinhas fazem isso também. Elas tem uma voz de alarme para predadores voadoras e outra para predadores terrestres.

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Estudo mostra que cantar diminui em 96% a sensação de estresse e de isolamento nos trabalhadores.

Acadêmicos da Universidade de Leicester, no Reino Unido, questionaram 1.000 indivíduos de diversas profissões e empresas sobre as exigências laborais a que estavam sujeitos, do seu humor e nível de socialização.

A professora Joanna Foster, líder do estudo, disse que "Cantar em grupo tem um efeito positivo na saúde e na produtividade no trabalho", e completou: "Cantar é uma atividade divertida e livre. As entidades laborais deviam mesmo incluir grupos de canto nas empresas e encorajar os indivíduos a participarem".

Um estudo anterior, também realizado pela Universidade de Leicester, concluiu que um em cada 20 trabalhadores se sente sobrecarregado no emprego e que um em três não consegue gerir a carga de tarefas que lhe é atribuido.

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Entre 1960 e 1985, o PIB dos países onde o pênis médio é pequeno cresceu mais que o PIB dos países "bem-dotados".

Cada centímetro a menos gera um aumento de 5% a 7% no crescimento econômico segundo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Helsinque (Helsink Center of Economic Research).

Os pesquisadores supõem que, como pênis grande e salário alto contribuem para a autoestima homem, quem não tem o primeiro se esforça mais para conseguir o segundo.

Vale lembrar que a o tamanho médio de um pênis, segundo levantamento britânico feito com 15.521 homens, tem o comprimento flácido de 9,16 centímetros e, esticado, 13,24 centímetros. Já o tamanho médio do órgão sexual masculino ereto é 13,12 centímetros. A circunferência média do pênis flácido é de 9,31 centímetros e ereto 11,66 centímetros.

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A quarta-feira de cinzas é o dia do ano com maior ausência de funcionários, superando a véspera de Ano Novo.

Uma pesquisa feita com 30 mil colaboradores de uma empresa de tecnologia e RH (Pontomais) mostrou que 50% das pessoas que deveriam voltar à labuta não vão trabalhar! Para se ter uma ideia, a véspera de Ano Novo tem falta de 37% dos funcionários, ambas as situações de funcionário que não tem folgas marcadas.

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Você acha que a vida de todo mundo é a maravilha do que é publicado nas redes sociais? Que os influenciadores digitais não passam por perrengues diários? Que seus amigos estão realmente sempre sorrindo como se não houvesse um boleto para ser pago? Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que uma em cada dez pessoas distorce a realidade nas redes sociais para se sentir melhor.

O estudo revela que, para obter curtidas, uma em cada dez pessoas finge estar em algum lugar ou fazendo algo que talvez não seja exatamente verdade. Isso significa que uma parcela significativa dos usuários mente nas redes sociais para ganhar mais curtidas em suas publicações. Aquela postagem em que sua amiga diz estar em alguma festa da alta sociedade pode, na verdade, ser uma imagem buscada na internet ou mesmo a foto de uma festa qualquer que ela não estava.

Não receber likes suficientes por uma publicação também afeta homens e mulheres. Entre os homens, 24% temem que, se poucas pessoas curtirem suas postagens, os amigos acharão que eles não são populares, enquanto 17% das mulheres pensam o mesmo.

Homens são mais "saidinhos" nas redes sociais: cerca 9% dos entrevistados publicaria fotos sem roupas, enquanto somente 5% das mulheres entrevistadas considerariam essa possibilidade.

Homens são mais fofoqueiros! Dos homens, 14% disseram que revelariam um segredo sobre um colega de trabalho (contra 7% das mulheres), e 13% estariam dispostos a revelar informações confidenciais de seu chefe nas redes. Para piorar, 12% dos homens mostrariam algo vergonhoso sobre um amigo, contra apenas 6% das mulheres que tomariam a mesma atitude. Gente!

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Você conhece pessoas que têm respostas para tudo, sempre opinando e tentando mostrar como são mais inteligentes que especialistas de um determinado assunto? Essas pessoas podem ser vítimas do efeito Dunning-Kruger, ou seja, que superestimam suas aptidões sociais e intelectuais.

O efeito Dunning-Kruger é o fenômeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos. É a sua incompetência que os restringe da habilidade de reconhecer os próprios erros. Estas pessoas sofrem de superioridade ilusória.

Por outro lado, a competência real pode enfraquecer a autoconfiança e algumas pessoas muito capacitadas podem sofrer de inferioridade ilusória, achando que não são tão capacitados assim e subestimando as próprias habilidades, chegando a acreditar que outros indivíduos menos capazes também são tão ou mais capazes do que eles. A esse outro fenômeno dá-se o nome de síndrome do impostor.

O mecanismo da ilusão de superioridade foi demonstrado numa série de experiências realizadas por Justin Kruger e David Dunning, pesquisadores da Universidade de Cornell. Os resultados foram publicados no Journal of Personality and Social Psychology. Kruger e Dunning constataram que vários estudos anteriores sugeriam que em habilidades tão distintas como compreensão de leitura, operação de veículos motorizados, e jogar xadrez ou ténis, "a ignorância gera confiança com mais frequência do que o conhecimento".

Quando os pesquisadores pediram que engenheiros de software qualificassem seu próprio trabalho, mais de 30% disseram fazer parte dos 5% melhores da empresa. Segundo outro estudo, 88% dos motoristas norte-americanos afirmam dirigir melhor que a média.

Os que mais tendem a ter melhor ideia sobre si mesmos são, exatamente, os menos capacitados: quanto menos sabemos sobre um tema, mais tendemos a achar que sabemos o suficiente. Já os especialistas tendem a subvalorizar ligeiramente suas aptidões. De fato, em alguns estudos, os mais ignorantes julgavam saber quase tanto quanto esses entendidos.

O problema de uma mente ignorante: uma mente ignorante não é vazia, e sim repleta de ideias preconcebidas, experiências, fatos, intuições, vieses e pressentimentos, além de conceitos que importamos de outras áreas do conhecimento. Com tudo isso, construímos histórias e teorias que nos dão a impressão de serem um conhecimento confiável.

A ideia de que a Terra é plana é um exemplo deste efeito. Algumas pessoas pensam ser possível que a terra seja como um disco de vinil flutuando no espaço, ignorando todas as evidências científicas, contestando com evidências infundadas a verdade absoluta.

Segundo os pesquisadores: "Ninguém está livre desse efeito, por mais esperto que seja. Ou melhor, por mais esperto que acredite ser".

#pracegover: Efeito Dunning-Kruger é o fenômeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que cheguem a resultados indevidos.

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Onde pessoas que acreditam que a Terra é plana buscam informações? Um estudo feito pela Universidade de Tecnologia do Texas, nos EUA, mostrou que a maioria dos terraplanistas se informa por meio do YouTube.

Pesquisadores foram até a última conferência anual do movimento terraplanista, que aconteceu em 2017, na Carolina do Norte, nos EUA, e conversaram com 30 participantes. Todos os entrevistados, com exceção de um, disseram que começaram a acreditar que a Terra é plana depois de assistir a vídeos sobre teorias da conspiração — como os que dizem que o atentado de 11 de setembro e a chegada da NASA à Lua são falsos.

Segundo uma das autoras da pesquisa, Asheley Landrum, a maioria dos participantes do estudo diz procurar os vídeos apenas para desmascará-los, mas logo acabam sendo convencidos por eles. “Os algoritmos facilitam a queda no buraco do coelho, apresentando informações às pessoas que serão mais suscetíveis a isso”, disse em entrevista ao jornal britânico The Guardian.

Landrum, diante desta situação, convidou cientistas para criar seus próprios vídeos e combater as teorias. "Há muita informação útil no YouTube, mas também muita desinformação. (...) Acreditar que a Terra é plana em si não é necessariamente prejudicial, mas é algo que vem embalado em uma desconfiança nas instituições e nas autoridades em geral. Queremos que as pessoas sejam consumidoras críticas das informações que recebem; porém, há um equilíbrio a ser obtido", completou.

Por problemas relacionados a fake news e teorias infundadas, o YouTube anunciou recentemente que vai mudar sua inteligência artificial, em uma tentativa de melhorar a qualidade do conteúdo recomendado aos usuários.

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Estudo da Michigan State University liderado pelo sociólogo Hui Liu mostrou que mulheres que estão sempre implicando com os comportamentos de seus parceiros com relação à saúde deles são as melhores parceiras para um relacionamento saudável.

Usando dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, Liu e colegas analisaram os resultados da pesquisa de 1.228 entrevistados casados em cinco anos. No início do estudo, os entrevistados tinham entre 57 e 85 anos de idade; 389 tinham diabetes no final do estudo - Diabetes é a sétima principal causa de morte nos Estados Unidos. Mais de 29 milhões de americanos tiveram diabetes em 2012, ou seja, 9,3% da população.

Liu, especialista em saúde de base populacional e ciência da família, investigou o papel da qualidade conjugal no gerenciamento e risco de diabetes e encontrou duas grandes diferenças de gênero: - o achado mais surpreendente foi que, para os homens, um aumento na qualidade conjugal negativa - mulheres implicantes - diminuiu o risco de desenvolver diabetes e aumentou as chances de controlar a doença após seu início. A diabetes requer monitoramento frequente que as esposas podem estar estimulando o marido a fazer, aumentando sua saúde, mas também aumentando a tensão conjugal ao longo do tempo. - para as mulheres, um bom casamento estava relacionado a um risco menor de ser diabético cinco anos depois. As mulheres podem ser mais sensíveis do que os homens à qualidade de um relacionamento e, portanto, mais propensas a experimentar um impulso de saúde a partir de um relacionamento de boa qualidade.

Como o diabetes é a doença crônica que mais cresce nos Estados Unidos, a implementação de políticas públicas e programas destinados a promover a qualidade conjugal também deve reduzir o risco de diabetes e promover saúde e longevidade, especialmente para mulheres em idades mais avançadas", diz o estudo.

#pracegover: Mulheres que implicam com seus parceiros são as melhores parceiras, sugere estudo.

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