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Cientistas da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, afirmam que a barata da espécie Blatella germanica L. (Barata alemã) está desenvolvendo resistência a uma grande variedade de inseticidas, ou seja, se tornando cada vez mais invencível.

Segundo o estudo, as baratas têm evoluído ao ponto de desenvolverem uma resistência cruzada aos inseticidas mais potentes disponíveis no mercado. Essa característica vem sendo estudada por cientistas de todo o mundo desde a década de 1950.

Darwinismo: conforme os preceitos da Teoria da Evolução, de Charles Darwin, quando um fator elimina os exemplares mais fracos da espécie, acaba fazendo com que somente os mais fortes e resistentes a essa ameaça continuem vivos. Assim, os mais fortes se reproduzem e a espécie "adquire", com o passar do tempo, novas características, resistentes a ameaças mais comuns. Por isso se diz que as baratas "desenvolvem resistência" a inseticidas. Na verdade, os inseticidas selecionam os indivíduos mais fortes da espécie.

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