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Marque nos comentários aquela pessoa que dorme muito!

Segundo estudo da Universidade de Berna, na Suíça, seres humanos são capazes de aprender inconscientemente novos conceitos durante o sono.

A pesquisa feita por cientistas do Instituto de Psicologia e Centro de Cognição da Universidade de Berna contou com 41 participantes que utilizaram fones de ouvido para ouvir dois pares de palavras dormindo. Uma das palavras era inventada e a outra, conhecida. Após acordar, os participantes conseguiam recordar os vocábulos e seus significados.

Parte dos voluntários escutou pares de palavras como "guga e pássaro" e outros "guga e elefante". No dia seguinte, os cientistas interrogaram os voluntários se a palavra "guga" cabia numa caixa de sapatos. De acordo com o estudo, os vocábulos reproduzidos na fase de sono profundo designada "up state", 60% dos voluntários classificavam corretamente as palavras inventadas.

Na fase do sono profundo, "up state", que só dura cerca de meio segundo, o eletroencefalograma registra que todas as células cerebrais estão ativas conjuntamente. Ela se alterna com a "down state", em que não há atividade entre as diversas áreas do cérebro.

De acordo com o pesquisador Marc Züst, coautor do estudo, o experimento demonstra ser possível aprender com o inconsciente 100% ativo, porém, não é saudável ouvir várias palavras durante a noite, esperando que sejam armazenadas na memória. O barulho constante é uma fonte de perturbação para o sono adequado.

#pracegover: É possível aprender dormindo, diz estudo.

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Segundo estudo realizado pela Universidade de Genebra e Lausanne (Suíça), ser ninado, ou seja, ser balançado levemente, faz com que a pessoa caia no sono mais rapidamente e durma mais profundamente.

O estudo foi realizado com 18 jovens saudáveis que tiveram suas taxas cardíacas, respiratórias e atividade cerebral monitorados durante duas noites no Centro de Medicina do Sono. Na primeira, numa cama em movimento e na segunda, na mesma cama, mas em uma posição imóvel.

"Uma boa noite de sono significa adormecer rapidamente e permanecer dormindo a noite toda", diz Laurence Bayer, pesquisadora do Departamento de Neurociências Básicas da Faculdade de Medicina UNIGE e do Centro de Medicina do Sono HUG. “No entanto, observamos que nossos participantes, embora tenham dormido bem em ambos os casos, adormeceram mais rapidamente quando foram ninados. Além disso, eles tinham períodos mais longos de sono profundo e menos micro-despertares, um fator freqüentemente associado à má qualidade do sono. ”.

Depois dessa fase, os cientistas observaram se o movimento suave da cama também afetava a consolidação da memória. Os jovens voluntários tiveram que aprender pares de palavras à noite e lembrá-los de manhã quando acordassem. Como resultado, a cama em movimento trouxe melhores resultados aos indivíduos.

De acordo com os pesquisadores, isso é uma consequência de como o sono profundo modula a atividade das ondas cerebrais, e de como o balanço suave ajuda a sincronizar a atividade cerebral por meio das chamadas redes corticotiledôneas-corticais. Essas redes cerebrais desempenham um papel vital no sono profundo e na construção da memória.

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Segundo pesquisa do TODAY Moms com 7.000 mães, a maternidade é muito estressante, chegando ao nível de estresse de 8,5 em 10. Mas não são só os filhos que estressam uma mãe, mas também seu marido: para 46% das mães, os maridos são uma fonte maior de estresse do que as crianças.

Muitos participantes da pesquisa disseram que seus maridos não estavam fazendo uma parte igual das tarefas domésticas e dos cuidados infantis - até comparando a vida com um cônjuge a um filho extra. Deno Fleno, uma mãe de Connecticut, afirmou em entrevista para o TODAY Moms para que seu marido, Phil, é como um terceiro filho: “Uma criança de 7 anos vai ser uma criança de 7 anos de idade. Mas uma pessoa de 35 anos agindo como uma criança de 7 anos é mais estressante.”.

Agir como outra criança que precisa de atenção é um dos fatores que dá pontos extras aos homens da casa. As participantes do estudo alegaram que, após um dia corrido no trabalho, atenção e preocupação com as crianças e cuidados com a casa, muitas vezes não sobra disposição para se dedicar ao marido, o que acaba gerando cobrança e falta de compreensão – de ambos os lados. Seja qual for a fonte de estresse, o consenso entre as mães é que o próprio casamento é estressante por causa da quantidade de trabalho que requer.

Um estudo francês chamado 'conjugal condition' descobriu que um casamento estressante é tão ruim para o coração quanto um hábito regular de fumar, e uma pesquisa da Brandeis University e University College, em Londres, também descobriu que cônjuges em casamentos tensos tendem a ser mais estressados durante a jornada de trabalho, o que poderia aumentar a probabilidade de acidente vascular cerebral e doença cardíaca para ambos os parceiros.

As crianças provavelmente também contribuem para o estresse conjugal, um estudo descobriu que nove em cada 10 casais dizem que a qualidade de seu relacionamento diminuiu após o nascimento do primeiro filho.

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Segundo estudo publicado na revista médica American Academy of Neurology, a gordura corporal excessiva, especialmente na barriga, está ligada ao cérebro de tamanho menor. Ou seja, uma barriga grande pode mostrar que a pessoa tem um cérebro pequeno, em comparação a cérebros de quem tem menos gordura na região "do meio" do corpo.

A análise dos pesquisadores Mark Hamer e G. David Batty avaliou o IMC e o índice de cintura e quadris de 9.652 pessoas com média de idade de 55 anos - e verificou que níveis mais altos de obesidade parecem estar associados a um volume menor de massa cinzenta no cérebro, mas isso não quer que uma pessoa obesa é menos inteligente!

Das mais de 9 mil pessoas avaliadas na pesquisa, 1.291 tinham IMC e índice de cintura e quadris elevados. Foram elas que apresentaram o menor volume médio de massa cinzenta: 786 centímetros cúbicos. Para efeito de comparação, as 514 pessoas analisadas que tinham o IMC baixo e apenas a proporção de cintura e quadris alta chegaram a uma média de 793 cm³. Os 3.025 avaliados saudáveis, por fim, ficaram com uma média de 798 cm³.

Um dos autores do estudo, disse que “ainda não ficou claro se anormalidades na estrutura cerebral levam à obesidade ou se é a obesidade que leva a essas mudanças no cérebro”. Até então, há uma correlação. A massa cinzenta é composta principalmente pelos corpos das células nervosas e está associada ao controle muscular, à memória, à tomada de decisões e ao autocontrole. No entanto, é a massa branca que faz correlação entre as várias regiões do cérebro. Mesmo não sendo ainda que não seja conclusivo, o novo estudo já aponta que isso tudo pode estar ligado à obesidade e à proporção de cintura e quadris.

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O que você escolheria se estivesse com R$1,00 no bolso em 1994? Alguns exemplos: 1 garrafa de cerveja, 1 Kinder Ovo, 1 dólar ou 1kg de frango.

No dia 1 de Julho de 1994 entrou em circulação no Brasil o Real, moeda em circulação no país até os dias de hoje. Confira o valor de diversas coisas na época:

No lançamento do Plano Real, o governo lançou mão de três "garotos propagandas" inusitados: o frango, o pão francês e a dentadura. O objetivo era mostrar o poder de compra da nova moeda. Em 1994, por exemplo, com uma nota de R$1 era possível comprar 1 quilo de carne de frango ou 10 pãezinhos. A propaganda da carne de frango foi tão grande que o consumo anual subiu de 14 kg por pessoa, em 1994, para 40 kg, em 2008, segundo dados da União Brasileira de Avicultura (Ubabef)

O primeiro salário mínimo do plano Real foi de R$64,79

O quilo de arroz custava R$0,64 e o feijão R$1,11 em julho de 1994, em São Paulo, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)

Escort Hobby 1.0 (R$7.386 à época), o Gol 1.000 (R$7.243), o Uno Mille (R$7.254) e o Corsa Wind 1.0 (R$7.350) eram os carros mais baratos das montadoras brasileiras.

Jack Daniel’s Tenessee Whiskey por R$33,50, segundo panfleto das lojas Depósito Normal.

O ingresso para o filme “Um tira da pesada 3”, com Eddie Murphy, custava R$5 no Shopping Iguatemi, em São Paulo, em um domingo à noite em 1994

Chitãozinho e Xororó, em agosto de 1994, fizeram um show no Palace, o ingresso mais barato saiu por R$15, e o mais caro, por R$35

Teresina e João Pessoa tinham o passe de ônibus mais barato entre as capitais do país em julho de 1994: R$0,29. A passagem mais cara era em Brasília, R$0,54.

O litro da gasolina estava R$ 0,55, em média, nos postos de São Paulo no dia 18 de julho de 1994, segundo uma reportagem da Folha à época. O álcool saía por R$ 0,44.

Uma refeição na churrascaria Fogo de Chão, em São Paulo, saía entre R$ 13 e R$ 24 por pessoa em 1994, segundo a Revista da Folha.

Um apartamento de 211m² com 3 dormitórios (com uma suíte), varanda com churrasqueira e duas vagas na garagem no Panamby, região nobre da Zona Sul da capital paulista saía por R$ 94.340 em 7 de agosto de 1994.

Notas de R$1, que pararam de ser fabricadas em 2005, hoje em dia são vendidas em sites de leilão, as já utilizadas são vendidas por até R$ 20. As cédulas mais raras, com menor tiragem e classificadas pelos especialistas como "flor de estampa", chegam a valer R$100.

Fontes 1, 2, 3

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Shelly Gable, psicólogo da Universidade da Califórnia, provou que o tédio corrói o amor. Numa pesquisa realizada com 125 casais, durante 10 semanas, mostrou que os mais felizes e satisfeitos eram os que faziam juntos coisas mais divertidas, saíam para dançar juntos, por exemplo. O motivo é que qualquer sensação de excitação é associada a quem está na aventura com você, mesmo se ele não for a causa da excitação.

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