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Segundo pesquisa do TODAY Moms com 7.000 mães, a maternidade é muito estressante, chegando ao nível de estresse de 8,5 em 10. Mas não são só os filhos que estressam uma mãe, mas também seu marido: para 46% das mães, os maridos são uma fonte maior de estresse do que as crianças.

Muitos participantes da pesquisa disseram que seus maridos não estavam fazendo uma parte igual das tarefas domésticas e dos cuidados infantis - até comparando a vida com um cônjuge a um filho extra. Deno Fleno, uma mãe de Connecticut, afirmou em entrevista para o TODAY Moms para que seu marido, Phil, é como um terceiro filho: “Uma criança de 7 anos vai ser uma criança de 7 anos de idade. Mas uma pessoa de 35 anos agindo como uma criança de 7 anos é mais estressante.”.

Agir como outra criança que precisa de atenção é um dos fatores que dá pontos extras aos homens da casa. As participantes do estudo alegaram que, após um dia corrido no trabalho, atenção e preocupação com as crianças e cuidados com a casa, muitas vezes não sobra disposição para se dedicar ao marido, o que acaba gerando cobrança e falta de compreensão – de ambos os lados. Seja qual for a fonte de estresse, o consenso entre as mães é que o próprio casamento é estressante por causa da quantidade de trabalho que requer.

Um estudo francês chamado 'conjugal condition' descobriu que um casamento estressante é tão ruim para o coração quanto um hábito regular de fumar, e uma pesquisa da Brandeis University e University College, em Londres, também descobriu que cônjuges em casamentos tensos tendem a ser mais estressados durante a jornada de trabalho, o que poderia aumentar a probabilidade de acidente vascular cerebral e doença cardíaca para ambos os parceiros.

As crianças provavelmente também contribuem para o estresse conjugal, um estudo descobriu que nove em cada 10 casais dizem que a qualidade de seu relacionamento diminuiu após o nascimento do primeiro filho.

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Você está sempre solteiro(a)? Uma mutação no gene do receptor de serotonina 5-HT1A pode influenciar as perspectivas românticas de uma pessoa, segundo estudo feito com 579 universitários chineses.

Muitos fatores podem influenciar quando uma pessoa está para se apaixonar: sociológicos e psicológicos, demografia, aparência externa, personalidade, mas segundo o professor Zhou Xiaolin, da Universidade de Pequim, fatores genéticos também.

“Comportamentos relacionados ao amor, como pareamento e afiliação afetiva, estão associados aos níveis de serotonina no cérebro. Em animais não humanos, a diminuição dos níveis de serotonina diminui a receptividade sexual feminina e induz a agressão em relação aos machos ”, disse o professor Zhou.

O professor Zhou e seu grupo mostraram que o genótipo C-1019C (CC) do receptor de serotonina 5-HT1A está associado a relacionamentos mais seguros. Observando que os níveis de serotonina foram documentados para influenciar as relações humanas, o grupo de pesquisa levantou a hipótese de que seria mais fácil para os portadores de CC desenvolver e manter relacionamentos próximos com os outros, tornando-os mais propensos a estar em um relacionamento.

Para testar sua hipótese, eles compararam o status da relação de estudantes chineses expressando diferentes versões do gene 5-HT1A. Descobriram então que, enquanto 50,4% dos indivíduos portadores do genótipo CC estavam em relacionamentos, apenas 39% daqueles com os polimorfismos CG ou GG estavam namorando no momento do estudo.

“49,6% dos portadores de CC e 61% dos portadores de CG ou GG são solteiros. Ou seja, os portadores de alelo G têm 23% mais chances de serem solteiros do que outros indivíduos”, disse o Prof. Zhou.

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Segundo estudo publicado na revista médica American Academy of Neurology, a gordura corporal excessiva, especialmente na barriga, está ligada ao cérebro de tamanho menor. Ou seja, uma barriga grande pode mostrar que a pessoa tem um cérebro pequeno, em comparação a cérebros de quem tem menos gordura na região "do meio" do corpo.

A análise dos pesquisadores Mark Hamer e G. David Batty avaliou o IMC e o índice de cintura e quadris de 9.652 pessoas com média de idade de 55 anos - e verificou que níveis mais altos de obesidade parecem estar associados a um volume menor de massa cinzenta no cérebro, mas isso não quer que uma pessoa obesa é menos inteligente!

Das mais de 9 mil pessoas avaliadas na pesquisa, 1.291 tinham IMC e índice de cintura e quadris elevados. Foram elas que apresentaram o menor volume médio de massa cinzenta: 786 centímetros cúbicos. Para efeito de comparação, as 514 pessoas analisadas que tinham o IMC baixo e apenas a proporção de cintura e quadris alta chegaram a uma média de 793 cm³. Os 3.025 avaliados saudáveis, por fim, ficaram com uma média de 798 cm³.

Um dos autores do estudo, disse que “ainda não ficou claro se anormalidades na estrutura cerebral levam à obesidade ou se é a obesidade que leva a essas mudanças no cérebro”. Até então, há uma correlação. A massa cinzenta é composta principalmente pelos corpos das células nervosas e está associada ao controle muscular, à memória, à tomada de decisões e ao autocontrole. No entanto, é a massa branca que faz correlação entre as várias regiões do cérebro. Mesmo não sendo ainda que não seja conclusivo, o novo estudo já aponta que isso tudo pode estar ligado à obesidade e à proporção de cintura e quadris.

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