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Você acha que a vida de todo mundo é a maravilha do que é publicado nas redes sociais? Que os influenciadores digitais não passam por perrengues diários? Que seus amigos estão realmente sempre sorrindo como se não houvesse um boleto para ser pago? Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que uma em cada dez pessoas distorce a realidade nas redes sociais para se sentir melhor.

O estudo revela que, para obter curtidas, uma em cada dez pessoas finge estar em algum lugar ou fazendo algo que talvez não seja exatamente verdade. Isso significa que uma parcela significativa dos usuários mente nas redes sociais para ganhar mais curtidas em suas publicações. Aquela postagem em que sua amiga diz estar em alguma festa da alta sociedade pode, na verdade, ser uma imagem buscada na internet ou mesmo a foto de uma festa qualquer que ela não estava.

Não receber likes suficientes por uma publicação também afeta homens e mulheres. Entre os homens, 24% temem que, se poucas pessoas curtirem suas postagens, os amigos acharão que eles não são populares, enquanto 17% das mulheres pensam o mesmo.

Homens são mais "saidinhos" nas redes sociais: cerca 9% dos entrevistados publicaria fotos sem roupas, enquanto somente 5% das mulheres entrevistadas considerariam essa possibilidade.

Homens são mais fofoqueiros! Dos homens, 14% disseram que revelariam um segredo sobre um colega de trabalho (contra 7% das mulheres), e 13% estariam dispostos a revelar informações confidenciais de seu chefe nas redes. Para piorar, 12% dos homens mostrariam algo vergonhoso sobre um amigo, contra apenas 6% das mulheres que tomariam a mesma atitude. Gente!

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Você conhece pessoas que têm respostas para tudo, sempre opinando e tentando mostrar como são mais inteligentes que especialistas de um determinado assunto? Essas pessoas podem ser vítimas do efeito Dunning-Kruger, ou seja, que superestimam suas aptidões sociais e intelectuais.Continue lendo...

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Onde pessoas que acreditam que a Terra é plana buscam informações? Um estudo feito pela Universidade de Tecnologia do Texas, nos EUA, mostrou que a maioria dos terraplanistas se informa por meio do YouTube.

Pesquisadores foram até a última conferência anual do movimento terraplanista, que aconteceu em 2017, na Carolina do Norte, nos EUA, e conversaram com 30 participantes. Todos os entrevistados, com exceção de um, disseram que começaram a acreditar que a Terra é plana depois de assistir a vídeos sobre teorias da conspiração — como os que dizem que o atentado de 11 de setembro e a chegada da NASA à Lua são falsos.

Segundo uma das autoras da pesquisa, Asheley Landrum, a maioria dos participantes do estudo diz procurar os vídeos apenas para desmascará-los, mas logo acabam sendo convencidos por eles. “Os algoritmos facilitam a queda no buraco do coelho, apresentando informações às pessoas que serão mais suscetíveis a isso”, disse em entrevista ao jornal britânico The Guardian.

Landrum, diante desta situação, convidou cientistas para criar seus próprios vídeos e combater as teorias. "Há muita informação útil no YouTube, mas também muita desinformação. (...) Acreditar que a Terra é plana em si não é necessariamente prejudicial, mas é algo que vem embalado em uma desconfiança nas instituições e nas autoridades em geral. Queremos que as pessoas sejam consumidoras críticas das informações que recebem; porém, há um equilíbrio a ser obtido", completou.

Por problemas relacionados a fake news e teorias infundadas, o YouTube anunciou recentemente que vai mudar sua inteligência artificial, em uma tentativa de melhorar a qualidade do conteúdo recomendado aos usuários.

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Estudo da Michigan State University liderado pelo sociólogo Hui Liu mostrou que mulheres que estão sempre implicando com os comportamentos de seus parceiros com relação à saúde deles são as melhores parceiras para um relacionamento saudável.

Usando dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, Liu e colegas analisaram os resultados da pesquisa de 1.228 entrevistados casados em cinco anos. No início do estudo, os entrevistados tinham entre 57 e 85 anos de idade; 389 tinham diabetes no final do estudo - Diabetes é a sétima principal causa de morte nos Estados Unidos. Mais de 29 milhões de americanos tiveram diabetes em 2012, ou seja, 9,3% da população.

Liu, especialista em saúde de base populacional e ciência da família, investigou o papel da qualidade conjugal no gerenciamento e risco de diabetes e encontrou duas grandes diferenças de gênero: - o achado mais surpreendente foi que, para os homens, um aumento na qualidade conjugal negativa - mulheres implicantes - diminuiu o risco de desenvolver diabetes e aumentou as chances de controlar a doença após seu início. A diabetes requer monitoramento frequente que as esposas podem estar estimulando o marido a fazer, aumentando sua saúde, mas também aumentando a tensão conjugal ao longo do tempo. - para as mulheres, um bom casamento estava relacionado a um risco menor de ser diabético cinco anos depois. As mulheres podem ser mais sensíveis do que os homens à qualidade de um relacionamento e, portanto, mais propensas a experimentar um impulso de saúde a partir de um relacionamento de boa qualidade.

Como o diabetes é a doença crônica que mais cresce nos Estados Unidos, a implementação de políticas públicas e programas destinados a promover a qualidade conjugal também deve reduzir o risco de diabetes e promover saúde e longevidade, especialmente para mulheres em idades mais avançadas", diz o estudo.

#pracegover: Mulheres que implicam com seus parceiros são as melhores parceiras, sugere estudo.

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Pesquisadores da Universidade de Iowa descobriram que quem toma um a dois drinks alcoólicos por dia envelhece melhor do que pessoas que não bebem.

Usando dados do Gene Expression Omnibus disponível publicamente, o estudo comparou o DNA de pessoas que não bebiam álcool, bebiam com moderação e bebiam de maneira exagerada. A ideia era saber qual a idade biológica em comparação à idade cronológica destas pessoas. Aos que consomem 1 a 2 bebidas o envelhecimento foi melhor e estavam em boa forma, mas para aqueles que extrapolavam o corpo envelheceu mais rapidamente.

Ou seja, tomar uma ou duas cervejas no happy hour da empresa, ou beber uma taça de vinho em casa, todos os dias, faz bem para a saúde. O ideal é beber depois do trabalho para não estar alcoolizado durante a labuta. Mas atenção, sempre beba com moderação!

#pracegover: Tomar cerveja depois do trabalho faz bem para a saúde, sugere estudo.

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Se você busca a felicidade, estar próximo à natureza pode ser o melhor caminho. Segundo estudo realizado pela Universidade de Regina, no Canadá, 5 minutos em contato com a natureza trazem mais emoções positivas.

Cientistas fizeram dois testes com 123 pessoas. No primeiro, os participantes foram divididos em dois locais: uma parte foi a um parque em frente à universidade, a outra parte ficou dentro do prédio. Todos tiveram que desapegar de seus celulares e orientados a se concentrar apenas neles mesmos enquanto permaneciam sentados.

Cada participante preencheu uma escala de emoções que incluía sensações positivas ligadas a conforto, prazer, gratidão, reverência e a sensação de ser parte maior que você mesmo.

Aqueles que estavam sentados no parque sentiram um aumento de todas as sensações positivas antes e depois do teste. Aqueles que estavam no ambiente interno da Universidade não alteraram suas sensações.

O segundo teste foi feito pelos pesquisadores para ver se mais tempo na natureza se correlacionaria com um aumento ainda maior dessas emoções. 70 participantes passaram 15 minutos, também sem celulares e sentados no parque e dentro da universidade e preencheram outra escala com emoções negativas (como estresse, depressão e ansiedade).

O fato de ficar mais tempo na natureza não se refletiu no aumento da quantidade de emoções positivas, mas o estudo revelou, também, que as emoções negativas foram reduzidas em ambos os ambientes, quando acrescidos cinco minutos de descanso.

"O contato com a natureza é benéfico para nossa saúde emocional, por isso preservar nossos espaços naturais nas cidades é um importante objetivo para a saúde pública", disse Katherine D. Arbuthnott, uma das autoras do estudo.

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