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O despertador toca, um familiar chama, o despertador toca novamente e você não sai da cama! Enrola, enrola e enrola. Caso você já tenha sido chamado de preguiçoso por postergar sua saída da cama várias vezes pela manhã, é hora de se orgulhar, segundo estudo feito pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Kaja Perina, do departamento de psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, esse hábito é, na verdade, sinal de inteligência e criatividade.

O estudo explica que microrganismos até mamíferos, incluindo os seres humanos, funcionam de acordo com um ciclo diário chamado ritmo circadiano. Este, por sua vez, determina o intervalo de 24 horas com base na luz solar, na temperatura, pelas marés e até pelo vento. Porém, os seres humanos, ao contrário de outras espécies de mamíferos, têm a capacidade única, conscientemente e cognitivamente, de substituir o relógio biológico interno. Em outras palavras, os seres humanos conseguem escolher o horário que vão dormir ou acordar.

O estudo, feito com mais de 20 mil jovens americanos, descobriu que, aqueles que dormiam tarde durante a semana e aos finais de semana, acordando atrasados durante a semana, mas não no fim de semana, apresentam um QI maior do que os jovens que dormiam e acordavam mais cedo sempre. Assim, aqueles com um QI inferior a 75 iam dormir por volta das 23h41 na idade adulta, enquanto aqueles com um QI de mais de 125 iam para a cama às 00h29 aproximadamente.

Os pesquisadores, analisando os horários e os QIs dos participantes, concluíram que pessoas que dormem mais tarde demonstram inteligência, por reforçarem que não precisam estar em sincronia com a luz solar, como nossos ancestrais faziam.

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Prato da janta na mão, TV ligada, ou celular passando séries ou videos no YouTube. Se você aprecia jantar enquanto assiste televisão ou fica ou fica no celular você pode engordar, é o que sugere a equipe de pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. Essa prática pode tornar as pessoas propensas a sentir necessidade de comer mais lanches e petiscos após a refeição. Quem nunca fez uma pipoca ou abriu um salgadinho depois da janta?

O estudo feito com 39 indivíduos concluiu que pessoas que estão distraídas durante o jantar assistindo à TV ou mexendo no smartphone vão comer muito mais pela noite do que aquelas que prestaram atenção nos alimentos ingeridos. Ferrou! Isso ocorre porque a memória desempenha um papel fundamental no apetite e, quando estamos distraídos, o corpo não recebe a comida da mesma maneira.

Na pesquisa, os participantes com pesos considerados normais foram colocados em três diferentes condições para avaliar o quanto a distração pode prejudicar a saúde e fazer a pessoa engordar. A diferença significativa entre os grupos após algumas semanas fez os cientistas concluírem que comer enquanto executa outras atividades influencia a pessoa a “beliscar” alimentos e ajuda a ganhar peso.

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De acordo com a pesquisa 'O papel do homem na desconstrução do machismo' do Instituto Avon, em parceria com o Instituto Locomotiva, 48% dos homens ainda consideram “desagradável” ou “humilhante” cuidar da casa enquanto a companheira trabalha fora. O dado foi obtido após consulta de 1.800 pessoas com mais de 16 anos, em 70 municípios do país.

Destes 48%, 12% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, não deveria acontecer de jeito nenhum, 15% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, só deve acontecer se não tiver jeito, 21% concordam que tudo bem a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa, mas não é uma situação agradável.

52% concordam que não há problema nenhum em a mulher trabalhar fora e o marido cuidar da casa.

Sobre a pesquisa: a pesquisa incluiu uma etapa inicial em que foram conduzidas seis entrevistas em profundidade com especialistas que atuam no enfrentamento à violência contra mulheres em organizações da sociedade civil, imprensa e órgãos públicos. Posteriormente foram realizados dois grupos de discussão, um com homens e outro com mulheres, de 16 a 30 anos. Ao final foi realizada uma pesquisa quantitativa presencial, de âmbito nacional, por meio de 1.800 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais, em 70 municípios de todas as regiões do país.

Confira a pesquisa completa, com dados muito interessantes, aqui.

Fontes 1 e 2

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Segundo estudo da Universidade do Texas, trabalhar mais de 45 horas por semana, ao longo de uma década, aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Para quem atua em período integral, essa propensão aumenta a cada hora adicional trabalhada.

Pesquisadores analisaram dados de mais de 1.900 participantes de um estudo de longo prazo sobre saúde e trabalho. Todos estavam empregados há pelo menos dez anos.

A equipe concluiu que, entre os que atuam em período integral, o risco é significativamente maior para quem trabalha além da faixa de 40 a 45 horas por semana.

Foram considerados eventos físicos como angina, doença coronariana, insuficiência cardíaca, infarto, derrame e pressão alta. O risco dessas ocorrências, na população estudada, foi de 43% e não variou muito entre quem trabalhava entre 40 e 45 horas.

Além desse período, mais de 45 horas, o risco aumentou cerca de 1% a cada hora a mais. Ou seja, indivíduos que trabalharam 55 ou mais horas ao longo de uma década apresentaram um risco 16% mais alto de doença cardiovascular.

Entre aqueles que seguiram uma jornada de 60 horas ou mais, pelo mesmo período, o risco foi 35% maior. Os resultados foram publicados no Journal of Occupational and Environmental Medicine.

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A pessoa que fala mais idiomas no mundo é um peruano de 27 anos, fluente em 22 línguas diferentes

Quem não gostaria de poder falar vários idiomas e chegar em qualquer lugar do mundo tendo uma perfeita comunicação com os habitantes locais? O peruano Luís Rojas-Berscia, de apenas 27 anos, causa inveja em muita gente: o doutorando em linguística no Max Planck Institute (Suiça) fala 22 idiomas. Continue lendo...

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Estudos da Universidade de Berkeley, na Califórnia, mostraram que uma soneca de 15 a 30 minutos, durante um dia de aprendizagem, pode aumentar o foco, aprendizado e a memorização, além de ajudar na recuperação física e mental do corpo.

Segundo o estudo, jovens que "tiravam uma pestana" à tarde tiveram um desempenho 10% melhor nas tarefas relacionadas à capacidade de aprendizagem e memória. Já aqueles que perderam uma noite de sono diminuíram a capacidade de armazenar novas informações em até 40%.

A Universidade de Berkeley parece estar familiarizada com "sonecas", pois há uma publicação na internet que mostra os Top 9 lugares para cochilar dentro do campus: https://www.theodysseyonline.com/9-perfect-places-to-nap-at-cal.

Mais ajuda aos estudantes: na Biblioteca McKeldin da Universidade de Maryland há dois 'pods' instalados para que os estudantes tirem sonecas de 20 minutos. Nesta Universidade estudantes também listaram os melhores locais para dormir entre uma aula e outra: https://theblacksheeponline.com/maryland/the-best-8-places-to-nap-at-umd

Sonecas podem ser uma faca de dois gumes, segundo o professor de neurociência e psicologia Matthew Walker de Berkeley, "os cochilos, especialmente no final da tarde, podem dificultar o sono durante a noite".

Fontes 1 e 2