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Vivenciar momentos offline com seu amor é maravilhoso não é mesmo? Mas quando ambos entram em seus perfis nas redes sociais, esses momentos juntos - jantares, viagens, selfies - podem ir ou não para a timeline e se são postados com frequência indicam, segundo estudo, que tem um problema aí.

Um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que ficam exibindo seus momentos de casal nas redes sociais são, na verdade, aquelas que mais duvidam do amor que sentem.

Na pesquisa, 216 participantes (108 casais heterossexuais de uma pequena cidade do Canadá), mantiveram um diário ao longo de duas semanas registrando altos e baixos de suas relações - essas informações foram cruzadas com as atualizações que aconteciam nas redes sociais (Facebook e Instagram) no período.

O estudo comprovou que, quanto mais inseguros estavam, mais posts com o(a) parceiro(a) eram publicados.

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Decorar é renovador, divertido e estimulante. Mas para alguns casais é fonte de frustação.

Segundo pesquisa on-line realizada pela loja de móveis online Article e One Poll com 2 mil adultos, decidir qual a cor do hack, o tamanho do sofá, o tipo de bancada para cozinha gera em média 72 brigas por ano, ou 216 horas de bate-boca ao longo de suas vidas.

O que as pessoas mais discutiam? Talvez não seja surpresa que o dinheiro tenha sido o principal ingrediente das brigas. O orçamento era um grande problema para os participantes, com três em cada 10 casais discordando sobre quanto gastar um novo móvel.

Quanto a outros problemas, um em cada cinco entrevistados disse que eles brigam sobre quais aparelhos domésticos comprar. O mesmo número também se vê discutindo sobre estilos de mobília, e outros 20% tipicamente brigam pelo esquema geral de cores. Ao discutir as opções de decoração da casa, 58% dos entrevistados disseram que optam por abster comentários para evitar desentendimentos.

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Você quer comprar algum bem novo? Casa, carro? Quer perder peso, frequentar a academia? Começar uma dieta? Ir a mais shows? Finalizar trabalhos atuais? Não importa quais sejam seus objetivos, para você ter mais chances de realizá-los basta você os escrever regularmente. Fazendo isso, segundo estudo da Dominican University, a chance é 42% maior!Continue lendo...

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Sistema ou regime político e filosófico, antiliberal, imperialista e antidemocrático, centrado em um governo de caráter autoritário, representado pela existência de um partido único e pela figura de um ditador, fundado na ideologia de exaltação dos valores da raça e da nação em detrimento do individualismo, como o estabelecido na Itália por Benito Mussolini (1883-1945), em 1922, cujo emblema era, simbolicamente, o fascio, isto é, o feixe de varas dos lictores romanos.

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Intervenção militar é um ato caracterizado pela tomada do poder de um país por suas forças armadas em um golpe de Estado, instaurando um regime de ditadura militar. Geralmente é decretado um estado de exceção, regido segundo a lei marcial, sendo formada uma junta militar encabeçada por qualquer das armas, que nomeia um novo presidente (sempre um militar de alta patente) e seus sucessores.

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Podemos afirmar que terror é um gênero que perturba as pessoas? Estudo da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, sugere que assistir filme de terror melhora o humor e traz relaxamento aos espectadores.

A coautora do estudo, Margee Kerr, que estuda o medo a mais de uma década, explica: "Acreditamos que é algo muito semelhante, ao menos em um nível fisiológico e neurológico, à experiência de um atleta numa corrida profissional. Durante o momento de horror, você força seu sistema nervoso autônomo a ficar ligado". A conclusão da pesquisadora é que quando a situação de assustadora acaba, o alívio faz com que uma grande quantidade de endorfina seja liberada no cérebro, o que causa o bem-estar.

A pesquisa foi feita em uma casa "mal-assombrada" chamada "Scarehouse" com 262 participantes que já costumavam se submeter a atividades aterrorizantes por motivos sociais ou recreativos.

Todos os participantes da pesquisa tiveram monitoramento de suas atividades cerebrais com sensores na cabeça antes e depois da experiência aterrorizante. Quando a visita a casa terminou, metade relatou ter melhorado de humor e 33% afirmaram não ter sofrido nenhuma mudança significativa. Outros 17% disseram que o ânimo foi piorado. A maioria das pessoas disse que se sentiu feliz depois de passar pela casa "mal-assombrada" e poucas relataram sentir cansaço e ansiedade.

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