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Decorar é renovador, divertido e estimulante. Mas para alguns casais é fonte de frustação.

Segundo pesquisa on-line realizada pela loja de móveis online Article e One Poll com 2 mil adultos, decidir qual a cor do hack, o tamanho do sofá, o tipo de bancada para cozinha gera em média 72 brigas por ano, ou 216 horas de bate-boca ao longo de suas vidas.

O que as pessoas mais discutiam? Talvez não seja surpresa que o dinheiro tenha sido o principal ingrediente das brigas. O orçamento era um grande problema para os participantes, com três em cada 10 casais discordando sobre quanto gastar um novo móvel.

Quanto a outros problemas, um em cada cinco entrevistados disse que eles brigam sobre quais aparelhos domésticos comprar. O mesmo número também se vê discutindo sobre estilos de mobília, e outros 20% tipicamente brigam pelo esquema geral de cores. Ao discutir as opções de decoração da casa, 58% dos entrevistados disseram que optam por abster comentários para evitar desentendimentos.

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Você quer comprar algum bem novo? Casa, carro? Quer perder peso, frequentar a academia? Começar uma dieta? Ir a mais shows? Finalizar trabalhos atuais? Não importa quais sejam seus objetivos, para você ter mais chances de realizá-los basta você os escrever regularmente. Fazendo isso, segundo estudo da Dominican University, a chance é 42% maior!Continue lendo...

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Segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), assim como aconteceu nos anos anteriores, 86% dos consumidores pretendem usar o 13º salário para o pagamento de dívidas.

A maioria planeja utilizar o 13º para quitar dívidas no cartão de crédito (49%) e cheque especial (45%).

Segundo o levantamento, 5% vão utilizar parte do benefício para a compra de presentes e apenas 3% pretendem poupar e aplicar parte do 13º para despesas de começo do ano (IPVA, IPTU, material e matriculas escolares).

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Você tem amizades que são bastante ríspidas e rudes com você? Amigos que te magoam com as duras palavras? Estudo da University of Plymouth confirmou que esse seu amigo "mais rude" é, na verdade, aquele que quer o melhor para você.

De acordo com a pesquisa publicada na Psychological Science, as pessoas que tendem a fazer os outros sentirem emoções negativas acreditam que o impacto destas emoções possa beneficiar a outra pessoa no longo prazo.

O estudo analisou o comportamento de 140 pessoas em diversas situações e, com isso, foi possível concluir que existem casos onde as pessoas são rudes, mas não por que não gostam da outra pessoa ou porque querem magoá-las, e sim porque se importam. Ser "rude" é a forma que elas demonstram empatia e altruísmo.

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Marque nos comentários aquela pessoa que sempre cai na rua.A duração do sono pode estar associada a um aumento do risco de fraturas, sugere estudo do órgão americano Women’s Health Initiative.

Os cientistas acompanharam mais de 157 mil mulheres ligadas ao órgão e descobriram que aquelas que dormem menos de cinco horas por noite e as que dormem mais de dez têm 25% mais chances de passar por experiências de queda frequentes (mais de duas por ano).

Pouco tempo de sono foi associado ao aumento do risco de fraturas nos membros superiores, inferiores e no centro do corpo, mas não no quadril.

Entre as mulheres que dormem pouco, menos de cinco horas por noite, o risco de cair aumentou 10,6% se comparadas às que dormem de sete a oito horas, tempo recomendado por médicos. Entre aquelas que dormem demais, o risco foi 7% maior.

“Apesar das quedas serem causadas por diversos fatores, nosso trabalho foca em um novo fator de risco: o sono. Os resultados sugerem que medidas para melhorar o sono podem reduzir o risco das quedas”, conclui Jane Cauley, pesquisadora da Universidade de Pittsburgh e autora do estudo.

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Se você está uns quilos fora do seu peso ideal lembre-se, você não está sozinho.

Pesquisa da Norwegian University of Science and Technology analisou populações de 186 países entre 1975 e 2014 e concluiu que um adulto médio em 2014 era 14% mais pesado e cerca de 1,3% mais alto do que em 1975. A energia diária necessário para um adulto médio aumentou em 6,1% no período.

O mundo atual come bem mais! O consumo humano de alimentos aumentou 129% durante o período de 40 anos. É fato que o aumento populacional é o maior responsável por esse consumo, mas o aumento de peso e altura também é responsável por 15% do aumento da necessidade de comida.

As médias de peso e necessidades de energia variam entre os países. Enquanto um adulto médio de Tonga pesa 93 quilos, um vietnamita médio pesa 52 quilos. A diferença faz com que o povo de Tonga precise de 800 quilocalorias a mais por dia - cerca de quatro tigelas de aveia. Algumas nações passaram por rápidas mudanças. Em Santa Lúcia, no Caribe, o peso médio da população passou de 62 quilos em 1975 para 82 quilos 40 anos depois.

Segundo o autor, a pesquisa destaca justamente o fato de a necessidade de alimentos de um adulto médio não permanecerem constantes ao longo do tempo e serem bastante diferentes entre os países. Para os autores, os países precisam olhar não só o número de pessoas em uma área, mas também aspectos sociais e fisiológicos, para pensar em estratégias de combate à carência de alimentos e nutrientes nos grupos populacionais.

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