Sexo
O curioso caso Guevedoces: meninos criados como meninas que só "desenvolvem" pênis e testículos na puberdade

Um grupo de pessoas está trocando de sexo sem cirurgia República Dominicana.

Gavedoces da República Dominicana

Guevedoces são crianças que cresceram como as meninas, porque quando nasceram, suas partes íntimas estavam para dentro, como se fossem uma vagina. Mas por volta dos 12 anos, na puberdade, onde deveria permanecer um clitóris, começa a desabrochar um pênis e o que deveriam ser grandes lábios, se revela uma bolsa que não é de boliche, mas serve para segurar bolas.

Não é a toa que a tradução de guevedoces no idioma local é “bolas aos doze”.

Clique aqui para ver uma ilustração (+18) que ajuda a entender exatamente como o fenômeno funciona.

gavedoces
Catherine e sua prima Carla, Guevedoces da República Dominicana

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Mayra Santos

Mayra Santos

Devido ao modo em que o creme dental é inserido no tubo.

Após utilizarem misturas com sal de cozinha, pimenta, folhas de menta e até fórmulas baseadas em urina, a indústria dos cremes dentais evoluiu ao ponto de agora podermos comprar pastas de dente estilosas, coloridas, com listras e até com sabores diferentes.

No caso das pastas brancas com listras coloridas, o segredo está na forma em que ela é inserida no tubo. Os cremes de cada cor se encontram em divisórias separadas e de tamanhos diferentes dentro do aplicador, sendo a do creme branco maior que as dos coloridos. O tubo então é preenchido com todas as cores sendo injetadas ao mesmo tempo, começando pela base do tubo e terminando na região da tampa.

Outro fator importante para que tudo não vire uma mistureba lá dentro é a composição química diferente de cada creme. O creme branco é levemente diferente dos coloridos, e isso aliado ao estado e viscosidade da pasta e a falta de espaços vazios para homogeneização, garantem que uma cor não invada a outra.

Dessa forma, o tubo mesmo quando é dobrado e amassado (dentro de uma certa tolerância e bom senso) permite que as cores não se misturem lá dentro, graças à engenharia envolvida na sua fabricação.

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Larissa Sousa

Larissa Sousa

Não há consenso entre os historiadores sobre a origem do termo.

A conexão entre chifre e pessoa traída é tão antiga que existem diversas especulações, algumas envolvendo associações com o mundo animal, outras com tradições passadas e até com religião.

Listamos abaixo as teorias mais citadas por aí sobre o surgimento do termo:

Origem religiosa

Teoria do satanás: Nesta teoria diz-se que o termo surgiu devido à figura do próprio capeta. O homem possuidor de chifres viria da associação com a figura do demônio, que no catolicismo medieval era tido como uma criatura de aspecto humano, porém com chifres. Sendo o adultério algo contra os mandamentos de Deus, o homem que o praticasse recebia essa assemelhação com o tinhoso.

Neste caso, porém, quem recebia os chifres era o adúltero e não o marido traído.

Origem animal

Teoria do boi: Alguns dizem que a associação vem do boi, pelo fato de a fêmea não se sentir presa a apenas um macho. Outros citam o fato do boi possuir um domínio territorial e que, quando perde uma disputa com outro boi (levando chifradas), acaba ficando sem seu território e consequentemente sem as vacas de lá.

Teoria dos animais chifrudos: Essa teoria cita os casos das fêmeas de animais chifrudos em geral, que geralmente vivem ao redor de um macho único, o "líder". Quando este macho perde a fidelidade da fêmea ele fica revoltado e passa a deixar sempre os chifres em posição de ataque, dando chifrada no primeiro que aparecer pela frente.

Origem histórica

Teoria da idade média: Alguns países na idade média tinham como lei o fato de que se um marido flagrasse o adultério de sua esposa e o adúltero não fosse um nobre, ele deveria matar seu desafeto e em alguns casos até a própria esposa. Caso ele não cumprisse com isso deveria então usar em público uma espécie de chapéu com chifres, para que todos soubessem que não honrou com sua "condição de homem".

Teoria da porta: Em algumas cidadezinhas, quando um homem chegava à casa de sua amante havia um combinado entre eles, que era a amante deixar chifres na porta para avisá-lo caso o marido estivesse em casa.

Teoria da porta só que ao contrário: Em outras cidadezinhas que não as da teoria acima provavelmente, havia o costume de que se alguém soubesse de algum caso de traição, este alguém colocava chifres na porta do traído para avisá-lo sobre o adultério.

Teoria da lenda dos cornos: Segundo a teoria o termo surgiu de uma lenda na qual a pessoa traída começava a sentir dores na região da testa, e de lá surgiriam cornos que cresceriam na sua fronte.