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Um disco de massa fermentada de farinha de trigo, coberto com molho de tomate e o que você bem entender, assado no forno. Queijo, calabresa, cebola, frango, catupiry, pepperoni, chocolate e até abacaxi, a Pizza é comemorada no Brasil no dia 10 de Julho. A pizza chegou ao país por meio dos imigrantes italianos que transformaram a cidade de São Paulo na "Capital da Pizza".

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Segundo pesquisa Ipsos realizada com 1.088 usuários norte-americanos do Netflix, 51% dizem que compartilhar a mesma senha aponta que o relacionamento está ficando muito sério. 17% só concordam em compartilhar a senha caso fiquem noivos, antes disso é cada um com a sua conta. E para que um relacionamento dê certo, 27% acreditam que gostar das mesmas séries e filmes conta muito!

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Segundo levantamento do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), os brasileiros bebem mais em comparação com outros países. São 7,8 L de álcool puro per capita por pessoa, contra 6,2 litros da média global.

Qual a bebida alcoólica mais consumida? As bebidas destiladas correspondem ao tipo de bebida mais consumido no mundo (44,8%), seguido da cerveja (34,3%) e do vinho (11,7%). Na Região das Américas a cerveja é o tipo de bebida mais consumido (53,8%), seguido dos destilados (31,7%) e do vinho (13,5%). No Brasil, a sequência é a mesma, mas as proporções são um pouco diferentes: 62% cerveja, 34% destilados e 3% vinho.

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Segundo pesquisa da Redemption feita com 2.000 britânicos, as ressacas aos 29 anos de idade são as piores porque não temos a mesma resistência de quando mais jovens, mas o nível de diversão ainda é alto.

Quanto dura uma ressaca? O estudo diz que uma ressaca média dura nove horas e 45 minutos e atinge seu pico às 9h45.

O estudo foi feito para o movimento de bares sem álcool em Londres afirma que dois terços dos britânicos entram no trabalho de ressaca no início da semana, enquanto metade admitem que ainda estão bêbados.

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Cientistas brasileiros: quem são e o que fizeram?

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia mostrou que 93% por cento dos entrevistados - jovens - não conseguiram citar um cientista brasileiro. O desconhecimento dos jovens sobre ciência fica claro quando questionados sobre temas importantes da atualidade. Continue lendo...

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Segundo estudo da Universidade de Edimburgo e da Universidade Ludwig Maximilians, em Munique, indivíduos com uma variação de um gene conhecido como ABCC9 precisavam de mais tempo de sono do que a média de oito horas

Os pesquisadores analisaram como o gene funciona nas moscas da fruta, que também o possuem e descobriram que aquelas sem o gene ABCC9 dormiam por três horas a menos do que o normal. O gene ABCC9 está envolvido na detecção dos níveis de energia das células do corpo.

Em outro estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry, feito com 10.000 pessoas de toda a Europa, foi concluído que, aqueles com o gene ABCC9 precisam de cerca de 30 minutos a mais de sono por noite do que aqueles sem o gene.

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Miguel é o nome preferido das famílias brasileiras para os bebês que estão nascendo no Brasil. O nome segue em primeiro lugar pelo oitavo ano seguido, segundo o tradicional ranking BabyCenter. Arthur permanece na segunda posição, mas Heitor vem logo atrás em forte alta, seguido de Bernardo e Davi.

O ranking 2018 do BabyCenter mostra outros nomes em alta, como Benjamin, que já ocupa o 10o lugar, Joaquim (14o), Samuel (15o) e Henrique (16o).

O supersucesso Enzo sucumbiu às brincadeiras e aos memes que circularam na Internet e caiu, tanto na versão isolada como em nomes compostos.

Benício e Isaac mostraram grande alta, aproximando-se dos 20 nomes masculinos mais usados.

Helena ultrapassou Alice em 2018 e é o novo nome de menina mais usado no Brasil, de acordo com o tradicional ranking de nomes de bebê do BabyCenter. Alice estava em primeiro lugar desde 2015.

Laura e Manuela superaram Sophia e Valentina e agora ocupam o terceiro e o quarto lugar no ranking de nomes femininos.

Cecília, em 14o lugar, e Eloá, em 15o, são nomes de menina que estão subindo, enquanto sucessos dos últimos anos como Maria Eduarda (18o lugar) e Beatriz (21o) demonstram tendência de queda.

O levantamento do BabyCenter baseia-se no cadastro de 501 mil bebês nascidos em 2018.

Critérios do levantamento:

Nomes com grafias diferentes, mas sons semelhantes, ficam juntos (como Arthur e Artur. A lista considera David e Davi como o mesmo nome).

A grafia que consta do ranking foi a mais frequente nos cadastros dos usuários (houve mais Théo que Téo), incluindo o uso ou não de acento.

Nomes compostos foram considerados à parte (João entra na lista como um nome; João Miguel como um nome diferente).

Nomes com grafias diferentes, mas sons iguais, ficam juntos (como Sophia e Sofia)

A grafia que consta da lista foi a mais frequente nos cadastros dos usuários (houve mais Eloá que Eloah), incluindo o uso ou não de acento.

Nomes compostos foram considerados separadamente (Maria sozinho é um nome; Maria Clara, outro; Maria Júlia, outro, e assim por diante).

Fonte e rankings completos: 1 e 2

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Segundo estudo realizado pela Universidade de Bonn, homens brancos com uma altura relativamente menor têm uma possibilidade mais elevada de perder os cabelos. A principal autora do estudo, Stefanie Heilmann-Heimbach disse que os dados do estudo indicam que alguns dos genes envolvidos na calvície estão associados, na média, com uma menor estatura.Continue lendo...