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A sensibilidade do ser humano para enxergar detalhes fica melhor em alguns horários do dia. Esse fenômeno foi comprovado por um novo estudo da Universidade de Frankfurt.

Os pesquisadores fizeram alguns testes de percepção com voluntários enquanto eles passavam por exames de ressonância magnética. E detectaram que no estado de repouso, há uma espécie de “ruído de fundo” produzido pelo cérebro. Naturalmente, quanto mais ruído de fundo cerebral, mais difícil é prestar atenção a um estímulo visual específico.

Os testes foram repetidos várias vezes, em seis horários diferentes do dia. E o que ficou claro é que o cérebro, automaticamente, reduz a quantidade de ruído de fundo em dois momentos específicos: o nascer e o pôr do sol.

A explicação para o fenômeno, está na evolução. E não é difícil imaginar qual vantagem ganhamos com isso: o crepúsculo era um horário especialmente tenso para humanos em estado selvagem. É o momento em que os perigos ficavam menos visíveis. No escuro da noite, tanto predador quanto presa não enxergam nada. Mas na luz fraca do início e do fim do dia, o predador tenderia a levar vantagem.

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