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Jogo inédito em Copas, Suécia x Suíça fazem 'clássico do IDH'

Na primeira fase, caíram cinco dos países mais pobres da Copa. Mas nesta terça (3), dois dos países mais ricos do Mundial lutam por uma vaga nas quartas de final. Longe de serem potências do futebol, Suécia e Suíça possuem ótima qualidade de vida: tem o 14º e o 2º lugar no IDH, índice de desenvolvimento humano da ONU. A medida usa dados de riqueza, educação, expectativa de vida para comparar nações - o Brasil ocupa o 79º lugar.

Com 9,9 milhões de habitantes (equivalente a Pernambuco) a renda per capita sueca é de US$ 51.600), a 8ª do planeta. A brasileira é a 77ª. Já a Suíça, com 8,3 milhões de pessoas, têm renda per capita de (US$ 78.800), a quarta do mundo. Um dos ícones do Estado de bem-estar social, mantido por carga tributária de 48% do PIB, a Suécia, oferece inúmeros benefícios aos cidadãos. Três cidades suíças, Zurique, Genebra e Berna estão entre os 10 melhores lugares do mundo para morar.

Ambas as seleções conseguiram a classificação em chaves fortes: a Suécia bateu a favorita Alemanha e foi primeira na chave F. A Suíça empatou com o Brasil e foi segunda colocada no grupo E. Suécia e Suíça têm tradição na Copa: os suecos estão em seu 12º Mundial, e os suíços, no 11º. O confronto, inédito em Copas do Mundo, é tão equilibrado quanto o retrospecto dos confrontos (11 vitórias suíças, 10 suecas e 7 empates).

A mais alta colocação da Suíça é o quinto lugar em 1954, quando foi anfitriã. Ela perdeu nas quartas de final em jogo que marca o recorde de gols em um único jogo de Copa: 7 x 5 para a Áustria. Vice em 1958, dentro de casa, terceira colocada em 1950 e em 1994, e quarta colocada em 1938, a Suécia exibe retrospecto bem superior. Trata-se da seleção que o Brasil mais vezes enfrentou em Copas (sete, duas delas em 1994).

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