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Estudo da Michigan State University liderado pelo sociólogo Hui Liu mostrou que mulheres que estão sempre implicando com os comportamentos de seus parceiros com relação à saúde deles são as melhores parceiras para um relacionamento saudável.

Usando dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, Liu e colegas analisaram os resultados da pesquisa de 1.228 entrevistados casados em cinco anos. No início do estudo, os entrevistados tinham entre 57 e 85 anos de idade; 389 tinham diabetes no final do estudo - Diabetes é a sétima principal causa de morte nos Estados Unidos. Mais de 29 milhões de americanos tiveram diabetes em 2012, ou seja, 9,3% da população.

Liu, especialista em saúde de base populacional e ciência da família, investigou o papel da qualidade conjugal no gerenciamento e risco de diabetes e encontrou duas grandes diferenças de gênero: - o achado mais surpreendente foi que, para os homens, um aumento na qualidade conjugal negativa - mulheres implicantes - diminuiu o risco de desenvolver diabetes e aumentou as chances de controlar a doença após seu início. A diabetes requer monitoramento frequente que as esposas podem estar estimulando o marido a fazer, aumentando sua saúde, mas também aumentando a tensão conjugal ao longo do tempo. - para as mulheres, um bom casamento estava relacionado a um risco menor de ser diabético cinco anos depois. As mulheres podem ser mais sensíveis do que os homens à qualidade de um relacionamento e, portanto, mais propensas a experimentar um impulso de saúde a partir de um relacionamento de boa qualidade.

Como o diabetes é a doença crônica que mais cresce nos Estados Unidos, a implementação de políticas públicas e programas destinados a promover a qualidade conjugal também deve reduzir o risco de diabetes e promover saúde e longevidade, especialmente para mulheres em idades mais avançadas", diz o estudo.

#pracegover: Mulheres que implicam com seus parceiros são as melhores parceiras, sugere estudo.

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Pesquisadores da Universidade de Iowa descobriram que quem toma um a dois drinks alcoólicos por dia envelhece melhor do que pessoas que não bebem.

Usando dados do Gene Expression Omnibus disponível publicamente, o estudo comparou o DNA de pessoas que não bebiam álcool, bebiam com moderação e bebiam de maneira exagerada. A ideia era saber qual a idade biológica em comparação à idade cronológica destas pessoas. Aos que consomem 1 a 2 bebidas o envelhecimento foi melhor e estavam em boa forma, mas para aqueles que extrapolavam o corpo envelheceu mais rapidamente.

Ou seja, tomar uma ou duas cervejas no happy hour da empresa, ou beber uma taça de vinho em casa, todos os dias, faz bem para a saúde. O ideal é beber depois do trabalho para não estar alcoolizado durante a labuta. Mas atenção, sempre beba com moderação!

#pracegover: Tomar cerveja depois do trabalho faz bem para a saúde, sugere estudo.

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Marque nos comentários aquela pessoa que dorme muito!

Segundo estudo da Universidade de Berna, na Suíça, seres humanos são capazes de aprender inconscientemente novos conceitos durante o sono.

A pesquisa feita por cientistas do Instituto de Psicologia e Centro de Cognição da Universidade de Berna contou com 41 participantes que utilizaram fones de ouvido para ouvir dois pares de palavras dormindo. Uma das palavras era inventada e a outra, conhecida. Após acordar, os participantes conseguiam recordar os vocábulos e seus significados.

Parte dos voluntários escutou pares de palavras como "guga e pássaro" e outros "guga e elefante". No dia seguinte, os cientistas interrogaram os voluntários se a palavra "guga" cabia numa caixa de sapatos. De acordo com o estudo, os vocábulos reproduzidos na fase de sono profundo designada "up state", 60% dos voluntários classificavam corretamente as palavras inventadas.

Na fase do sono profundo, "up state", que só dura cerca de meio segundo, o eletroencefalograma registra que todas as células cerebrais estão ativas conjuntamente. Ela se alterna com a "down state", em que não há atividade entre as diversas áreas do cérebro.

De acordo com o pesquisador Marc Züst, coautor do estudo, o experimento demonstra ser possível aprender com o inconsciente 100% ativo, porém, não é saudável ouvir várias palavras durante a noite, esperando que sejam armazenadas na memória. O barulho constante é uma fonte de perturbação para o sono adequado.

#pracegover: É possível aprender dormindo, diz estudo.

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O estresse está batendo lá no alto? Entre numa sala de chat com você mesmo e bata um autopapo em terceira pessoa e diga: "Calma, cara!". Segundo estudo das Universidades de Michigan e do Estado de Michigan (EUA), falar sozinho é uma solução rápida para contornar situações de estresse.

Funciona assim, como no exemplo: Suponha que Joana tenha acabado de bater o carro numa colisão corriqueira de trânsito e reflita sobre seus sentimentos em voz audível na terceira pessoa, "Joana, ninguém se feriu", Joana irá reagir com mais calma que se fizesse na primeira pessoa: "Eu não feri ninguém". Segundo o estudo, esse autopapo em terceira pessoa faz com que as pessoas se distanciem emocionalmente de suas emoções, regulando-as.

Os resultados foram obtidos por meio de dois estudos. No primeiro, os participantes viam imagens neutras e perturbadoras e reagiam a elas em primeira e terceira pessoa enquanto tinhas suas atividades cerebrais monitoradas. Quando reagiam às imagens ruins (como um homem apontando uma arma para suas cabeças), as atividades cerebrais foram reguladas mais rapidamente entre os que falam com eles mesmos em terceira pessoa.

Também foi analisado o esforço para falar consigo mesmo na terceira pessoa e foi constatado que não é mais difícil do que fazer isso em primeira pessoa ou usar técnicas de mindfullness ou pensar pelo lado positivo.

No segundo experimento, os participantes refletiram sobre suas experiências dolorosas do passado usando a terceira e a primeira pessoa, enquanto os cérebros eram monitorados. Da mesma forma que o estudo anterior, A fala em terceira pessoa regula melhor as emoções e não exige esforço maior.

"Essencialmente, pensamos que se referir a si mesmo em Terceira pessoa leva as pessoas a pensarem nelas mesmas de uma forma semelhante à que pensam sobre outras pessoas e pode-se ver isso no cérebro", disse o professor de psicologia e pesquisador Jason Moser.

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