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Aplicativo para aprender e praticar conversação em inglês com professores nativos, conheça o Cambly

Existe um aplicativo onde você pode praticar conversação em inglês com professores nativos nativos de várias partes do Mundo: Cambly.

Você pode estudar por vídeo, áudio, chat a qualquer momento do dia ou da noite, já que há professores online o tempo todo. E não é necessário ter vergonha, afinal estão todos buscando o mesmo objetivo, a pronúncia, vocabulário e fluência em inglês.

Use o código INTERESS0 (o dígito final do código é um ZERO) para ganhar 10 minutos de conversação grátis.

Veja como utilizar o Cambly:

Passo 1. Baixe o Cambly e instale em seu smartphone com Android ou iPhone (iOS). Faça o cadastro, que pode ser feito com o seu perfil do Facebook.

Passo 2. Após abrir o aplicativo, você começa a praticar inglês na aba “Início”.

Passo 3. Para usar os seus 10 minutos grátis, basta tocar no botão “Obtenha Mais Minutos!” e inserir o código em 'Código Promocional'.

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Empresa na Indonésia cria saco plástico comestível e solúvel em água

Uma empresa na Indonésia criou um saco plástico tão ecológico que você pode comê-lo. Ele é feito de mandioca - um alimento básico na dieta de muitos habitantes na África, América Latina e Ásia, mas que também pode ser usado na indústria.

Com sede em Bali, a empresa Avani Eco criou uma bolsa que parece plástico, mas é completamente biodegradável e compostável. Ela também é solúvel em água, por isso, se os animais não a comerem, não causará nenhum dano ambiental.

A Indonésia tem um enorme problema de poluição plástica. O plástico descartado está sufocando seus rios e praias, antes intocadas. O problema tornou-se tão agudo que o exército foi recrutado para ajudar a limpar o lixo. Mas é uma luta difícil: quanto mais limpam, mais lixo aparece.

Pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos todos os anos: é como despejar o conteúdo de um caminhão de lixo no oceano a cada minuto. A vida marinha e os pássaros morrem por comerem ou ficarem emaranhados no plástico.

Somente 14% das embalagens plásticas são coletadas para reciclagem - a maioria das embalagens plásticas é usada apenas uma vez. Além disso, 95% do valor do material de embalagem plástica, avaliado entre US$ 80 bilhões e US$ 120 bilhões por ano, é perdido para a economia.

No Brasil, pesquisadores da Embrapa de São Carlos desenvolveram um plástico comestível, feito a partir de legumes e frutas - utilizaram como matéria-prima beterraba, mamão, maracujá. Sem petróleo e nenhum componente químico, o plástico comestível pode ser feito com sobras de alimentos e mantém as propriedades nutritivas graças aos conservantes naturais: óleo de canela e quitosana.

Fonte

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"Propõe psicóloga" não é fonte, por definição editorial.

No texto 'Preguiça não existe, propõe psicóloga', a professora e psicóloga social em questão não pode ser considerada fonte como achamos que poderia. Mesmo sendo um belo texto de uma vivência observada pela estudiosa propondo um novo olhar pelo tema consultamos nosso conselho editorial e nos retratamos, definindo que daqui pra frente, a fonte precisa de muito mais informação para ser considerada realmente "fonte".

Com carinho, equipe.

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A origem do Linchamento e o terrorismo racial

Quando os aqueles que deveriam promover a lei falham, o povo tenta fazer justiça com as próprias mãos. O resultado disso é catastrófico, principalmente para a parcela mais excluída da sociedade. Esse texto vai revelar o genocídio promovido por um americano, Charles Lynch.

Lynch nasceu na na Virgínia em 1736, e havia se convertido à comunidade Quaker, uma variação dos protestantes que defendiam um certo pacifismo, solidariedade e da filantropia entre membros. Os Quakers se chamavam de "Filhos da Luz, Amigos da Verdade e até de Santos.

Charles ganhou influência para se tornar um líder da comunidade e também um dos maiores escravagistas da região. Com a Revolução Americana, Lynch os Quakers e se tornou e Juíz de paz do condado de Bedford. Depois levantou seu próprio regimento miliciano.

Naquela época nem todos americanos eram patriotas, parte deles lutavam pelos colonizadores e ainda haviam muitos nativos como mohawks ou os cherokees. Então havia um medo do crescimento de uma rebelião tentar devolver o poder das 13 colônias aos britânicos.

O que Lynch fazia era patrulhar o condado, em busca de suspeitos, desertores e possíveis conspiradores. Que deveriam ser enviados ao governador Thomas Jefferson para julgamento, porém seus destinos acabavam nas mãos violentas e do crivo inescrupuloso de Lynch.

Os piores criminosos foram amarrados a árvores e açoitados até a morte, ou até desmaiarem de dor para depois morrerem pendurados. Isso ficou conhecido como Lei de Lynch, ou justiça com as próprias mãos. Nessa época não tinha contexto racial contra negros.

Mas as coisas mudaram drasticamente depois de 1800 quando os estados do sul americano instauraram uma onda de terror racial. Louisiana, Geórgia, Alabama, Flórida e Mississippi ajudaram no linchamento de 4.000 negros entre 1877 a 1950.

Linchamento em Excelsior Springs, Missouri, em 1925. Crédito: Bettmann/Corbis

As leis de segregação americana facilitaram as coisas e a maioria dos negros era linchado por coisas simples como responder de volta uma ofensa aos brancos ou insistir em lutar por justiça e direitos civis básicos.

O linchamento se tornou um artifício de controle social, sempre que a sociedade branca se preocupava com a evolução dos negros na sociedade ou mesmo com alguns brancos que acreditavam na integração, o número de linchamento crescia.

No último século a sociedade aceitou o linchamento de negros, com anúncios no jornal. "Três mil pessoas vão queimar um negro", dizia uma notícia do New Orleans State, de 1919. Centenas de negros foram assassinados simplesmente por “vadiagem”.

Esses atos não eram feitos por grupos menores e extremistas, eram feitos por toda a sociedade como uma mensagem que impunha um limite para a ascenção social. Afirma o professor de Sociologia da Universidade de Washington.

O Brasil também utilizou o linchamento de forma parecida, mais de 1,5 milhão de brasileiros participaram de linchamentos no país nos último 73 anos segundo o livro Linchamentos – A Justiça popular no Brasil escrito por José de Souza Martins.

Assim como nos EUA a maior parte dos casos é contra negros. a Historiadora Memphis Margaret Vandiver traça uma linha tênue entre a Pena de morte e o linchamento da população negra. https://www.amazon.com/Lethal-Punishment-Lynchings-Legal-Executions/dp/0813537290

Por aqui o racismo infectou tantas mentes que nos acostumamos a ver negros morrendo na TV, nos presídios e nas ruas sem que isso pareça errado. Só que o genocídio continua e por isso a ONU lançou ano passado uma campanha pelo fim da violência contra nossa juventude. https://nacoesunidas.org/onu-brasil-lanca-campanha-pelo-fim-violencia-contra-juventude-negra/

Fontes 1, 2, 3 e 4

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10 palavras que surgiram de expressões sexuais

Ao longo dos séculos, diversos vocábulos tinham conotação obscena ou sexual, mas perderam seu sentido com o passar do tempo. Conheça alguns desses exemplos, que hoje não passam de palavras incapazes de chocar ou ofender alguém.

Bacana
Hoje, a palavra é aplicada para se referir a alguém agradável, simpático, ou com certo status social. Já a origem sexual do termo vem da Roma Antiga, onde era realizado o bacanal, festa libertina em honra a Baco, deus do vinho. Bacana, portanto, eram as mulheres que faziam parte dessas orgias

Aporrinhar
Desde o fim do século 19, a palavra consta no dicionário como importunar. Mas sua origem vem da palavra porra, vulgarmente associada com esperma e também inspirou os vocábulos porrada, porra-louca e esporro. Até o século XV, porra significava “porrete ou arma cuja ponta é redonda”

Pentelhar
O mesmo que importunar, aborrecer. No século 18, essa palavra era vulgarmente associada a pentear os pelos púbicos dos órgãos sexuais, os pentelhos. Embora, no Brasil, o termo perdeu o caráter ofensivo, em Portugal ainda é considerado um palavrão sujeito à censura

Virilha
Se no século presente ela corresponde à área interna da junção das coxas ao tronco, na Idade Média, representava a região genital masculina. O termo vem do latim virilia, que se refere a vir, viri (homem). Porém, com o passar dos séculos, a palavra também diz respeito às mulheres.

Recuar
Você já deve ter ouvido essa palavra em filmes de guerra ou aventura e que quer dizer andar para trás, retroceder diante de um inimigo ou uma ameaça. Porém, o termo vem do latim "reculare", do século 16, e significa literalmente fazer andar com o ânus ("culu", em latim) para trás

Cocotinha
A partir dos anos 1970, essa gíria ganhou popularidade e as jovens que eram chamadas assim sabiam que eram bonitas, delicadas e chamavam a atenção.. Porém, no século 19, o termo francês "cocotte" era empregado para indicar prostitutas.

Esculhambar
Equivale a criticar severamente, desmoralizar alguém. São duas as origens prováveis do termo. A primeira está relacionada aos testículos - seria ferir os testículos de tanto “cavalgar”. Já a segunda versão, bem vulgar e oriunda de ânus, propõe arrebentar as nádegas a pancadas.

Babaca
Esse termo cabe a alguém bobo ou tolo. Não há consenso sobre a origem da palavra: alguns linguistas acreditam vem de babaquara (do tupi, aquele que nada sabe). Porém, babaca era usado pelos escravos africanos como sinônimo chulo de vagina. Babaquice seria “o gosto de focinhar a babaca”.

Loba
Na Roma Antiga, a palavra designava prostitutas. Tanto que lupanar, no dicionário português, significa bordel. Segundo o escritor Corrado Augias, em seu livro Os Segredos de Roma, é provável que os gêmeos Rômulo e Remo, tenham sido criados por uma prostituta e não por uma fêmea de lobo.

Coitado
Sinônimo de uma pessoa digna de pena, coitado, por décadas, foi erroneamente confundido como alguém submetido ao coito (ato sexual). A palavra vem do verbo arcaico coitar, que é o mesmo que desgraçar. A confusão teria sido feita por antigos, que associavam coito à dor e aflição

Fonte

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Quão viciado você é? Facebook e Instagram mostrarão o tempo gasto no aplicativo

Quão viciado você é no Facebook e no Instagram? Os dois aplicativos vão dizer quanto tempo você gasta neles todo dia. A funcionalidade foi anunciada em 1º de agosto e ficará disponível aos usuários nas próximas semanas.

Segundo o Facebook, a ideia é fazer você gastar melhor o seu tempo na rede social - um medidor contará o tempo que os usuários gastam no app e isso será exibido num painel, mostrando se os usuários gastam mais tempo do que gostariam na rede. O mesmo recurso será lançado no Instagram.

A ferramenta é uma iniciativa do próprio Facebook e ela surge quando a empresa tenta se recuperar de uma série de escândalos contundentes que serviram para intensificar o escrutínio sobre questões como dependência de aplicativos e smartphones.

Então, como você descobre exatamente quanto tempo você está “desperdiçando” no Instagram e no Facebook? O processo é simples e semelhante nos dois aplicativos.

No Instagram: abra as configurações e vá até a nova opção "Sua atividade". Clique aí e o menu levará você a um painel que mostra quanto tempo você está gastando no aplicativo todos os dias, além de uma média semanal.

A partir daí, você pode definir um "Lembrete diário" que notifica quando você está no aplicativo além do tempo estipulado por você. Você também pode silenciar temporariamente as notificações do aplicativo por até oito horas.

No Facebook, o processo é um pouco diferente. No menu com as três linhas horizontais, desça a tela e clique em "Configurações e privacidade". Em seguida, clique em "Your Time on Facebook", e você será levado a um painel no Facebook que tem os mesmos recursos do Instagram.

Uma pesquisa realizada pela empresa de medição online Similar Web, mostrou que usuários do Instagram nos EUA passaram quase tanto tempo no aplicativo para Android (cerca de 53 minutos) quanto os usuários do Facebook em seu aplicativo (aproximadamente 58 minutos).

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Pessoas com pavio curto tendem a superestimar sua inteligência, diz estudo

Todo mundo conhece alguém de pavio curto. Por outro lado, ninguém gosta de admitir que é essa pessoa. Se for você, aqui vai uma notícia nada agradável: você provavelmente é menos inteligente do que pensa, segundo um estudo da faculdade de Psicologia da Universidade de Varsóvia.

A pesquisa concluiu que pessoas com raiva têm maior tendência a superestimar sua inteligência em comparação às mais calmas. Estar bravo está ligado a ilusões narcisistas, assim como uma maior crença em suas habilidades, explicou Marcin Zajenkowski, que conduziu o estudo.

Duas pesquisas foram feitas com um total de 528 pessoas. Depois de serem questionados sobre seu temperamento, os participantes tinham que classificar seu nível de inteligência em uma escala de 25 pontos.

Em seguida, eles deveriam comprovar suas respostas na prática - respondendo a um teste. Segundo os cientistas, o temperamento dos participantes e seu nível real de inteligência não estão relacionados, mas sim a percepção que têm sobre suas habilidades.

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Você não escolhe ser racista, mas pode evitar ser um supremacista

Esse assunto vai parecer bastante indigesto, mas se você é um homem ou mulher branca, provavelmente você é racista, mesmo que não queira. Você não tem escolha, a sociedade brasileira é assim e você faz parte dela. Mas pode escolher não se tornar algo pior, um supremacista racial.

A socialista Robin DiAngelo passou 20 anos estudando o que ela chama de “fragilidade branca” nos EUA, essa mulher ajudou o Starbucks após o incidente racista com dois homens na cidade de Filadélfia, nos Estados Unidos e vem ajudando outras empresas a entender suas dificuldades.

Para DiAngelo brancos são extremamente previsíveis, seus padrões incluem que "foram ensinados a tratar todos da mesma forma", que não enxergam cores", que "não se importam se você é rosa ou etc…” e em alguns casos vão evocar um familiar negro para justificar que não é racista.

A sociedade segregada se preparou para isolar o branco da discussão racial. Um branco não precisa definir sua raça e sua cor, ele se interpreta como o cidadão padrão. Se olharmos para a história da abolição brasileira podemos entender como isso impactou nossa sociedade.

Quando a Lei Áurea foi assinada a maior parte dos negros já havia se libertado através de revoltas e lutas abolicionistas, isso em 1888, agora quem dera se o racismo tivesse sido apagado através de uma caneta e do papel. Ele continuou por um bom tempo.

A capoeira, era proibida até 1912, época que os ideais de eugenia começaram a florescer na sociedade. A eugenia falava de pureza racial, entidades governamentais e universidades queriam clarear a raça brasileira. Em 1920 ainda havia leis que impediam imigração de negros no país.

Durante a ditadura o governo promoveu o discurso da Democracia Racial, uma teoria baseada na obra de Gilberto Freyre, com o argumento que a mestiçagem resolveu os problemas raciais do Brasil. Foi contestada depois por nomes como Florestan Fernandes e Virgínia Bicudo.

Todos esses eventos nos trouxeram aqui. Onde muitos brancos descendem de homens que defenderam ideais eugenistas, racistas e promoveram uma crueldade brutal contra pretos e índios. É infantil acreditar que, ao menos seu avô, não foi criado próximo de um racista.

Esses ideais não foram diluídos no imaginário coletivo dos brancos. A pesquisadora brasileira Lia Vainer Schucman, doutora pelo Instituto de Psicologia, afirma que brancos, muitas vezes, são racistas sem saber que o são.

Brancos reproduzem o racismo de forma inconsciente, quando projetam na sua mente uma imagem pejorativa do negro e de suas características. Se pensar na figura de um médico, por exemplo, a primeira imagem que vem a cabeça é um homem branco. Nunca de um negro.

Para o Prof°. Dr. Kabengele Munanga "nós temos uma grande dificuldade, na sociedade brasileira, para entender e decodificar as manifestações do nosso racismo, pq tem peculiaridades que diferenciam das outras manifestações do racismos (nos países estrangeiros).

A fragilidade branca aqui criou uma ideologia, a democracia racial funciona como uma crença, uma ordem, uma verdadeira realidade. Assim fica difícil arrancar do brasileiro comum a confissão de que ele também é racista.

Estudos da ONU mostram que a cor da pele é componente central na estruturação das desigualdades no Brasil, afetando o acesso ao emprego e a maiores níveis de desenvolvimento. No país, negros vivem, estudam e ganham menos do que brancos.

Isso porque na hora de contratar alguém, sua mente prefere outro branco. Quando entra em uma empresa de um negro sua mente diz que não é confiável. Todo o sistema racista dos séculos passados deixou estereótipos cravados na população.

Colocando negros em uma situação em que, mesmo diante do esforço de elevar seu status educacional e profissional, pretos encontram restrições no meio dos brancos. Que ainda insistem em não aceitar seu racismo.

Os brancos de hoje não criaram o racismo, mas propagam ele. De forma impensável ou inconsciente são responsáveis pela manutenção do status racial. Se você nunca pensou sobre isso, então ainda propaga o racismo. Quem já pensou tem sempre duas escolhas…

… ser responsável e ajudar a sociedade a exterminar esse problema ou se apropriar do racismo como sua ideologia e se tornar um verdadeiro supremacista. Supremacistas espalham discursos de ódio pela internet e fora também.

Grande parte dos haters são supremacistas, ofendendo características negróides e instigando grupos a perseguirem jovens. Qualquer pessoa pode ser um supremacista, muitas vezes são quem deveria nos proteger mas preferem aumentar as estatísticas do genocídio negro.

Atualmente grupos supremacistas tem crescido, inclusive no Brasil. A polícia tem investigado cartazes da KKK em São Paulo e Blumenau. Esse tipo de coisa acontece porque negros passam a ter mais representatividade. Não é uma questão nova.

Sempre que um grupo de negros consegue evoluir na sociedade, os supremacistas aparecem. “Eu acredito que haverá um choque entre aqueles que querem liberdade, justiça e igualdade para todos e aqueles que querem continuar os sistemas de exploração. ” - Malcolm X

Fontes: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7

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Em 2006 o ator Will Smith estrelou um filme tocante sobre uma jornada em busca da felicidade através de um crescimento financeiro como empreendedor. Isso pode parecer como histórias para emocionar, mas é verdade que muita gente tem conquistado seu sucesso. Você conhece alguém q realizou um sonho recentemente?

Isso porque a internet promoveu novas conexões entre pessoas e com elas, novas oportunidades de negócios. Sabe aquele artesanato que alguém da família faz? Ele pode chegar do outro lado do planeta e se tornar reconhecido em cidades distantes sem que você se desloque junto.

Esse é um exemplo simples, o mundo dos Negócios Digitais é extremamente abrangente. Ano passado, aqui no Brasil, o número de brasileiros comprando pela internet aumentou 43%. Nós estamos comprando de tudo, apesar da crise.

Os consumidores acreditam que os preços, na internet, são mais acessíveis. E essa vantagem só é possível porque o empreendedor consegue reduzir inúmeros gastos que ele teria com uma operação física.

O comércio eletrônico é apenas uma das grandes chances que você tem para empreender digitalmente, ainda é possível explorar a criação de serviços dedicados para o setor como criação de conteúdo em portais, atendimento especializado por programas de mensagens… é um universo para investigar.

Já é possível encontrar mais aparelhos de celular do que habitantes no Brasil e isso mostra o impacto que a tecnologia tem em nosso cotidiano, logo é possível enxergar ocasiões em que faz sentido a criação de um produto ou serviço que gere mais comodidade às pessoas.

Com um pouco mais de ousadia e conhecimento de tecnologia você pode investir em uma Startup e se tornar o próximo dono de uma grande rede social ou um novo serviço de como Uber. Já pensou?

Claro, é uma jornada difícil como a do Will Smith no filme, mas lembre-se do quanto ele acreditou e se preparou para mudar a realidade. Não basta ter uma ideia genial, ela precisa sair do papel e ganhar investidores e consumidores.

Uma Startup tem como fundamentos um crescimento rápido e escalável, para alcançar esses objetivos o ponto essencial é saber transformar uma visão em um planejamento. Se puder contar com profissionais experientes para apoiá-lo, então seu plano será muito mais sólido.

O que? Não sabe onde encontrar esses especialistas para dar feedback? Vou te ajudar agora mesmo. É que a Udacity tem um nanodegree chamado Startup Founder. São 3 meses apenas para você desenvolver a próxima Startup revolucionária.

Se já tiver uma ideia ou um negócio, ótimo, durante essas 12 semanas você aprenderá a melhorar sua proposta de valor e a torná-lo escalonável. Pode parecer difícil agora, mas após o nanodegree você estará completamente pronto para apresentar um projeto à grandes investidores.

Clica aqui na Udacity e confere como se inscrever para a próxima turma. O número de vagas é limitado, então corre para não perder.

*publi

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Robô chapeiro prepara hambúrgueres e já substitui humanos nos EUA

Inaugurado em junho de 2018, o Creator poderia ser apenas mais uma hamburgueria hipster de San Francisco, EUA, servindo hambúrgueres. O diferencial está na cozinha: no lugar do chefe hipster tatuado, um robô cuida de toda a preparação das iguarias - do corte do pão ao preparo da carne.

É mais um ramo de atividade onde robôs substituem humanos. Com cerca de quatro metros, o robô usa 20 computadores e 350 sensores para produzir 120 sanduíches por hora. Mas isso não significou o fim dos empregos humanos - os funcionários recebem para ler e fazer cursos online.

Nem sempre Alex Vardakostas, criador da hamburgueria, teve esse plano. Inclusive, em 2012, quando o negócio ainda se chamava Momentum Machines, ele afirmou que “[nosso equipamento] deve servir para remover os funcionários completamente”, de acordo com o Business Insider.

Apesar de serem as estrelas do lugar, as máquinas não funcionam sozinhas. Ao chegar no restaurante, o cliente se depara com muitos atendentes. Os funcionários recebem pedidos, reabastecem máquinas, recebem pagamentos e ajudam os clientes indecisos. Todo o primeiro contato é feito por pessoas.

Os molhos da casa e acompanhamentos, como batatas fritas, saladas e legumes, também são preparados por funcionários do Creator. Portanto, a mão de obra humana ainda é parte do processo, mesmo que reduzida se comparada a restaurantes convencionais.

Por conta dos robôs, a empresa desperdiça menos alimentos e economiza em mão de obra, aluguel e até mesmo no uso de energia. Essa redução de custos é sentida diretamente no bolso do cliente, que paga apenas U$ 6 por hambúrguer - 20% menor, em média, do que na concorrência.

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