Geral

Um estudo da Universidade Oxford, mostrou que a idade que começamos a escolher melhor nossos amigos e encolher o nosso grupo é com 25 anos. Os pesquisadores descrevem essa idade como o ponto de “pico” para as amizades.

Parece que essa coisa de encolher o círculo de amizades, perder amigos em geral, é muito ruim né, mas na verdade, é até melhor. Porque de acordo com a ciência, o que acontece é que nessa idade a gente começa a se afastar das falsianes e se aproximar das verdadeirianes.

Teve até um estudo publicado da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos que mostrou que ter um grupo mais íntimo, é mais benéfico para seu bem-estar que ter muitos amigos.

Um melhor amigo te ajuda a bloquear a ansiedade, a ser mais positivo, te dá mais força física e emocional e tudo isso porque essa pessoa é a que te dá mais apoio nas horas em que você mais precisa e você sabe que pode contar independente de qualquer coisa.

Além disso, vocês têm mais tempo para ficar juntos e é mais fácil de encaixar os programas como viagens, jantares e compras na agenda.Muito interessante, né?

E você, acha mais vantajoso ter muitos amigos, porém mais distantes, ou ter poucos, porém com amizades mais próximas e intensas?

Sexo

De acordo com a ciência, praticar exercícios físicos pode te fazer transar mais e melhor. Um estudo publicado no jornal da Sociedade Internacional de Medicina Sexual mostrou que homens que praticam mais de dezoito horas semanais de exercícios possui ereções mais longas e mais apetite sexual.

Outro estudo, feito na Universidade de Arkansas mostrou que homens e mulheres que praticam exercícios três vezes ou mais por semana tem uma satisfação sexual acima da média. Os cientistas observaram também que à medida que se aumentava a quantidade de exercícios físicos, aumentava também a duração do ato sexual, a vontade de transar.

A ciência já provou que fazer sexo traz vários benefícios, que incluem o rejuvenescimento da pele, melhora do sono, redução de problemas cardíacos, aumento da felicidade e vários outros. Então é sempre útil saber de coisas que podem nos ajudar a transar mais e melhor.

No caso das mulheres, tem uma outra coisa que pode ajudar a melhorar a vida sexual. Uma pesquisa mundial feita pela Harris Interactive, a pedido da Gamehouse, mostrou que mulheres que jogam games on-line fazem mais sexo e são mais sociáveis do que as que não jogam.

Aliás, o mundo dos games que antigamente era coisa de criança e quando se tornou brinquedo de adulto, era dominado pelos homens, agora vive em um novo cenário. De acordo com um levantamento feito pela Game Brasil, nos últimos 4 anos o número de mulheres entre os gamers passou de 41% para mais de 53% no país.

E esse número pode ser ainda maior, pois há relatos de muitas gamers que se registram com avatares masculinos para não sofrer machismo e assédio enquanto joga. É uma atitude vergonhosa, mas sabemos que não é exclusividade das salas de jogos online, e sim da sociedade machista em que vivemos.

Instagram

Um artigo de pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá, diz que o tédio está ligado à resolução de problemas, o que é uma forma de criatividade. Há muitas pesquisas mostrando que, quando o cérebro 'desliga', como é o caso do sono e do tédio, a área de resolução de problemas segue trabalhando.

Uma dessas pesquisas citadas, foi feito por pesquisadoras do departamento de psicologia da Universidade Central de Lancashire, no Reino Unido, no qual verificaram, em dois estudos, que pessoas entediadas se tornavam mais criativas.

Na pesquisa, um grupo de pessoas fazia uma atividade muito entediante - copiar números de uma lista telefônica, e depois tinha que criar diferentes usos para copos plásticos, um método padrão aplicado para testar a criatividade das pessoas. Eles tiveram mais ideias do que o grupo que não fez a atividade chata.

Para confirmar os resultados, fizeram uma segunda rodada do estudo, com outros voluntários e incluindo um terceiro grupo para fazer um exercício ainda mais chato: ler a lista telefônica. E foram justamente eles que criaram mais usos para os copinhos de plástico.

Fonte

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Instagram

De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

Fonte.

Geral
Charlon Sousa

Charlon Sousa

Existia um nada composto por absolutamente tudo o que não existe.

Antes do Big Bang tudo o que conhecemos estava exatamente onde sempre esteve, só que ocupando um lugar menor do que o de hoje. O que sabemos é que o Universo como conhecemos só existe dentro daquela pequena explosão de origem, tudo impresso como uma impressão digital, nossa marca de registro.

Mas curiosos como os humanos são, a busca pelo limbo fora daquele pequeno espaço parece óbvio e altamente imaginativo, e foi isso que alguns estudiosos fizeram, formulando uma verdadeira revolução sobre a existência.

A teoria do Falso Vazio

Uma dessas teorias é conhecida como Falso Vazio. Afinal, para nós é difícil entender que existiu um ponto onde tudo aconteceu, há sempre algo antes do antes que pode ser explorado e estudado para que possamos entender como chegamos até o momento de agora.

Essa teoria tem base no modelo do Universo Inflacionário, aquele em que existia um campo fora do potencial mínimo, onde sua energia era tão pequena que o universo acabaria se expandindo bilhões de vezes seguidas e tudo em uma milésima fração de segundo. Os estudiosos acreditam que quando a energia do campo desse universo chegou à mínima, se criou o verdadeiro vazio, onde a energia de todos os bilhões de expansões se acumulou e preencheu o universo em energia e matéria como conhecemos atualmente.

Por isso, essa teoria mostra que ao se expandir tanto, com um campo originário, formaram-se o que chamamos de bolhas que por sua vez também aumentou de tamanho. Cada uma dessas bolhas dava lugar a um universo diferente, o que revela que o que vivemos nada mais é do que uma pequena bolha, isso mesmo, exatamente como uma redoma.

Geral
Pessoas com idade terminada em 9 são mais propensas a pular a cerca, sugere estudo.

Um site especializado em encontros extraconjugais da Grã Bretanha analisou os dados de seus usuários e descobriu que se está mais vulnerável a trair em um relacionamento no último ano de cada década.

A idade com maior número de traidores foi a de 39 anos, seguida pelos 49 anos e pelos 29 anos, em segundo e terceiro lugar entre os mais vulneráveis à infidelidade.

A explicação, de acordo com o estudo é que este último ano de cada década é visto como um divisor de águas na vida das pessoas - quando elas são mais propensas a se excitar com o novo e a avaliar melhor suas opções.

O estudo listou também os 5 principais motivos do nascimento de chifres na cabeça das pessoas:

1- Falta de sexo no relacionamento

2- Oportunidade irrecusável3- Tédio com o parceiro atual

4- Encontro com alguém do passado através das redes sociais

5- Mudanças de comportamento

Sexo
O índice de homossexualidade é maior entre homofóbicos, diz estudo.

A constatação de que há mais gays entre os homofóbicos do que entre as pessoas normais é do Departamento de Psicologia da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos.

A pesquisa foi feita através de um exame de pletismografia peniana, onde é possível medir a excitação sexual do homem, diferenciando as outras excitações, como nervosismo ou ansiedade, porque mede especificamente a circulação sanguínea e circunferência do pênis em tempo real.


Com o aparelho instalado na piroca, os voluntários assistiram a três vídeos eróticos com 4 minutos cada. Um vídeo representando o com sexo heterossexual, um representando o sexo lésbico e outro representando o sexo gay masculino.

Ao visualizar o sexo lésbico e o sexo heterossexual, tanto homofóbicos quanto os não homofóbicos mostraram aumento na circunferência peniana. Mas quando foi exibido o sexo gay masculino, somente os homens homofóbicos mostraram excitação.

Quando questionados, esses héteros homofóbicos relataram que não sentiam nenhum tesão em sexo gay. Mas seus pênis relataram o contrário.


O magnata Donald Trump

Em poucas palavras, homens homofóbicos foram os mais sexualmente excitados quando expostos ao pornô gay.

Os pastores Bianca Toledo e Felipe Heiderich
Os pastores Bianca toledo e Felipe Heiderich

Você pode estar tentado a usar este estudo para dizer por aí que "os homofóbicos são bichas enrustida que não tem coragem de sair do armário e por isso odeiam os LGBT", mas talvez o resultado mostre um buraco que fica bem mais embaixo.

A homofobia é um desvio de personalidade que nasce da opressão familiar e social que precisa ser tratada.

O homossexual que nasce em um círculo social e familiar que prega e ensina que a homossexualidade (que não é uma escolha) é errada, muitas vezes prefere se adequar às regras familiares. Esta opressão faz com que o indivíduo sinta ódio do próprio desejo.


O deputado Jair Bolsonaro

É assim que nasce a abominação ao comportamento homossexual. Acredita-se que aquilo é errado, fazendo com que o indivíduo se esforce a cada instante lutando contra este "defeito", nele mesmo e na sociedade.


O pastor Silas Malafaia

Este estudo não é exatamente recente, foi feito em 2014, mas deve ser lembrado pelo seu caráter de importância. Vale lembrar também que as imagens que usei neste post são meramente ilustrativas. Escolhi personalidades que na minha opinião, representam o retrato da homofobia. Mas obviamente, não foram eles os voluntários do estudo.

FONTES: 1 e 2