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500 mil letras de músicas lançadas nos últimos 30 anos foram analisadas pela University of California at Irvine. O estudo concluiu que as músicas pop estão cada vez mais tristes. As letras analisadas continham menos emoções positivas e mais sentimentos de solidão e isolamento social.

Natalia L. Kamarova, co-autora do estudo, revelou: "A felicidade está diminuindo, o brilho está diminuindo e a tristeza vem aumentando, porém ao mesmo tempo, as músicas estão se tornando mais dançantes. Parece que, enquanto o humor tem se tornado menos feliz, as pessoas parecem querer esquecer tudo e dançar".

O Top 10 da Billboard de 2014 é um retrato desta pesquisa, em primeiro lugar a música mais dançante do ano, 'Happy' de Pharrell Williams e na segunda colocação a também contagiante, mas não tão ""feliz"", 'Dark Horse' de Katy Perry.

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Um estudo publicado pela Revista Proceedings da National Academy of Sciences concluiu que pessoas que conheceram o cônjuge on-line disseram ter o casamento mais satisfatório do que aquelas que iniciaram um relacionamento off-line.

Além disso, os casamentos que começaram on-line são menos propensos a terminar em separação ou divórcio. Então, ter uma grande história de amor para contar, dizendo à todos que conheceu a pessoa amada numa linda viagem pelas ilhas Maldivas não é vantagem alguma.

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Um estudo comprovou que exigir padrões de perfeição para si e para os outros acarreta em um aumento de ansiedade e a uma dorzinha de cabeça bem chata.

Considerando que a cobrança do perfeccionismo é socialmente valorizada em diversos campos da vida, isso pode explicar o número de indivíduos ansiosos que hoje existem no mundo.

A nossa cultura tem favorecido isso Toda empresa quer um funcionário que atinja esse padrão, por isso, a ansiedade a irritação são frequentes, pois há o medo e a frustração em errar.

O estudo foi uma colaboração pelas britânicas University of Bath e York St John University

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A sensibilidade do ser humano para enxergar detalhes fica melhor em alguns horários do dia. Esse fenômeno foi comprovado por um novo estudo da Universidade de Frankfurt.

Os pesquisadores fizeram alguns testes de percepção com voluntários enquanto eles passavam por exames de ressonância magnética. E detectaram que no estado de repouso, há uma espécie de “ruído de fundo” produzido pelo cérebro. Naturalmente, quanto mais ruído de fundo cerebral, mais difícil é prestar atenção a um estímulo visual específico.

Os testes foram repetidos várias vezes, em seis horários diferentes do dia. E o que ficou claro é que o cérebro, automaticamente, reduz a quantidade de ruído de fundo em dois momentos específicos: o nascer e o pôr do sol.

A explicação para o fenômeno, está na evolução. E não é difícil imaginar qual vantagem ganhamos com isso: o crepúsculo era um horário especialmente tenso para humanos em estado selvagem. É o momento em que os perigos ficavam menos visíveis. No escuro da noite, tanto predador quanto presa não enxergam nada. Mas na luz fraca do início e do fim do dia, o predador tenderia a levar vantagem.

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A sensibilidade do ser humano para enxergar detalhes fica melhor em alguns horários do dia. Esse fenômeno foi comprovado por um novo estudo da Universidade de Frankfurt.

Os pesquisadores fizeram alguns testes de percepção com voluntários enquanto eles passavam por exames de ressonância magnética. E detectaram que no estado de repouso, há uma espécie de “ruído de fundo” produzido pelo cérebro. Naturalmente, quanto mais ruído de fundo cerebral, mais difícil é prestar atenção a um estímulo visual específico.

Os testes foram repetidos várias vezes, em seis horários diferentes do dia. E o que ficou claro é que o cérebro, automaticamente, reduz a quantidade de ruído de fundo em dois momentos específicos: o nascer e o pôr do sol.

A explicação para o fenômeno, está na evolução. E não é difícil imaginar qual vantagem ganhamos com isso: o crepúsculo era um horário especialmente tenso para humanos em estado selvagem. É o momento em que os perigos ficavam menos visíveis. No escuro da noite, tanto predador quanto presa não enxergam nada. Mas na luz fraca do início e do fim do dia, o predador tenderia a levar vantagem.

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