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O despertador toca, um familiar chama, o despertador toca novamente e você não sai da cama! Enrola, enrola e enrola. Caso você já tenha sido chamado de preguiçoso por postergar sua saída da cama várias vezes pela manhã, é hora de se orgulhar, segundo estudo feito pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Kaja Perina, do departamento de psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, esse hábito é, na verdade, sinal de inteligência e criatividade.Continue lendo...

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Prato da janta na mão, TV ligada, ou celular passando séries ou videos no YouTube. Se você aprecia jantar enquanto assiste televisão ou fica ou fica no celular você pode engordar, é o que sugere a equipe de pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. Essa prática pode tornar as pessoas propensas a sentir necessidade de comer mais lanches e petiscos após a refeição. Quem nunca fez uma pipoca ou abriu um salgadinho depois da janta? ;)Continue lendo...

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De acordo com a pesquisa 'O papel do homem na desconstrução do machismo' do Instituto Avon, em parceria com o Instituto Locomotiva, 48% dos homens ainda consideram “desagradável” ou “humilhante” cuidar da casa enquanto a companheira trabalha fora. O dado foi obtido após consulta de 1.800 pessoas com mais de 16 anos, em 70 municípios do país.Continue lendo...

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Estudo realizado pela Universidade de Kyoto, no Japão, mostrou que cachorros podem sentir se uma pessoa é má ou não. Este estudo mostrou que cachorros têm uma grande capacidade de percepção e julgamento, é possível então confiar quando ele mostrar um comportamento atipicamente negativo perto de alguém que ele julga não ser confiável.Continue lendo...

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A pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com apoio da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que a base da alimentação do brasileiro, arroz, carne bovina e feijão representam o 58% do montante de alimentos jogado fora no país.Continue lendo...

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Um estudo concluiu que temos inclinação natural para perdoar, mostrando que a máxima "errar é humano" pode ser complementada com "...e perdoar também".

A pesquisa conduzida por cientistas das universidades de Yale, nos EUA, Oxford e College London, no Reino Unido, e International School for Advanced Studies, na Itália, feita com cerca de 1.500 pessoas que avaliaram o caráter e o nível de confiança de dois estranhos em uma situação específica observada.

No cenário observado, duas pessoas deviam dar choques em outra pessoa em troca de uma determinada quantidade de dinheiro. Uma delas se recusava, "O bom", enquanto a outra se importava apenas com o dinheiro, "o mau", e não estava nem aí para dar os choques.

A pessoa que se recusava a dar os choques era vista com boa impressão, ao contrário do que dava choques apenas pela grana. Só que quando o ganancioso resolvia não dar o choque, os participantes demonstravam uma capacidade de mudar de opinião muito rápido, até que ele desse o choque novamente e voltasse a ser "mau".

"Acreditamos que nossa descoberta revela uma predisposição básica para dar o benefício da dúvida a outras pessoas, até mesmo estranhos", diz Molly Crockett, uma das autoras do estudo. Essa conclusão explicaria também a insistência em relacionamentos ruins. "A mente humana é construída para manter relações sociais, até quando os nossos parceiros se comportam mal", explica.

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Segundo pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte a combinação de fome e raiva pode ser uma resposta emocional complicada envolvendo uma interação da biologia, personalidade e sinais ambientais.

"Todos nós sabemos que a fome às vezes pode afetar nossas emoções e percepções do mundo ao nosso redor, mas foi recentemente que a expressão "hangry", que significa mau humor ou irritação por causa da fome, foi aceita pelo Oxford Dictionary", disse a autora Jennifer. MacCormack, MA, do departamento de psicologia e neurociência da Universidade da Carolina do Norte.

Os pesquisadores realizaram primeiro dois experimentos on-line envolvendo mais de 400 indivíduos dos Estados Unidos. Os participantes foram apresentados a uma imagem projetada para induzir sentimentos positivos, neutros ou negativos. Então, foram então mostrados uma imagem ambígua, um pictograma chinês, e tiveram que classificar esta imagem em uma escala de sete pontos de agradável a desagradável. Os participantes também foram solicitados a relatar o quanto sentiam fome.

Os pesquisadores descobriram que os participantes mais famintos eram mais propensos a classificar os pictogramas chineses ambíguos como negativos, mas somente depois de primeiro serem preparados com uma imagem negativa. Não houve efeito para imagens neutras ou positivas.

No outro experimento, os pesquisadores pediram aos participantes, mais de 200 estudantes universitários, que jejuassem ou comessem de antemão. Todos os participantes foram convidados a participar de um cenário projetado para evocar emoções negativas. Pediu-se aos alunos que completassem um tedioso exercício em um computador que, sem o conhecimento deles, estava programado para cair antes que pudesse ser concluído. Assim, um dos pesquisadores entrava na sala e culpava o estudante pelo acidente do computador.

Em seguida os participantes foram convidados a preencher questionários sobre suas emoções e sua percepções da qualidade diante da situação experimental. Os pesquisadores descobriram que os indivíduos com fome relataram mais emoções desagradáveis, como se sentirem estressados e odiosos quando não estavam explicitamente concentrados em suas próprias emoções. Esses indivíduos também acharam que o pesquisador que conduzia o experimento era mais crítico ou severo. Os participantes que gastaram tempo pensando sobre suas emoções, mesmo quando com fome, não relataram essas mudanças nas emoções ou percepções sociais.

Esta pesquisa enfatiza a conexão mente-corpo, de acordo com MacCormack. “Nossos corpos desempenham um papel poderoso em moldar nossas experiências, percepções e comportamentos momento a momento - quer estejamos com fome ou cheios, cansados x descansados ou doentes x saudáveis”, disse ela. “Isso significa que é importante cuidar do nosso corpo e prestar atenção a esses sinais corporais e não descontá-los, porque eles são importantes não apenas para a nossa saúde mental a longo prazo, mas também para a qualidade do dia-a-dia de nossa experiência psicológica, relações sociais e desempenho no trabalho.”

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