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Segundo estudo publicado na revista médica American Academy of Neurology, a gordura corporal excessiva, especialmente na barriga, está ligada ao cérebro de tamanho menor. Ou seja, uma barriga grande pode mostrar que a pessoa tem um cérebro pequeno, em comparação a cérebros de quem tem menos gordura na região "do meio" do corpo.

A análise dos pesquisadores Mark Hamer e G. David Batty avaliou o IMC e o índice de cintura e quadris de 9.652 pessoas com média de idade de 55 anos - e verificou que níveis mais altos de obesidade parecem estar associados a um volume menor de massa cinzenta no cérebro, mas isso não quer que uma pessoa obesa é menos inteligente!

Das mais de 9 mil pessoas avaliadas na pesquisa, 1.291 tinham IMC e índice de cintura e quadris elevados. Foram elas que apresentaram o menor volume médio de massa cinzenta: 786 centímetros cúbicos. Para efeito de comparação, as 514 pessoas analisadas que tinham o IMC baixo e apenas a proporção de cintura e quadris alta chegaram a uma média de 793 cm³. Os 3.025 avaliados saudáveis, por fim, ficaram com uma média de 798 cm³.

Um dos autores do estudo, disse que “ainda não ficou claro se anormalidades na estrutura cerebral levam à obesidade ou se é a obesidade que leva a essas mudanças no cérebro”. Até então, há uma correlação. A massa cinzenta é composta principalmente pelos corpos das células nervosas e está associada ao controle muscular, à memória, à tomada de decisões e ao autocontrole. No entanto, é a massa branca que faz correlação entre as várias regiões do cérebro. Mesmo não sendo ainda que não seja conclusivo, o novo estudo já aponta que isso tudo pode estar ligado à obesidade e à proporção de cintura e quadris.

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O que você escolheria se estivesse com R$1,00 no bolso em 1994? Alguns exemplos: 1 garrafa de cerveja, 1 Kinder Ovo, 1 dólar ou 1kg de frango.

No dia 1 de Julho de 1994 entrou em circulação no Brasil o Real, moeda em circulação no país até os dias de hoje. Confira o valor de diversas coisas na época:

No lançamento do Plano Real, o governo lançou mão de três "garotos propagandas" inusitados: o frango, o pão francês e a dentadura. O objetivo era mostrar o poder de compra da nova moeda. Em 1994, por exemplo, com uma nota de R$1 era possível comprar 1 quilo de carne de frango ou 10 pãezinhos. A propaganda da carne de frango foi tão grande que o consumo anual subiu de 14 kg por pessoa, em 1994, para 40 kg, em 2008, segundo dados da União Brasileira de Avicultura (Ubabef)

O primeiro salário mínimo do plano Real foi de R$64,79

O quilo de arroz custava R$0,64 e o feijão R$1,11 em julho de 1994, em São Paulo, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)

Escort Hobby 1.0 (R$7.386 à época), o Gol 1.000 (R$7.243), o Uno Mille (R$7.254) e o Corsa Wind 1.0 (R$7.350) eram os carros mais baratos das montadoras brasileiras.

Jack Daniel’s Tenessee Whiskey por R$33,50, segundo panfleto das lojas Depósito Normal.

O ingresso para o filme “Um tira da pesada 3”, com Eddie Murphy, custava R$5 no Shopping Iguatemi, em São Paulo, em um domingo à noite em 1994

Chitãozinho e Xororó, em agosto de 1994, fizeram um show no Palace, o ingresso mais barato saiu por R$15, e o mais caro, por R$35

Teresina e João Pessoa tinham o passe de ônibus mais barato entre as capitais do país em julho de 1994: R$0,29. A passagem mais cara era em Brasília, R$0,54.

O litro da gasolina estava R$ 0,55, em média, nos postos de São Paulo no dia 18 de julho de 1994, segundo uma reportagem da Folha à época. O álcool saía por R$ 0,44.

Uma refeição na churrascaria Fogo de Chão, em São Paulo, saía entre R$ 13 e R$ 24 por pessoa em 1994, segundo a Revista da Folha.

Um apartamento de 211m² com 3 dormitórios (com uma suíte), varanda com churrasqueira e duas vagas na garagem no Panamby, região nobre da Zona Sul da capital paulista saía por R$ 94.340 em 7 de agosto de 1994.

Notas de R$1, que pararam de ser fabricadas em 2005, hoje em dia são vendidas em sites de leilão, as já utilizadas são vendidas por até R$ 20. As cédulas mais raras, com menor tiragem e classificadas pelos especialistas como "flor de estampa", chegam a valer R$100.

Fontes 1, 2, 3

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Shelly Gable, psicólogo da Universidade da Califórnia, provou que o tédio corrói o amor. Numa pesquisa realizada com 125 casais, durante 10 semanas, mostrou que os mais felizes e satisfeitos eram os que faziam juntos coisas mais divertidas, saíam para dançar juntos, por exemplo. O motivo é que qualquer sensação de excitação é associada a quem está na aventura com você, mesmo se ele não for a causa da excitação.

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Um estudo conduzido por uma das maiores montadoras automobilísticas do mundo mostrou que cantar no carro traz mais felicidade, melhora a respiração e diminui o estresse. Você já cantou enquanto dirigia? Sentiu esses benefícios?

Ao analisarem o nível de bem-estar de pessoas que tinham o costume de cantar no carro, foi observada uma liberação de energia maior. "Cantando em voz alta e sem quaisquer inibições, significa que a liberação mental será maior à medida em que colocamos mais energia nisso", conta o professor especialista em benefícios do canto, Stephen Clift, da Universidade Canterbury Christ Church.

Aquela música que você ouve 1.000 vezes e canta bem alto é ainda mais benéfica. "Quando cantamos em voz alta, especialmente canções que conhecemos bem, sentimos um 'fator de bem-estar' decorrente da respiração mais profunda, mais lenta e do aumento da atividade muscular. Nos sentimos menos estressados e mais relaxados", explicou Clift.

#pracegover: Cantar no carro faz bem para saúde, diz estudo.

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Uma pesquisa chamada 'Birth Order and Delinquency' realizada por pesquisadores do MIT, Aarhus University, Northwestern University e University of Florida feita com 2 milhões de crianças americanas e dinamarquesas comprovou que a ordem de nascimento pode afetar problemas disciplinares na escola. Os segundo filhos costumam ser mais arteiros do que os primeiros!

Os pesquisadores chegaram a algumas conclusões:

- É mais provável que o segundo filho do sexo masculino exiba mais delinquência do que o irmão mais velho, enquanto a tendência rebelde no sexo feminino não é tão marcante;

- Não há evidências de que o segundo filho é menos saudável do que o mais velho;

- Não há evidências de que os pais invistam menos na educação do segundo filho.

Em famílias com dois ou mais filhos, em comparação aos primogênitos, os segundo filhos do sexo masculino são 20 a 40% mais propensos a serem chamados a atenção na escola e entram para o sistema de justiça criminal.

Os pesquisadores concluíram que o tempo que os pais passam com o primeiro e segundo filho muitas vezes difere – e pode ser por isso que os comportamentos rebeldes surgem, levando até a delinquência juvenil e mais tarde ao crime. “Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”, disseram os autores do estudo.

Outro estudo realizado por pesquisadores de três instituições - Universidade Federal da Pensilvânia, Universidade do Havaí e Universidade Purdue - garantem que a ordem de nascimento tem grande influência no desenvolvimento da personalidade dos filhos e que os segundo filhos tendem a ser mais rebeldes.

A pesquisa foi feita com 364 crianças e adolescentes entre 7 e 19 anos, e seus pais. Os pesquisadores também analisaram amostras de saliva para medir níveis de testosterona e pediram às crianças que escrevessem um diário relatando suas atividades extra-escolares.

"Segundos filhos se tornam mais aventureiros e independentes ao entrarem na adolescência, enquanto nos primogênitos esses traços são mais estáveis", disse um dos pesquisadores. Os cientistas também concluíram que crianças com aumento mais rápido nos níveis de testosterona durante a puberdade não sofrem tantas influências sociais no desenvolvimento de suas personalidade.

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Sexo é benéfico para a saúde, pesquisas apontam que a pratica pode se relacionar ao bom humor e a uma melhor qualidade de vida. Agora, um estudo feito pela mostrou que a receita para uma vida mais longa é fazer sexo, ou seja, quanto mais transarmos, mais tempo teremos de vida.

Na primeira fase do estudo, 918 homens residentes da aldeia galesa, Caerphilly, com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados por pesquisadores ingleses sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que transavam.

Os pesquisadores concluíram que, homens que faziam sexo ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.

A segunda fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto elas estavam satisfeitas.

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que faziam mais sexo e tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de "capa" que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento em nossa expectativa de vida.

Por que o sexo prolongaria a vida? Existem múltiplas explicações possíveis segundo os cientistas: sexo frequente significa um relacionamento íntimo. Muitos estudos mostram que laços pessoais próximos aumentam a saúde e prolongam a longevidade.

Fontes 1, 2 e 3

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De acordo com estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, publicado no Journal of Social and Personal Relationships, o hábito de maratonar séries com seu(sua) parceiro(a) é benéfico para a relação do casal, deixando-os mais próximos e consequentemente mais felizes.Continue lendo...

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Os benefícios de dormir de conchinha vão além do momento gostoso que se passa ao lado do parceiro. De acordo com um estudo Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir ao lado do parceiro diminui o nível de cortisol no sangue, o hormônio do estresse.

A explicação está na forma com o que as pessoas sentem ao dormirem abraçadas: protegidas e seguras. Desta forma, o corpo fica mais relaxado e não sente necessidade de estar "alerta", tornando desnecessária a produção de cortisol. Além disso, os pesquisadores acreditam que casais que dormem abraçados tendem a ser pessoas mais calmas, descontraídas e honestas.

Os pesquisadores também indicaram que dormir de conchinha estimula a produção de ocitocina. Conhecido como o "hormônio do amor", ocitocina age como um neurotransmissor, assim a substância é liberada quando existe o contato de pele entre as pessoas, e também quando existe a formação de uma relação de confiança entre elas. Desta forma, ela é conhecida pela sua função de união entre as pessoas e desenvolvimento de ligações de carinho.

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