Instagram

"Vou parar de beber"

"Vou emagrecer"

"Vou guardar dinheiro"

"Vou viver a vida de forma mais saudável"

"Não vou me estressar"

Segundo pesquisa da Universidade de Scranton na Pensilvânia fazer promessas de Ano Novo não adianta, pois poucas pessoas conseguem cumpri-las!

A pesquisa mostrou que 40% dos americanos fazem promessas e que apenas 8% delas conseguem atingir seus objetivos ao longo do ano.

Sabemos que o Ano Novo é o início de um novo ciclo, que promessas e objetivos aparecem para o ano que se inicia, mas esses planos, também segundo a pesquisa, só duram na primeira semana do ano para 75% das pessoas.

Fonte

Instagram
Qual a chance de ganhar na Mega da Virada?

0,6% é a possibilidade de a Mega-Sena da Virada ter um único apostador premiado, levando em consideração que o volume de apostas é de 350 milhões de bilhetes, similar ao ocorrido em 2015 e 2016. De acordo com um estudo da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV EMAp), a probabilidade maior é que o prêmio de R$ 200 milhões seja dividido entre seis ou sete vencedores. Continue lendo...

Instagram

Já reparou que dezembro é um mês cheio de coisas estressantes?

O trabalho a mil por hora e você querendo desacelerar nas folgas do período de festas, contas e mais contas para pagar, estradas abarrotadas de carros, shoppings dando na tampa de tanta gente, aeroportos congestionados... ufa!

Sim, o fim de ano é realmente estressante e segundo pesquisa da International Stress Management Association do Brasil (ISLA-BR) sobre o aumento de ansiedade, irritação e tensão nas pessoas no último mês do ano, foi comprovado que em dezembro o nível de estresse aumenta, em média, 75% em relação aos outros períodos.

A associação que pesquisa o estresse e suas formas de prevenção ouviu 700 pessoas economicamente ativas, com idade entre 25 e 55 anos. 60% dos entrevistados revelou que o excesso de tarefas no trabalho é a principal causa de estresse. 25% atribuíram aos gastos adicionais.

“As causas disso passam pela sobrecarga de trabalho, trânsito, solidão e gastos”, explica Ana Maria Rossi, presidente da instituição.

E mais, excesso de comida e bebida alcoólica, gastos além da conta, estresse, depressão e a obrigação de parecer feliz no fim de ano podem causar problemas de saúde, a combinação pode ser fatal. Quem já tem hipertensão, arritmia ou depressão, por exemplo, corre mais risco de sofrer um derrame ou ataque cardíaco como consequência do que os americanos chamam de "holiday heart syndrome" (síndrome de fim de ano), segundo Elias Knobel, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein.

Nos prontos-socorros, há aumento dos casos relacionados a ansiedade e depressão, segundo Daniel Magnoni, diretor de nutrição do Hospital do Coração. No CVV (Centro de Valorização da Vida), o número de ligações sobe 20% na época.

Fonte

Instagram

A equipe de médicos da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) realizaram uma pesquisa com 400 pacientes para avaliar seus comportamentos na época de Natal.

O resultado foi que apenas 8% dos pesquisados disseram conseguir manter a dieta durante as comemorações natalinas.

37% assumiram que saem completamente da dieta e 55% revelaram que se permitem sair da rotina, mas sempre buscando o equilíbrio entre os alimentos consumidos.

Outro dado interessante da pesquisa é que para 51% dos entrevistados, a ceia é um momento de paz, calmaria e reflexão, já para 49% é tiro porrada e bomba, com muito falatório.

Fonte

Instagram

Se você está trabalhando por um longo período sem férias, preste atenção: cientistas afirmam que não tirar férias pode te matar. Meses sem descanso afetam o corpo de forma física - aumentando a chance de problemas cardíacos - e mentalmente.

Um projeto de longo prazo chamado de estudo Framingham Heart Study acompanhou mulheres trabalhadoras por 20 anos analisando as relações entre frequência com que elas tiravam férias e a incidência de problemas cardíacos. Trabalhadoras que tiravam férias a cada seis anos tinham o dobro de chances de ter problemas cardíacos do que aquelas que descansavam pelo menos duas vezes por ano. Homens que renunciam a seus períodos de férias anuais têm um risco 32% maior de morrer de um ataque cardíaco.

A mente de quem não descansa sofre! uma pesquisa chamada Whitehall II estudou os efeitos psicológicos de longos turnos de trabalho. A conclusão é que trabalhar mais de 11 horas por dia dobra as chances de um episódio de depressão grave, em comparação a trabalhadores com turno de sete ou oito horas.

Para descanso total da mente, um estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, mostrou que uma melhora psicológica acontece depois de uma temporada de férias. Este estudo mostra, inclusive, uma queda na quantidade de remédios comprados por pessoas que acabaram de voltar de férias.

Fonte

Instagram

Uma pesquisa intitulada 'Global Teacher Status Index 2018' realizada pela ONG Varkey Foundation, conduzida em 35 países para avaliar o status dos professores na sociedade, mostrou que o Brasil é o país que menos valoriza este profissional. Já a China lidera, reconhecendo a importância dos professores para a sociedade.

Os pesquisadores entrevistaram mil pessoas de cada um dos 35 países para identificar como o emprego de um professor dos ensino primário e secundário era comparado a outras profissões, em termos de valor para a sociedade. Na média de todos os países, a profissão de professor ficou na sétima posição entre 14 possíveis.

O Top 5 países que mais valorizam educadores são: China, Malásia, Taiwan, Rússia e Indonésia. Na China, Malásia e Rússia, a importância do professor é comparada a médicos.

No Top 5 que menos valorizam estão Argentina, Gana, Itália, Israel e por último o Brasil, que compara professores a bibliotecários.

É também do Brasil a maior parte de entrevistados (90%) que acreditam que não há respeito entre alunos e professores. Na China, 80% disseram que há respeito com seus mestres.

Esta é a segunda edição do 'Global Teacher Status Index'. A primeira, em 2013, foi feita com 21 países, entre eles o Brasil, que já havia ficado em último lugar então — e foi uma das sete nações onde a valorização dos professores caiu no período entre as duas pesquisas.

Fonte