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"Haja coração!", o bordão do narrador Galvão Bueno para os momentos de tensão nos jogos de futebol é mais intensificado quando chega a Copa do Mundo. Nações tensas contando com triunfos de 23 atletas e muitas vezes em jogos que são verdadeiras batalhas, ainda mais quando os jogos são decisivos, como aqueles da fase de grupos que a "equipe do coração" precisa do resultado para se classificar ou os jogos da fase de mata-mata.Continue lendo...

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A Copa do Mundo no Brasil em 2014, a "Copa das Copas", passou deixando a história do futebol mundial muito mais rica depois de partidas memoráveis e inesquecíveis como o jogo do dia 8 de julho, no qual a Seleção Brasileira sofreu a famosa derrota de 7 a 1 para o time da Alemanha, em Belo Horizonte. Mas o "7 a 1" não ficou só dentro do Mineirão.

Dezenas de obras planejadas para o mundial de futebol de 2014 continuam não concluídas em 10 das 12 cidades que sediaram jogos naquele ano. Baseada em dados de governos estaduais, prefeituras e da Controladoria-Geral da União (CGU), a BBC News Brasil encontrou pelo menos 41 obras ainda inacabadas, paralisadas ou mesmo abandonadas sem previsão de serem retomadas.

As obras inacabadas são na maioria viárias e de mobilidade urbana: viadutos, ampliação de avenidas, trens de superfície (VLTs) e corredores de ônibus (BRTs). Há também três aeroportos cujas obras de ampliação ainda não foram concluídas, nas cidades de Salvador (BA), Cuiabá (MT) e Belo Horizonte (MG).

São Paulo e Rio de Janeiro não entram na lista porque concluíram, mesmo que com atraso, as obras prometidas. A obra da linha 17 do metrô na capital paulista, um monotrilho que ligaria o aeroporto de Congonhas ao estádio do Morumbi segue em construção até hoje, porém com a construção do Itaquerão como estádio-sede do evento, a obra saiu dos itens prometidos para 2014.

A pesquisa da BBC News Brasil leva em conta tanto as obras que estavam na Matriz quanto aquelas que foram prometidas por prefeituras e governos para a Copa de 2014 - mesmo as que não integraram o documento, ou foram removidas da versão final.

Clique aqui para ver a lista com as 41 obras inacabadas.

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Se você fala 'obrigado' toda vez que é ajudado em seu dia a dia, você faz parte das raras pessoas que fazem isso. Um estudo publicado no Royal Society Open Science mostrou que agradecer após alguém fazer algo é mais raro do que se imagina. Os pesquisadores acreditam que isso se trata mais de tradições linguísticas do que grosseria.

Para chegar nesta conclusão os pesquisadores analisaram 1.057 conversas gravadas por câmeras e microfones na casa de pessoas em reuniões de familiares e amigos, em diferentes localidades do Mundo. As conversas foram feitas em oito idiomas, incluindo cha'palaa no Equador, siwu em Gana, lao em Laos, polonês, russo, murrinh-patha na Austrália, italiano e inglês. A média de agradecimento foi de 1 em 20 ocasiões. Em todas as conversas, as pessoas eram solícitas em ajudar o próximo. Mas enquanto cooperar foi regra, expressar gratidão não. A palavra 'obrigado' apareceu mais no idioma inglês (14,5% das vezes) e no italiano (13,5%). Em polonês e siwu, porém, quase não apareceu. Já no idioma cha'palaa não há a palavra obrigado.

"Isso não significa que as pessoas são universalmente rudes, nem que aqueles que falam inglês são menos grosseiros do que aqueles que falam outras línguas. Nós não devemos medir o ato de gratidão com o ato de expressar isso", explicou o pesquisador chefe do estudo Nick Enfield, da Universidade de Sydney. "Nas interações informais diárias no mundo inteiro, a norma geral é responder a cooperação de alguém sem dizer explicitamente obrigado, mas simplesmente continuar com as tarefas do outro", explicam os pesquisadores. "Na verdade, cooperação é a regra: é da nossa natureza pedir ajuda e pagar de volta em bondade, em vez de em palavras. Há um acordo intrínseco de que as pessoas vão cooperar umas com as outras", finaliza Enfield.

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6 mil pessoas de 33 países diferentes foram pesquisadas pelo site de compras on-line Picodi.com e segundo dados, o brasileiro é um dos consumidores que mais aproveitam o Dia dos Namorados para presentear seus "amores". Pelo menos 82% curtem comemorar a data, enquanto outros 18% recusam qualquer forma de celebração.

Na pesquisa descobriu-se quais os presentes mais odiados entre os consumidores e 'Urso de pelúcia' foi unânime para homens e mulheres. Mas calma! A pesquisa também revelou quais os presentes desejados, confira:

  • Para mulheres: um jantar no restaurante, viagem, perfumes, jóias e flores.
  • Para homens: um jantar no restaurante, roupas, eletrônicos, viagem e perfumes.

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"Eu bebo sim! Eu tô vivendo. Tem gente que não bebe e tá morrendo." a letra da música de Elizeth Cardoso nunca fez tanto sentido.

Uma pesquisa do Finnish Institute of Occupational Health realizada na Finlândia, no Reino Unido e na França com 47.520 pessoas concluiu que quem não bebe tem mais chances de ficar doente e faltar no trabalho do que quem bebe com moderação.

Quem não bebe está 50% mais propenso a faltar no trabalho por causa de algum problema relacionado à saúde mental. Além disso, os que não bebem podem apresentar também distúrbios digestivos, problemas respiratórios e lesões musculares. No entanto, o estudo não levou em conta o risco de câncer e de mortes prematuras vinculados ao álcool.

O estudo mostra que o importante é ficar no meio termo entre quem bebe demais e quem não bebe nada. Os cientistas estimaram que uma medida segura seria tomar 12 litros de cerveja ou 15 taças de vinho por semana.

O estudo ainda faz uma importante ressalva: pode ser que pessoas que não bebem tenham alguma doença que as impeça de consumir álcool e, ao mesmo tempo, as faça faltar no trabalho.

Fonte e outras informações: Link na Bio.

#pracegover: Beber com moderação é mais saudável do que não beber, indica pesquisa.

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Quantas vezes você ou uma pessoa próxima não se perderam nos dias da semana achando que era quarta, mas aí já era quinta, ou ainda era terça-feira?

Se perder nos dias da semana parece ser mais frequente do que se imagina e pode atingir mais de um terço da população.

Uma pesquisa britânica feita por pesquisadores das universidades de York, Lincoln e Hertfordshire perguntaram a voluntários quais palavras são mais fortemente associadas a determinados dias da semana e a conclusão foi que segunda e sexta-feira foram os dias mais lembrados. Segunda-feira foi associada aos termos "chato" e "cansado" e sexta com "liberdade".

Terça, quarta e quinta-feira foram os dias menos caracterizados tornando-os mais confundíveis.

“O ciclo semanal é repetido para todos nós desde o nascimento, e isso se traduz no fato de que cada dia da semana adquire seu caráter”, afirma David Ellis, da Escola de Psicologia da Universidade de Lincoln, no Reino Unido.

Fatores culturais podem contribuir para explicar os resultados, sugere o co-autor Rob Jenkins, do departamento de psicologia na Universidade de York, no Reino Unido. “Por exemplo, há uma grande variedade de canções pop que fazem uso de segunda e sexta-feira, enquanto os dias do meio da semana raramente são mencionados”.

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Superar um término de relacionamento não é nada fácil, mas um estudo publicado no Journal of Experimental Psychology concluiu que a estratégia que mais funcionou com 24 pessoas que terminaram seus relacionamentos foi lembrar das coisas ruins do(a) ex, como por exemplo seus hábitos chatos.

Durante o experimento, outras duas estratégias foram utilizada: como ler e acreditar em frases de aceitação do término e a outra pensar em coisas legais não relacionadas ao ex, como lembrar da comida favorita, para distrair.

Na sequência do estudo os pesquisadores mostraram fotos dos(as) ex e testaram a intensidade da emoção causada a partir disso (como quando surge aquela imagem no feed das redes sociais e dá aquele calor no corpo). Os grupos também passaram por um questionário para medir o quanto eles estavam apaixonado pelo antigo parceiro(a). A estratégia de lembrar das coisas ruins do ex foi a única que causou diminuição dos sentimentos de amor. Por outro lado, pensar no que o ex tinha de ruim deixou a maioria mais triste e estressada. A aceitação não teve efeito e a distração não fez efeito para esquecer o(a) ex.

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