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Segundo estudo publicado no Journal of Health Psychology, pessoas mais inteligentes possuem menos tendência a praticar atividades físicas, como malhar em uma academia.

Chamado de “O sacrifício físico de pensar: Investigando a relação entre o pensamento e a atividade física na vida cotidiana“, o estudo coletou dados de 60 estudantes. Entre eles, havia alta ou baixa atividade cognitiva. Ou seja, maior ou menor aquisição de conhecimento.

Durante uma semana, todos os alunos usaram rastreadores de atividade física. Ao final do tempo de estudo, os estudantes com maior atividade cognitiva tinham gastado menos tempo com atividades físicas. O estudo concluiu que pessoas com a mente mais ativa intelectualmente e sem “necessidade de cognição” tendem a ser menos ativos fisicamente.

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Uma pesquisa feita pela Universidade Southern Methodist, nos Estados Unidos, analisando o nível de felicidade e o peso de 169 casais recém-casados durante quatro anos (uma vez por semestre) mostrou que, casais que diziam estar felizes na relação ficavam mais pesados a cada pesagem. O Índice de Massa Corporal desses participantes tinha, em média, um aumento de 0,12 por semestre.Continue lendo...

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Uma fruta ou uma porção de pipoca na hora do lanche? A pipoca pode ser mais saborosa e também mais saudável!

A casquinha da pipoca contém polifenóis - substâncias químicas antioxidantes - e fibras e essa parte é considerada a "pepita de ouro da nutrição", segundo o pesquisador Joe Vinson da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, autor da pesquisa e pioneiro na análise de componentes saudáveis no chocolate, nozes e de outros alimentos comuns.Continue lendo...

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Quantos amigos você tem? Pensou? Você tem metade disso! Você pode acreditar que é uma pessoa popular, mas uma nova pesquisa psicológica sugeriu que apenas 50% das pessoas que você considera que são seus amigos pensariam a mesma coisa de você.

Estudo feito por cientistas da Universidade de Tel Aviv, de Israel, e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos concluiu que as pessoas têm uma má percepção dos laços de amizade e são incapazes de diferenciar os “amigos” dos “conhecidos”. A pesquisa revelou que apenas 50% das pessoas correspondem ao sentimento de amizade.

“Acontece que nós somos ruins em julgar quem são nossos companheiros”, disse o Dr. Erez Shmueli, que conduziu a parte israelense da pesquisa. “A nossa dificuldade em determinar a proporção de amizade limita significativamente a nossa capacidade de se envolver em acordos de cooperação. Nós aprendemos que não podemos confiar em nossos instintos ou intuição. Deve haver uma maneira objetiva de medir essas relações e quantificar seu impacto”, disse.

Os cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts separaram 600 estudantes da Europa, Estados Unidos e Israel, e pediram para eles avaliarem os níveis de amizade e a expectativa de reciprocidade.

“Descobrimos que 95% dos participantes pensavam que seus relacionamentos eram mútuos. Se você acha que alguém é seu amigo, espera que ele se sinta da mesma maneira. Mas, na verdade, não é o caso, pois apenas 50% se classificaram no nível de amizade bidirecional”, explicou o Dr. Shmueli.

“As relações que são retribuídas são importantes por causa da influência social. Então, neste experimento, analisamos que os diferentes incentivos para a afeição faz com que a pressão pela amizade supere pelo dinheiro em termos de motivação”, disse.

Os cientistas acreditam que um “algoritmo de amizade” desenvolvido como resultado do estudo mostra um nível extremamente alto de precisão para saber se uma amizade será unilateral ou não. “Nosso algoritmo não só diz se uma amizade é reciproca ou não como também determina a direção e o sentido dela”, concluiu Scmueli.

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Segundo avaliação da Universidade de Sussex (Inglaterra) sobre o sistema educacional e a situação das professoras e professores em 35 países, no item 'respeito ao magistério', o Brasil ficou em último lugar com apenas um ponto de 100 possíveis. O levantamento foi feito com mil adultos, além de 5.500 professoras e professores em cada um dos 35 países avaliados.

Ranking de respeito às professoras e aos professores:

Mais respeito:

  • China - 100 pontos
  • Malásia - 93 pontos
  • Taiwan - 70 pontos
  • Rússia - 65 pontos
  • Indonésia 62 - pontos

Menos respeito:

  • Argentina - 24 pontos
  • Gana - 19 pontos
  • Itália - 14 pontos
  • Israel - 7 pontos
  • Brasil - 1 ponto

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Pesquisa publicada no jornal científico PLOS One mostrou que pessoas que são "fiscais da gramática" possuem personalidades menos agradáveis que outras e são consideradas "malas".

Segundo a pesquisa, feita com 83 participantes, nossa personalidade dita como reagiremos a possíveis erros gramaticais alheios.

Durante o experimento, os participantes tiveram que ler e-mails escritos em resposta a um anúncio de procura por um colega de quarto, sendo que algumas mensagens foram escritas com erros de digitação e gramaticais.

As 83 pessoas avaliaram os e-mails e também preencheram um teste de personalidade, que os classificou em escalas de agradabilidade, abertura, extroversão, introversão e neuroticismo.

A pesquisa concluiu que, pessoas consideradas menos agradáveis ficaram decepcionadas pelos erros gramaticais, sendo que para as mais abertas, isso não fez diferença.

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Segundo Censo Canino 2018, promovido por uma empresa que oferece serviços de hospedagem ou passeio aos cães, feito com base em mais de 670 mil cadastros, os nomes de cachorros preferidos pelos brasileiros são Thor e Mel.

No top 5 nomes de fêmeas estão, por ordem de quantidade: Mel, Nina, Luna, Mag e Lola.

Nos machos o top 5 segue com Thor, Luke, Bob, Fred e Teo.

O top 10 raças são: vira-lata, shih tzu, yorkshire, poodle, lhasa apso, buldogue francês, golden retriever, maltês, labrador e pug.

Para encontrar seu próximo grande companheiro ou companheira, o Thor, a Mel, Amora, Bella, Papaya, Rex acesse http://amigosdesaofrancisco.com.br/

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