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A conta é simples, se dormimos 8 horas por dia isso equivale a 1/3 do dia que tem 24 horas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro é hoje de 71,3 anos anos. Considerando as ideais oito horas de sono diárias podemos dizer que um brasileiro médio passa 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida dormindo.Continue lendo...

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Neste 2 de abril é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data, estabelecida em 2007, tem por objetivo difundir informações para a população sobre o autismo e assim reduzir a discriminação e o preconceito que cercam as pessoas afetadas por esta síndrome neuropsiquiátrica.Continue lendo...

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Pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra, descobriram que o ato de contar mentiras, mesmo aquelas que parecem ser inofensivas e pequenas, acostuma o cérebro às emoções negativas associadas e, com o tempo, pode encorajar as pessoas a contar mentiras mais cabeludas.Continue lendo...

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Esta é a tirinha de número #01 da primeira temporada de #DevaneiosInteressantes, série de 24 tirinhas do ilustrador Yorhán Araújo, que vai dar sua visão sobre alguns dos estudos que publicamos.

Toda quinta serão veiculadas 2 tirinhas diferentes: uma aqui no Muito Interessante e outra, no instagram.com/instadevaneios. Sempre por volta das 20:30h, simultaneamente.

Vai lá no @instadevaneios ver a tirinha de número 2.

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A equipe da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, descobriu que escolher uma sobremesa calórica antes da refeição principal pode ser uma estratégia para garantir uma alimentação saudável. Seria um sonho? A explicação: escolher um alimento calórico logo no início da refeição influencia na escolha de um prato principal com opções mais saudáveis. Ou seja, as pessoas estão mais propensas a controlarem melhor as calorias do prato principal quando sabem que o número de calorias da sobremesa é alta o suficiente para prejudicar a dieta e, consequentemente, a saúde.Continue lendo...

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Pesquisadores de um estudo publicado na revista científica Plos One concluíram, depois de observar 8 mil homens que viveram entre 1900 e 1916 na ilha de Oahu, no Havaí, que o gene FOXO3 que favorece a longevidade foi encontrado com mais frequência em baixinhos (abaixo de 1,6 metro de altura). O gene FOXO3 também produz menos insulina, fazendo com que a incidência de câncer seja menor.

Pesquisadores da Albert Einstein College of Medicine estudaram cerca de 145 mil mulheres e "confirmam a associação de altura com risco de todos os tipos de câncer”. Ou seja, pessoas mais altas são mais propensas a desenvolverem qualquer tipo de câncer.

Fontes: 1 e 2