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5 fatos curiosos sobre bebês

O início da vida humana é repleto de fatos curiosos. Por estarem em desenvolvimento, bebês absorvem o mundo ao redor de forma extraordinária. Todos estímulos recebidos contribuem para a formação deles e isso torna os pequenos fascinantes. Veja 5 curiosidades sobre bebês.

1 - Conversar com um bebê faz dele um jovem mais inteligente
Mesmo aparentando não entender o que você diz, bebês absorvem tudo o que ouvem, segundo este
estudo. Bebês que escutam diálogos de adultos têm melhores resultados em testes de inteligência quando adolescentes.

2. O bebê tem sua capacidade de aprendizado potencializada pela música
Escutar música potencializa o aprendizado do bebê, dizem pesquisadores da Universidade de Washington. "Bebês vivenciam um mundo complexo em que sons, luzes e sensações variam constantemente”.

3. Palavras com sons repetitivos são úteis para o bebê
Muitas pessoas mudam o tom de voz para falar com os bebês, usando diminutivos e palavras com repetição de sílabas, como "gugudadá". Conforme estudo publicado no periódico Cognitive Science, a estratégia ajuda o bebê a falar mais cedo.

4. Eles gostam de ouvir as vozes de outros bebês
Segundo pesquisa publicada no Eurekalert, bebês gostam mais de vozes de outros pequenos do que de adultos. Além disso, eles se engajam com maior intensidade ao ouvirem sons de outras crianças e isso ajuda no desenvolvimento comunicativo.

5. Chute do bebê no útero pode ser mais forte do que você imagina
Segundo um estudo realizado pela Imperial College na Inglaterra, bebês podem exercer uma força de quatro quilos ao chutar dentro do útero. A força desse movimento aumenta entre a 20ª e a 30ª semana de gestação.

Portanto, é normal que algumas mães sofram com as dores do chute. Entretanto, o movimento é essencial para que o bebê desenvolva força muscular e óssea. A ação ainda auxilia na formação correta das articulações, prevenindo doenças que possam surgir ao longo de sua vida.

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A pessoa que fala mais idiomas no mundo é um peruano de 27 anos, fluente em 22 línguas diferentes

Quem não gostaria de poder falar vários idiomas e chegar em qualquer lugar do mundo tendo uma perfeita comunicação com os habitantes locais? O peruano Luís Rojas-Berscia, de apenas 27 anos, causa inveja em muita gente: o doutorando em linguística no Max Planck Institute (Suiça) fala 22 idiomas.

Saca só: Espanhol, italiano, piemontês, inglês, mandarim, francês, esperanto, português, romeno, quíchua, shawi, aimara, alemão, holandês, catalão, russo, chinês, japonês, coreano, guarani, farsi e sérvio, treze dos quais ele fala fluentemente.

Berscia ainda fala outros seis idiomas clássicos ou ameaçados de extinção: latim, grego antigo, hebraico bíblico, Shiwilu, Muniche e Selk'nam, uma língua indígena da Terra do Fogo, que foi objeto de sua tese de mestrado.

A palavra "hiperpoliglota" foi criada há duas décadas por um linguista britânico, Richard Hudson, ao lançar uma busca na Internet para encontrar o maior aprendiz de idiomas do mundo.

Segundo especialistas, não é apenas uma questão de plasticidade mental (capacidade de aprender): pessoas como Berscia tem uma grande capacidade de sistematizar informações - essa é uma das chaves dos estudos científicos para entender hiperglotas como o peruano.

Mas também há questões genéticas e biológicas envolvidas. Uma dessas peculiaridades já foi descoberta pela neurocientista Sophie Scott: uma quantia extra de substância cinzenta, presente desde o nascimento, no córtex auditivo de alguns foneticistas.

A cientista Evelina Fedorenko resolveu descobrir se a linguagem compartilha mecanismos com outras funções cognitivas. Ela desenvolveu um conjunto de “tarefas de localização”, para serem realizadas em uma máquina de ressonância magnética funcional.

O pedaço do cérebro responsável pela linguagem mostrou-se separado das regiões envolvidas em outras formas de pensamento complexo. “Não usamos, por exemplo, as mesmas partes do nosso cérebro para música e fala, o que parece ser contra-intuitivo”, diz ela.

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A desigualdade social no mundo vista através de um drone

Em 2004, o fotógrafo Tuca Vieira capturou a imagem da favela de Paraisópolis encravada no abastado bairro do Morumbi, na capital paulista. A foto, que mostrava um prédio com uma piscina por andar ao lado de barracos de alvenaria, correu o mundo virou símbolo da desigualdade.

Morumbi x Paraisópolis

Anos depois, o fotógrafo sul-africano John Miller (veja mais no Instagram de Miller) usou um drone para registrar cenas de diferentes cidades do mundo onde também há contrastes de áreas pobres e ricas. O projeto foi batizado de "Unequal Scenes" (Cenas Desiguais) e começou na África do Sul.


Detroit - EUA

Miller documentou a disparidade nas condições de vida no entorno do aeroporto da Cidade do Cabo quando chegou à cidade para estudar. Depois da África do Sul, ele clicou imagens nas maiores cidades do mundo, de Mumbai (Índia) à Cidade do México, passando por Nairóbi (Quênia).


Mumbai - Índia

"As desigualdades em nosso tecido social estão muitas vezes escondidas e difíceis de ver a partir do nível do solo. Barreiras visuais, incluindo as próprias estruturas, nos impedem de ver os incríveis contrastes que existem lado a lado em nossas cidades", diz ele.

Cidade do Cabo - África do Sul

Bloubusrand - África do Sul

Cidade do Cabo - Africa do Sul

Durban - Africa do Sul

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"Será que a sua personalidade é comum, reservada, do tipo-modelo ou egocêntrica?"

Existem quatro PRINCIPAIS tipos de personalidade - a comum, a reservada, o tipo-modelo e o egocêntrico, segundo o estudo. Os traços básicos nos quais elas se baseiam são o neuroticismo, a extroversão, o espírito aberto, a afetividade e a autoconsciência.

As pessoas se questionam sobre qual seria o seu tipo de personalidade. Horóscopo, questionários ou mesmo o Teste Myers-Briggs (dos 16 tipos de personalidade) são usados para testar isso e gerar pertencimento.

Um estudo publicado na revista Nature tentou delinear o que os pesquisadores acreditam ser as quatro principais personalidades humanas. A pesquisa foi realizada por pesquisadores da Northwestern University, em Illinois agora em 2018.

Para realizar o estudo, foi utilizado um banco de dados com mais de um milhão de pessoas ao redor do mundo e as descobertas têm potencial de serem utilizadas por diversas áreas, desde recrutadores de novos empregos até quem estuda saúde mental.

A personalidade "comum" foi a mais encontrada, como sugerido pelo nome. As pessoas com esse tipo têm pontuação alta em neuroticismo e extroversão, mas têm baixa pontuação no espírito aberto.

Os "tipos-modelos", por outro lado, tiveram um baixo índice de neuroticismo e altos em todas as outras características. Os pesquisadores disseram que alguém nessa categoria é caracterizado por ser super confiante e ter as qualidades de um bom líder.

A categoria "reservada" é composta por pessoas emocionalmente estáveis, mas com baixa pontuação em espírito aberto e neuroticismo. Elas são agradáveis e conscientes, mas pouco extrovertidas. Esta categoria contemplou a maior variedade em termos de idade e sexo.

Por último, os tipos "egocêntricos" pontuam particularmente em extroversão e abaixo da média em características como espírito aberto, afetividade e autoconsciência. Adolescentes tendiam a ser super-representados neste grupo.

Os pesquisadores, contudo, enfatizaram que os tipos de personalidade podem mudar ao longo do tempo, basta analisar o quanto uma pessoa muda dos seus 20 e poucos até os 40 anos.

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A traição que afastou a humanidade dos animais, na mitologia Khoisan

Uma das coisas mais fascinantes do povo africano é a riqueza das suas tradições e narrativas ancestrais. Se quiser conhecer um dos mitos mais antigos da humanidade, vem comigo, pois vamos entender um pouco Kaang, o deus da criação.

Esta história nasceu no ventre de uma das etnias, que podem ter raízes no florescer da nossa espécie (Sapiens). Os bosquímanos ou Khoisan tem origens que remontam talvez dezenas de milhares de anos.

Para eles, houve época em que pessoas e animais viviam sob a terra com Kaang (Käng), o Grande Mestre e Senhor de Toda a Vida. Neste tempo, pessoas e animais viviam juntos pacificamente e entendiam uns ao outros. Porém, toda essa vida acontecia debaixo da superfície.

Essa divindade conseguia assumir a forma de qualquer animal e aparecia frequentemente como um touro, um piolho, uma cobra, e uma lagarta. Dessa sua característica provém o respeito que aquele povo mantém com os animais.

Um dia Kaang decidiu construir coisas fabulosas para que a humanidade aproveitasse com os animais acima do subsolo. Ele criou uma árvore tão grande que seus ramos se estendiam por todo o país - árvores são símbolos do conhecimento e da conexão com o mundo para vários povos.

Na base da árvore havia um grande túnel, que foi por onde todos os seres vivos passaram para chegar à superfície. Essa relação de caverna e conhecimento, conforme explorado por Platão, já era discutido por mitos africanos há milhares de anos antes.

O povo Bantu também tem uma história sobre. Outro paralelo que também veio depois é com o mito da criação dos hebreus (Adão e Eva no paraíso), onde Deus havia criado o lugar perfeito para todos viverem em harmonia.

Após todo o seu trabalho, Kaang resolveu assistir seu mundo secretamente. Então avisou a todos para não fazerem qualquer fogueira ou um grande mal aconteceria a eles. Essa promessa não durou o primeiro pôr do sol. Quando a escuridão chegou, trouxe junto o medo.

Foi a primeira vez que não podiam ver, como enxergavam na luz. A temperatura começou a cair e o desespero aumentou. A primeira coisa que fizeram foi uma fogueira. Por um tempo pareceu dar certo, mas os animais se assustaram com aquele fogo e correram para longe.

Se esconderam nas cavernas, florestas e montanhas. Esse era o grande mal que Kaang havia prenunciado. A amizade que todos os seres mantinham foi substituída pelo medo e isso fez romper a comunicação entre a humanidade e os animais.

Fontes: 1, 2 e 3

Imagem de capa: Welcome to africa por Roiuky https://www.deviantart.com/roiuky/art/welcome-to-...

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Idosos que cuidam de crianças vivem mais, segundo estudo.

Estudo feito pela Evolution and Human Behavior com 500 idosos entre 70 e 103 anos, concluiu que aqueles que cuidavam dos netos tiveram uma vida mais longa, vivendo cerca de 10 anos depois que o estudo foi feito. Os que não ficavam com crianças, faleceram cinco anos após a pesquisa.

O estudo mostrou que participar da vida dos netos leva a um risco de mortalidade 37% menor, e mesmo quem não tem filhos pode viver um pouco mais cuidando dos outros.

Pesquisadores também acham que o estudo sustenta uma teoria evolutiva chamada 'Hipótese da Vovó', que tenta explicar porque os seres humanos vivem tanto tempo depois de a sua fase fértil acabar. O que não é muito comum na natureza porque, evolutivamente falando, nossa função é a reprodução e a manutenção da espécie, ou seja, os avós que ajudam a cuidar dos filhos mudam esse paradigma. De acordo com os pesquisadores, o convívio com a família, assim como o cuidar, contribui com a saúde física e emocional e com a expectativa de vida do ser humano.

O Dia Internacional do Idoso é comemorado anualmente no dia 1 de outubro. Este dia foi instituído em 1991 pela (ONU) Organização das Nações Unidas e tem como objetivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar a população mais idosa. Portanto ajude a vovó ou vovô a ficarem mais tempo com seus netos, é comprovado que faz muito bem para sua vida.

Fontes: 1, 2

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Pesquisadores da USP criam dispositivo que pode tornar as viagens de helicóptero mais seguras e silenciosas

Pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP desenvolvem um dispositivo para reduzir a vibração produzida pelas pás dos helicópteros. O equipamento converte vibrações em energia elétrica aumentando a vida útil, velocidade, segurança e conforto da aeronave.

“Aeronaves de asas rotativas possuem níveis altos de vibração que causam desconforto e até danos à saúde de seus usuários. A fonte de vibração mais expressiva é a interação entre as pás de seu rotor principal e o ar”, afirma Marcel Clementino, integrante da equipe do projeto.

“Parte dessa vibração é transmitida do rotor principal para a fuselagem através das hastes de comando de passo, conhecidas como pitch links. “Os benefícios proporcionados pela redução dessas vibrações são bem conhecidos e incluem aumentar a vida útil da aeronave, reduzir os custos de manutenção”.

A proposta do projeto é incluir funcionalidades adicionais ao pitch link que, além de proporcionar o controle do comando da aeronave, como ocorre com o rígido tradicional, permitiria reduzir vibração e realizar a coleta de energia.

Chamado de SaPPL, o equipamento é dotado de uma estrutura eletromecânica flexível. O dispositivo possui um material piezelétrico (que atua na transformação da vibração em energia elétrica) chamado Macro Fiber Composite (MFC), acoplado a placas metálicas elásticas e a um circuito eletrônico.

A estrutura transfere os esforços mecânicos entre as pás do helicóptero e sua fuselagem. Ao girar, as pás vibram e essa vibração é transmitida ao pitch link. O dispositivo é capaz de aumentar a dissipação de energia de vibração ou modificar a rigidez efetiva do pitch link.

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"O que acontece se eu comer doces distribuídos no dia de São Cosme e São Damião?"

O padre José de Lima Torres, C.SS.R, afirma que se você não tiver problemas com glicose alta, está liberado para comer os doces do dia de 'Cosme e Damião'.

São Cosme e São Damião, eram irmãos gêmeos. Tornaram-se médicos muito famosos também por sua caridade. Levavam a cura do corpo e da alma, fazendo com que seus pacientes conhecessem Jesus e abandonassem os deuses romanos. Por isso foram perseguidos pelo Imperador Deocleciano que odiava os cristãos. Os gêmeos não negaram a sua fé e foram brutalmente martirizados.

No dia 27 de setembro o Candomblé e a Umbanda costumam distribuir doces para as crianças porque os dois santos são considerados orixás protetores dos gêmeos e das crianças. A Igreja católica não tem esse hábito de distribuir doces nessa data e a celebração desses dois santos pelos católicos acontece no dia 26 de setembro.

No Candomblé e na Umbanda eles são conhecidos como os orixás Ibejis. São filhos gêmeos de Xangô e Iansã. Os devotos e simpatizantes têm o costume de fazer caruru (uma comida típica da tradição afro-brasileira), chamado também de “Caruru dos Santos” e “Caruru dos sete meninos” que representam os sete irmãos (Cosme, Damião, Dou, Alabá, Crispim, Crispiniano e Talabi), e dar para as crianças.

Se porventura você comer uma dessas guloseimas, não se preocupe, os doces distribuídos não portam nenhuma “força maligna”, como pregam seitas que vendem superstições e preconceitos a preços altos mundo a fora. Portanto, pode comer doces à vontade, contato que não prejudique sua saúde, cuidado com o excesso de açúcar.

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