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A robô sexual que diz 'não' se tratada com violência ou indiferença

Samantha, a boneca sexual criada pelo engenheiro eletrônico Sergi Santos, não tem coração nem cérebro. Mas quem quiser ter relações com ela, deve ter. Se tratada com violência ou indiferença, a robô agora recusa sexo e desliga automaticamente. A boneca conversa com o dono e tem sensores de toque espalhados pelo corpo. Conforme a interação, a boneca muda seus padrões de diálogo, movimentos do corpo e expressões faciais. Há os estados “familiar”, “romântico”, “sexual”, “extra ousado” e, agora, “indiferente”.

Nada impede o dono de forçar a boneca desligada, mas indiferença mecânica serve como reprovação moral. Dotar a máquina de padrões morais semelhantes aos dos humanos é uma forma de diminuir a polêmica contra as bonecas sexuais. Robôs como Samantha tornaram-se populares em casas de prostituição da Áustria, onde a atividade é regulamentada. Santos afirma que já vendeu 15 unidades, por cerca de US$ 6 mil (cerca de R$ 23 mil).

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