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Corinthians é o maior clube nas redes sociais fora da Europa

Especializada em comunicação digital, a agência alemã RESULT Sports, divulgou um estudo em 18 de julho, no qual aponta os maiores clubes do mundo nas redes sociais. O Corinthians, 15° colocado, lidera entre os clubes não-europeus mencionados na lista.

Logo atrás do Alvinegro aparece o Flamengo que, segundo a empresa alemã, possui cerca de 300 mil seguidores a menos que o clube paulista na somatória de suas redes. Ao todo, 198 clubes de todo o mundo foram listados na publicação.

Confira abaixo as colocações de todos os clubes brasileiros lembrados pelo estudo:
15° Corinthians - 21.364.245 de seguidores
16° Flamengo - 21.042.980 de seguidores
27° São Paulo - 13.242.285 de seguidores
33° Palmeiras - 9.432.285 de seguidores
35° Santos - 8.493.826 de seguidores
38° Grêmio - 7.462.407 de seguidores
40° Cruzeiro - 6.520.034 de seguidores
43° Vasco - 5.925.863 de seguidores
44° Chapecoense - 5.866.368 de seguidores
47° Atlético-MG - 5.668.112 de seguidores
63° Internacional - 4.571.958 de seguidores
83° Fluminense - 3.108.119 de seguidores
84° Sport - 3.060.427 de seguidores
85° Botafogo - 3.052.072 de seguidores
112° Atlético-PR - 1.874.952 de seguidores
123° Coritiba - 1.939.052 de seguidores
132° Vitória - 1.777.157 de seguidores
188° Figueirense - 1.095.561 de seguidores
192° Goiás - 1.039.482 de seguidores
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Estradas em boas condições podem ter acidentes mais  graves, aponta estudo

Asfalto bom, pista duplicada: o sonho de todo motorista. Poupa o veículo, a viagem rende mais. Mas tudo tem seu lado ruim, mesmo num caso como este: estrada livre, sem buracos, o acelerador vira uma tentação. Parece absurdo, mas quanto melhor a estrada, mais graves os acidentes. Estudo da Confederação Nacional do Transporte concluiu que rodovias federais com pavimento ótimo tiveram, no ano passado, 11 mortes a cada 100 acidentes. Em estradas com pista ruim, foram 8 mortes por cem. De certo que estradas ruins não são a solução.Asfalto em bom estado e um traçado bem feito aumentam a segurança do motorista e de todo mundo que segue em volta.

Quem entende de acidentes diz que faltam três coisas: sinalização, fiscalização e consciência dos motoristas. O Observatório Nacional de Segurança Viária aponta que pista boa sem sinalização é uma combinação explosiva. A sinalização é a comunicação entre a via e o motorista: ele não sabe se tem uma curva perigosa adiante. Sem sinalização, aumenta a chance de um acidente grave. A imprudência dos motoristas também é decisiva. Radares da Polícia Rodoviária Federal flagraram veículos pelo país a até 241 quilômetros por hora. O perigo aumenta onde não há fiscalização. O estudo mostrou que, nos trechos sem radar, o número de mortes é 30% maior.

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Futebol traz mais tristeza que alegria, aponta estudo

Todo torcedor de futebol já sofreu pelo seu time. Uma derrota de virada, um gol sofrido no último minuto, um título perdido, um rebaixamento. Gritos, choro e até ficar sem dormir são reações comuns a um torcedor fanático. É racional torcer por um time de futebol? De acordo com a ciência, a resposta tende a ser NÃO. No longo prazo, o futebol faz as pessoas menos felizes. Para chegar a essa conclusão, Peter Dolton e George MacKerron, da Universidade de Sussex, usaram estudos sobre a felicidade de britânicos em diferentes momentos da semana.

Eles cruzaram essas informações com dados de todas as partidas de futebol na Inglaterra e Escócia, nas temporadas de 2011 a 2013. A constatação foi que uma vitória do time local tinha efeito positivo, mas escala muito inferior ao efeito negativo de uma derrota. Mais: o efeito positivo da vitória durava bem menos do que o efeito negativo de um revés. Isso porque eles são mais intensos que as emoções de uma vitória. Ou seja, dá para afirmar com certeza que o futebol traz mais tristeza do que alegria.

No caso de quem frequenta estádios constantemente, tanto vitórias quanto derrotas têm impacto significativamente maior sobre a felicidade. Mas o resultado final permanece: essas pessoas sentem mais infelicidade depois de uma derrota do que prazer depois de uma vitória. Com tantas evidências mostrando que o futebol cria mais frustração do que alegria, uma pergunta surge imperiosa: a não ser que seu time seja uma máquina e vença a maioria dos jogos, ir ao estádio ou investir emocionalmente em sua equipe não seria um erro?

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Graças a descolonização da África, no século XX, as mulheres daquele continente voltaram a ganhar posições de destaque na sociedade, até que uma conferência definiu o dia 31 de Julho como Dia da Mulher Africana, para celebrar vamos conhecer algumas que marcaram a história.

Vamos começar em 906 A.C. com a misteriosa Rainha de Sabá, conhecida como Makeda na etiópia. Mulher tão importante para a história que também aparece nas histórias do islamismo e do cristianismo. Ela teria dado início a uma dinastia de imperadores etíopes.

Como rainha de um dos maiores impérios da época, ela foi descrita nos livros antigos como muito rica. Em seu encontro com Salomão, o presenteou com 4 toneladas de Ouro. Em 2008 foram encontrados os restos do palácio de Makeda em uma cidade sagrada da etiópia, Axum.

Voltando um pouco mais na história encontramos Nefertiti, em Kemet (antigo Egito). Ela foi esposa do lendário Faraó Aquenáton. Juntos promoveram uma verdadeira revolução no sistema religioso de seu povo em torno de 1300 A.C.

Alguns historiadores acreditam que ela teria reinado ainda por 2 bom tempo após a morte de Aquenáton, mas seu final é realmente uma incógnita. Em toda vida recebeu nomes como Senhora de Todas as Mulheres (hnwt-hmwt-nbwt); e Senhora do Alto e do Baixo Egito (hnwt-Shm’w-mhw)

A imagem de seu busto, que está em Berlim se tornou um dos objetos mais copiados da arte em Kemet e apesar das novelas brasileiras insistirem no contrário, Nefertiti era uma legítima rainha negra africana.

Saltando para a data de 1617 encontramos uma mulher que se tornou símbolo da liberdade contra a escravidão, Nzinga. Que já foi chamada de Ginga, Jinga (em Bantu) e Ana - seu nome português. Desde pequena, foi criada para ser uma rainha guerreira do reino de Ndongo.

Quando era princesa, se encontrou com um governador português em Luanda e exigiu que eles abandonassem suas terras e seus prisioneiros que eram líderes africanos, como não cumpriram o acordo ela retornou mais tarde, como rainha fez os invasores pagarem com terríveis batalhas.

Nzinga quebrava protocolos, tradições patriarcais e se tornou uma das maiores governantes da África, lembrada no nosso país por algumas congadas que carregaram sua narrativa na tradição bantu.

Próximo ao século XIX temos Nandi ka Bhebhe, com sua história de superação social e uma mãe dedicada. Ela havia engravidado de um rei Zulu, mas seu filho foi considerado ilegítimo e sofreu as consequências da má fama dentro de seu povo.

Humilhada por muitos ela cuidou do garoto como um rei, e nutriu nele o desejo de fazer sua mãe uma verdadeira rainha. O menino era simplesmente Shaka, que cresceu e revolucionou o combate na África.

Quando se tornou Rei, Shaka elegeu Nandi ka Bhebhe a rainha mãe dos Zulus e reverenciou ela quase como uma divindade. Sendo uma de suas principais conselheiras nas guerras contra colonizadores. Sua morte em 1827 colocou o povo num luto extremo, Isililo SikaNandi.

Como podemos ver, mulheres africanas descendem de uma grande linhagem de rainhas e guerreiras poderosas. Em datas como o Dia da Mulher Africana podemos lembrar de cada uma para renovar sua conexão ancestral com a história.

Fontes 1, 2, 3 e 4

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Esse mês faz 500 anos da epidemia de dança

Quem nunca se acabou numa pista de dança? Por mais que você tenha dançado assim, nunca conheceu alguém que tivesse morrido de dançar, como ocorreu com os moradores da cidade francesa de Estrasburgo em 1518. Morrer, nesse caso, não é força de expressão: as pessoas realmente morreram. Neste mês de julho, completam-se 500 anos de um dos episódios mais bizarros da história humana: a epidemia de dança de 1518. Tudo começou quando a moradora Frau Troffea começou a dançar sozinha e sem música no meio da rua.

Inicialmente, ela foi encorajada por palmas e gritos, mas logo perceberam que havia alguma coisa errada: ela não parava de dançar. A mulher continuou com os movimentos rítmicos durante seis dias. Mas a coisa não parou por aí. O bizarro comportamento se espalhou: após uma semana, 34 pessoas estavam dançando também. Em um mês, o número chegou a 400 pessoas. Nada fazia com que elas parassem de dançar, nem a exaustão ou ataques cardíacos. Segundo um jornal da época, 15 pessoas morriam ao dia.

Médicos e astrônomos (você leu certo) da época concluíram que a epidemia era uma doença natural, causada por “sangue quente”. Os habitantes saudáveis construíram palcos e levaram músicos ao local, pensando que a crise cessaria se fosse estimulada. A ideia se mostrou catastrófica: com isso, mais pessoas se ficavam estimuladas a se juntar aos dançarinos, fazendo crescer a epidemia. Depois de quatro meses de dança ininterrupta, a epidemia parou da mesma forma que começou: repentinamente. E as pessoas retomaram a vida normal.

Por séculos, especialistas discutiram se a epidemia da dança foi uma doença real ou um fenômeno social. Evidências mostram que a epidemia foi uma espécie de contágio cultural, um transe, que atinge populações em extrema dificuldade, fazendo com que elas queiram dançar até perder a cabeça. Diversos surtos parecidos aconteceram pela Europa. Um deles, ocorrido em 1374, se espalhou por diversas cidades da Bélgica, Luxemburgo e noroeste da França. Outra explicação é de que os afetados ingeriram uma espécie de fungo com ação psicotrópica que infecta cereais como o centeio.

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Tênis de mesa une as duas Coreias em conquista histórica

Uma dupla intercoreana conquistou o Aberto da Coreia do Sul de Tênis de Mesa na categoria de duplas mistas, em 21 de julho, em Daejeon. O esporte, mais uma vez, serve como propulsor da diplomacia entre as duas Coreias - em um momento de distensão diplomática. O sul-coreano Jang Woo-jin e a norte-coreana Cha Hyo Sim derrotaram na final uma dupla chinesa, selando a primeira vitória intercoreana desde 1991, também no tênis de mesa. "Vi Hyo Sim chorar durante a cerimônia, e senti meu coração doer ao dizer adeus", disse Woo-jin após a vitória.

Em fevereiro de 2018, com as duas Coreias oficialmente ainda em guerra, deram início a uma aproximação diplomática permitindo o envio para a Coreia do Sul de uma delegação do Norte para as Olimpíadas de Inverno em Pyeongchang. Os dois países desfilaram juntos na cerimônia de abertura e uma equipe feminina unificada participou do torneio de hóquei no gelo. Também em 2018, os presidentes dos dois países se encontraram na fronteira entre as Coreias e apertaram as mãos após quase 70 anos de hostilidades.

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Veja 5 curiosidades sobre a 'Lua de sangue'

Eclipse mais longo do século, a “Lua de sangue” terá duração menor nos céus brasileiros nesta sexta-feira (27). Em São Paulo, a fase total do fenômeno durará 34 minutos; no Rio de Janeiro, levará 47 minutos. Isso porque quando a lua chegar aos céus de de nossas cidades (17h39 em São Paulo e 17h26 no Rio), o eclipse já terá começado. A fase total do eclipse acaba às 18h13. O eclipse total terá visibilidade durante 1 hora e 43 minutos no leste da África e no sudeste da Ásia.

A “Lua de sangue”, por sua vez, nada mais é do que o nome informal que o astro recebe durante esse tipo específico de fenômeno, devido à cor avermelhada que adquire. Isso é resultado da incidência dos raios solares nos gases da atmosfera terrestre. Se nosso planeta não tivesse atmosfera (como é o caso da própria Lua, de Mercúrio e de outros planetas e satélites espaço a fora) esse espetáculo celeste não seria possível. Da mesma forma, a “Lua de sangue” só acontece durante eclipses lunares, totais ou parciais.

O nome “Lua de sangue” também está associado a superstições. No passado, muita gente acreditava que o fenômeno astronômico estava associado a maus presságios, desastres e outros infortúnios. Teorias mais pessimistas ligavam o fenômeno ao fim do mundo. Veja cinco curiosidades sobre o fenômeno astronômico que acontece nesta sexta-feira (27).

1 - A lua vai nascer no meio do eclipse. Imagine uma lua imensa, próxima ao horizonte - e vermelha

2 - Marte estará mais perto da Terra e sob tempestades de areia. Isso deixará o fenômeno mais brilhante

3 - A última vez que Terra e Marte estiveram tão próximos foi em 2003 - cerca de 55 milhões de quilômetros. Tal proximidade só havia ocorrido 60 mil anos atrás

4 - Apesar da proximidade com a última grande oposição, Marte só ficará tão em evidência para os observadores terrestres em 2287, daqui 269 anos

5 - Por que esse será o eclipse mais longo do século? É tudo uma questão de geometria: nesse eclipse a Lua vai passar bem no centro da sombra da Terra.

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Cobra com patas? Lagarto raro vive na região norte do Brasil

Em tese não é difícil diferenciar uma cobra de um lagarto, certo? Não se o animal em questão for a Bachia scaea, por exemplo. A espécie tem aparência de cobra, devido ao corpo alongado, mas também tem patas, conhecidas como membros rudimentares. Cobra ou lagarto? Apesar de parecer muito com uma cobra, a Bachia scaea é um lagarto. A rara espécie é nativa da Amazônia brasileira e foi descoberta por pesquisadores em 2013 no estado de Rondônia, mais especificamente às margens do rio Madeira.

Pequenino, esse lagarto pode passar imperceptível aos olhos de qualquer observador por conta dos seus diminutos sete centímetros de comprimento. A Bachia scaea costuma ser encontrada em folhiços próximo a troncos caídos, ou a pedras no chão. Alimenta-se de artrópodes, como insetos e aranha. Uma curiosidade sobre esse lagartinho é que ele possui pálpebras inferiores com discos semitransparentes - com isso, ele é capaz de enxergar mesmo de olhos fechados.

A principal ameaça à sobrevivência da espécie é a perda do habitat natural. Mineração, pecuária e a construção de hidrelétricas no Rio Madeira afetam a sobrevivência desse animal tão incomum. A Bachia scaea pertence à família Gymnophthalmidae, que abrange em torno de 250 espécies de lagartos com escamas e corpos prolongados com membros reduzidos. As espécies se distribuem pelas florestas tropicais da América Central e na América do Sul.

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Brasileiro gasta 14% do salário com cerveja

Estudo mostra que o brasileiro gasta até 14% do salário-mínimo com cerveja. Claro que esse valor pode variar de acordo com o local e o tipo de cerveja consumido e o estudo levou em conta que cada brasileiro consome, em média, 6 litros de cerveja por mês. O gasto corresponde a 14% do salário-mínimo no caso dos paulistas ou 11% no caso dos cariocas, segundo estudo do Deutsche Bank publicado em junho de 2018. A pesquisa mapeou preços de 500 ml de cerveja em dólares em 48 cidades do mundo. Em SP, paga-se quase R$ 14 e, no Rio, R$ 12.

Segundo os dados da plataforma de descontos Cuponation, um tcheco consome 12 litros mensais e compromete aproximadamente 7% do seu salário caso ganhe o mínimo; caso ele consuma apenas 6 litros, como o brasileiro, o gasto cai para 4%. O alemão, cujo consumo mensal é de 9 litros, consome 5% do salário-mínimo local. Por fim, os belgas, tem a cerveja mais barata do mundo. Com 6 litros mensais, gasta apenas 4% do salário com cerveja - aproximadamente 3 vezes menos que o carioca ou o paulista.

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A robô sexual que diz 'não' se tratada com violência ou indiferença

Samantha, a boneca sexual criada pelo engenheiro eletrônico Sergi Santos, não tem coração nem cérebro. Mas quem quiser ter relações com ela, deve ter. Se tratada com violência ou indiferença, a robô agora recusa sexo e desliga automaticamente. A boneca conversa com o dono e tem sensores de toque espalhados pelo corpo. Conforme a interação, a boneca muda seus padrões de diálogo, movimentos do corpo e expressões faciais. Há os estados “familiar”, “romântico”, “sexual”, “extra ousado” e, agora, “indiferente”.

Nada impede o dono de forçar a boneca desligada, mas indiferença mecânica serve como reprovação moral. Dotar a máquina de padrões morais semelhantes aos dos humanos é uma forma de diminuir a polêmica contra as bonecas sexuais. Robôs como Samantha tornaram-se populares em casas de prostituição da Áustria, onde a atividade é regulamentada. Santos afirma que já vendeu 15 unidades, por cerca de US$ 6 mil (cerca de R$ 23 mil).

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