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Insatisfeito, cliente de lanchonete chamou a polícia para um sem-teto. O oficial pagou o almoço do mendigo (Com vídeo)

Um caso entre polícia e mendigo nos EUA viralizou pelo motivo certo. Em 26 de maio, a polícia foi chamada ao restaurante Hardee´s, no estado da Carolina do Sul, porque um sem-teto entrou no local e pediu por sobras de comida aos atendentes. Segundo a Fox News, a loja estava alimentando o homem por vários dias e um cliente, insatisfeito, resolveu chamar a polícia.

No entanto, em vez de remover o homem do local à força ou prendê-lo, o oficial CJ Mullinax, do departamento de polícia do condado de Horry, agiu de modo inesperado: sacou a carteira do bolso e pagou dois cheeseburguers para o mendigo esfomeado. O momento foi gravado por Victoria Summer e já teve mais de mil compartilhamentos no Facebook.

Muitos dos comentários no post de Victoria elogiavam a postura do policial. Em outro comentário, há a explicação que o sem-teto é um veterano de guerra cuja condição financeira foi piorando até ser abandonado pela família e virado um morador de rua. Não é a primeira vez que Mullinax fica famoso por uma boa ação: em 2015, ele foi filmado jogando futebol americano com crianças.

https://www.facebook.com/BarbieVictoriaSummer/vide...

Fonte: Independent

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Reanimação cardíaca é mais eficiente quando feita no ritmo de "Macarena"

Um estudo espanhol mostra que fazer reanimação cardiopulmonar (RCP) no ritmo da canção Macarena, da banda Los del Río, é mais eficiente para salvar vidas. Realizado por Eva González, da Universidade de Barcelona, o estudo avaliou o uso de um aplicativo de ritmo e uma canção no caso, a Macarena) para melhorar a qualidade das compressões torácicas. O estudo será publicado na BMJ, revista que publica pesquisas de rigor científico, mas que também chegam à conclusões divertidas.

O orientador do estudo, professor Enrique Carrero, diz ter sugerido aos alunos da Faculdade de Medicina que estudassem maneiras de melhorar a qualidade da RCP como tema de conclusão de curso. Carrero diz que há outros estudos mostrando que o uso de músicas para ritmar a reanimação cardíaca é eficiente. "Mas a Macarena é uma música hispânica e muito conhecida - e isso é interessante para nós", diz ele, com bom humor.

No estudo, 164 alunos realizaram RCP num boneco durante dois minutos. Os alunos foram divididos em três grupos: o grupo de controle não tinha nenhuma ajuda para manter o ritmo da reanimação, outro usou um aplicativo e o terceiro usou o ritmo da Macarena. O ideal é que sejam feitas 100 a 120 compressões por minuto. O grupo de controle obteve sucesso em 24% das vezes, quem usou o aplicativo fazia 103 compressões por minuto. Já quem cantarolava a Macarena, obteve sucesso em 75% das vezes.

O professor explica a vantagem de cantarolar a canção durante a reanimação. Nem todo mundo vai ter um aplicativo ou outra ferramenta para controlar o ritmo das compressões durante o procedimento. Isso é fundamental e pode ser a diferença entre salvar a vida do paciente ou deixá-lo morrer. "Recordar uma música é grátis, simples e imediato", por isso decidimos fazer esse estudo, resume o professor Carrero.

Fonte: publico,es

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Quanto mais ar-condicionado usamos, mais calor faz no mundo

O ar-condicionado cria um paradoxo: quanto mais o usamos, mais quente fica o planeta. Milhões de aparelhos serão instalados em países emergentes com clima quente conforme aumentar o poder aquisitivo dessas populações. No entanto, o ar-condicionado gasta muita energia elétrica, obtida de fontes bastante poluentes, como o gás e o carvão. O resultado final é uma maior produção de gases de efeito-estufa. Ou seja, quanto mais resfriamos o ambiente, mais aquecemos a Terra.

Se não houver mudanças radicais, as emissões de gases-estufa relacionadas ao uso de ar-condicionado vão dobrar entre 2016 e 2050, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE). Serão adicionadas na atmosfera cerca de 1 bilhão de toneladas de CO2 - é como acrescentar outra África ao planeta. Além disso, ele joga para a rua o calor bombeado das casas. Um estudo realizado em 2014 mostrou um aumento de até 1°C na temperatura noturna nos centros das metrópoles.

China, Índia e Indonésia vão contribuir com metade do aumento do consumo elétrico por causa do ar-condicionado. Quando o padrão de vida das famílias melhora, o aparelho é uma das primeiras compras. O mundo conta com 1,6 bilhões de aparelhos de ar-condicionado - metade deles estão nos EUA e na China. Todo ano, são vendidos 135 milhões de novos aparelhos, o dobro do número vendido em 1990, segundo a AIE.

Na Índia, só 4% das casas têm ar-condicionado, mostrando que haverá uma explosão nas vendas nas próximas décadas. Mas qual seria a solução? Abastecer esses equipamentos com energia solar - cujo pico de produção corresponde também ao pico de utilização do ar-condicionado. Outro ponto é melhorar a eficiência energética desses aparelhos. Aparelhos baratos, mais comprados pelos consumidores, gastam muito mais energia do que o necessário para resfriar as casas.

Fonte: UOL

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Cada km² desmatado na Amazônia equivale a 27 novos casos de malária

Cada km² desmatado causa até 27 novos casos de malária por ano, segundo pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP. Os dados também mostram que a incidência é maior em pequenas áreas devastadas. O risco é aumentado pela capacidade do mosquito em se adaptar às áreas impactadas como também pela maior presença de pessoas infectadas pelo parasita que causa a doença, explica a professora Maria Anice Sallum.

“A formação dos assentamentos movimenta pessoas que muitas vezes residiram em áreas com transmissão de malária e podem abrigar o parasita sem ter a doença, atuando na sua dispersão", diz Maria Anice. Ela explica que quando a floresta não tem de desmatamento, o mosquito transmissor da doença está presente em baixa densidade. "Por ser uma espécie oportunista e generalista, ela se adapta com facilidade ao ambiente modificado, e se dispersa rapidamente.”

Maria Anice enfatiza que os programas de controle da malária deveriam levar em conta fatores da dinâmica de transmissão, como atividades de trabalho, condições de moradia e migração. “É necessário melhorar a condição de vida e as moradias, para diminuir o contato do homem com o mosquito”, aponta. “Também é preciso ampliar o acesso à educação, intensificar programas de controle, facilitar o acesso ao diagnóstico e tratamento, auxiliando os programas para o controle de vetores”, finaliza a professora.

Fonte: Agência USP

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Inglesa de 106 anos conta seus segredos para ter longevidade: não beber e ficar longe de homens

Madeline Dye nunca namorou e só foi a um pub uma vez, para comemorar o aniversário de 90 anos. Para ela, o segredo da longevidade foi evitar a bebida e o estresse de estar em um relacionamento. Ela nasceu em Sheffield em 1912 - o mesmo ano no qual o Titanic afundou. Madeline cresceu e viveu na mesma cidade por toda a vida com sua mãe Mary e sua irmã Auralie, depois que o pai, Frank, morreu na I Guerra Mundial.

A encadernadora de livros aposentada celebrou os 106 anos de vida em 28 de abril numa casa de repouso, junto com alguns parentes. A sobrinha Diane Heaton, de 90 anos, diz que Madeline anda sem usar bengalas e é muito ativa. "Um dia eu disse a ela: quer que eu troque as cortinas do quarto?". Quando cheguei lá, no dia seguinte, ela mesma já tinha feito o serviço. Madeline conversa com todo mundo no asilo e ainda mantém o mesmo senso de humor da juventude.

Quando alguém pergunta sobre romances ou casamentos, Madeline responde: "Nunca me casei e é por isso que cheguei à essa idade". Um dos segredos da longevidade da inglesa é o exercício: ela caminhava 6 quilômetros para ir e voltar do trabalho todos os dias. Além de trabalhar como encadernadora de livros, Madeline tinha a jardinagem e o tricô como hobbies. Será a solteirice o elixir da vida?

Fonte: Independent

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Não vá trabalhar doente: assiduidade contagiosa custa US$ 150 bilhões por ano

A maioria das pessoas elogia quem vai trabalhar doente. O esforço é visto como algo quase heroico. Ledo engano. Ir trabalhar doente é pior do que ficar em casa, segundo estudo do Departamento de Pesquisa Econômica dos Estados Unidos. O motivo é simples: a maioria das pessoas ao redor vai adoecer e o rendimento do time como um todo vai piorar.

Usando dados do Google, os pesquisadores descobriram que cidades com licença médica paga a quem fica doente, os casos de gripe diminuíram em 5%. Numa cidade com 100 mil habitantes, isso significa 100 contágios a menos por semana. Pode parecer pouco, mas o impacto financeiro da assiduidade doente nas empresas é de US$ 150 bilhões por ano, somente nos EUA.

De acordo com o estudo feito nos EUA, um trabalhador doente perde dois terços da sua produtividade e trabalha na metade da velocidade usual. Ao ficar em casa, ele causa dois benefícios para a empresa: melhora mais rápido e evita contaminar os colegas - que continuarão saudáveis e plenamente produtivos.

Fonte: O Globo

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50 homens e mulheres com idades entre 21 e 69 anos participaram de um estudo da Universidade de Waseda, no Japão. No estudo os participantes caminharam por 15 minutos mascando chiclete e depois repetiram o exercício ingerindo um pó com os mesmos ingredientes do doce.

Os resultados mostraram que caminhar mascando chiclete fez com que os participantes, principalmente os homens de mais idade, percorressem distâncias maiores e gastassem mais energia.

Os autores do estudo, que foi publicado no periódico científico Journal of Physical Therapy Science, acreditam que o resultado tenha a ver com o fato de que, ao mascar chiclete, o ritmo do coração acelera, o que contribui para que o corpo todo trabalhe mais.

Mas fica a dica: mire nas versões sem açúcar da guloseima, não masque por muito tempo e se a atividade física for muito intensa evite para não engasgar.

Fonte

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Greve dos caminhoneiros reduziu poluição em São Paulo pela metade

A greve dos caminhoneiros no Brasil resultou em transtornos para a população, mas causou um efeito impressionante em São Paulo: a poluição na capital caiu pela metade, segundo a Cetesb. Na segunda-feira (28), a qualidade do ar em SP era considerada boa em todas as estações de medição – um evento raro.

“Quem sabe essas evidências quantitativas sirvam de argumento para a criação de políticas públicas”, disse Paulo Saldiva, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), durante evento sobre meio ambiente em SP. Agora, a equipe de pesquisadores do IEA vai cruzar os níveis de poluição e de congestionamento com os dados diários de mortalidade e internações no período. O objetivo é medir o custo real da poluição.

“A poluição tem um custo alto em saúde, uma de capacidade produtiva porque uma parte da população morre antes da hora por causa da poluição”, explica Saldiva. “Todo mundo sabe o preço de mudar, mas ninguém sabe o preço de manter. O experimento vai permitir saber esse custo oculto da poluição, provavelmente muito maior que o subsídio”, diz ele.

Desde o dia 21, caminhoneiros de todo o Brasil fecharam mais de duas centenas de trechos de rodovias no país, protestando contra o aumento do diesel. Na terça-feira (29), perto das 18h, SP tinha apenas 2 km de engarrafamento. Os pesquisadores tiveram a chance de medir a poluição em outro evento fora do usual: a greve do metro em 2017. A poluição dobrou e houve 12 mortes além do esperado para aquele dia. A estimativa, desta vez, é que, com a redução de carros e ônibus nas ruas, sejam evitadas pelo menos seis mortes por dia em SP.

Fonte: Agência Fapesp