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Pesquisas realizadas pela Edelman Berland realizada em 11 países, com mais de 9.000 pessoas, sobre o poder que os sabores possuem na vida das pessoas, mostram que as pessoas acreditam que a comida feita pela mãe é um dos melhores sabores do mundo. No caso do Brasil, 77% afirmam que ao provar a comida de suas mães, lembranças boas da infância surgem espontaneamente. Além disso, 87% dizem que o sabor de alguns alimentos tem a capacidade de trazer recordações de quando eram crianças, e 83% concordam que, de alguma forma, a comida sempre fez parte dos momentos mais significativos de suas vidas.

Ainda entre os brasileiros, a comida apresenta um papel importante de conectar familiares e amigos. 80% da população pesquisada concorda que os alimentos fizeram, de alguma forma, parte dos momentos mais importantes da sua vida e que envolviam pessoas amadas. Quando estão distantes de casa, 82% conseguem encontrar o mesmo conforto de seu lar em alguma refeição especial.

A tradição de cozinhar e comer em grupo pode influenciar na formação das pessoas. Segundo 73% dos brasileiros, esses momentos são oportunidades para compartilhar as tradições familiares. Durante a infância, quase a metade (47%) ajudou a cozinhar durante ocasiões especiais de família.

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Pesquisadores da Escola de Economia de Estocolmo, da Universidade de Estocolmo e da Universidade de Nova York ouviu ganhadores de loteria e botou em cheque o ditado que diz que dinheiro não traz felicidade. Aqueles que ganharam prêmios entre 100 mil dólares e um milhão de dólares se declaram muito mais satisfeitos com suas vidas que aqueles que ganharam até 100 mil dólares. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores ouviram mais de 3 mil pessoas entre 5 e 22 anos depois que elas ganharam na loteria.Continue lendo...

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O estudo 'Phone Life Balance' (Motorola), feita em parceria com a psicóloga e especialista em comportamento mente-cérebro Nancy Etcoff, realizado todo ano para investigar o impacto dos dispositivos móveis na vida de seus usuários, revelou que, 41,52% dos participantes assumem serem dependentes de smartphone.Continue lendo...

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A criação do Dia Nacional da Cachaça foi uma iniciativa do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), instituída em junho de 2009.

O dia 13 de setembro foi escolhido em homenagem a data em que a cachaça passou a ser oficialmente liberada para a fabricação e venda no Brasil, em 13 de setembro de 1661.

Esta legalização, no entanto, só foi possível após uma revolta popular contra as imposições da Coroa portuguesa, conhecida como "Revolta da Cachaça", ocorrida no Rio de Janeiro.

Até então, a Coroa portuguesa impedia a produção da cachaça no país, pois o seu objetivo era substituir esta bebida pela bagaceira, uma aguardente típica de Portugal.

A cachaça é uma bebida alcoólica muito apreciada no Brasil, tendo como base principal a cana-de-açúcar. Atualmente, no entanto, existem diferentes variantes da cachaça e com diferentes sabores.

O Brasil produz aproximadamente 1,2 bilhões de litros de cachaça por ano e o maior produtor de cachaça no Brasil industrial é o estado de São Paulo, seguido de Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraíba. Por sua vez, Minas e Rio lideram a produção de cachaça artesanal.

A cachaça brasileira é exportada para mais de 60 países, sendo a Alemanha responsável por aproximadamente 30% da sua importação.

A cachaça tem em média 40% de teor alcoólico e, atualmente, é definida como um produto cultural brasileiro.

A bebida tem vários sinônimos e alguns deles bastante curiosos como mata-bicho, branquinha, parati, bicha, "água que passarinho não bebe", marvada, veneno, boa, etc.