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A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. A Enciclopédia Britânica diz: "Uma festividade derivada do costume de adorar a mãe, na antiga Grécia. A adoração formal da mãe, com cerimônias para Cibele ou Rhea, a Grande Mãe dos Deuses, era realizada nos idos de março, em toda a Ásia Menor." Continue lendo...

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O Dia do Silêncio existe e é comemorado hoje, 7 de maio!

Esta data visa conscientizar as pessoas dos males que a poluição sonora provoca, em diversos aspectos, para a queda da qualidade de vida das pessoas. Além de consequências físicas, o excesso de ruídos também prejudica a concentração e eleva os níveis de stress.Continue lendo...

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Pesquisa da Universidade Pepperdine, nos Estados Unidos, mostra que pessoas que são capazes de admitir que seus conhecimentos e opiniões podem estar errados são, na verdade, mais bem informados do que quem acha que já sabe de tudo.

A pesquisa feita com 1.200 participantes analisou o conceito de humildade intelectual e seu oposto, o excesso de confiança intelectual (ter certeza de que você está certo sempre). Ter confiança é importante, mas o exagero pode ser um problema.

"Aqueles que acreditam que o conhecimento é certo são suscetíveis de tirar conclusões definitivas incorretamente de evidências ambíguas" diz o estudo, liderado psicóloga Elizabeth J. Krumrei-Mancuso e publicado no The Journal of Positive Psychology. "Ou seja, os indivíduos tendem a distorcer as informações para se ajustarem às suas crenças epistemológicas, o que pode afetar sua interpretação e aquisição de conhecimento."

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A conta é simples, se dormimos 8 horas por dia isso equivale a 1/3 do dia que tem 24 horas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro é hoje de 71,3 anos anos. Considerando as ideais oito horas de sono diárias podemos dizer que um brasileiro médio passa 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida dormindo.

Oito horas é realmente o ideal? Segundo pesquisa feita pela universidade da Califórnia nos Estados Unidos envolvendo mais de um milhão de pessoas concluiu que dormir oito horas por dia pode encurtar a vida.

Quem dorme de seis a sete horas por noite tem 12% de chances de viver mais do que quem dorme oito horas. Com quatro horas de sono, no entanto, as taxas de mortalidade foram semelhantes às encontradas com oito horas.

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A última temporada de Game of Thrones chegou e depois de muitas mortes e saudade de personagens icônicos, a HBO divulgou uma pesquisa feita com a audiência da América Latina, onde perguntaram quem eles gostariam que Melisandre, a sacerdotisa vermelha, trouxesse de volta à vida na série.

Ned Stark, que teve a primeira e mais chocante morte de todas na primeira temporada, foi disparado o primeiro lugar na escolha dos fãs.

Confira a lista com sete personagens mais votados para voltar que já morreram na série:

7) Joffrey Baratheon - 3% dos votos (Talvez seja só para ele ver morrer de novo)

6) Oleanna Tyrell - 5% dos votos

5) Robb Stark, o grande rei do norte - 6% dos votos

4) Catelyn Stark - 7% dos votos

3) Hodor - 9% dos votos

2) Khal Drogo - 19% dos votos

1) Ned Stark - 37% dos votos

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Seria o emprego dos sonhos? Já imaginou ganhar €16.500, aproximadamente R$73.000 para ficar deitado na cama por dois meses?

A Nasa irá fazer um novo estudo e quer pessoas para avaliar quais são os efeitos da ausência da gravidade no corpo humano e como astronautas, que passam um longo tempo em missões espaciais, podem ser afetados.

Mamão com açúcar, né? Nada disso! A tarefa pode ser fácil, mas os 24 selecionados pelo Centro Espacial Alemão (12 homens e 12 mulheres) precisarão realizar todas as tarefas deitados, das mais simples, como comer, assistir TV e ler, até tomar banho e ir ao banheiro. As camas serão inclinadas para baixo, com uma inclinação em direção a cabeça de 6 graus.

O site do experimento explica que a ausência da gravidade gera consequências ao corpo as quais pessoas que permanecem muito tempo na cama também sofrem. Um exemplo são os fluidos corporais que começam a se deslocar para a cabeça.

Se interessou pela vaga? Confira os detalhes da seleção: serão 89 dias de treinamento em Colônia, na Alemanha, incluindo o período de adaptação pré-experimento e reabilitação pós-experimento. E não pára por aí, metade dos voluntários serão selecionados para entrar em uma centrífuga, que vai girar a 30 rotações por minuto. Para participar, é preciso ser saudável, ter entre 24 e 55 anos e não fumar.

Interessou? Envie um e-mail em alemão para [email protected]

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Neste 2 de abril é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data, estabelecida em 2007, tem por objetivo difundir informações para a população sobre o autismo e assim reduzir a discriminação e o preconceito que cercam as pessoas afetadas por esta síndrome neuropsiquiátrica.

Neste espectro autista o grau de gravidade varia desde pessoas que apresentam um quadro leve e com total independência e discretas dificuldades de adaptação (por exemplo, autistas de alto funcionamento, síndrome de Asperger) até aquelas que serão dependentes para as atividades de vida diárias (AVDs), ao longo de toda a vida.

O autismo aparece nos primeiros anos de vida. Terapias e medicamentos e é claro, muito amor podem proporcionar qualidade de vida para os pacientes e suas famílias.

Após o diagnóstico, os pacientes devem fazer uma série de tratamentos e habilitação/reabilitação para estimulação das consequências que o autismo implica, como dificuldade no desenvolvimento da linguagem, interações sociais e capacidades funcionais. Essas características demandam cuidados específicos e singulares de acompanhamento ao longo das diferentes fases da vida.

O Muito Interessante conversou com a influenciadora Verônica Oliveira do perfil instagram.com/faxinaboa que costuma publicar em seu facebook sua rotina com seu filho, Panda. Confira abaixo o relato de Verônica e entre estes relatos imagens de publicações que faz em seu perfil no Facebook:

"A gente conhece bem os filhos que tem. Quando o Panda ainda bebê tinha reações muito agressivas, quando sua primeira palavra veio aos três anos, quando só saiu das fraldas aos seis anos, a gente sabe que tem algo ali a ser considerado."

"Na escola ele nunca quis prestar atenção às aulas, mas na primeira série já sabia inglês, decorou a bandeira de muitos países, explicava astronomia, era expert em Angry Birds, mas ainda hoje aos dez anos não consegue amarrar os cadarços ou pentear os cabelos."

"Aliás a escola foi determinante para que eu buscasse um laudo mesmo tendo tomado a decisão de não criá-lo de forma “diferente”. Mas as constantes queixas de que ele não era “normal” me fizeram buscar alguma justificativa, então uma colega do trabalho indicou que eu o levasse à APAE/SP."

"O processo todo levou alguns meses e foi totalmente gratuito, ele passou por análises neurológicas, psicológicas e pediátricas e o atendimento só pode ser descrito como IMPECÁVEL. Não ficam dúvidas, existem assistentes sociais que nos auxiliam em todos os processos: de fazer um bilhete único especial, explicar os direitos que temos, fornecer documentos para a escola, qualquer coisa."

Senti medo, senti culpa, ouvi coisas horríveis (como: autistas não têm sentimentos e seu filho nunca será carinhoso) e imaginei pra ele um futuro difícil. Um dia, um mês, um ano... o tempo passou e hoje vejo evoluções incríveis, mesmo com todas as dificuldades que nós temos já que vivemos na periferia e não temos convênio médico ou escola particular que atenda suas necessidades, então ele muda sempre de psicólogas, de casa, de escola, de amigos, o que é bem estressante, mas ainda assim ele tem se tornado cada vez mais capaz de analisar sua condição e falar sobre isso, faz piadas com o assunto, entende suas limitações e me dá todo dia a chance de curtir o fato de ser mãe de um carinha incrível!"

A psicóloga especialista em neurociências, mestre em Análise do Comportamento (ABA) especializada em Infant Parent Mental Health, Mayra Gaiato, que tem um canal no YouTube com mais de 100 mil inscritos que tem a premissa de levar às pessoas conteúdo sobre Autismo e outras questões importantes sobre o desenvolvimento infantil, diz que é importante acreditar na criança e no potencial delas para uma boa reabilitação:

“Se com 10 números, entre 0 e 9, matemáticos e físicos conseguiram desenvolver tantas fórmulas e cálculos que baseiam a nossa existência e com 26 letras do alfabeto conseguimos criar milhões de teorias que são base para toda a sociedade... Imagine o que não conseguimos fazer com bilhões de neurônios... Acredite na reabilitação! Acredite na criança e no potencial de cada uma delas!” (Frase do Livro SOS Autismo). “Se a terapia semanal que a criança recebe é importante, imagine se a criança pudesse receber essa estimulação 365 dias por ano?! Pois é exatamente isso que ensino!” (Frase do Livro O Reizinho Autista).

Mayra Gaiato acredita que o autismo consegue ser melhorado 90% se a criança é estimulada de forma simples pelos próprios pais precocemente desde a primeira infância. Por isso ela criou o canal para tentar ajudar o maior número de pessoas possíveis para que aprendam os estímulos básicos e façam com as crianças. Sua ideia inicial era viajar o mundo para ensinar os pais a lidarem com as crianças, o canal no YouTube é um meio para poder atingir os quatro cantos do Mundo com suas dicas. Mayra e sua equipe trabalham o conteúdo na internet como trabalham em suas consultas, mesma linguagem e forma. As pessoas podem encontrar conteúdos para aprender a lidar, estimular e tratar em suas casas. Seu canal hoje é o único do mundo que tem uma abordagem técnica sobre o autismo com uma linguagem super acessível.

Confira 5 principais mitos relacionados ao autismo listados e comentados por Mayra Gaiato:

1) É fácil fazer diagnóstico por meio de sintomas característicos - Por exemplo: uma criança que fica num canto da sala fazendo movimentos repetitivos estereotipados, que não olha para ninguém, que não fala com ninguém.

"Mito! Isso é um grande erro. Crianças que não interagem com ninguém são a minoria. Hoje temos o espectro autista que engloba dificuldades na comunicação social, tanto na comunicação expressiva com gestos motores, quando aponta, quando mostra, chama, tanto com ações não verbais, quanto com expressões verbais, mas também atrasos na comunicação receptiva - a criança ignora um pouco quando a gente tenta falar com ela, a criança não olha quando é chamada. Mas as crianças com autismo não são incapazes de fazer isso, muitas delas olham sim, entendem sim, só que fazem tudo isso numa medida um pouco menor, fazem um pouco menos do que deveriam pra idade dela, então elas acabam tendo atrasos e nós podemos deixar essas crianças com atrasos. É importante levar em um profissional especialista em desenvolvimento infantil, em um psiquiatra da infância, em neurologista da infância, ou em um psicólogo especializado que pode direcionar para estes profissionais. A avaliação deve ser feita por uma equipe especializada multidisciplinar, porque não temos ainda um teste biológico."

2) O autismo tem cura. "O autismo ainda não tem cura definitiva.

"Os especialistas não identificaram todos os genes relacionados ao autismo e dentro de cada gene, que são muitos e diferentes existe um espectro autista que varia muito o comportamento e é por esse motivo que uma criança com autismo é completamente diferente da outra. Há muitos tratamentos e a terapia intensiva comportamental baseada na ciência ABA, a ciência que tem comprovação científica."

3) As crianças autistas devem ter o mesmo tratamento.

"Não é verdade, pois depende do nível de gravidade. Existe o nível leve, que é o nível 1, que precisa de pouco apoio para conseguir se comunicar, acompanhar a escola, ter independência e autonomia em casa. As crianças de autismo nível 2, moderado, que tem dificuldade muito intensa na comunicação social, tem o atraso da fala que atrapalha a comunicação receptiva e expressiva. Autismo nível 3, grave, um autismo geralmente associado a uma deficiência intelectual. Crianças que mesmo com muito suporte e apoio ainda sim não conseguem se desenvolver bem, ter autonomia e dependência na vida social e escolar."

4) É impossível se comunicar com uma criança autista.

"Isso não é verdade! As crianças são capazes de entender e são capazes também de aprender a falar. Para que isso aconteça é necessário um tratamento correto, mas existem diversas técnicas que podem ajudar. Mesmo aquelas crianças que tem maior dificuldade, ainda sim podem fazer isso por meio de troca de figuras e comportamentos não verbais, como gestos. É sim possível e totalmente esperado a comunicação de uma criança autista."

5) As pessoas autistas não se conectam com o mundo, não se conectam com outras pessoas.

"Elas fazem isso, mas elas tem um jeito peculiar de entender o mundo. Elas entendem as coisas de uma forma mais concreta e literal. Por exemplo, em uma conversa, se usamos a expressão "nem que a vaca tussa", a pessoa com autismo vai imaginar uma vaca tossindo. Se utilizarmos alguma sutileza social, ou fizermos uma piada, uma inferência, elas podem ter dificuldade em entender, porque elas tem dificuldade em entender a teoria da mente, o que se passa na cabeça do outro, mas é completamente possível tratar e recuperar muitos sintomas de uma pessoa/criança com autismo, quanto mais cedo melhor. Quanto menor for esta criança, mais condições o cérebro dela tem de fazer novas redes, novas conexões (neuroplasticidade)."

Fontes 1, 2 e 3

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Pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra, descobriram que o ato de contar mentiras, mesmo aquelas que parecem ser inofensivas e pequenas, acostuma o cérebro às emoções negativas associadas e, com o tempo, pode encorajar as pessoas a contar mentiras mais cabeludas.Continue lendo...